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IBGE aponta emprego pleno no Brasil

Por Miguel do Rosário

25 de setembro de 2014 : 09h47

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Francamente, não sei o que os urubus vão falar agora. Os números do IBGE provam a assertiva de Dilma, de que a sua política priorizou a manutenção do emprego e dos salários.

O IBGE acaba de divulgar os números do desemprego no país. Em agosto, ficou em 5%, a menor taxa da história para o mesmo mês.

Algumas capitais já oferecem pleno emprego, como Rio, cujo desemprego caiu para 3%.

Quem imaginaria um desemprego de 5% no Brasil?

Quem imaginaria um desemprego de 3% no Rio?

*

Abaixo, o texto divulgado pela assessoria de imprensa do IBGE:

Em agosto, taxa de desocupação fica em 5,0%

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A taxa de desocupação de agosto (5,0%) não teve variação estatisticamente significativa nem em relação a julho (4,9%) nem a agosto de 2013 (5,3%). Foi a menor taxa para um mês de agosto em toda a série da pesquisa, iniciada em março de 2002. A população desocupada (1,2 milhão de pessoas) também ficou estável em ambas as comparações.

O contingente de ocupados (23,1 milhões de pessoas) cresceu 0,8% em relação a julho e manteve-se estável comparado a agosto de 2013. O número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado (11,8 milhões) mostrou estabilidade em ambas as comparações.O rendimento médio real habitual dos trabalhadores (R$ 2.055,50) cresceu 1,7% em relação a julho (R$ 2.022,04) e subiu 2,5% comparado a agosto de 2013 (R$ 2.005,72).

O IBGE também divulga hoje os resultados da Pesquisa Mensal de Emprego referentes a maio, junho e julho de 2014 para as seis regiões metropolitanas investigadas (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Porto Alegre), que foram divulgados anteriormente sem as regiões metropolitanas de Salvador e Porto Alegre, por causa da paralisação dos servidores do Instituto.

A taxa de desocupação em agosto de 2014, foi estimada em 5,0% para o conjunto das seis regiões metropolitanas investigadas. Frente a julho (4,9%) e também a agosto de 2013 (5,3%) a taxa não apresentou variação estatisticamente significativa. Essa foi a menor taxa para um mês de agosto em toda a série da pesquisa, iniciada em março de 2002.

No mês, a taxa de desocupação na região metropolitana do Rio de Janeiro caiu de 3,6% para 3,0%, atingindo o menor valor da série da PME, iniciada em março de 2002. Nas demais regiões a taxa não variou. Em relação a agosto de 2013, a taxa caiu 1,5 ponto percentual no Rio de Janeiro (de 4,5% para 3,0%) e em Porto Alegre subiu 1,4 ponto percentual (de 3,4% para 4,8%), mantendo a estabilidade em Recife, Salvador, Belo Horizonte e São Paulo.

O contingente de desocupados, em agosto de 2014 (1,2 milhão de pessoas no conjunto das seis regiões investigadas) não teve variação significativa nem em relação a julho nem a agosto de 2013. Na análise regional, o contingente de desocupados, em relação a julho manteve-se estável em todas as regiões, exceto no Rio de Janeiro, onde recuou 15,8%. No confronto com agosto de 2013, a população desocupada caiu 34,9% na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, subiu 40,0% em Porto Alegre e não variou nas demais regiões.

O contingente de pessoas ocupadas em agosto de 2014 (23,1 milhões para o conjunto das seis regiões) cresceu 0,8% em relação a julho de 2014 e não variou frente a agosto de 2013. A análise mensal mostrou que essa população manteve-se estável em todas as regiões. Em relação a agosto de 2013, houve alta em Salvador (3,6%) e estabilidade nas demais regiões.

A população economicamente ativa nas seis regiões pesquisadas (24,4 milhões de pessoas) cresceu 0,9% em relação a julho e ficou estável frente a agosto de 2013. Já a população não economicamente ativa (19,0 milhões de pessoas) não teve variação estatisticamente significativa em relação a julho (19,2 milhões) e cresceu 3,7% em relação a agosto de 2013.

Em agosto, o número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado (11,8 milhões no conjunto das seis regiões pesquisadas) não teve variações frente a julho e nem a agosto de 2013.
Para os grupamentos de atividade, no conjunto das seis regiões, de julho para agosto de 2014, houve variação significativa em Construção (5,1%) e Serviços domésticos (queda de 3,9%). Em relação a agosto de 2013, o grupamento dos Serviços domésticos recuou 7,2%.

Em agosto, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores para as seis regiões pesquisadas (R$ 2.055,50) cresceu 1,7% em relação a julho (R$ 2.022,04) e subiu 2,5% em relação agosto do ano passado (R$ 2.005,72). Na comparação mensal, o rendimento cresceu em todas as regiões: Recife (0,6%); Salvador (1,2%); Belo Horizonte (4,2%); Rio de Janeiro (1,2%); São Paulo (1,4%) e Porto Alegre (2,5%). Em relação a agosto de 2013, o rendimento subiu no Rio de Janeiro (8,6%), Recife (3,6%) e São Paulo (1,4%), mantendo-se estável em Porto Alegre e recuando 2,4% em Salvador e 0,7% em Belo Horizonte.

A massa de rendimento médio real habitual dos ocupados (R$ 48,2 bilhões) em agosto de 2014 cresceu 2,4% no mês e 1,8% no ano. Já a massa de rendimento médio real efetivo dos ocupados, referente a julho de 2014, (R$ 48,3 bilhões) cresceu 1,7% no mês e 2,5% no ano.

Comunicação Social
25 de setembro de 2014

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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17 comentários

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Antonio Moreira da Silva

25 de setembro de 2014 às 18h31

Para o PIG quanto mais denegrir a imagem do país, lhes parece melhor…

Responder

    Kazuhiro Uehara

    28 de setembro de 2014 às 08h41

    Só o PIG? Os ultraesquerdistas também, infelizmente.como os militantes do PSOL e PSTU. Na mesma proposta de destruir o PT no Brasil pelo Tio Sam, aliados no Brasil com o que tem de pior direita mesquinha do mundo atacam qualquer proposta petista e seus coligados. Mesmo sendo prejudicial aos trabalhadores e os excluídos, os extremistas dos ultrarrevolucionários atacam e defendem as propostas dos demotucanopps. Será que foram cooptados pelo império americano?

    Responder

Suzana Oliveira Lima

25 de setembro de 2014 às 17h41

Gente pra que isso??? Vamos aos fatos !!!http://www.youtube.com/watch?v=UdmWQlki_MI

Responder

Suzana Oliveira Lima

25 de setembro de 2014 às 17h41

Gente pra que isso??? Vamos aos fatos !!!http://www.youtube.com/watch?v=UdmWQlki_MI

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Suzana Oliveira Lima

25 de setembro de 2014 às 17h38

Gente pra que isso??? Vamos aos números que todos os embates serão esclarecidos. http://leonardoboff.wordpress.com/2014/09/10/dados-dos-governos-anteriores-e-do-governo-do-pt%EF%BB%BF/

Responder

Suzana Oliveira Lima

25 de setembro de 2014 às 17h38

Gente pra que isso??? Vamos aos números que todos os embates serão esclarecidos. http://leonardoboff.wordpress.com/2014/09/10/dados-dos-governos-anteriores-e-do-governo-do-pt%EF%BB%BF/

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Mariano S Silva

25 de setembro de 2014 às 14h24

Dalva, você deve ser no mínimo uma PhDeusa formada no MIT, para chamar nossa presidenta, pós-graduada na UNICAMP, de anta!

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Svibra

25 de setembro de 2014 às 12h56

Esta Taxa de desupação de 5% incluem os que tem empregos informais (camelôs, vigilante particular de ruas, internos psiquiatricos, mendigos que vivem de esmolas, vendedores ambulantes (avon..) etc ? Se não incluem, a real taxa de desocupação é muito pequena. Minha empresa deixou de receber curricolos há muito tempo e não conheço ninguém procurando emprego. Se você é um deles, é bom procurar um psiquiatra, pois algo errado se passa na sua cabeça. E com Dilma+ ainda vai ser melhor.

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Dalva Barreto

25 de setembro de 2014 às 15h14

Sr. Rodolfo Gross Villanova,respeito se tem por quem se faz respeitar. O Sr. não me intimida com o Código Penal. Minha principal testemunha de defesa seria a Sra. Dilma Rousseff com suas declarações públicas.

Responder

Dalva Barreto

25 de setembro de 2014 às 15h14

Sr. Rodolfo Gross Villanova,respeito se tem por quem se faz respeitar. O Sr. não me intimida com o Código Penal. Minha principal testemunha de defesa seria a Sra. Dilma Rousseff com suas declarações públicas.

Responder

    Pedro Costa

    25 de setembro de 2014 às 15h05

    Como é triste não ter argumentos contra os números e ter que apelar para a grosseria! Gostaria que estivesse pior?

    Responder

Romulo Scott

25 de setembro de 2014 às 14h58

Participei de uma palestra do CIEE em conjunto com à fundação Roberto Marinho e foi afimada a mesma coisa: estamos em pleno emprego.

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João Silva

25 de setembro de 2014 às 14h57

Simplesmente ele não comentarão os dados e vão bater na tecla mimimi pibinho…

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Alfredo Leitão

25 de setembro de 2014 às 14h56

Responder

Rodolfo Gross Villanova

25 de setembro de 2014 às 14h55

“Anta” é quem não tem um pingo de educação, e não tem o mínimo respeito com a presidente de seu país. Ofensa moral é CRIME tipificado na Lei, em especial quando referido-se à mais alta autoridade do país.

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O Cafezinho

25 de setembro de 2014 às 14h53

“presidAnta”? Nossa, que espirituoso. Se houve erro, vão corrigir. Marinafaia vai eliminar os “errinhos” do mundo?

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Dalva Barreto

25 de setembro de 2014 às 14h50

É capaz de ter tido um “errinho” como diz a presidAnta.

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