Comentários sobre o áudio vazado de André Esteves (BTG Pactual)

Mercadante é o Frank Underwood de Dilma?

Por Miguel do Rosário

23 de abril de 2014 : 13h13

A informação de que foi Aloizio Mercadante, ministro-chefe da Casa Civil, a fonte secreta, ou ex-secreta, que rebateu a entrevista do ex-presidente José Sergio Gabrielli, me fez suspeitar de que seja ele o “Frank Underwood” do governo Dilma.

Frank Underwood é o personagem vivido por Kevin Spacey em House of Cards. Em dado momento, na segunda temporada, Underwood, alçado ao cargo de vice-presidente, consegue se tornar íntimo do presidente dos EUA, e passa a lhe dar conselhos. Underwood age com tanta destreza e maquiavelismo que o presidente sequer percebe que seu próprio vice-presidente está lhe traindo com uma sutileza diabólica. Underwood dá conselhos aparentemente razoáveis ao presidente, consegue algumas vitórias no congresso, mas no fundo está conduzindo o presidente para um abismo.

Os ativistas na área de comunicação sabem, por exemplo, que Mercadante é um dos “inimigos”. Junto com Paulo Bernardo, ele joga no time da mídia.

Você já viu Mercadante defendendo o governo? Defendendo Dilma?

Jamais.

Mercadante só defende a si mesmo. E tem agido nos bastidores.

E agora voltou a agir nas sombras. As manchetes dos jornalões desta terça-feira revelam um verdadeiro golpe de Mercadante, a meu ver, contra o próprio governo.

ScreenHunter_3645 Apr. 23 12.00

Se você ler a matéria, porém, não vai encontrar nenhuma declaração de Dilma, apenas vagas referências a fontes anônimas do Planalto. A Folha também cita fontes anônimas.

Mas o Estadão quebrou o pacto de silêncio e revelou que a fonte era, na verdade, Aloizio Mercadante.

Então as minhas suspeitas, de que há um Frank Underwood no governo, podem ter sido confirmadas. E o principal suspeito, até o momento, é Aloizio Mercadante, que tem um histórico de traições a seu próprio partido.

Mercadante era o homem por trás dos “aloprados” petistas, numa operação desastrada que visava comprar um dossiê contra o candidato tucano ao governo de São Paulo, José Serra. Quem acabou pagando o custo político da operação foi Ricardo Berzoini, então presidente nacional do PT, a quem coube responder à mídia. Mercadante, como sempre, sumiu do mapa. Mas os petistas presos eram ligados a Mercadante, sobretudo o tal Hamilton Lacerda,  coordenador de Comunicação do então candidato ao governo de São Paulo. E o dossiê seria comprado para beneficiar Mercadante.

Mercadante sempre some do mapa, ou pior, faz o jogo da mídia. Mensalão? Fez o jogo da mídia. Crise Sarney? Fez o jogo da mídia. Crise na Petrobrás? Fez o jogo da mídia.

O que pretende Mercadante? Derrubar Dilma e assumir seu lugar?

A gente sempre presta atenção apenas no embate entre oposição e governo. De vez em quando, atentamos para a crise na base aliada. Raras vezes, porém, temos informações sobre as guerras mais sangrentas e mais secretas numa democracia: aquelas que se dão no interior dos partidos. Quer dizer, assistimos a guerra entre Aécio e Serra, no momento vencida por Aécio, mas ao custo de muito sangue tucano.

E o PT? Vive em harmonia eterna? Claro que não. Há embates surdos terríveis entre as diversas tendências.

Na entrevista ao Estadão, Gabrielli deu a seguinte informação:

Estadão: Houve US$ 530 milhões de baixas contábeis da Petrobrás por causa de Pasadena. Existe possibilidade de a companhia recuperar esses valores?
José Sergio Gabrielli – Não sei os números de hoje, mas a presidente Graça diz que o lucro é de US$ 58 milhões em janeiro e fevereiro de 2014. Se multiplicar US$ 58 milhões em 10 meses ela recupera os US$ 530 milhões. É uma conta linear.

Pois é. Se Graça Foster deu essa declaração, e está gravado em vídeo, por que o blog da Petrobrás não mostra esses documentos? Por que, meu Deus? Por que Mercadante, ao invés de rebater Gabrielli, que tenta, desesperadamente, ajudar ao governo a enfrentar a guerra midiática, não rebate a mídia com informações sobre Pasadena? Por que Mercadante não reage às mentiras diárias da mídia, a começar falando sobre o valor pago pela Astra pela refinaria, que não foi US$ 42 milhões e sim, no mínimo, US$ 360 milhões.

Segue o vídeo de Graça Foster, com seu depoimento, em que deixa bem claro o valor pago pela Astra:

Gabrielli está tentando ajudar. Está se expondo às feras, dando entrevista, arriscando-se. E Mercadante, está fazendo o quê? Dando entrevistas anônimas (e falando em nome de Dilma!) para a grande imprensa botar mais fogo na CPI.

Eu queria publicar aqui o vídeo com o depoimento de Cerveró. Eu vi apenas um pedaço. Queria assistir na íntegra e deixar registrado no blog para os leitores, mas não estou achando no youtube. Achei apenas um trecho na TV Câmara:

(PS: uma leitora me enviou um link para a íntegra do depoimento de Cerveró).

Entretanto, está claro que há um apagão político e comunicativo sinistro no governo. E não dá mais para culpar apenas Dilma. É o núcleo político do governo.

Foi notório que Graça Foster participou da audiência no Senado sem conversar antes com os senadores do PT. Ficou notório que o governo não fez nenhum gesto para aproximar Gabrielli, Cerveró e Graça Foster, de maneira a produzir um mínimo de coerência sintática nos discursos. O governo não tomou nenhuma providência política para evitar a CPI.

Se você observar bem, verá que não há divergência substancial entre o que diz Foster, Gabrielli e Cerveró. A diferença é sintática, e na interpretação que se faz de seus discursos.

Nessa confusão toda, eu tenho a impressão que o melhor desempenho foi de Nestor Cerveró. Ele acompanhou o processo de compra de Pasadena e é um funcionário concursado de 39 anos de carreira na Petrobrás.

A imprensa corporativa, definitivamente, não é séria. Pelo menos, não neste tema, que é eminentemente político. Ela quer apenas jogar lenha na fogueira e cumpre um papel odiosamente desinformativo. Não é possível que Dilma ou Mercadante não vejam isso. Graça Foster afirmou que Astra pagou, no mínimo, US$ 360 milhões por Pasadena. A mídia continua usando, mentirosamente, o número de US$ 42 milhões. Mercadante prefere rebater Gabrielli, um dos melhores quadros do PT, a rebater a mídia? Não entendo.

O grande erro de qualquer um que tente analisar a refinaria de Pasadena é tratar do negócio como se falássemos de um jogo que já estivesse terminado. A refinaria está viva! Se está dando lucro, qualquer prejuízo será reparado.

O segundo erro é tratar o negócio exclusivamente do ponto-de-vista contábil. Essa é a visão de acionistas privados, sobretudo estrangeiros, que não estão interessados em retorno de longo prazo. Querem dinheiro agora.

Todos esquecem que a razão de ser da Petrobrás não é fazer “bom negócio”, nem sequer explorar petróleo. A razão de ser da Petrobrás é oferecer combustível ao consumidor brasileiro. Combustível, ou seja, petróleo refinado, gasolina, diesel. Para isso, precisamos de refinarias.

Petróleo bruto não tem valor de uso. É um produto altamente tóxico que não serve para nada. O petróleo só tem valor se for transformado, numa refinaria, em gasolina, diesel e refinados.

Eu tenho de explicar porque combustível é importante? Tenho que explicar que vivemos ainda, infelizmente, num mundo completamente dependente de derivados de petróleo?

Se algum dia, houver problema no fornecimento de gasolina para São Paulo ou Rio, poderemos importar de Pasadena, uma refinaria com índice Nelson acima da média das refinarias brasileiras, e que produz uma gasolina de altíssima qualidade.

Esta é a importância de Pasadena. É uma refinaria situada no principal corredor petrolífero do mundo, com acesso ao golfo do México, onde estão as principais jazidas de petróleo da América do Norte. A própria Petrobrás explora alguns poços por lá.

Francamente, não entendo. Como pode ser mau negócio possuir uma refinaria num lugar tão estratégico? As pessoas só pensam no dinheiro. E a estratégia, que vale muito mais que dinheiro? E o conhecimento do mercado norte-americano? E a oportunidade de assimilar tecnologias e experiências que serão importantes para as refinarias que estão sendo construídas no país?

Outro dia, fiquei sabendo que o What’s Up, um aplicativo meia boca para smartphone, foi vendido por US$ 16 bilhões. Se o What’s Up desaparecesse do mundo, não creio que haveria nenhum choque na economia brasileira. Já uma refinaria como Pasadena, que produz 100 mil barris por dia, tem uma importância estratégia para a segurança energética dos Estados Unidos, podendo ser usada, portanto, como um instrumento de barganha econômica ou mesmo política pelo governo brasileiro.

Será que ninguém no governo entende que segurança energética vale muito mais que qualquer dinheiro? Será que não há ninguém capaz de falar de Pasadena do ponto-de-vista estratégico?

Tudo bem, os planos para Pasadena mudaram. Antes, havia a expectativa de dobrar a produção da refinaria para fazer com que ela refinasse petróleo pesado vindo do Brasil. Parece que isso não vale mais a pena. Ora, então que se mudem os planos, e apresentem este novo planejamento à sociedade. Ninguém quer saber se Pasadena foi um mau ou bom negócio. A gente quer saber o que será feito a partir de agora. Quer informações detalhadas sobre o lucro, sobre as perspectivas, sobre o mercado de refinaria nos EUA. A nossa imprensa não dá nada. Só quer saber de escândalo, escândalo, escândalo.

Eu tenho um amigo que ficou dois anos estudando o mercado de tênis para vender para a zona norte e oeste do Rio de Janeiro. Depois que completou os estudos e iniciou a fase de prospecção, os negócios não andaram. Então ele foi à Copacabana e a coisa mudou de figura. Fechou vários negócios. A vida é cheia de exemplos assim. A gente planeja uma coisa, mas a realidade acaba nos forçando a mudar o plano no meio do caminho.

Se a Petrobrás tivesse perdido dinheiro comprando ações de uma empresa que desapareceu do mercado, aí sim, teríamos um péssimo negócio. No caso de Pasadena, ela comprou uma refinaria tradicional, situada no canal de Houston, em operação, que lucrou US$ 58 milhões no primeiro bimestre. Será mau negócio apenas se for mal gerida, ou se a Petrobrás não souber desenvolver estratégias inteligentes para explorar seu potencial.

Com tanta coisa que pode ser dita, Mercadante prefere sussurrar intrigas palacianas a jornalistas da imprensa inimiga…

Aliás, se Mercadante é tão fã mesmo de Underwood, poderia lembrar um pensamento dele, em que compara poder e dinheiro, posicionando-se em favor do primeiro. O mesmo raciocínio podia ser feito na questão de Pasadena. Ter uma refinaria processando cem mil barris de petróleo por dia vale muito mais que o dinheiro gasto para adquiri-la, caso a empresa souber aproveitar esse poder.

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Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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29 comentários

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Otrebor Roberto

26 de abril de 2014 às 03h49

“E ja que isso é uma teoria ,ouso dizer que ela sabe que tem inimigos por perto”

Liza, se ela sabe não está fazendo muito pra mantê-los longe. O trio ternura tucano Paulo Bernardo, Mercadante e Cardozo são piores que 20 oposicionistas raivosos. Eles sozinhos fazem mais estrago nesse governo que a bancada do PSDB no congresso. Dilma é uma técnica, falta traquejo político a ela em vários aspectos. Eu não acho que ela quer ter inimigo por perto, mas não entendo a manutenção desses 3 pulhas em ministérios destinados ao próprio PT, porque eles são isso, 3 pulhas, carreiristas e alinhados com a direita. E com tanta coisa em jogo (pré-Sal, os EUA querendo desestabilizar o país e a direita pondo as garras de fora de novo) não é muito prudente manter esse tipo de inimigo interno por perto, ela deveria despachar os 3, principalmente o Cardozo e o Paulo Bernardo, o estrago provocado por esse cara nas Comunicações é equivalente ou pior ao próprio PIG.

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Lamarca73

24 de abril de 2014 às 10h17

espero que você esteja certa…

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Vitor

24 de abril de 2014 às 09h38

E o PT depois não sabe pq não ganha eleições para governar SP… Insiste por 8 anos em Mercadante… Quer ganhar como?

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BRASIL DA HIPOCRISIA?

24 de abril de 2014 às 01h26

JUIzA “z” minusculo: 24.04.2014 às 00:36
Nossa esta JUIzA “z” minusculo, me fez lembrar da cena do filme Barão de Mauá – o imperador e o Rei, o maior patriota e empreendedor brasileiro Irineu Evangelista de Sousa, quanto ele foi roubado pelos os Ingleses,era sócio da companhia Railway Company, deram o golpe fatal de coluio com o JUIz, tomara que está atitude não atrase o nosso crescimento. vale a pena ver esta cena do filme entre os minutos

1:51:52 a 1:54:49 e só arratar com mouse e adiantar https://www.youtube.com/watch?v=P3WYECiqM0I
E
2:08:51 a 2:12:11
https://www.youtube.com/watch?v=P3WYECiqM0I

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Meu Brasil é com S

24 de abril de 2014 às 03h24

Miguel, faltou você lembrar os leitores a defesa que Mercadante fez da Folha de SP!!
http://www.conversaafiada.com.br/pig/2013/04/26/mercadante-defende-a-folha-ele-fala-pela-dilma/

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j. andrade

23 de abril de 2014 às 22h57

Aloizio Mercadante sempre foi um grande lixo. Alguma dúvida. Até no nome ele é vendido: Mercadante. Desse jeito, amigo, o PT vai acabar afundando.

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Miguel

23 de abril de 2014 às 22h54

Ele não contestou.

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Sonia Travassos

23 de abril de 2014 às 22h52

Pois é, Miguel, acho estranho um texto com tantas acusações porque o Estadão disse que a fonte foi o Mercadante. Então é para acreditar piamente no Estadão?

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Breno

23 de abril de 2014 às 22h12

Só lembrando que Mercadante, por livre e espontânea vontade, endereçou artigo à Folha manifestando-se surpreso com a notícia de que prisioneiros políticos foram transportados durante a ditadura em carros deste jornal. POR LIVRE E ESPONTÂNEA VONTADE.

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João Neto

23 de abril de 2014 às 22h07

Mercadante, Bernardo, Cardoso já deveriam ser convidados a se retirarem do governo.

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Shirley Lima

24 de abril de 2014 às 00h45

Carac!!!Liza Moretti, matou a pau!! Isso mesmo, concordo contigo e há mais por aí…

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Liza Moretti

23 de abril de 2014 às 23h10

Defendo que Dilma sabe agir politicamente.Por isso acredito que Dilma intui sobre isso, no auge das agitações em Junho, ela pediu as reformas e o plebiscito para mobilizar todo mundo.Quando ela chama deputado Molon para falar do marco civil depois das denuncias de Snodew mesmo com os ministros Mercadantes, José Eduardo Cardozo, sendo reticentes…Dilma foi firme e mandou o Marco civil para o congresso. E quem confirma que os ministros tavam dando pra trás, foram o grupos de técnicos que tinham ido juntos com Molon no planalto. Quando Dilma trás corpo de JANGO e oferece honras de chefe de Estado em Brasília era um outro recado político. E ja que isso é uma teoria ,ouso dizer que ela sabe que tem inimigos por perto, mas prefere assim para poder ver observar melhor . Alias ela gosta Game Of Thrones . Para mim é um sinal. kkkk

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Regina Carvalho

23 de abril de 2014 às 22h58

Desconfiômetro argumentado. Tomara que o PT se realinhe e coloque na geladeira falsos amigos e conselheiros.

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Liza Moretti

23 de abril de 2014 às 22h36

Também acho, e não só de hoje que desconfio da postura do Mercantes. Desde um discurso no senado na época das denuncias do mensalão. Como queridinho da mídia paulista sempre se mostrou “chocado” com o mensalão. Seus companheiros jogado nas cova do Leões e ele sorrindo bajulando para esta mídia, Uma das coisas que me chama atenção ao estudar o Golpe de 1964, como tinha gente querendo pessoalmente o poder, Desde óbvios como Lacerda, Juscelino, até Capanema querendo ser presidente do Brasil, o golpe não foi apenas uma briga de ideologias ou interferências externas, gente infiltrada e muita publicidade anti comunista… O golpe foi feito com muitos traidores!!E com muita gente aliada querendo mais poder! Jango estava cheio de lobos do seu lado, que o monitorava e lhe causava mais problemas do que soluções. Juntando o quebra cabeça , percebo que Jango despertava oposição além de suas propostas , um certo tipo de inveja ,porque sua popularidade era mantida e com uma imagem difícil de ser combatida. Queria fazer um governo de frente com gente que não queria conciliar e apenas queria a cabeça um do outro. E quando se maximiza todos os interesses contrariados , os grande desejos pessoais pelo poder, mas definitivamente com muito traidores… Surge o golpe! Assim se fabrica o golpe… E quando cai nos surpreende que tudo se desmorona como efeito dominó. de como de tantos foram cooptados para o golpe.

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mineiro

23 de abril de 2014 às 19h25

a pres.é a culpada de tudo sim, porque ta fazendo o jogo sujo dos aliados e dos traidores petistas. ja tinha que tomado um pe na b………….o bernadao , o mercador da morte traidor safado , o ze cardoso , e mais alguns , se nao mandou é culpada sim.

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Liza Moretti

23 de abril de 2014 às 22h22

Ok , Miguel vou fazer uma abstração e tentar entender melhor , também vou tecer teorias de coisas que suspeito. kkkkkkk

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marco

23 de abril de 2014 às 18h44

mesmo tendo sido convidado para entrevista com o Lula não teve oportunidade nem de achar um caminho para estas perguntas e nem como comunicar + diretamente com o planalto? acho bom seus argumentos, batem com os meus e creio que com os da maioria dos leitores dos blogs internet

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O Cafezinho

23 de abril de 2014 às 21h44

Gente, a comparação é com um personagem fictício. Não levem a ferro e fogo. Além disso, é só uma teoria. Uma opinião ainda por ser confirmada pelos fatos.

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Liza Moretti

23 de abril de 2014 às 21h39

Ei, eu detesto o Mercadante! Mas acho Miguel que vc ta se passando… Eu realmente vejo a traição em muito lugar e vaidades muita gente com muita sede mais poder! Mas vc chamou o Mercadante de ASSASSINO,meu pai!

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Marcos Silva

23 de abril de 2014 às 18h27

Miguel, realmente é impressionante a falta de sintonia entre aqueles que deveriam defender a Petrobras.

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Fernando Ferro

23 de abril de 2014 às 21h24

O estrago que o caso, quase que fictício, do “mensalão” causou no PT foi enorme! Primeiro, por impôr o afastamento dos principais quadros históricos do partido; segundo, pelo rastro de medo que deixou nos que sobraram.. temos que reconhecer que foi um golpe, além de injusto e cruel, relamente eficiente para enfraquecer o partido internamente. O partido precisa se recuperar psicologicamente e se reestruturar! Mas não é fácil perder Dirceu, Genoino, Gushiken, JP Cunha.. numa tacada só..

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Camila Moraes

23 de abril de 2014 às 21h08

Ele mata mesmo!

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Camila Moraes

23 de abril de 2014 às 21h08

Orraaaaa

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Jose Roberto

23 de abril de 2014 às 20h56

Se o Brasil fosse um país sério

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Gileno Araújo Targon Darshan

23 de abril de 2014 às 20h40

Comentário infeliz. Frank Underwood é um pústula capaz de qualquer coisa pra se dar bem, inclusive assassinar seus opositores.

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luiz mattos

23 de abril de 2014 às 17h11

Bicho,bato nesse excomungado à 10 anos,toda semana mando e-mail para o fale com a Presidenta alertando sobre esse cara o globernardo e o zé que diz que manda na PF.

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JPG

23 de abril de 2014 às 14h55

Concordo. Mercadante nunca falou no nome do Genoíno, Dirceu, João Paulo Cunha, etc. O Mercadante faz parte da Standard&Poor´s do PT.

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Miguel do Rosário

23 de abril de 2014 às 14h48

Pois é, ficou confuso. Vou checar isso.

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Vitor

23 de abril de 2014 às 14h34

“José Sergio Gabrielli – Não sei os números de hoje, mas a presidente Graça diz que o lucro é de US$ 58 milhões em janeiro e fevereiro de 2014. Se multiplicar US$ 58 milhões em 10 meses ela recupera os US$ 530 milhões. É uma conta linear.”

“No caso de Pasadena, ela comprou uma refinaria tradicional, situada no canal de Houston, em operação, que lucrou US$ 58 milhões no primeiro bimestre.”

Afinal a refinaria lucrou US$ 58 milhões por mês (como falou Gabrielli) ou nos 2 meses, como você coloca?

Vi um artigo do Nassif que ele toma a mesma posição do Gabrielli, por mês. Eu não tinha dúvidas que era no bimestre. Será que Gabrielli e Nassif estão loucos??? Ou somos nós???

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