Mais de 70% dos eleitores já estão decididos sobre o voto presidencial, diz DataFolha

As contestações aos arbítrios da Ação Penal 470 irão desabar com um tsunami sobre a nossa mídia, que será acusada de cúmplice na criação de uma farsa política e judiciária.

Colunista da Folha volta a chutar o pau da barraca!

Por Miguel do Rosário

03 de março de 2014 : 17h47

O texto de Ricardo Melo, publicado hoje na Folha, é o começo do fim dessa farsa chamada “mensalão”. Primeiro porque ele destrói a ilusão da “unanimidade” em defesa da condenação dos réus da Ação Penal 470, que outros colunistas vinham mantendo junto a leitores desavisados. Não há esta unanimidade. As contestações públicas contra os erros da Ação Penal 470 são cada vez maiores, e provavelmente já é a principal polêmica no seio da comunidade jurídica brasileira. 

Miriam Leitão, por exemplo, em pleno domingão de carnaval, publicou uma xaropada melancólica, com objetivo disfarçado de atiçar mais um pouco a sanha linchatória abraçada pela imprensa, durante esses oito anos de cobertura do escândalo.

A sanha continua, com muita força, sobretudo nas mídias da Globo. Mas na Folha, por exemplo, há tempos que observamos fissuras. Primeiro com Janio de Freitas, que assinou prefácio do livro de Paulo Moreira Leite, onde se contra “uma outra história do mensalão”. E agora com Ricardo Melo, um colunista mais “de esquerda” que a Folha contratou há alguns meses, como contraponto à presença, também recente, de Reinaldo Azevedo, chamado de pitbull reacionário pela própria ombudsman da Folha.

É interessante notar que os argumentos de Melo foram pescados na blogosfera, não na mídia tradicional. Melo fala muito no inquérito 2474, mantido em sigilo por Joaquim Barbosa apesar de conter informações que poderiam ajudar a defesa dos réus.

Ricardo Melo só vê uma solução para a Ação Penal 470: começar tudo de novo.

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Para ilustrar como é absurdo esconder provas e investigações, na contramão do direito moderno, que preza a transparência absoluta em relação a provas e documentos que possam inocentar réus de um processo, Melo dá um exemplo bastante simples. Imagine que, no meio de um julgamento de homicídio, uma outra investigação, paralela, descobre que a suposta vítima está vivinha da silva, e passando bem. Se o juiz fosse Joaquim Barbosa, ele manteria essa outra investigação em sigilo, alegando que ela poderia atrapalhar o “bom andamento” do julgamento?

Melo cita o caso Pizzolato justamente como um dos grandes prejudicados pela ocultação do Inquérito 2474, visto que ele continha inúmeras informações que poderiam ajudar em sua defesa, a começar pelas provas de que nunca foi ele, Pizzolato, o responsável por qualquer pagamento da Visanet às agências de Marcos Valério.

O Inquérito 2474 traz informações que permitiriam aos réus, de um lado, e aos próprios ministros do STF, de outro, entender melhor a conjuntura financeira por trás dos empréstimos do Banco Rural e BMG ao PT, e de como funcionava o Fundo de Incentivo Visanet.

A coluna de Melo revela também que o muro de concreto da mídia, sempre alinhada à acusação e à campanha de linchamento, começa a rachar. Talvez alguns estrategistas dos barões tenham percebido que é mais seguro não apostar todas fichas num golpe judiciário que já sofre tantas contestações públicas.

A derrota de Barbosa na votação do crime de quadrilha mostrou que uma nova maioria no STF poderá fazer sim, uma revisão criminal das sentenças do mensalão. Se o processo estiver errado, terá que ser refeito, independente das teorias midiáticas de que “o Brasil ficará decepcionado”. Há tempos que o Brasil real não é mais o Brasil da mídia.

O que vimos, sim, foi uma grande vitória da mídia em manipular as informações relativas ao processo do mensalão.

Fernando Rodrigues, em sua coluna de ontem, disse que o mensalão é uma “batalha perdida” pelo PT, porque a maioria dos brasileiros, incluindo os simpatizantes do PT, segundo Datafolha, apoiam a prisão dos condenados. Ora, isso mostra uma batalha perdida, mas não a guerra. A coluna de seu colega de jornal derruba tese de Rodrigues. Os brasileiros são a favor das condenações porque foram enganados.

Uma revisão criminal das sentenças gerará uma outra campanha, para denunciar a criação da atmosfera de linchamento político, a manipulação das informações, a truculência contra os próprios ministros que demonstravam qualquer hesitação em chancelar as teses defendidas pela mídia.

O Brasil precisará discutir em profundidade o risco à democracia que é termos um cartel midiático fazendo uma campanha violentíssima junto a um STF muito mais poderoso do que manda a prudência democrática.

Afinal, a nossa mídia foi a principal cúmplice, ou talvez mesmo uma das mentoras, da maior farsa política e judiciária da nossa história.

As contestações aos arbítrios da Ação Penal 470 irão desabar com um tsunami sobre a nossa mídia, que será acusada de cúmplice na criação de uma farsa política e judiciária.

As contestações aos arbítrios da Ação Penal 470 irão desabar como um tsunami sobre a nossa mídia, que será acusada de cúmplice na criação de uma farsa política e judiciária.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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9 comentários

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Paula Domingues

04 de março de 2014 às 12h22

Falta pouco para que os anti-petistas engulam a dura realidade de que esse julgamento foi uma farsa.

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renato uchoa

04 de março de 2014 às 07h16

O supremo na encruzilhada ao som do blues. Lado B
Por Renato Uchoa (Educador)
Robert Johnson, músico americano do Mississipi, morreu aos 27 anos. Teria feito um pacto com o demônio. Tornar-se o grande guitarrista genial que foi. Uma lenda do blues. O encontro foi na encruzilhada das rodovias 61 e 49, em Clarksdale, Mississipi. Uns tantos, a maternidade do blues. À meia noite… Nem todos os gatos são pardos. E nem os ratos. Pela metade, uma garrafa de whisky, mãos cortadas, cordas gastas e envelhecidas da Dobro 1927. Esperando há décadas para soltar os gritos de revolta e indignação, por séculos da escravidão imposta e da segregação a ser quebrada e abolida. Na verdade o (blues) se originou em outras terras, além do mar. Povo caçado, acorrentado e trazido para trabalhar como escravos nas grandes plantações (algodão, tabaco e milho) do sul, a partir de 1619. Louisiana, Geórgia, Alabama e outros cantos, e deles os cânticos nostálgicos. O blues é a voz que não deixou apodrecer a liberdade perdida e a conquistar. Vem junto com os povos escravizados da África. Instalado e entalado na garganta; saudade da terra, pela supressão da liberdade e a tortura física. Guitarra afinada, Johnson tocava de costas para o público. Escondendo o “olhar do diabo” na ajuda das “notas”. Ninguém perceber. Alguns afirmam que as canções Crossroads Blues, Me and the Devil Blues são provas do acordo. E não aplicaram a Teoria do Domínio de Fato. Por não existir. Utilizaram a do “Domínio do Diabo”. Não se sabe se Joaquim gosta de blues, Don José Maria Pires, de Zumbi dos Palmares. Não se sabe se conhece Pedro Osmar, Jackson do Pandeiro, Jaiel de Assis, Paulo Ró, Dida Fialho, Livardo Alves, Cátia de França, Mozart, Bráulio Tavares, Ivan Santos e tantos outros, que nós outros, aprendemos a amar na Paraíba. Nem muito menos que as camadas dominantes assassinaram Margarida Alves, Nêgo Fuba, Pedro Fazendeiro, João Pedro Teixeira. Vítimas do latifúndio. Que Washington Rocha, Sérgio Botelho, Carlos Alberto, Régis Soares, Anísio Maia, Júlio Rafael, Chico Gato, Darlene, Inês Navarro, Eunice, Fred, Luís Silva, Penha, João e José Calistrato, José Maria Gurgel, Ronaldo Barbosa, Valquíria Alencar, Derli Pereira, Genário Macolino, Agamenon Vieira, Wilson Aragão, Irlândio Ribeiro, Chico Lopes, Irene marinheiro, Jaêmio Carneiro, Antônio Arruda, Edivaldo Careca, Leonia Gomes, Sandrinha, Elisa, Zenito, Almir, Ronaldo Rocha, José Neto, Enildo Paixão, Marcos Meireles, Zé Marques, Zuleide, Niete, Sales, Idalmo da Silva, José Alves, Edilson Amorim, Vilma Mendonça, Frances Zenaide, Letícia Braga, Joana, Jussara, Benjamim, Isa Aroxelas, Dôra Limeira, Fátima Cartaxo, Ivaldo Gomes, Damião Lucena, Sônia Lima, Edvam Silva, Lourdes Sarmento, Lúcio Flávio, Américo Gomes, Cláudio, Ricardo Pordeus, Clodoaldo, David Coelho, Assis Almeida, Joais, Iremar Matias, Iranir Medeiros, Edinaldo Barbosa, Ednaldo Alves, Antônio Barbosa, Luiz Junior, Vladimir Brito, Décio Alcântara, seu Manoel de Patos, os dois Albertos, João João Vanildo, Teixerinha, Inaldo, João de Deus, Valter Aguiar, Beto Quirino, Fátima Pessoa, José Cláudio, Fátima Cantalice, Fernando Souza, Socorro, os dois Paulos, os Mários, Giovani, Giovani Lima, João Lucena, Lúcio Lins, Elisa Mineiro, Vilma Maia, Vandinho, Glória Rabay, Lúcia Palhano, Roberto Donato, Lindalva, Avenzoar Arruda, Adelaide Dias, Cristiano Zenaide, Agamenon, Anchieta, Geraldo Diniz, Flávio Moraes, João Pinto, Vasconcelos, Cardoso, Ilka Helena, Isabel Lucena, Chico Anísio, Everaldo Vasconcelos, Pastorinha, Lindalva Sarmento, Valter Dantas, Vladimir Dantas, Renô Macaúba, Adailton, Vanderli Farias, Vanderlei, Carlos Rocha, Edivaldo Rosas, Socorro Rosas, Paulo Coelho, Rosa Godoy, Paulo de Tarso, Milton Ataíde, Maria do Ceu, Tek, Hilton, Joaquim Alencar e o agora Rei Ricardo Coutinho… E muitos mais. Obrigação de lembrar. Com a benção de Don Pelé, Padre Couto, Frei Anastácio, Don Macelo Cavalheira, Vanderlei Caixe e Irmã Marlene, e de Marx, lutaram pela liberdade e pela democracia, que permitiu a Joaquim Barbosa a sua indicação ao Supremo, na cota de Lula. Nenhuma obrigação de saber. Apenas a de defender a Constituição. Deve curtir Lobão, que agora é da banda. Algumas coincidências, não nas contribuições e importância de cada um: Johnson continuará a ser lembrado e reverenciado como um dos mais importantes da música americana. A cidade de Clarksdale também. São milhares do mundo em direção a Encruzilhada. Joaquim trabalha e sonha na outra: Praça dos Três Poderes. É lá que se encontram representadas as camadas dominantes mais retrógadas e reacionárias das Américas. É com elas que Joaquim fez o pacto. Rasgou a Constituição para condenar sem provas. Joaquim começa por J, mas nunca será Johnson. Joaquim no Supremo, toca de costas para a Constituição, esconde provas: Auditorias, Laudos e as “notas” da utilização das verbas privadas da Visanet. Joaquim, Gilmar Mendes na tira-colo, será muito lembrado agora e pelas novas gerações, como o presidente da mais alta Corte de Justiça do país, em pleno regime democrático, pela quebra da legalidade constitucional. Joaquim fez um acordo com os setores mais reacionários das camadas dominantes para destruir o PT. Não foi no Mississipi empoeirado ao som do blues. Provavelmente, em Brasília à meia noite. E na Encruzilhada dos Três Poderes, nós que defendemos a liberdade, ao som do blues, a legalidade vai prevalecer no Supremo. A sociedade brasileira vai aguentar as pontas. A democracia agradece.

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renato uchoa

04 de março de 2014 às 07h14

Adeus! Meu capitão Joaquim, aprendiz de ditador
Em configuração um cenário midiático, saída do ministro Barbosa maquiado de herói. Porta dos fundos do Supremo, na compreensão dos que não acreditam em bicho de sete cabeças, alma penada, lobisomem, na mídia marrom que se contorce de ódio a cada aprovação popular da presidenta Dilma. O esforço será gigantesco. Esconder a Constituição esfacelada e a vara de marmelo utilizada na imposição das maiores excrescências jurídicas no processo do “mensalão”. Travestidas de juridicidade. E com carta branca. Dos brancos milionários e perfumados que dominam a mídia; setores importantes da indústria, comércio, bancos privados e dos manes. Banqueiros fregueses. De habeas corpus assustadores no palácio sagrado da justiça. Não existe um risco de dúvidas. Julgamento Inquisitório mais tenebroso da historia do Supremo, AP 470. Repudiado por todos os juristas comprometidos com a normalidade jurídica e parcela significativa da sociedade brasileira, já acordada. Com todas as liberdades democráticas. A duras penas conquistadas pelo povo brasileiro. O processo de democratização em curso foi agredido, afrontado, e por aqueles responsáveis por zelar pela normalidade. Um fato grave, passível de consequências aos que agiram fora da lei. E pode escolher a data da fuga, para não julgar os futuros aliados que lhes dão o ar da graça e todos os dias caem em desgraças. No ar e na terra. E ao pó virão. Não aquele que a Polícia Federal afirma sem dono, em menos de uma semana de investigação. Joaquim arruma as meias, tira férias antes da encenação do último ato de intransigência, autoritarismo, desmoralização e humilhação dos apenados, já bastante acentuada na Corte Suprema. Pode ser 31 de março, em homenagem a ditadura militar. Em se considerando favorável a revisão da anistia, nunca fez um gesto no encaminhamento do embargo da OAB no STF. Que questiona a decisão da Corte em 2010, na ratificação da Lei da Anistia 6.683/79. Portanto, o resultado da análise da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental-ADPF (153), mantendo intocáveis os agentes públicos que praticaram crimes de tortura, assassinatos brutais, ocultação de corpos. Inexiste qualquer manifestação contrária de Joaquim com relação ao período de terror implantado em 64. Não que se possa estender aos que não lutaram abertamente por razões aceitáveis, simpatia pelo regime. Em se tratando da postura dele, assimilou ao pé da letra o autoritarismo, a força bruta, invés do argumento, da convivência democrática, do cumprimento da ordem jurídica. Fez o contrário. Ou em 1º de abril, afeiçoado que é na camuflagem sorrateira de alijar provas e manter escondido nas salas escuras ou nas togas, procedimento 2474 e laudo de exame contábil nº 2828/2006-INC, Instituto Nacional de Criminalística, que implode as bases de acusação e inocenta Pizzolato, extensão a vários. Sabe lá, a quantidade delas que inocentariam inúmeros que tiveram as suas vidas destruídas, permutadas por uma candidatura a presidência da república. E aos ministros ajoelhados em caroço de milho, podem se levantar. O ministro Lewandowski, pela postura de defesa da legalidade no julgamento do mensalão, contra tudo e todos, ao assumir a presidência da Corte em 1º de março, restabelecerá a normalidade constitucional. Inclusive a verdade. Terão que reagir (os inertes ministros) por uma questão de sobrevivência. Em se encontrando na tampa do lixo da história, precisa mudar ou podem cair no tambor. E lá se vai Joaquim Barbosa, o representante e chefe da milícia mais reacionária e truculenta da história do Brasil, na quebra da legalidade constitucional, no Supremo Tribunal Federal. Vai pegar o beco pelo lado indigno da história, cavalo selado e as esporas de ouro. No alforje, nenhum peso de consciência por ter condenado e trucidado inocentes com falsas provas. Apenas a escritura do apartamento em Miami, comprado pela empresa Assas. JBU por US$ 10 dólares, R$ 700.000, da UERJ sem trabalhar, R$ 14.000, de diárias pra cobrir as despesas mesmo estando de férias, as regalias do Supremo, e a Constituição despedaçada. Joaquim vai passando. Vai passar. O carro do lixo da história também.

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Eliana Schaun

03 de março de 2014 às 23h42

Quando JB sair, vamos ter sarapatel de coruja!!!! Vai ser bom!!!

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Fernando Ferreira

03 de março de 2014 às 22h54

Ricardo Melo não esta correndo perigo de perder o emprego. Frias não gosta de uma afronta destas.

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Helton Braga

03 de março de 2014 às 22h00

Quando acabar o reinado de JB, e os advogados dos réus entrarem com as ações revisionais, a merda vai federrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr.

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Messias Franca de Macedo

03 de março de 2014 às 18h22

DOCUMENTÁRIO SOBRE O GOLPE MILITAR DE 1964 – TV BRASIL

Idéia original, roteiro e direção – cineasta João Batista de Andrade

A série documental Travessia é baseada em depoimentos de pessoas que tiveram suas vidas atingidas pela ditadura militar. Formada por cinco episódios, a série revela histórias particulares que conduzem a verdadeira travessia dos personagens: como enfrentaram o golpe, a forma que viveram o fim da ditadura e o que pensam do Brasil contemporâneo.
Ao resgatar gestos, ideais, ações e esperança – tudo ilustrado com imagens da época – Travessia oferece ao telespectador um painel rico e plural tratando também das derrotas, vitórias e de como o período afetou a vida de cada um.
Dirigida pelo escritor e cineasta João Batista de Andrade, a série tem narração de Edson Mazieiro.

Episódios
1 – O Conflito
2 – O Golpe
3 – 1968
4 – Memória
5 – Travessia

NOTA: na TV aberta, a apresentação vai ao ar às 23h00. Amanhã (04/03/14), exibição do Episódio 2.

http://tvbrasil.ebc.com.br/travessia

Responder

Celso Orrico

03 de março de 2014 às 18h20

aos poucos a verdade vai se revelando e a instituição STF e seus detratores incrustados no seu Plenário vão se derretendo..para a Democracia isso é um desastre: a perda de credibilidade da Suprema Corte..

Responder

Messias Franca de Macedo

03 de março de 2014 às 17h57

[QUADRILHEIROS SEM QUADRILHA (SIC). ENTENDA O PIG!]

O Mensalão e a retórica

(…)
Antes da reviravolta, quando os petistas eram *quadrilheiros…
(…)
Trata-se de uma guerra retórica… [**“a oposição não ganhou um voto sequer a mais com este julgamento!”]
***O fato é que a guerra está perdida para os mensaleiros…
****Quando um político subtrai dinheiro público…
(…)
*****Fora isso ninguém mais aguenta falar em mensalão.

Por jornalista Fernando Rodrigues

http://www1.folha.uol.com.br/c

#############

*quer dizer, “intonci”, que os petistas foram quadrilheiros ainda que não tenha havido formação de quadrilha, segundo o entendimento da [suposta] Corte Suprema brasileira?;
**qual foi a pesquisa que apresentou estes dados para o articulista?;
***a História acabou?;
****é público o dinheiro da empresa privada Visanet Internacional?;
*****Aí é que o articulista engana-se, quadradamente: a história do MENTIRÃO está, apenas, no prefácio!…

Lá isso é jornalismo, sô?!…

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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