Comentários sobre o áudio vazado de André Esteves (BTG Pactual)

Globo derruba matéria sobre Aécio Boladasso

Por Miguel do Rosário

01 de novembro de 2013 : 10h35

Nesta manhã de sexta-feira, enquanto saboreio um cafezinho quente, faço um tour pelos meus blogs preferidos. Vou ao Tijolaço e vejo um post sobre Aécio Neves, assunto sempre interessante para os aficcionados em política, visto que é o principal candidato da direita.

O post menciona uma nova fanpage de Aécio Neves, Aecio Boladasso, e dá link para uma matéria no site da Globo.

Pois é. Mas quando tento entrar na matéria, me deparo com a seguinte mensagem:

ScreenHunter_2816 Nov. 01 10.20

Ué, vou no google, e vejo que a matéria está lá, linkada:

ScreenHunter_2817 Nov. 01 10.20

O link está certo.

A matéria teria sido derrubada a pedido de Aécio?

Então fui ver a fanpage: https://www.facebook.com/AecioNevesBoladasso

Então entendi porque a Globo derrubou a matéria, o que na internet é um mico federal, pois o link fica por meses, às vezes anos, no ar, quebrado, levando a lugar nenhum.

A fanpage é uma comédia, mas num sentido totalmente oposto ao que pretendia a pessoa que a pôs no ar. E está sendo, com justiça, estraçalhada pelo sarcasmo dos internautas.

ScreenHunter_2818 Nov. 01 10.33

PS: Os comentaristas já acharam o cache da página.

PS 2: A coisa é pior que eu pensei. O blog Pragmatismo Político apurou que a Globo deu destaque à notícia quanto a página tinha apenas um fã. É muito desespero para tentar agradar o PSDB.

PS 3: Globo bota de novo matéria no ar.

aecio-bolado

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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20 comentários

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cialis

20 de novembro de 2013 às 19h37

Tudo o que for para proteger o psdb a globo vai apoiar.

Responder

ANDRE

12 de novembro de 2013 às 22h47

Estelionato do PSDB desvia R$ 3 bilhões de fundo previdenciário
Manobra do Governo na ALMG retira condicionante para extinção do FUNPEMG permitindo desvio de R$ 3 bilhões pertencentes aos aposentados
O Governo de Minas vem amparado em interpretações e acordos políticos celebrados com o Tribunal de Contas do Estado e em modificações legislativas, claramente inconstitucionais, aprovadas devido a sua ampla maioria na ALMG praticando estelionato nas contas públicas que somados os ocorridos na área de saúde, educação e agora previdenciária já ultrapassam R$ 30 bilhões de reais.

Neste cálculo não se inclui o valor da “área de sombra orçamentária”, nem o acúmulo da dívida pública, ambos criados com o midiático “Choque de Gestão”. O hoje senador, ex-governador Aécio Neves responde atualmente a processo por este ilegal comportamento em relação ao desvio de R$ 4,5 bilhões da área da saúde.
Existem ainda outros inquéritos em função desta prática em andamento, e novas ações fatalmente virão, porém isto pouco importa ao governo do PSDB, que se sente acima do bem e do mal, pois está amparado pela gritante cumplicidade da Procuradoria Geral de Justiça e do TJMG.

Nessa terça-feira (5) o funcionalismo público mineiro foi informado de mais um estelionato praticado pelo governo do PSDB, desta vez, através da utilização indevida pelos deputados da base do governo do PSDB na ALMG dos mandatos populares a eles conferidos, para ao contrário de representá-los e defendê-los, retirar seus direitos, permitindo que o Executivo aproprie-se de seu patrimônio previdenciário através de manobras imorais.

Evidente que vivemos em um período de total anomalia representativa, onde os detentores de mandato conseguidos através do voto popular desprezam seus eleitores e debocham da opinião pública, tendo em vista que em sua grande maioria foram eleitos através de acordos que envolvem outras obrigações que não a defesa dos interesses dos eleitores.

A previdência em Minas é composta de dois fundos:

Fundo Financeiro de Previdência – FUNFIP, ao qual compete prover os recursos necessários para garantir o pagamento dos benefícios dos servidores cujo provimento tenha ocorrido até 31 de dezembro de 2001.

Fundo de Previdência do Estado de Minas Gerais – FUNPEMG ao qual compete prover os recursos necessários para garantir o pagamento dos benefícios dos servidores cujo provimento tenha ocorrido após 31 de dezembro de 2001.

O FUNFIP, para cumprir com suas obrigações exige um aporte de recursos do tesouro da ordem de 700 milhões de reais mensais. Já o FUNPEMG, por ser mais recente tem em caixa mais de 3 bilhões de reais.
Entenda a manobra que viabilizou o estelionato no FUNPEMG

A Assembléia legislativa de Minas Gerais analisava o Projeto de Lei nº 37 para alterar as Leis Complementares nºs 64, de 2002, e 100, de 2007, para incluir, no Conselho de Administração, no Conselho Fiscal do Fundo de Previdência do Estado de Minas Gerais e no Conselho Estadual de Previdência, representante da Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais.

Na votação de segundo turno, foi apresentada emenda pelo Deputado Zé Maia (PSDB), a emenda nº 2 que pretendia dar nova redação ao art. 53 da Lei Complementar nº 64. O que não foi percebido pelos presentes, nem sequer informado pelo autor, é que a redação deixava de transcrever o parágrafo único do artigo, o que na prática significa sua supressão.

A pauta de votação deste dia havia sido acordada entre a situação e a oposição, razão pela qual ninguém supunha a utilização indevida de um dispositivo legislativo.

O parágrafo suprimido impedia a extinção do Fundo de Previdência de Minas Gerais – FUNPEMG a menos que fosse realizado um plebiscito entre o conjunto de contribuintes.

A má fé da prática fica evidente devido à rapidez com que a matéria foi sancionada no Executivo (aprovada no dia 30 e sancionada no 01) o golpe foi bem executado. Para evitar qualquer reação em flagrante ilegalidade a emenda somente foi publicada no dia 05 de novembro, ou seja, quatro dias depois de ser sancionada, mesmo dia em que foi lido no plenário da Assembléia o Projeto de Lei Complementar que extingue o FUNPEMG e revertem todos os seus recursos ao FUNFIP.

Na prática isto significa que o governo deixará de aportar ao FUNFIP os 700 milhões de reais mensais para utilizá-los para tampar o rombo das contas públicas e utilizará os recursos do Fundo extinto para o pagamento das obrigações previdenciárias escondendo da sociedade mineira as dificuldades financeiras que o choque de gestão trouxe ao Estado de Minas Gerais.

De conformidade com o Código Penal brasileiro o estelionato é capitulado como crime econômico (Título II, Capítulo VI, Artigo 171), sendo definido como “obter, para si ou para outro, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil ou qualquer outro meio fraudulento.”

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Ricardo Pereira

02 de novembro de 2013 às 02h40

Podre

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Maria Hiley Ribeiro Quiroz

02 de novembro de 2013 às 01h01

E o cara quer inovar…

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Justiniano de Serpa

01 de novembro de 2013 às 23h46

Isso é só o resultado da rejeição que Aécio Neves tem como candidato a presidência em 2014. Aquela história, falem mau de mim mas falem.
Com muita pretensão o PSDB sujo com a lama que vem sendo jogado para todo lado Aécio Neves usa o nome de Tancredo Neves, usa uma pessimissima experiencia como Governador de Minas Gerais, um tropeço em sua vida pública e privada muitas vezes flagrado embriagado e com características de uso de entorpecentes. E o mais gritante nesse despreparo como candidato é usar e aceitar usar a velha e maliciosa industria das “SECAS” do Nordeste Brasileiro. O povo nordestino não é mais besta, tem internet e antenas parabólicas, isso que dizer que busca se informar, são matutos mas não são mais besta não, como se diz hoje em dia. Mas falar é muito fácil e mesmo assim falar mau é fazer propaganda. Nosso interino desprezo pelo PSDB e Aécio Neves mortos e enterrados junto com Mário Covas. Vão todos para os quintos dos INFERNOS seu Fi e umas EGUAS.

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Libertad Martinez

01 de novembro de 2013 às 17h34

Tiene uma carita de pilantra!!!!

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Marcelo Teixeira

01 de novembro de 2013 às 15h19

Melhor seria Aécio Baladasso ou Póladasso.

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Eliana Schaun

01 de novembro de 2013 às 17h15

KKKKKK! Cômico!!!

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Jose Marcos Guimaraes

01 de novembro de 2013 às 15h32

alguém vai votar nesse almofadinha???

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Cuca Falcão

01 de novembro de 2013 às 14h13

Quando O Globo noticiou a página ela tinha um único fã. Deve ter sido o repórter… Rafael Souza, Gabriel Trigueiro Falcão Pereira, Barbara Lessa, Luiza Falcão, Cynthia Falcão, Rita Lessa

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Panino Manino

01 de novembro de 2013 às 12h08

Miguel, acho que sei o que aconteceu.
A matéria foi publicada imediatamente a criação da página. O resultado disso é que quando capturaram a imagem da página para a notícia no site da Globo, o Boladasso tinha apenas uma única curtida solitária.
Criou-se uma situação para fazer piadas, tanto é que vi gente compartilhar essa imagem no túiter fazendo graça da curtida única do Boladasso.

Se era para desfazer a cagada, seria melhor simplesmente ter voltado na página, capturado outra imagem já com mais curtidas e atualizado a notícia.
Apagar foi pior.

Responder

Neto Peneluc

01 de novembro de 2013 às 14h00

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
80% dos comentários são falando mal da página…

Responder

Alexandre Salles

01 de novembro de 2013 às 13h38

Alguém ai tem um espelho?

Responder

Jean

01 de novembro de 2013 às 11h10

Se bobear, foi o próprio estágiário que escreveu a matéria que criou a página no facebook, para ter uma “pauta”…

Heheheh

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Lucas Alkaid Vicente

01 de novembro de 2013 às 13h04

HAUhUHAuHAUA, eu comentei isso no tijolaço

Responder

O Cafezinho

01 de novembro de 2013 às 13h01

Corrigindo: manhã de sexta-feira.

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PacemHodie

01 de novembro de 2013 às 10h53

Esse ideia de querer sair por ai, sentindo o pó da estrada, sem nunca o ter feito, causa estranhos efeitos colaterais. Afinal, nem toda estrada é o que parece ser.

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Rildo Ferreira

01 de novembro de 2013 às 10h47

Foi mais ou menos assim:
Um jornalista de cadeira (que lê, mas não entende) descobriu no Face o Aécio Boladasso e imaginando ganhar notoriedade junto ao patrão publicou a “bomba”. O patrão leu, verificou e entendeu que tinha dado tiro no pé e correu pra derrubar a matéria.

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