ScreenHunter_5972 Jul. 03 17.37

Professor de Stanford sobre aluno que xingou Dilma: “fascista e imbecil”

Recebo via Facebook a carta que um professor da prestigiada universidade de Stanford escreveu à imprensa brasileira, para protestar contra os ataques fascistas e imbecis de dois jovens brasileiros, estudantes ou disfarçados de estudantes da mesma Stanford, à presidenta Dilma.

Um internauta me informou que um deles é bolsista do Ciência sem Fronteiras, mas eu ainda não confirmei a informação.

O ataque à presidenta frustou a reunião que professores e alunos da universidade pretendiam fazer com a presidenta da república de seu país.

O corpo acadêmico de brasileiros em Stanford, portanto, repudia veementemente esse tipo de postura truculenta.

Esperemos que a imprensa brasileira, que deu imenso cartaz ao fascista, dê também atenção ao protesto antifascista dos professores e alunos de Stanford. Continue lendo

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Sergio Moro pede “vaquinha” à imprensa para bancar suas férias

Na Folha, que cobriu a sessão de bajulação que a imprensa golpista fez para o juiz Sergio Moro em evento da Abraji (Associação Brasileira de Jornalistas Investigativos, que é controlada pela Globo).

(…)
“Indagado sobre se tem pretensões políticas após a Lava Jato, disse que após o caso quer apenas tirar longas férias. Não falou para onde pretende ir no período de descanso, mas aproveitou para pedir “uma vaquinha dos jornalistas investigativos” para bancar a viagem. ”

Como é que é? Vaquinha? Continue lendo

ScreenHunter_5961 Jul. 03 04.06

Golpe de Estado conta os bastidores sujos da mídia na ditadura

(Informe: A obra será lançada hoje, sexta-feira 03 de julho, em São Paulo, a partir das 19h, no Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé na rua Rego Freitas, 454, conjunto 83, próximo à estaçAão República do Metrô. Na oportunidade também haverá um debate sobre Mídia, golpe e ditadura: ontem e hoje, com a participação de Emiliano José (Secretário de Serviços de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações) e os jornalistas e escritores Palmério Dória, Hildegard Angel e Fernando Morais. Todos estão convidados.)

***

3 horas da manhã. Termino de ver um filme de John Cassavetes e, antes de dormir, dou uma olhadinha rápida no twitter. Caio no post de capa do Brasil 247, com um título impactante: “Livro acusa Globo de delação na ditadura”. Continue lendo

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Rodrigo Vianna: Cunha e os ditadores em miniatura

EDUARDO CUNHA E OS DITADORES EM MINIATURA: NÃO É SÓ A MAIORIDADE PENAL

“A matéria constante de proposta de emenda rejeitada ou havida por prejudicada não pode ser objeto de nova proposta na mesma sessão legislativa” (Constituição Federal, Artigo 60, parágrafo 5)

por Rodrigo Vianna, no Blog Escrevinhador – www.rodrigovianna.com.br

Mesmo que você seja favorável à redução da maioridade penal (não acho que todo mundo que defenda essa ideia seja um “fascista” ou um “sacana que quer matar as crianças brasileiras”), deveria estar preocupado com o que aconteceu na Câmara do Deputados neste dia primeiro de julho, sob a presidência de Eduardo Cunha. Continue lendo

vampiro

Nassif desmascara vampirismo do UOL por verbas públicas

Eu já escrevi sobre o tema. Agora o Nassif tampou o caixão.

O esforço de Fernando Rodrigues para defender que a publicidade federal fique apenas em grandes portais, cuja audiência é inflada por sites pornográficos, é acintosamente antidemocrático.

Ainda mais depois que ficou claro, em reportagem feita pelo próprio Rodrigues, que a grande mídia fica com a maior parte das verbas federais.

Volto a perguntar: como foi mesmo que a mídia brasileira construiu sua audiência?

Foi apenas com competência, ou foi também com ditadura, verba pública e monopólio?

***

Fernando Rodrigues, a miséria do jornalismo investigativo

Por Luis Nassif, no Jornal GGN. Continue lendo

petrobras-golpe

República do Paraná prepara novo ataque midiático contra Petrobrás

A hipocrisia da República do Paraná é sem limites.

O novo golpe contra a Petrobrás, preparado meticulosamente pelo delegado Igor Romário de Paula, um dos delegados aecistas, é inflar o número referente ao prejuízo da Petrobrás causado por corrupção.

Inflar e jogar a culpa no PT, claro, quando a culpa deveria ser partilhada pelo próprio Ministério Público Federal, principal responsável pela apuração de casos de corrupção em órgãos públicos, e que deveria, portanto, desde o início, ter monitorado de perto, junto à direção da Petrobrás, a execução das grandes obras.

Afinal, se a Petrobrás fez o volume de investimentos saltar de alguns bilhões para a casa de centenas de bilhões de reais ao ano, é claro que haveria aumento da corrupção.

É uma questão matemática simples.

Há uma manipulação de narrativa, de um lado, e manipulação dos números de outro. Continue lendo