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Barbosa e o inexplicável sigilo do Inquérito 2474

Por Miguel do Rosário

10 de fevereiro de 2014 : 05h48

Continuo analisando o relatório principal do inquérito 2474.

Na parte 5 do relatório de Zampronha vem a parte dos empréstimos do BMG ao PT. São empréstimos, a princípio, bem mais regulares do que os feitos no Banco Rural, porque feitos em nome do próprio PT e depositados diretamente na conta do partido.

Só que aí aparece Marcos Valério e a coisa volta a se embolar. Há um vai e vem de recursos para outras contas no Banco Rural, operadas pelas agências do publicitário. Zampronha tenta explicar esse vai e vem, mas francamente é  impossível. Analisando tantos saques, depósitos, todo aquele entra e sai de dinheiro, eu fiquei pensando o seguinte. Estamos diante de uma das maiores agências de publicidade no país. Não se trata de contas bancárias de um blogueiro duro e processado pelo Ali Kamel, como eu. O próprio relatório 2474, nas partes que eu já analisei, revela as centenas de fornecedores com os quais as agências de Valério operam. É óbvio, portanto, que boa parte daquele entra e sai de dinheiro são movimentações profissionais.

Quase toda grande agência de publicidade precisa ter um lobista, alguém que articule os grandes negócios, sobretudo com governos e estatais. Marcos Valério era o homem. Ele tinha sido introduzido na DNA por Clésio de Andrade, tradicional político mineiro, e que será a ponte entre Valério e o PSDB, tanto a nível federal quanto a nível estadual.

Aliás, o inquérito 2474 revela uma coisa interessante. Se Valério tinha contratos com o Banco do Brasil desde 1994 e se obteve contratos até com a Petrobrás (na gestão FHC), então a sua relação não era apenas com o PSDB mineiro. Ele já tinha chegado ao centro do poder, já estava articulando em Brasília. Sua parceria com Daniel Dantas, o financista “brilhante” (palavras de FHC) que manobrou grandes privatizações da era tucana, provam isso.

Na DNA e SMPB, havia o “Chiquinho”, Francisco Castilho, que era o “gênio” da publicidade propriamente dita. Uma coisa que precisa ser observada, quando se analisa todo o aparato midiático que se voltou contra Marcos Valério e suas empresas, é que tanto a DNA quanto a SMPB estavam crescendo rápido demais, ameaçando as grandes agências de São Paulo. Estavam ganhando prêmios de publicidade e amealhando contratos cada vez mais importantes. Quem herdou os contratos da DNA e da SMPB? Quem ganhou milhões com a queda de Marcos Valério? Não esqueçamos que essas agências financiam a mídia, o que explica a profusão de patrocínios a reportagens, cadernos especiais, hotsites, e todo tipo de material jornalístico que trata do mensalão, mesmo quando o assunto já não interessava mais tanto à população. Seria a DNA uma espécie de Cartago a ameaçar o império romano de outras agências, e que, por isso, teria de ser destruída até o último pedaço de mármore, jogando-se sal por cima de tudo para que nada mais florescesse no lugar?

Entretanto, eu não consigo tirar da cabeça aquele vídeo, onde Barbosa aparece tentanto explicar porque manteve o Inquérito 2474 em sigilo. Fiz inclusive um resumo de 2 minutos.  Assistam de novo.

Observe como Barbosa fica nervoso, mexendo descontroladamente as mãos, e se enrola todo. Não consegue explicar. Marco Aurélio Mello lhe pergunta qual o “móvel” do sigilo. Barbosa gagueja. Afinal responde, com uma expressão que oscila entre o cinismo, o constrangimento e a malícia, que era para “o bom andamento” do processo.

Marco Aurelio, sarcástico como sempre, imediatamente rebate: “aí não, ministro. Aí não vinga”.

Outros ministros, Luiz Fux e Brito, tentam salvar a pele de Barbosa. Não dá muito certo. Barbosa, então, mais confuso que nunca, observa que o mensalão se restringe ao “Banco Ruuuraaal”. Ele estica as vogais. Outras linhas de investigação, diz ele, ficam para outro inquérito, o 2474.

Só que não tem sentido. O inquérito 2474 trata do Banco Rural o tempo inteiro. Do Banco Rural E do BMG.

Por que tanta mentira?

Voltemos ao relatório do Inquérito 2474. Zampronha, nitidamente, está trabalhando em cima da acusação da Procuradoria que se tornaria a Ação Penal 470. Tanto que Zampronha faz um esforço enorme para encontrar conexões entre o vai e vem de recursos das contas de Valério e o esquema denunciado pela procuradoria-geral, de distribuição de dinheiro a políticos.

Na página 192, Zampronha menciona especificamente a Ação Penal 470:

tt

Opa! Barbosa não tinha dito que o Inquérito 2474 não tinha “nada a ver” com a Ação Penal 470? Não usou isso para manter o sigilo desses documentos, que poderiam ter fornecido elementos importantes para os réus se defenderem?

O mais impressionante é que o Inquérito 2474, em tese, foi preparado para dar mais consistência à acusação da Procuradoria. Sua razão de ser é chancelar todas as teorias da Ação Penal 470, inclusive o desvio do Fundo Visanet.  Zampronha detecta que os valores depositados pela Visanet numa das contas de Valério foram (uma parte deles) em seguida sacados em espécie, e supostamente (diz ele) serviram para abastecer o esquema de compra de apoio político, conforme a acusação da procuradoria.

Só que o relatório não prova que os serviços não foram prestados.  E mostra que Valério era um incrível bailarino financeiro. Ele pegava o dinheiro de um contrato, por exemplo, da Visanet, aplicava esse dinheiro no mercado financeiro, e pagava os serviços com o dinheiro de outra conta. Não sei até que ponto isso é ilegal, mas creio que não. Se o dinheiro está na minha conta, eu faço dele o que eu quiser, desde que honre meus contratos. Não estamos falando aqui de uma agência que presta serviços para uma padaria, e sim em contratos de dezenas de milhões de reais num momento do país em que juros e inflação eram estratosféricos (em 2003, os juros ainda estava muito altos, e a inflação ao final de 2002 atingiu o maior nível em vários anos). Valério era homem de mercado financeiro. Sabia que dinheiro parado, no Brasil, era prejuízo.

Zampronha só erra, portanto, quando sai da constatação dos fatos, para fazer elocubrações baseadas na acusação da procuradoria.

Por que, mesmo agindo de forma tão obediente, Zampronha foi escanteado? Por que seu relatório foi solenemente ignorado por Barbosa e mantido em sigilo, mesmo trazendo informações essenciais para o esclarecimento de inúmeros pontos da Ação Penal 470?

Continuando a ler a parte 5 do inquérito 2474, encontro algumas possíveis explicações para tanto sigilo. Na página 193, Zampronha informa que descobriu, em 2003, um depósito superior a R$ 800 mil da Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais numa das contas de Valério:

 

ScreenHunter_3267 Feb. 10 04.24

Ora, quer dizer que a Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais, controlada pelo PSDB, também abasteceu o “mensalão”? Sim, porque todo dinheiro recebido por Marcos Valério formava esse grande “valerioduto” que ele usava para fazer o que bem entendia, inclusive investir em campanhas políticas do PT.

O próprio Zampronha conclui que foi exatamente isso que aconteceu:

ScreenHunter_3270 Feb. 10 04.44

 

O Ministério do Esporte, no caso, entrou apenas com uma quantia insignificante, de R$ 65 mil. O grosso veio do Banco Rural e da Assembléia Legislativa de MG.

Quando Zampronha começa a listar os primeiros beneficiados pelo valerioduto, o primeiro capítulo vai confirmar exatamente aquilo que Delúbio Soares sempre admitiu: que Marcos Valério ajudou o PT a pagar dívidas de campanha:

ScreenHunter_3271 Feb. 10 04.47

 

Vale a pena ler com muita atenção o texto acima. Ela traz a confirmação de uma tese que eu já havia trazido aqui para o blog, e que me foi relatada pelo próprio Henrique Pizzolato, que participou de reunião com a cúpula do PT, após a vitória das eleições. O PT nacional (leia-se Delúbio Soares) estava assumindo as dívidas dos diretórios regionais. Se Delúbio assumiu a conta de uma campanha em Alagoas, é porque assumiu em todo país. O relatório informa que a maior parte das dívidas era para com empresas pequenas, que tinham dificuldade para receber em suas contas bancárias. O fato é que, em campanha eleitoral, todo mundo quer receber em dinheiro vivo, por inúmeras razões, todas óbvias, relacionadas a imposto de renda, para o cheque especial não engolir tudo, facilidade para distribuir, etc.

Isso são as entranhas da democracia! Pequenas gráficas, produtoras, no interior do Nordeste, tentando eleger um candidato do PT. Não raro, esses pequenos empresários são ligados politicamente aos candidatos, e se engajam em suas campanhas.  É a economia eleitoral em funcionamento, sustentada por pequenos fornecedores dispostos a bancar campanhas de candidatos de oposição às famílias tradicionais da política local.

O relatório, em seguida, envereda por um tema pesado, relacionado a problemas de bancos em estado de falência, que tinham recebido dinheiro do Proer. Aí sim, parecemos desviar do assunto “mensalão”, mas não tanto. Marcos Valério se torna representante do Banco Rural, que estava interessado em resolver pendências relativas a negócios que tinha com Banco Mercantil de Pernambuco.

ScreenHunter_3273 Feb. 10 05.12

Nessa parte do relatório, e sobretudo nos documentos ainda não vazados à imprensa, é que podemos encontrar elementos explosivos, relacionados às negociatas interbancárias feitas na época do Proer. Pelo relato do consultor acima, vê-se que o Proer foi exatamente isso, uma grande negociata entre o governo e alguns bancos. Como sempre, o governo tucano entregou o filé ao setor privado e ficou apenas com o osso, com as dívidas.

Ouvido pela Polícia Federal, Armando de Queiroz Monteiro Filho, acionista controlador do banco Mercantil admitiu que a instituição recebeu do Proer (leia-se governo, ou seja, contribuinte) um total de R$ 530,13 milhões, em 1996. Em valores atualizados pelo IGPM-FGV (calculadora do BC), isso corresponderia hoje a R$ 2,2 bilhões. R$ 2 bilhões para um banco falido… Isso dá quantos mensalões?

Vou parando por aqui. Num próximo post, eu termino de analisar a parte 5. Reproduzo apenas um trecho do relatório, só para deixar algum suspense no ar…

ScreenHunter_3274 Feb. 10 05.23

ScreenHunter_3275 Feb. 10 05.30

Barbosa mexe as mãos descontroladamente, enquanto tenta explicar o sigilo do 2474

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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20 comentários

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Yuri

11 de fevereiro de 2014 às 11h16

Fora os comentários coxinhas de sempre, tem uma coisa que acho incrível: Como é que em todo e qualquer escândalo da história recente deste país, invariavelmente, aparece o nome do orelhudo Daniel Dantas, do Opportunity, da BrT…? E ele sempre sai pela tangente? Ninguém acha isso estranho?

Enquanto imbecis como esses falam em destruir o PT como única solução para o Brasil – não creio que destruir qualquer partido resolva qualquer coisa -, são calhordas como DD que mandam neste país há MUITO tempo.

Afinal, temos muitos corruptos, porém, se os temos, é porque também temos muitos CORRUPTORES, mas nestes ninguém mete a mão. Inacreditável!

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Milton Francisco Pinto

10 de fevereiro de 2014 às 16h28

Destruir partidos, e não digo só PT, ê destrir a nossa ainda fragil democracia, que orgulhosamente o PT ajudou a construir.

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Zé do Zé

10 de fevereiro de 2014 às 13h23

Homenagem a barbosa no Carnaval de 2014

Sassaricando, de Joaquim Antonio Candeias Junior

Adaptação para o Carnaval de 2014

Sassassaricando
Todo mundo leva a vida no arame

Sassassaricando
Os marinhos, o seu sílvio e a madame

Barbosa, lá dentro do Supremo
É um blasfemo
Prevaricando

Quem não tem seu sassarico
Prevarica mesmo pó
Porque sem prevaricar
Esta vida é um nó

Virgínia Lane canta “Sassaricando” (1952)
http://youtu.be/dy5f90XhCi8

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Cordeiro de Faria

10 de fevereiro de 2014 às 15h00

Miguel, há um detalhe importante no vídeo completo do voto de Celso de Mello. JB atrapalhou-se tanto nas “explicações”, que não passou segurança e confiabilidade. Note que Celso de Mello, inicialmente inclinou-se em favor do provimento PARCIAL do pedido sob exame. Ao final, quando finalmente decidiu, deu provimento INTEGRAL ao pedido.

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Alexandre Rizzo

10 de fevereiro de 2014 às 14h51

O Pizzolato vai falar por ele

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Messias Franca de Macedo

10 de fevereiro de 2014 às 12h21

Joaquim Barbosa pergunta ao Dr. Sávio, advogado de Pizzolato

http://www.youtube.com/watch?v=tUsBQXN2JaE

Comentário postado por Luiz Mattos

em http://www.diariodocentrodomundo.com.br/e-se-pizzolato-decidir-contar-o-que-sabe-na-italia/

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Clarivaldo Freire

10 de fevereiro de 2014 às 11h23

Mosteiro, já garantiu seu soldo por hoje. Agora, parta em paz

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Ricardo

10 de fevereiro de 2014 às 11h20

O ministro Joaquim Barbosa, ao dar esclarecimentos sobre o inquérito 2474, no vídeo, acaba por confundir e desinformar os seus pares. Quando fala, por exemplo, de “fatos posteriores àquela denúncia que ele [o Procurador] estava apurando…”, usa uma expressão confusa, que mistura os momentos do delito, da denúncia e da apuração. Ao que parece, o que ele quis dizer foi que o Procurador havia solicitado que eventuais investigações envolvendo fatos acontecidos posteriormente àqueles implicados pela AP 470 fossem feitas (e relatadas) à parte, o que é perfeitamente compreensível. No entanto, como a resposta é confusa – falando Barbosa inclusive de “fatos paralelos” (?) –, ele induz os pares a uma compreensão errada dos motivos, sonegando de quebra informações importantes. Por outro lado, a pergunta de Marco Aurélio Mello (que desconfia da sonegação, mas não a explicita) parece um pouco inócua e excessivamente diplomática, até porque, em vez de apenas questionar sobre as razões que levaram à decretação do segredo de justiça (sigilo, dados bancários, eventos não relacionados à ação e outros motivos acessórios), ele deveria ter perguntado, mais objetivamente, se o inquérito (solicitado no bojo da AP 470) versou ou não sobre os fatos implicados na ação (hipótese que agora está se confirmando como verdadeira) e por que, afinal, se os dados não importavam, se solicitou esse inquérito. Seria o escanteamento de Zampronha só uma cortina de fumaça, para que, afinal, se as investigações que ele realizou não foram solicitadas (pois incluem eventos posteriores aos da AP 470), o conteúdo delas não deveria ser levado em conta?

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Mosteiro da Paz

10 de fevereiro de 2014 às 12h27

CAFEZINHO GOSTO MUITO DE LER VOCÊ…GOSTARIA DE UMA ANÁLISE DO SARNEY…MALUF…RENAN…CRIVELA…MALUF….COLLOR….GOVERNANDO O BRASIL JUN TO DA DILMA…

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    Rosa Maria

    10 de fevereiro de 2014 às 14h16

    Mosteiro,

    QUALQUER GOVERNO só governa com quem foi eleito !!!

    Se fosse o “Fulano”, o “Beltrano” e o “Sicrano”, eleitos no lugar das pessoas citadas por você…as alianças seriam feitas com eles: “Fulano”, “Beltrano” e “Sicrano” !!!

    Porém, o povo escolheu as pessoas citadas por você.

    Lula e Dilma não escolhem os aliados, quem os escolhe é o povo brasileiro.

    Você queria que as alianças fossem feitas com quem ?

    Como fica a governabilidade ?

    Quando é que essas pessoas, citadas por você, deixaram de fazer parte da política ?

    Sarney está na política há 50 anos.

    Maluf está na política há 40 anos.

    Renan está na política há 30 anos.

    Crivela está na política há 20 anos.

    Lula e Dilma governam o país a apenas 11 anos…e as pessoas citadas por você já tinham poder político antes mesmo de existir o PT.

    Pare de hipocrisia !!!

    Responder

O Cafezinho

10 de fevereiro de 2014 às 12h22

kirei, porque só o pt? e o pcdob, o psb, o psdb, todos são comunistas ou socialistas…

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Sônia Kiill

10 de fevereiro de 2014 às 12h15

Adoro quando leio esse termo: PTRALHAS COMUNISTAS…. O preconceito fica taaaaaao evidente rsrsrs

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Kirei T. Goi

10 de fevereiro de 2014 às 12h14

Destruir o PT
ÚNICA SOLUÇÃO PARA O BRASIL

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O Cafezinho

10 de fevereiro de 2014 às 12h14

petralhas comunistas? rs é cada um

Responder

Kirei T. Goi

10 de fevereiro de 2014 às 12h08

Ocafezinho. Kkkkkkk
Site dos PETRALHAS COMUNISTAS
AFFFFF

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Milton Francisco Pinto

10 de fevereiro de 2014 às 11h20

O cara (jb) faz do Supremo um palaque político e querem que a sociedade engula como normal? Va se #@%!

Responder

Miguel Do Rosario

10 de fevereiro de 2014 às 11h10

Mosteiro, o que uma coisa tem a ver com a outra? esqueceu dos remedinhos da manhã?

Responder

Mosteiro da Paz

10 de fevereiro de 2014 às 10h18

porque vocês não falam da aliança do lulopetismo com sarney….collor….renan…crivela…maluf…

Responder

Flávio Antonio Ferlin Lopes

10 de fevereiro de 2014 às 08h14

Miguel, a quem interessa manter o 2474 sob sigilo. Apenas ao JB? Ou algo ou alguém está por trás dessa bizarra decisão? E sob que condições JB se dispôs a esse mister?

Responder

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