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O enigma black bloc

Por Miguel do Rosário

08 de outubro de 2013 : 16h39

O movimento black bloc adquiriu uma magnitude tal no Rio de Janeiro que não nos resta outra saída senão procurar compreendê-lo. A repressão não adiantará muito, porque se se trata realmente de uma tendência com apoio popular, qualquer violência do Estado apenas servirá para legitimá-la ainda mais e fazê-la crescer. Quando uma revolta recebe apoio popular, como está acontecendo, ela se torna bíblica.

Quando isso acontece, cidades inteiras podem ser destruídas.

Meus leitores sabem que já fiz críticas pesadas aos mascarados, à baderna e depredação enquanto tática de luta. Na manifestação das centrais, amigas minhas se sentiram diretamente agredidas pelos black blocs, que a certa altura se voltaram contra os próprios manifestantes. Tive vontade de reagir inclusive fisicamente àquela agressão covarde. Passaram-se os meses, os protestos continuaram, os próprios black blocs assumiram posições mais objetivas; politizaram-se; muitos tiraram a máscara.

Dias atrás, conversei com alguns deles, na Cinelândia. Foi algo chocante vê-los de cara limpa, sem máscara. A máscara e as roupas pretas lhes emprestam uma aura maligna e revolucionária, que atrai os olhares e o interesse de muita gente. Tem inclusive uma energia fortemente sexual, o que explica o interesse de artistas como Caetano Veloso, sempre tão pacato e democrático.

É chocante por ver como o ser humano se transforma com facilidade. Em bandos, mascarados, com adrenalina em alta, os black blocs são terríveis e ameaçadores. Abordados solitariamente, antes das confusões, sem máscara, deparamo-nos com jovens frágeis e incultos da periferia, que estão ali muito mais por instinto do que por ideologia.

Tenho lido longas dissertações sobre a origem do movimento na Europa. Pode ser que a ideia tenha vindo de lá, tudo vem de algum lugar, mas é evidente que o Brasil, como em tudo que faz, reinventa o movimento à sua maneira. Para entender os black blocs do Rio de Janeiro é preciso entender a realidade das periferias.

Talvez aí encontremos uma explicação inclusive para a agressão aos sindicalistas no dia 11 de julho, e à antipatia profunda entre setores da esquerda bon vivant (na qual eu me incluo) e os mascarados. O Rio de Janeiro não é apenas uma cidade dividida entre áreas ricas e pobres. Há uma divisão ainda mais radical e profunda que isso. A periferia do Rio tem regiões que parecem, efetivamente, sobreviventes de uma guerra nuclear acontecida há pouco.

No ano passado, procurando uma gráfica em Bonsucesso, passei pelo Buraco do Lacerda, um mergulhão que passa por baixo de uma avenida. Ruas esburacadas, destroços de prédios, muito lixo por toda parte, bueiros sempre exalando mau cheiro, cracudos desfilando segurando pedaços de pau e pedras. De vez em quando, topa-se com um aglomeração apavorante de crianças, adolescentes e adultos usando drogas numa esquina. Um cenário apocalíptico.

Esse é o Rio de Janeiro que todos tentamos esconder, inclusive eu, blogueiro de esquerda. Porque é um Rio feio, sujo, pobre, fedorento, perigoso, ameaçador.

Alguns anos atrás, Paris e outras cidades da França viveram uma série de grandes revoltas em suas periferias. Também houve muita perplexidade, visto que a França é um dos países com maior rede de proteção social. Os jovens que incendiavam carros e ônibus não passavam fome e tinham acesso a escolas públicas e hospitais de razoável qualidade (o que não é o caso dos subúrbios do Rio). A periferia pobre de Paris é feia como qualquer periferia do mundo, mas infinitamente mais organizada e mais limpa que a do Rio. Não é um cenário desolador. Os projetos de moradia popular são decentes e os serviços funcionam regularmente.

Porque então tanta revolta? Uma das explicações mais frequentes dadas pela riquíssima escola sociológica francesa era que os jovens da periferia viviam uma crise de identidade. Eles não se viam representados politicamente e, sobretudo, não se viam na TV. Sim, uma das conclusões mais repetidas pelos intelectuais era que o jovem francês da periferia, descendente de imigrantes árabes e africanos, não se via representado nos meios de comunicação. Talvez possamos transplantar alguns conceitos para o Brasil.

A revolta desorganizada muitas vezes beneficia grupos conservadores, estes sim muito bem organizados. Após as mencionadas revoltas na França, quem ganhou as eleições foi Sarkozy, que imediatamente tomou medidas ainda mais duras contra pobres e contra periferias; as turbulências estudantis de maio de 68, na mesma Paris, resultaram em muitos anos de conservadorismo político.

Entretanto, isso não é uma lei, até porque não existe esse tipo de lei em sociologia. Tudo pode acontecer. Importante observar que o conceito de periferia é bastante vago no Rio de Janeiro. Temos regiões bonitas e tranquilas nos subúrbios, e outras devastadas em áreas próximas ao centro. Mas as áreas semi-destruídas prevalecem. De qualquer forma, elocubrações acadêmicas não adiantam muito. Urge encontrar uma solução. O Rio precisa de paz, estabilidade, desenvolvimento, justamente para resolver seus gravíssimos problemas políticos, sociais, urbanísticos. O que fazer? Essa resposta talvez se tornasse paradigmática para todo o país.

Sem pretender ser o dono de nenhuma verdade, acho que a resposta tem de se dar, simultaneamente, em dois planos: um deles é o terreno simbólico e midiático. O jovem precisa de uma resposta política, e para isso os governos locais, junto com o legislativo, precisariam ousar mais. Por exemplo, os debates legislativos regionais precisam, urgentemente, ser transmitidos pela TV aberta. Em vez de assistir Malhação ou coisa que o valha, o cidadão fluminense precisa ter acesso ao que vereadores e deputados estaduais estão fazendo.

Só assim, por exemplo, um debate sobre um novo plano de carreiras e salários dos professores poderia ser aprovado ou não pela população. O prefeito do Rio, Eduardo Paes, afirma que o plano que enviou à Câmara é muito bom, que aumenta salários, etc. O sindicato da categoria diz que não, e apresenta seus argumentos. É preciso deixar a população opinar também. A tática de usar a grande imprensa, com entrevistas da secretária de educação à Veja, cujo blogueiro Reinaldo Azevedo iniciou então uma defesa alucinada da proposta do prefeito, não dá mais resultados. Pelo contrário. A Globo, assustada com o rumo dos acontecimentos, também resolveu se alinhar caninamente a Sergio Cabral. Isso só piora as coisas. A revolta se alastra da política para a mídia.

Os governos tem de acreditar no bom senso do povo, que não é dado ao rancor político. Cabral e Paes foram eleitos com grande maioria de votos, então porque não investem na comunicação direta com o povo, ao invés de correrem para debaixo da saia da Globo?

Sei que é fácil falar. Porém, o pior que se faz é ficar parado. Nenhuma ousadia é fatal, dizia Henry Miller. Toda essa violência tem de ser canalizada para algo positivo. E a solução tem de passar pela democracia e pela política. No auge da crise de junho, Dilma foi a TV e ousou. Sua proposta foi a mais radical possível. Propôs uma assembléia constituinte para fazer uma reforma política. Ela se arriscou. O status quo, incluindo a grande mídia, rejeitou a assembléia constituinte e enterrou mais uma vez a reforma política. Mas a população aprovou a ousadia da presidente. Ela ofereceu alguma coisa. Em seguida, mandou trazer milhares de médicos cubanos para atender a população pobre. A medida é uma resposta concreta, e ao mesmo tempo é uma resposta política. Que respostas Cabral e Paes estão oferecendo à população? Manchetão do Globo sobre a nova UPP no Lins? Depois das notícias sobre o que fizeram a Amarildo de Souza na UPP da Rocinha, não me parece que seja uma ação de impacto. Eu apoio as UPPs, mas não é isso que vai resolver. O próprio Beltrame, desde o início, alertava: tem que investir no social, mais e mais; UPP sozinha não vai adiantar.

E tem a questão da Globo, que também oprime a população. Se Cabral e Paes tivessem investido na democratização da mídia, ajudando rádios e tvs comunitárias, jornais de bairro, isso também lhes ajudaria a enfrentar a crise política atual, porque uma das razões da violência que levam jovens a aderirem a táticas black blocs é a sensação de opressão. Não há nenhum meio por onde se pode protestar contra o governo, a não ser enviando cartinhas para Globo, que não são publicadas, nem lidas na TV. Não digo que essas medidas conteriam os black blocs, mas poderiam minimizar a situação. Por que o sindicato dos professores aceitou a participação dos black blocs? Não seria porque sentiram-se isolados, oprimidos, cercados, pelo governo de um lado, e pela Globo de outro?

Seja como for, Cabral e Paes não tem outra saída a não ser lembrar a lição que Mario, grande liderança da esquerda romana, ensinou a seu sobrinho, Julio Cesar: fique ao lado do povo, é nele que reside a força. Essa lição mudou o mundo, e vale até hoje. Como políticos, ambos sabem dessa verdade, mas a esqueceram enquanto administradores. Uma lei para aumentar impostos dos ricos, e tirar dinheiro e poder da Globo, por exemplo, distribuindo-os aos pobres, teria um grande impacto político junto à sociedade.

A informação de que a Secretaria de Educação da prefeitura tem um convênio com a Fundação Roberto Marinho, pela qual esta última recebe milhões de reais, causou enorme perplexidade e revolta. E revolta é um sentimento que só se expressa em sua plenitude com alguma violência, verbal ou física. Alguns tem condições intelectuais, políticas e mesmo financeiras de expressar sua revolta através de manifestações escritas ou orais.

Outros não. Quem ouvirá um jovem da periferia? Quem lerá seus manifestos? Quando ele se vê na TV, quebrando agências bancárias, incendiando latas de lixo, enfrentando a polícia, ele tem a sensação de que rompeu a dolorosa invisibilidade que a elite pretende lhe impor eternamente. Criar um subúrbio edulcorado, onde a maioria das cenas se passam no interior de uma mansão de um ex-jogador de futebol milionário, como a Globo fez numa de suas novelas, não ajuda muito a reduzir essa sensação de invisibilidade experimentada pelo jovem da periferia.

Como iniciei o texto falando no perigo da revolta no Rio se tornar bíblica, encerremos esta reflexão com um poema sombrio do Velho Testamento.

“Abaterei o orgulho dos arrogantes,
e humilharei a pretensão dos tiranos.
(…) Então Babilônia, a pérola dos reinos,
a jóia de que os caldeus tanto se orgulham,
será destruída por Deus como Sodoma e Gomorra.
Nunca mais será habitada,
nem povoada até o fim dos tempos.
(…) as feras terão aí seu covil,
(…) os chacais uivarão nos seus palácios,
e os lobos nas suas casas de prazer.
Sua hora está próxima
e seus dias estão contados.”

(Isaías, 13-14)

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Jornal do Brasil

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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32 comentários

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Douglas da Mata

11 de outubro de 2013 às 14h21

Miguel, o que nasce sem direção nunca terá controle…Sou até capaz de entender sua posição, de que a repressão estatal violenta pode não ter bons resultados, mas o fato é que tentar agregar manifestantes que têm, por natureza precípua, o enfrentamento das esferas estatais, sob o (falso) argumento de fornecer segurança usando a força (monopólio do Estado) é uma temeridade.

Os grupos extremistas se legitimam assim, em todos os cantos do planeta, e não raro obtêm considerável simpatia popular, mas e daí? Isto basta para conferir-lhes “mandato” para rasgar as leis?

Mal ou bem, os agentes da segurança, que excedem sua autoridade, podem e devem ser identificados e trazidos às barras da Justiça, mas e as falanges de mascarados?

Cabe a polícia agir com menos truculência e mais investigação, reunir dados, provas e encarcerar este pessoal…simples assim…

Quando começarem as penas de 7, 8 ou 10 anos, a chapa esquenta e a “coragem” escorre pelo ralo.

Responder

marcio ramos

10 de outubro de 2013 às 18h10

… que enigma? vc vive onde… e nao tem grana nao… para com isso… black tal é todo mundo… se liga… o mundo é azul na zona sul… só pode…

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Vivian Agnoletto

10 de outubro de 2013 às 08h23

O Nazismo começou assim.Olho neles,que ainda não disseram a que vêm …mas vandalizam um bocado.

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Heitor Caram

09 de outubro de 2013 às 20h33

Nada bíblico presta

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M?a?r?c?e?l?o? R?o?m?e?i?r?o

09 de outubro de 2013 às 17h58

Faz parte do organismo mau alimentado. O que eu posso fazer? nada !

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Mauro V Coutinho

09 de outubro de 2013 às 09h26

compare com o crack.é uma praga .

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O Cafezinho

09 de outubro de 2013 às 04h23

Ines, eu não apoio não. É só uma reflexão.

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Ines H Deandrade

09 de outubro de 2013 às 03h32

Este quebra-quebra nao tem apoio de niguem. So degrada.

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Ailton Monteiro

09 de outubro de 2013 às 03h26

Quem disse que o povo os apoiam?

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Sérgio Camargos

09 de outubro de 2013 às 02h31

http://youtu.be/fVq82tW6LdU

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Francisco Andrade de Oliveira

09 de outubro de 2013 às 01h37

Muito boa sua colocação enquanto mais o governo reprimir com violência mas o povo adere aos Caras aí.

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Diego Henrique Roger Casement

09 de outubro de 2013 às 00h37

ótimo texto, cara! Parabéns!

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Felipe Silva

08 de outubro de 2013 às 23h54

E engracado q para a Globo ontem so qbraram banco e do santander…

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Felipe Silva

08 de outubro de 2013 às 23h51

E… ???

Responder

Julienn Fernandes

08 de outubro de 2013 às 23h08

Conjecturando… eles devem ter sofrido violência na infância…

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Mariana Silveira

08 de outubro de 2013 às 22h43

Aqui está uma explanação do tributo que Ezequias pagava.https://www.youtube.com/watch?v=ggx5Eu5dLeE

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Mariana Silveira

08 de outubro de 2013 às 22h42

Essa parte de Isaías que vc cita, Miguel, é uma profecia em relação à Babilônia. O período profético de Isaías durou por quatro monarcas, ele viu o reino do norte sendo levado cativo pelos assírios e, em visão profética, viu que, se líderes de Judá não mudassem, poderiam ocorrer a mesma coisa com eles. E de fato aconteceu, quando Ezequias buscou aliança com os babilônios e mostrou todo o seu tesouro e veio à sentença, ou seja, Judá seria levado cativo pela merda que fez. Mas Babilônia tb seria punida, consequências de suas próprias escolhas e, como sempre, a arrogância que permeia o poder.https://www.youtube.com/watch?v=ke7swjkDkzs

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    antonio

    29 de outubro de 2013 às 13h46

    me desculpe mas nao concordo agreçoes a ninguem protesto sem violencia com violencia nao cobre o rosto sao marginais e bandidos

    Responder

Flá Ahm

08 de outubro de 2013 às 22h17

pergunta: que apoio popular? do trabalhador popular? do pedestre popular que ficou sem ônibus? do proprietário do pequeno comércio popular? Quem é o popular? Não vale dizer o feio, o pobre e o sujo porque aqui em SP os mascaradinhos saíram da Mackenzie… Lembra? Talvez esses BB nasçam de uma geração que não pode ouvir não, que os pais não deram limites, que professores foram impedidos de ensinar, que o politicamente correto implica em permitir o absolutamente errado. E isso é uma desgraça mundial.

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Diigo Arantes

08 de outubro de 2013 às 21h25

No começo as manifestações eram pacíficas mas a polícia chegava batendo agora os manifestantes tb já chegam quebrando tudo. O que é lamentável é que se tente promover a mudança pelo uso da força isso não costuma dar certo

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Alexandre Sabino

08 de outubro de 2013 às 21h12

Olha aí Harley Nogueira de Castro

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Robson Corrêa

08 de outubro de 2013 às 20h43

Excelente matéria!

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Wagner Luciano de Oliveira

08 de outubro de 2013 às 20h40

Átila Siqueira Escritor sugiro a leitura desse texto

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Marta Cataldo

08 de outubro de 2013 às 20h38

Na verdade, todo esse quebra-quebra frequente no Rio, e agora usando os professores, interessa à oposição. Os mascarados não percebem que estão sendo manipulados e servindo para fins politiqueiros.

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Marcelo

08 de outubro de 2013 às 17h27

O que é Black Bloc -> Surplus legendado
http://youtu.be/YbpmWeymWWw

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francisco

08 de outubro de 2013 às 17h23

miguel

Enquanto isso, o prefeito mandou pra camara um projeto de lei n. 382 perdoando dividas de empresas como clinicas medicas, empresas de auditorias, etc, no valor de 300 milhoes. Vc ja imaginou o quanto poderia ser feito nestas periferias que vc descreveu com esses 300 milhoes que o prefeito resolveu doar para empresarios?

Vc poderia consultar o sindicato dos fiscais de rendas do municipio que esta se esgoelando e, obviamnte, nao consegue que a midia repercuta este fato.

Se vc se interessar, por email posso te mandar o telefone do sindicato pra vc.

Responder

    Miguel do Rosário

    08 de outubro de 2013 às 17h43

    Quero sim. Abs

    Responder

Gilberto Nogueira de Oliveira

08 de outubro de 2013 às 20h08

Afinal?

Responder

PEdro Brasil

08 de outubro de 2013 às 19h57

é a nossa tropa de choque. o pessoal costumava esbravejar no maraca, tiraram isso deles… deu no que deu

Responder

Maria Dirce Cordeiro

08 de outubro de 2013 às 19h55

cont-agora pousam de moralistas do bem públicos, mas a educação desmantelada e escolas sucateadas foram o que os jovens tiveram e faculdades mercantilistas de péssima qualidade.O governo Lula ta resgatando a dignidade desse povo excluído que a décadas ficaram a margem e sua dignidade aviltada.A Globo por ex pode falar em vandalismos? há 50 anos depredando a cabeça de seus telespectadores com notícias manipuladas,, nunca vi matérias sobre as escolas de latas por ex!!! e sonegando o imposto de rendas.Qta hipocrisia!!!!!!

Responder

Thiago Bartoli

08 de outubro de 2013 às 19h51

Perfeito Maria!!!

Responder

Maria Dirce Cordeiro

08 de outubro de 2013 às 19h49

A Globo que aguarde, ainda mais chamando-os de vândalos.Vândalos são os agiotas banqueiros, que querem dar 7% de aumento aos seus escravos!!e políticos corrúptos que posam de moralistas do bem público mas roubam tranquilamente, só lembrar do trensalão de SP, e Professores nos seus míseros salários a décadas, que governos paulistas jogaram cavalos e cachorros em cima dos mestres!!!!!

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