PARIS CAFÉ: Lula volta ao jogo e polariza com Bolsonaro. Quais os novos desafios?

Bomba! A Carta-Denúncia de Andrea Haas, esposa de Henrique Pizzolato

Por Miguel do Rosário

02 de maio de 2014 : 19h51

O Cafezinho tem a honra de publicar, com exclusividade, uma carta denúncia de Andrea Haas, esposa de Henrique Pizzolato, hoje preso na Itália, na qual ela expõe, didaticamente, todas as injustiças e arbitrariedades sofridas por seu marido.

O documento foi escrito hoje mesmo, após contato mantido por email. É a primeira vez, depois de mais de oito anos de calvário, que Andrea Haas comunica ao mundo tudo que viu, aprendeu e sofreu com o famigerado “mensalão”.

Ela também explica porque Pizzolato fugiu. Diante da truculência maldosa de Barbosa contra Dirceu e Genoíno, é possível ter uma ideia do que se passou pela cabeça de Pizzolato antes de tomar a difícil decisão de procurar justiça em outro país.

Como Haas e Henrique são muito unidos, é quase uma carta do próprio Henrique Pizzolato. Trata-se de um documento de alto valor jurídico e político, porque não há uma palavra fora do lugar, que não seja fundamentada em documentos e provas constantes na Ação Penal 470.

Peço a todos que leiam este documento com muita atenção, porque não é apenas a vida de um ser humano que está em jogo. Quer dizer, se fosse apenas a vida de um ser humano, já seria de importância essencial. Mas a carta é mais que isso. É uma denúncia contra uma sequência tão assustadora de arbitrariedades por parte do Ministério Público e do STF, que não cabem aqui mais falar em erro. Houve má fé. Houve dolo. Houve crime. Nem MP nem STF podem agir ao arrepio da lei. Eles não são a lei. A lei tem de proteger tanto Pizzolato como MP e STF. Ou antes, tem que proteger muito mais um cidadão comum do que agentes da lei que já gozam de inúmeras blindagens corporativas.

A carta, porém, também é mais que uma denúncia-crime contra dolos do MP e do STF. Ela é uma denúncia contra um golpe jurídico-midiático, do qual Henrique Pizzolato foi um bode expiatório, ficando numa posição central. A denúncia contra Pizzolato talvez seja a mais kafkiana e absurda de todas, e, no entanto, é ali que reside o pilar central da farsa. A acusação de quadrilha caiu e o mensalão ficou em pé. Se cair a farsa do desvio da Visanet, a farsa se desmancha.

Por isso o MP está desesperado para que Pizzolato seja extraditado. Há pânico de que as provas sejam analisadas novamente por uma outra corte. Se isso acontecer, Pizzolato será fatalmente inocentado, pois não há provas contra ele. Ao contrário, há documentos inúmeros provando sua inocência.

Leiam a carta com atenção, sem preconceito. É uma carta de uma mulher ferida, angustiada, mas ainda dotada de uma grande energia, que nasce da indignação infinita de ver o homem que ama, com quem conviveu a vida inteira, ser condenado injustamente, qual um cordeiro sacrificado, para gerar lucro político para meia dúzia de nababos da mídia.

Esperemos que as pessoas conscientes do papel da mídia durante todo este processo chamado mensalão prestem bem atenção no que vão ler, porque é um texto do qual não se pode sair impune.  Alguma coisa tem de ser feita para se ajudar Pizzolato, porque é o seu processo que, concretamente, pode derrubar toda a farsa montada para enganar o Brasil e atrasar os avanços políticos que se fazem necessários para libertar nosso povo.

*

Entenda porque Pizzolato fugiu

Por Andre Haas, esposa de Henrique Pizzolato

Pizzolato veio para a Itália em busca de refúgio e do direito à justiça que lhe foram negados em um julgamento político e de exceção feito na Suprema Corte do Brasil. A carta pública amplamente divulgada no dia 15/11/2013 já deixou isso bem claro. Foi condenado sumariamente por um único tribunal, por uma única decisão. Não teve direito a nenhum recurso, não teve direito a nenhuma revisão da sentença que o condenou a 12 anos e sete meses de prisão mais multa por crimes que não cometeu e que sequer existiram. Foi “selecionado” para justificar a falsa e grave acusação que dinheiro público foi utilizado por integrantes do PT e do governo do PT para comprar apoio político em favor do governo do ex Presidente Lula. Acusação infundada. Uma grande mentira, pois o dinheiro dito público, em verdade pertencia à Visa Internacional. O dinheiro nunca pertenceu ao Banco do Brasil.

O BB Banco de Investimentos S/A era um dos 25 parceiros da Visanet que tinham obrigações de atingir metas estabelecidas pela Visa Internacional. No ano de 2000, a Visa América Latina e Caribe determinou que a Visanet participasse do “Domestic Cooperative Brand Development Fund”, serviço disponibilizado pela Visa aos membros (participantes que mantinham contrato com a Visa) com o objetivo de dar suporte ao crescimento da bandeira (marca Visa). Diante desta determinação, o Fundo de Incentivo (para marketing) Visanet foi constituído em 2001 no Brasil e, a ele, foi destinado a porcentagem de 0,1% do faturamento total da Visa no Brasil. O dinheiro deste Fundo foi disponibilizado aos bancos parceiros da Visa, que participavam da Visanet, para ser utilizado em campanhas publicitárias para promover a marca Visa. A Visanet editou um Regulamento com todas as regras que deviam ser obedecidas pelos bancos parceiros que optassem por utilizar o dinheiro do Fundo. Este Regulamento definia que instâncias diretivas próprias da Visanet tinham exclusivo poder para decidir tudo o que se referia ao dinheiro do Fundo Visanet. Desde o ano de 2001, a Visanet sempre pagou diretamente e em forma de adiantamentos para as agências de publicidade do Banco do Brasil, para que confeccionassem propagandas da marca Visa e confirmou que estas propagandas foram efetivamente realizadas. As provas e documentos que atestam estas afirmações estão no processo e comprovam que o dinheiro não era público e eram outros os funcionários do Banco do Brasil e, não Pizzolato, que tinham responsabilidade para gerir e solicitar que a Visanet efetuasse pagamentos à DNA Propaganda.

Pizzolato foi condenado por receber dinheiro, porque “liberou” dinheiro da Visanet para a agência de publicidade DNA Propaganda. Pizzolato nunca “liberou” dinheiro para a DNA. Isto era impossível. Somente o gestor, funcionário do BB da diretoria de varejo tinha este poder e de fato, todos os documentos encaminhados à Visanet, inclusive as solicitações de pagamento, foram assinados por funcionários da diretoria de varejo. Pizzolato foi acusado por “favorecer” a DNA ao prorrogar o contrato de publicidade. A prorrogação do contrato foi decidida em documento assinado pelo conselho diretor do BB (presidente e sete vice-presidentes) antes de Pizzolato assumir o cargo de diretor de marketing.

O dinheiro dito recebido por Pizzolato, foi para o Diretório do PT do Rio de Janeiro, como constam em depoimentos que estão no processo.

Muitos documentos foram desconsiderados por ministros do STF e ocultados das defesas dos réus da Ação Penal 470. Dentre eles, cito o Laudo 2828/2006 feito pela Polícia Federal que lista 15 dos maiores recebedores do dinheiro pago pela Visanet desde o ano de 2001, entre eles a Tv Globo e Casa Tom Brasil.

Se o Laudo 2828 confirma que muitas empresas foram pagas com o dinheiro da Visanet, como os acusadores podem afirmar que o mesmo dinheiro foi desviado para favorecer o PT?

Se estas empresas receberam dinheiro da Visanet, como afirma o laudo, pela lógica, a investigação deveria ter sido feita para comprovar se estas empresas realizaram efetivamente os serviços ou se desviaram o dinheiro para o “esquema” denunciado pelo ministério público.

O Laudo 2828 é emblemático para comprovar os absurdos cometidos neste julgamento, embora existam muitos outros. Foi feito pela polícia federal para investigar, contabilmente, a relação entre a Visanet e a DNA Propaganda. Documentos da Visanet e da DNA foram confiscados mediante mandado de busca e apreensão. Este laudo apesar de ter sido feito na fase de investigação, portanto, sem qualquer acompanhamento das defesas, responde quem eram os responsáveis, desde 2001, perante a Visanet e perante o Banco do Brasil para gerir o dinheiro do Fundo Visanet. Nomina quais foram as empresas, ditas “os maiores recebedores” do dinheiro destinado pelo Fundo Visanet. Pizzolato sequer é citado no laudo, pois nos documentos apreendidos não existe nenhum assinado por ele. Todos os documentos enviados pelo Banco do Brasil à Visanet foram encaminhados e assinados por outros funcionários de outra diretoria. O Laudo 2828/2006 foi feito “no interesse do inquérito 2245” como dizem os peritos no primeiro parágrafo, mas nunca constou do inquérito 2245 que investigava o chamado “escândalo do mensalão”. Este laudo apesar de já estar concluído em 20 de dezembro de 2006 – 8 meses antes do julgamento para aceitação da denúncia que ocorreu em agosto de 2007 – nunca fez parte do inquérito 2245, portanto os advogados não tiveram acesso a ele para preparar suas defesas. O laudo foi para outro inquérito de número 2474, também no STF, mas mantido em segredo de justiça pelo mesmo relator do inquérito 2245. A existência do Inquérito 2474 nunca foi informada aos advogados de defesa dos “40” réus da AP 470. O 2474 foi aberto para separar documentos de investigações que não haviam sido concluídas(!). Ora, 40 pessoas foram “eleitas” para serem denunciadas sem que as investigações tivessem sido concluídas?

E, pior, quando o inquérito 2474 foi descoberto, o acesso aos documentos foi negado aos advogados sob o argumento de que “… os dados constantes do presente inquérito (2474) não serão utilizados na análise dos fatos objeto da AP 470, por tratarem de fatos diversos, não havendo, portanto, qualquer cerceamento do direito de defesa”.

Como dizer que não houve cerceamento de defesa se um documento, um Laudo, que dizia respeito a todos os acusados foi ocultado de suas defesas?

Pizzolato foi acusado criminalmente por “não fiscalizar” o contrato de publicidade entre o BB e a DNA no que se refere aos “bônus de volume”, valor pago por veículos de divulgação para fidelizar (premiar) agências de publicidade e que, no entender dos acusadores, deveria ter sido devolvido ao Banco do Brasil.

Como depôs um alto executivo da Globo, não foi Pizzolato quem criou o “bônus de volume”. Não era responsabilidade dele fiscalizar os contratos do Banco do Brasil com as agências de publicidade. Esta atribuição era de outro funcionário do BB e a conferência de pagamentos e notas fiscais era feita por outra diretoria. O Banco do Brasil nunca cobrou a devolução de “bônus de volume” de nenhuma das tantas agências de publicidade contratadas, porque tal parcela nunca constou em cláusula de contrato e nem poderia constar, por se tratar de uma oferta facultativa (comissão, prêmio) oferecida às agências de publicidade por parte de empresas prestadoras de serviço, depois que as negociações, em que participavam os funcionários representantes de empresas públicas, já estavam concluídas.

Por que Pizzolato foi responsabilizado criminalmente se a permissão para o pagamento de “bônus de volume” consta em lei (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12232.htm ) e continua sendo uma relação exclusivamente privada entre as agências de publicidade e fornecedores, da qual nenhum contratante (empresas públicas) participam?

O julgamento da AP 470 foi injusto para todos. Para uns, provas e documentos foram desconsiderados, indícios prevaleceram sobre as provas, para outros, teorias “jurídicas” justificaram a falta de provas. Leis constitucionais e convenções internacionais foram desrespeitadas, o direito à defesa foi negado.

Pergunto: por quê?

Que interesses estão acima e são mais importantes para que o direito de defender a liberdade seja negado?

Para Pizzolato não existiu nenhum direito de recurso e revisão da decisão do julgamento.

Permanecer no Brasil significava sujeitar-se à uma única decisão, tomada por um único tribunal.

Significava sujeitar-se à prisão, à injustiça sem ter mais como e a quem recorrer.

Apesar da enorme tristeza e decepção com a forma como transcorreu o julgamento, enfrentamos com as forças que nos restaram de anos de agonia e lutamos com os meios que estavam ao nosso alcance para informar e denunciar os erros e irregularidades do julgamento, para divulgar as provas e documentos, que foram desconsiderados e ocultados, e que comprovam que não existiu desvio de dinheiro, muito menos de dinheiro público. Uma luta desigual diante do poder do Estado, diante do poder judiciário, que julgou e condenou desrespeitando leis e direitos fundamentais, e que continua massacrando e oprimindo pessoas que foram julgadas e condenadas em um julgamento injusto.

A decisão de vir para a Itália foi difícil e dolorida, pois significou o descrédito. Viemos buscando sobreviver à opressão, não queríamos nos render à injustiça.

Estamos nas mãos de outro Estado. Dependentes de uma decisão que o Estado italiano tomará a respeito do pedido de extradição feito pelo Procurador Geral do Brasil.

Não tenho mais certezas de nada. Gostaria de acreditar que justiça ainda possa existir em algum lugar e que uma decisão daqui pudesse reverter todas as injustiças que foram feitas no Brasil. Gostaria de acreditar que um novo julgamento possa ser feito e que este seja justo.

Mas confesso, temo pelas decisões que são tomadas politicamente que desprezam princípios e direitos e que desconsideram fatos e provas.

Andrea Haas

andreahaas

PS Cafezinho: no próximo dia 21 de maio, a Justiça italiana analisará se Pizzolato pode responder pelo processo em liberdade. No dia 5 de junho, haverá o primeiro julgamento sobre a extradição. Mas o caso ainda irá para análise do primeiro-ministro, e pode haver recursos.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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35 comentários

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JUBA

06 de junho de 2014 às 16h57

O negócio é o seguinte:

Esses que mais criticam o pt são os que mais chupam nas tedas do dinheiro público.

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Elane F de Souza

05 de maio de 2014 às 00h26

Maria Vitória Valadares Zitto …. André Torres…vejam isto!

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Vitor

04 de maio de 2014 às 11h14

Miguel, vc tirou aquela reportagem dos médicos? Não achei….

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03 de maio de 2014 às 23h25

Fugindo um pouco do assunto. .. Vejam a entrevista na Globonews que desmonta a versão da Grobo sobre Pasadena:

http://jornalggn.com.br/noticia/o-especialista-em-petroleo-que-nao-seguiu-a-pauta-da-globonews

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Loubra

03 de maio de 2014 às 21h20

Gente,,

Nova Iorque é tão linda! Tem até coxinha. Vocês viram no JN?
Ainda bem que a TV mostra pra gente né.

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Volnei

03 de maio de 2014 às 20h45

Miguel, não sei se reparou mas há um monte de “bonecos” respondendo sistematicamente aos comentários, roboticamente, como se fossem pagos pra isto.

Se liga, modera isso aí, até porque fica muito chato um otário postando a mesma resposta sempre.

Deve ser a SWAT do aecio ou do eduardo campos.

MODERA ISSO AÍ PÔ!!!

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    Miguel do Rosário

    04 de maio de 2014 às 03h28

    Tem razão. Vou moderar.

    Responder

Rogério Silva

03 de maio de 2014 às 19h52

A Itália não extradita irmãos, então lá ficará.

Responder

Flávio Nóbrega Guarani Kaiowá

03 de maio de 2014 às 19h15

Luiz Bana

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Gilse Guedes

03 de maio de 2014 às 19h01

Miguel Do Rosario, eu posso compartilhar?

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Jose Roberto

03 de maio de 2014 às 14h12

ENTÃO VOLTE PARA O BRASIL E PROVE A SUA INOCÊNCIA PIZZOLATO

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Darvin Silva

03 de maio de 2014 às 08h55

Lula se enganou quando afirmou que o julgamento no AP470 foi 80%político. Na verdade, foi 100% nazi-facista. O que mais me revolta é a covardia do Ministério da Justiça e do próprio PT, além da imobilidade passiva dos militantes de esquerda, que em outros tempos militavam nas ruas – muito diferente de agora, burocratizados.

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Gustavo Fernandes Vieira

03 de maio de 2014 às 11h53

Assis Pinheiro Filho, Eliezer Junior

Responder

Gustavo Fernandes Vieira

03 de maio de 2014 às 11h50

Tovar Nogueira Fonseca

Responder

Gustavo Fernandes Vieira

03 de maio de 2014 às 11h50

Andre Kopke, Nelson Lessa Jr, Alesson Oliveira, Patrick Fernandes de Carvalho, Paulo Junior, Fabio Maia, Augusto Vasconcelos, Caio Botelho, Aldo Queiroz, Eduardo Rodrigues, Sergio Mecca, Jeane Neves

Responder

Breno

03 de maio de 2014 às 01h17

Miguel do Rosário faz um excelente trabalho. Mas infelizmente a repercussão do blog não é suficiente para o que essa carta merece. É um mistério pra mim a rezão pela qual outros blogs progressistas não divulgam essa questão e não a investigam a questão como ela merece. Pra existir a tese do mensalão foi necessário inventar essa calúnia contra Pizzolato, portanto pra desmontar essa peça jurídica a maneira mais fácil é ir por esse caminho. Lula – que agora finalmente parece que resolveu sair da toca e acusar a farsa – deveria cobrar publicamente um parecer técnico do suposto desvio de dinheiro da parte do Joaquim Barbosa.

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Seiji Okamoto

03 de maio de 2014 às 02h01

Tirando o inquérito 2245, que mais tarde foi vinculado ao 2474, não há nenhuma novidade, já estava tudo na mesa. A manipulação da AP470 para a condenação dos réus é clara, obscuro são os reais motivos que levaram à essa campanha persecutória.

Responder

Messias Franca de Macedo

02 de maio de 2014 às 22h51

… Prezada, egrégia e impávida doutora Andrea Haas, os homens e as mulheres de bem do Brasil sempre confiaram no Henrique Pizzolato! E MAIS: A VERDADE VOS LIBERTARÁ!

A emoção é muito forte, portanto, um desabafo: com a palavra o Banco do Brasil! Já passou da hora! A nação quer saber a verdade! E somente a verdade!…

Andrea Haas, Deus abençoe a senhora e ao seu digníssimo e honrado esposo Henrique Pizzolato! E à todas as vítimas do maior crime/escândalo da história do Poder Judiciário brasileiro, quiçá, do mundo!…

Messias Franca de Macedo e família
Feira de Santana, Bahia, BRASIL

… E quando ‘os jornalistas amigos dos patrões’ da grande MÉRDIA nativa se aproximarem novamente da doutora Andrea Haas, ouvirão, NOVAMENTE: “Hei, vocês, aí, da Globo [soNEGAdora!], mostrem o darf!”
DEUS é bom! E pelos justos!

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enganado

02 de maio de 2014 às 22h39

Onde está a origem disto tudo? WASHINGTON. Não se enganem, vem de fora; porque no BRASIL NUNCA houve uma situação tão esdrúxula como esta. Tem sim os fantoches que trabalham para os EUA, basta ver o programinha do Aébrio das Neves; acabar: MERCOSUL/BRICS/SALÁRIO MÍNIMO atrás disso vem PIS/FGTS/FAT. Pergunto porque a Polícia Federal só passa informações para o GAFE-globo-abril-folha-estadão, lógico, são ordens de Washington. Se esses canalhas se dizem Democratas e por que não publicam as tramoias do MENTIRÃO? É Direita! Não há nada onde se diz de alguma coisa que a Esquerda=NACIONALISTAS tenha feito que prestasse, pois é Rede Globo vocês vão para história como os maiores canalhas do jornalismo do BRASIL. Com certeza vai chegar o seu DIA, Rede Globo, pois os Umbrais jamais vencerão

Responder

MacCain

02 de maio de 2014 às 22h32

O tempo é o Sr da razão, até eu acreditava em mensalão, em JB…Acho que todo mundo! Depois fui ler, me aprofundar e hj tenho absoluta certeza, que é uma inquisição contra os trabalhadores!Rezo por esta Sra…e seja forte, afinal a verdade agora vem a tona!

Responder

Jorge Braga Barretto

02 de maio de 2014 às 22h21

Sei não, mas acho que as tais “forças ocultas” que “forçaram” Jânio a renunciar são as mesmas que promovem estas armações, sempre a serviço dos interesses alienígenas. Ademais, a carta-denúncia da esposa de Pizzolato é uma prova incontestável da falta de pudor de quem deveria dar o exemplo e fazer justiça. A verdade tarda mas não falha. Como diria Chico, “amanhã vai ser outro dia”.

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Tania Souza

03 de maio de 2014 às 01h07

Luciana Rotondi

Responder

Vani Moura Guarani Kaiowá

03 de maio de 2014 às 00h26

Praqueles que tb julgam sem informação alguma.

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Fernando Soares

03 de maio de 2014 às 00h17

Que raiva!!!

Responder

Cleide Portella

02 de maio de 2014 às 23h44

Desolada!!

Responder

tripe

02 de maio de 2014 às 20h44

O Pizzolato, como sabemos, foi condenado por receber 326 mil em espécie numa agência do Banco Rural, cuja orígem era a DNA de Marcos Valério.
A “carta”, com várias omissões estratégicas, é pura fumaça.

Responder

    Miguel do Rosário

    02 de maio de 2014 às 20h54

    A carta responde isso. E ele não foi condenado por isso. Isso teria sido o ato de ofício para desviar os R$ 74 milhões da Visanet. COmo não houve desvio, a explicação se volta para a versão do próprio Pizzolato, que era dinheiro para o PT. Delúbio estava distribuindo muito dinheiro para diretorios do PT, e sobretudo para o Rio de Janeiro, onde Valério fazia a campanha em Petrópolis e queria pegar a campanha petista da capital.

    Responder

      Num faz assim

      03 de maio de 2014 às 05h59

      [ COmo não houve desvio, a explicação se volta para a versão do próprio Pizzolato, que era dinheiro para o PT. Delúbio estava distribuindo muito dinheiro para diretorios do PT]

      Faltou dizer que tudo era recurso contabilizado na conta única de campanha e que estão registrado no TSE. O único que não é o pago ao Duda de conta do exterior, mas isso porque legislação brasileira arcaicamente proíbe, jamais por desonestidade.

      Responder

    Calma

    03 de maio de 2014 às 05h53

    primeiro, que dinheiro público depois que cai em conta privada não é mais público. Depois, não se defende que esquerda não roube, mas que seja direito igualmente para todos.

    Responder

eduardo

02 de maio de 2014 às 20h23

Para o ” inglês” já ajudaria bem!!

Responder

eduardo

02 de maio de 2014 às 20h21

Esse texto deveria ser traduzido para o italiano e “disseminado” na web!!

Responder

Leide Maria Fagundes Alves

02 de maio de 2014 às 23h15

leiam a carta

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Selénia Granja

02 de maio de 2014 às 23h05

compartilhado. Miguel Do Rosario

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Beto Bertagna

02 de maio de 2014 às 23h02

Dá uma lida aí, Restaurante Marino . É por esta toada que o boi-bumbá tá dançando no STF. abs

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