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Frente Brasil Popular lança Plano Popular de Emergência

Imagem: Central de mídia FBP Da Frente Brasil Popular. Frente Brasil Popular promove ato em defesa de eleições diretas e apresenta programa à sociedade Frente Brasil Popular realizará ato em defesa das diretas já e lançará um Plano de Emergência no próximo dia 29 de maio, no Tuca, em São Paulo. O Plano contém uma […]

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Imagem: Central de mídia FBP

Da Frente Brasil Popular.

Frente Brasil Popular promove ato em defesa de eleições diretas e apresenta programa à sociedade

Frente Brasil Popular realizará ato em defesa das diretas já e lançará um Plano de Emergência no próximo dia 29 de maio, no Tuca, em São Paulo. O Plano contém uma agenda para enfrentar a crise gestada pela agenda antipatriótica, antipopular, antinacional e autoritária dos golpistas.

Desde quando a democracia foi duramente atacada com o golpe que tirou a presidenta Dilma Rousseff, a situação econômica, institucional e política só se agravaram. Hoje, diante do agravamento de mais uma crise, as organizações que compõem a Frente Brasil Popular reafirmam que só com o restabelecimento da democracia, com eleições diretas é que o país sairá do terrível e incontrolado cenário que se encontra.

“A saída democrática que propomos tem como pressuposto a antecipação das eleições presidenciais para 2017. Esse é primeiro passo para se travar uma ampla e persistente disputa política capaz de criar uma correlação de forças favorável a oportuna convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte, destinada a refundar o Estado de direito e estabelecer reformas estruturais democráticas”, defende a Frente.

Não é com acordos por cima, somente entre os líderes partidários, deputados e senadores que será possível buscar um caminho que seja construído com unidade das forças sociais que pavimente outro caminho para o país.

As entidades que fazem parte da Frente acreditam que a sociedade deve participar desse momento e discutir qual o rumo que o Brasil deve seguir. Até agora, há dois projetos: um que quer acabar com os direitos conquistados nas últimas décadas e aplicar uma agenda ultra neoliberal em que o Estado passa a cumprir o papel de agência reguladora, com o mínimo de intervenção e elaboração de políticas públicas possível; e o outro é em defesa da retomada das conquistas democráticas, do Estado Democrático de Direito, do desenvolvimento, crescimento, soberania nacional e justiça social.

Lançamento do Plano de Emergência

É por isso, para contribuir com o debate e apresentar uma saída emergencial, que mais de 60 organizações que compõem a Frente Brasil Popular, apresenta um Plano de Emergência para o Brasil elaborado em torno de dez eixos: democratização do Estado; política de desenvolvimento, emprego e renda; reforma Agrária e agricultura familiar; reforma Tributária; direitos sociais e trabalhistas; direito à saúde, à educação, à cultura, à moradia; segurança pública; direitos humanos e cidadania; defesa do meio ambiente e política externa soberana.

As proposições contidas no plano têm como objetivo inverter, no mais curto espaço de tempo, os indicadores econômicos, sociais e políticos que resultaram do interregno golpista. Também fazem conexão com as reformas estruturais necessárias para romper com o modelo de capitalismo dependente que tem produzido, entre outras chagas, o empobrecimento dos trabalhadores, especialmente das trabalhadoras e da população negra, injustiça social extrema, perda de independência e recessão econômica, ao mesmo tempo em que concentra renda, riqueza e propriedade nas mãos de um punhado de barões do capital.

O centro do plano trata de implementar um projeto nacional de desenvolvimento que vise a fortalecer a economia nacional, o desenvolvimento autônomo e soberano, enfrentar a desigualdade de renda, de fortuna e de patrimônio como veios fundamentais para a reconstrução da economia brasileira, para a recomposição do mercado interno de massas, da indústria nacional, da saúde financeira do Estado e da soberania nacional, um modelo social baseado no bem-estar e na democracia.

 

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Luis Edmundo

Luis Edmundo Araujo é jornalista e mora no Rio de Janeiro desde que nasceu, em 1972. Foi repórter do jornal O Fluminense, do Jornal do Brasil e das finadas revistas Incrível e Istoé Gente. No Jornal do Commercio, foi editor por 11 anos, até o fim do jornal, em maio de 2016.

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José Herculano da Silva

30/05/2017 - 08h48

Mobilização nacional contra os golpistas que estão desmanchando o Brasil como país soberano e tentando impor a nós trabalhadores um regime de semi-escravidão. Nós , trabalhadores e trabalhadoras, somos a quase totalidade dos quase 210 milhões de brasileiros, produzimos e movimentamos tudo em nosso território e podemos construir um futuro sem excluídos e readquirir respeitabilidade internacional. Cobramos dos senhores diretores de sindicatos que cumpram suas obrigações de defender os direitos de todas as categorias e tentem ultrapassas o corporativismo e ampliem seus horizontes para chjegar a uma postura e atuação da classe e para a classe trabalhadora.
Lembremo-nos que o Império do Norte quer a América Latina como seu quintal. Vamos resistir. Procuremos nos informar pela mídia alternativa e não pelos jornalões, rádios fascitóides e TVs manipuladoras. Tenhamos cuidado com os raivosos das redes sociais. Mussolini, Hitler caíram, assim como o franquismo e muitas outras ditaduras. Mas nós trabalhadores continuamos construindo o mundo. Falta tirá-lo do domínio do capital financeiro-monopolista.

vera vassouras

29/05/2017 - 21h40

Enquanto o desenvolvimento HUMANO estiver abaixo do desenvolvimento ECONÔMICO ; enquanto não se decidir por quais princípios queremos ser conduzidos; enquanto abdicarmos do nosso PODER CRIATIVO; enquanto, enfim, nos submetermos à retórica dos covardes e famosos travestidos de portadores dos interesses do povo, quando atuam em causa própria e de grupos, JAMAIS CONSTRUIREMOS UMA NAÇÃO! Constituinte já!

Gabrielle Corrêa

29/05/2017 - 19h33

Todo esforço coletivo para por fim ao golpe e restaurar a democracia é de fundamental importância. Este plano emergencial, apresentado pela Frente Brasil Popular, poderá ter eficácia mais enquanto narrativa contra-golpe, do que enquanto ação efetiva. Os dez eixos propostos estão previstos na constituição federal, como não poderia deixar de ser. Todavia, as ações deveriam voltar-se para a derrubada dos golpistas, e para a garantia das eleições gerais. Falar em plano antes disso é colocar o carro na frente dos bois. Ademais, basta cumprir as leis da CF e já teremos a garantia de um estado de bem-estar social.

Laercio Ferreira

29/05/2017 - 21h05

O TAL PLANO TEM QUE SER DEFENDIDO , PELOS VIGARISTA DO LEGISLATIVO , JUDICIÁRIO , EXECUTIVOS NACIONAL E DE ESTADOS, SEM ESSES VERMES DO PODER NADA SE RESOLVERÁ , O LAMÇAL EM QUE ESTÃO ATOLADOS , NÃO PERMITEM QUE FAÇAM ALGO DE BOMPRO POVO BRASILEIRO?? SÓ RETIRAR DIREITOS E ENTREGAR A PÁTRIA MAMADA DO BRASIL??

Carlos Augusto de Medeiros Filho

29/05/2017 - 16h53

Eleições exclusivas para Presidente? Tô fora!!
Eleições devem ser obrigatoriamente gerais. Só para Presidente é conviver e fazer acordos com uma câmara e senado dominantemente conservadora e corrupta.

Igor Pocchini

29/05/2017 - 19h51

não seria melhor exigirmos a anulação do impeachment (golpe) da Dilma? sendo ela inocente?


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