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A perseguição aos professores defendida pelo Escola Sem Partido já ocorreu nos EUA, no Macarthismo

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Imagem: Socialista Morena

A perseguição a professores estimulada no Brasil pelo movimento Escola Sem Partido, com direito a patrulha surpresa de vereador sem noção, não é novidade desde, pelo menos, o Macarthismo americano. É o que mostra Cynara Menezes em seu blog, Socialista Morena, no texto em que, no título, lembra Como o macarthismo perseguiu professores (exatamente como quer o Escola Sem Partido).

Macarthismo foi o nome dado à histeria anticomunista promovida nos Estados Unidos, de 1947 a 1956, pelo senador Joseph McCarthy. Escritores, músicos, dramaturgos, cineastas, funcionários públicos, qualquer um podia ser classificado de “comunista” e ter sua carreira arruinada. Com os professores não foi diferente, e a perseguição a eles ainda foi oficializada em lei aprovada na Suprema Corte.

“Em março de 1952, a Suprema Corte norte-americana atestou a constitucionalidade da Lei Feinberg, aplicada no Estado de Nova York desde 1949. De acordo com a lei, as escolas públicas estavam proibidas de contratar professores ‘subversivos’ e poderia demitir todos os docentes que julgassem ‘comunistas'”, conta Cynara Menezes, no texto que pode ser lido na íntegra aqui.

 

Luis Edmundo

editor associado em O Cafezinho
Luis Edmundo Araujo é jornalista e mora no Rio de Janeiro desde que nasceu, em 1972. Foi repórter do jornal O Fluminense, do Jornal do Brasil e das finadas revistas Incrível e Istoé Gente. No Jornal do Commercio, foi editor por 11 anos, até o fim do jornal, em maio de 2016.

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