Análise em vídeo das manifestações do 2 de outubro e as vaias a Ciro

Datafolha: Dilma abre 7 pontos entre indecisos

Por Miguel do Rosário

21 de outubro de 2014 : 16h10

Não acredito mais em pesquisas, vou repetir.

A eleição será ganha por quem fizer a melhor campanha, na TV, nas redes e, sobretudo, nas ruas.

A campanha de Aécio é vertical e midiática.

A de Dilma é horizontal e orgânica.

Acertei uma coisa, ao menos, quando falei que a campanha de Dilma precisava de uma semana e pouco para se reorganizar.

Aécio não precisa, porque sua campanha vem da mídia, que tem um cadeia de comando profissional, quase miiltar.

As ordens vem de cima: faça-se isso e aquilo.

E todos são extremamente disciplinados. Colunistas e repórteres sabem que precisam defender o PSDB para continuar no emprego ou crescer profissionalmente ali dentro.

A militância de Dilma reúne setores dispersos, sem atuação política ou midiática constante.

Quando a campanha de Dilma se consolida, como está acontecendo, ela vem com muito mais força.

Dito isto, analisemos o último Datafolha com todo ceticismo que ele merece, com esperanças que, no futuro, tenhamos universidades públicas fazendo pesquisas.

Vamos lá.

O Datafolha deu 46% para Dilma e 43% para Aécio, nos votos totais. E 6% de indecisos.

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Esses 6% não são pouca coisa. Correspondem a algo entre 8 e 10 milhões de eleitores. Ou até mais, se abstenção cair um pouco.

O Datafolha entrevistou esse indeciso, para sabem em quem ele iria votar. Dilma abriu uma confortável vantagem de 7 pontos junto a este eleitor: 31% X 24%.

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Interessante observar que entre os jovens até 24 anos que permanecem indecisos, Dilma ganhou de lavada: 46% disseram que a atual presidenta teria mais chance de receber seu voto, contra 18% de Aécio.

Observe por segmento. Sempre falando dos indecisos, veja que Dilma ganha em todas as faixas de renda, com exceção entre aqueles que ganham mais de 10 salários/mês; entre estes, está empatada com Aécio, em 19% 20%.

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Clique para ampliar


Observe ainda que Aécio é visto como o candidato que “defenderá os ricos” pela maioria, enquanto Dilma está consolidada como a que “defenderá os pobres”.

O Gerson Camarotti, da Globonews, comentou esses números e disse que a “campanha da Dilma” conseguiu associar Aécio ao candidato que defenderá os ricos.

Ora, Gerson, não precisa de campanha para que os brasileiros saibam disso.

Aécio não conseguiu vender que é o candidato da “estabilidade econômica”, apesar de todo o seu esforço para exibir Armínio Fraga. Dilma está quatro pontos à frente neste quesito.

 

ScreenHunter_5266 Oct. 21 14.11


 

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A íntegra da pesquisa pode ser vista neste link.

A aprovação de Dilma tem subido de maneira constante e firme nas últimas semanas. De maneira geral, os números trazem boas notícias para a candidatura petista. O problema é a falta de credibilidade deles. Espera-se que o Datafolha, tão perto das eleições, não se envolva com nenhuma fraude, tanto agora como na última pesquisa, a ser divulgada no dia 23.

 

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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44 comentários

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Marcos Alexandre Ramos

23 de outubro de 2014 às 00h59

Simbora!

Responder

Luana Masruha

22 de outubro de 2014 às 10h51

Dilma 13!!

Responder

Leonardo

22 de outubro de 2014 às 08h42

Saiu mais uma nova fresquinha do datafolha e nesta, Dilma vai de 46 para 47% e aécio fica com os mesmos 43%. Nos válidos, Dilma 52% e aécio 48%!! os indecisos caíram de 6% para 4% e os brancos e nulos foram de 5 para 6%. Foi feita ontem.

Miguel, isso é muito bom!!!

Responder

Messias Franca de Macedo

22 de outubro de 2014 às 00h58

ATENÇÃO, MUITA ATENÇÃO POVO BRASILEIRO!

######################

Posso saber em quem votei?

ESCRITO POR *ADRIANO BENAYON

*Adriano Benayon é doutor em economia e autor do livro Globalização versus Desenvolvimento.

O doutor em economia Adriano Benayon, autor do livro Globalização versus Desenvolvimento, filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB)

TERÇA, 21 DE OUTUBRO DE 2014

FONTE: http://www.correiocidadania.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=10164:submanchete211014&catid=72:imagens-rolantes

Responder

Everaldo

22 de outubro de 2014 às 00h43

Miguel e demais…. Eu acredito nesta tese do economista Adriano Benayon…Vai haver fraude neste segundo turno…leiam
Posso saber em quem votei?
Adriano Benayon * 20.10.2014
1. Às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais, o Brasil tenta sobrenadar num mar formado pela caudal dos factoides e da desinformação, combinada com a avalanche da exploração de preconceitos ideológicos.
2. Para não nos afogarmos, é conveniente estar atentos aos fatos, pois estes costumam receber dois tipos de tratamento da grande mídia, das cúpulas profissionais e mesmo da maioria dos acadêmicos: a) ser deliberadamente ocultados e, assim, ignorados por muitos; b) ser errônea e/ou incompletamente contados, além de deformados, ao serem interpretados em seu conjunto.
3. Um fato importante é que a urna eletrônica “brasileira” não é, nem um pouco, confiável, pois ela depende do programa (software), sendo impossível detectar qualquer fraude nele inserida.
4. Baseio-me no que tem sido demonstrado por professores de ciência da computação, da mais inquestionável competência.
5. Eles explicam que, sem mudar para urnas de geração mais avançada, o próprio voto impresso, a última linha de defesa dos que pugnam por eleições livres, só possibilitaria comprovar, por amostragem, ter havido fraude em determinada seção ou zona eleitoral.
6. Mas os tribunais eleitorais não admitem sequer a impressão do voto, e o próprio STF chegou a ponto de considerá-la inconstitucional, alegando que isso quebraria o sigilo do voto, princípio constitucional com valor de cláusula pétrea.
7. Ora, para assegurar o sigilo, basta que o eleitor guarde o impresso, para eventual conferência, do mesmo modo que, antes da eletrônica, não ficava dizendo em quem votou, se não quisesse.
8. A Revolução de 1930 instituiu eleições livres, causa justa para derrubar a República Velha: o País clamava por acabar com o voto de cabresto, no contexto socioeconômico semicolonial descrito no clássico de Victor Nunes Leal, Coronelismo, Enxada e Voto.
9. Contava-se então esta estória: um fazendeiro chama os peões e distribui-lhes papeis dobrados em envelopes para colocar na urna. Um dos peões pergunta ao patrão se poderia saber o que está escrito no papel. Resposta: “Não pode, não. Você não sabe que o voto é secreto?”
10. Seria de valia para quem deseja conhecer a questão, acessar o site http://www.votoseguro.org e ler a ata de reunião da CCJ da Câmara dos Deputados, de 08.05.2012, na qual falaram os principais especialistas em em segurança eletrônica do País.
11. Há um excelente resumo (12.05.2012) desses depoimentos por Osvaldo Maneschy, que começa assim:
Na audiência pública para discutir se o voto eletrônico deve ser impresso ou não, na última terça 8/5, na CCJ da Câmara, ficou claro: o TSE bate de frente com os especialistas em informática que garantem que a impressão é a única forma de tornar segura a urna eletrônica que usamos no Brasil, de 1ª geração, ultrapassada, diferentemente de máquinas modernas – como a urna eletrônica argentina, de 3ª. geração – que imprime o voto e permite que o eleitor o confira.”
12. Maneschy cita o o professor Diego Aranha, hoje na UNICAMP, e que fizera importante demonstração pública disto: “Tivemos apenas uma hora de acesso ao código-fonte da urna eletrônica brasileira, mas foi tempo suficiente para quebrarmos o único dispositivo que ela usa para garantir o sigilo do voto.”
13. Aranha foi, na UNB, aluno do Prof. Pedro Rezende. Este, em um de seus artigos magistrais, publicado no Observatório da Imprensa, 15.04.2014, esclarece que um sistema eletrônico de votação como o do TSE, baseado em urna modelo DRE, caracterizado por não permitir recontagem dos votos, potencializa ao máximo os problemas decorrentes da informatização, por implicar dependência absoluta em relação ao software.
14. Rezende cita pesquisas da agência oficial dos EUA, U.S. Election Assistance Commission, (diretrizes VVSG – Voluntary Voting System Guidelines) e o Brennan Report, da Universidade de Nova York.
15. Elas descrevem 128 formas de fraude em sistemas de votação eletrônica e recomendam a diretriz VVPAT (Voter-Verifiable Paper Audit Trail), que dota o sistema de trilha de auditoria com registro material de cada voto, verificável pelo eleitor.
16. Esse registro serve para entrada do voto eletrônico na urna, em cujo modo é escaneado, ou como saída do voto eletrônico, em cujo modo é impresso; depois, para depósito manual ou automático, para possível auditoria.
17. Ainda Rezende: “Dos países que testaram ou usaram sistema baseado em urna DRE … todos, à exceção do Brasil, já a abandonaram. Bélgica, Russia, Índia, EUA, Canadá, México, Venezuela, Peru, Equador, Argentina usaram e trocaram ou adaptaram seus sistemas para algum modo VVPAT. Por fim, EUA Israel, Equador e Argentina, em eleições locais ou regionais, já usaram ou usam sistema E2E, cujas trilhas virtual e material de contagem e de auditoria dos votos são interdependentes.”
18. Outro expoente da matéria, o Eng. Amilcar Brunazo Filho diz: “O eleitor argentino pode ver e conferir o conteúdo do registro digital do seu voto. O eleitor brasileiro não pode!. No Brasil, o voto é secreto até para o próprio eleitor.”
19. Não é aceitável, portanto, a postura do STF, TSE e muitos TREs, que têm indeferido pedidos de se demonstrar, perante essas autoridades, a completa vulnerabilidade da urna eletrônica à fraude.
20. Menos ainda, que ministros do STF tenham interferido no poder legislativo, seja para impedir a aprovação do voto impresso, seja para cassá-lo, quando leis foram promulgadas para assegurá-lo.
21. Em 2004, Nelson Jobim, então presidente do STF, fez convocar reunião de líderes da Câmara dos Deputados, na qual os intimidou (todo político tem processos nas altas cortes), para, por voto de liderança, decidirem suprimir da lei a impressão do voto.
22. Chegou a viger, mas quase não chegou a ser aplicada, Lei do Voto Impresso, de autoria do Senador Requião, e, em 2009, foi promulgada por Lula, lei dos deputados Brizola Neto e Flávio Dino, que teve este destino, selado pelo STF, em 06.11.2013:
“O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou a inconstitucionalidade do artigo 5º da Lei 12.034/2009, que cria o voto impresso a partir das eleições de 2014. Na sessão plenária realizada nesta quarta-feira (6), os ministros confirmaram, em definitivo, liminar concedida pela Corte em outubro de 2011, na qual foram suspensos os efeitos do dispositivo questionado pela Procuradoria Geral da República (PGR) na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4543.”
23. Após o 1º Turno das Eleições de 2014, o que já era mais que suspeito, tornou-se flagrante. Nunca se viram discrepâncias tão grandes entre as pesquisas de boca de urna e os resultados finais.
24. Em geral, a favor dos candidatos afinados com o sistema de poder comandado pelas oligarquias financeiras mundial e local, e em prejuízo dos políticos com currículo de defesa dos interesses nacionais, como Requião, ou críticos de sustentáculos daquele sistema (Globo), como o mesmo e Garotinho.
25. O professor Gustavo Castañon, da UF Juiz de Fora, publicou em “O Viomundo”, 11.10.2014, artigo em que define a ‘urna eletrônica brasileira’ como a única do mundo totalmente invulnerável à fiscalização.
26. Castañon assinala que o resultado de Aécio foi muito além da margem de erro do Ibope, 1,5% além do previsto, e o de Dilma, aquém, 2,5%. Aécio tinha 99% de chances de ter entre 28% e 32% dos votos. Teve 33,5%.
27. O outro “erro” foi com os índices de Dilma. Ela teve 0,5% para menos, além da margem de erro. Castañon: “A chance de isso acontecer é bem menor do que 0,005 x 0,005: menor que 0,000025.”
28. Resumindo Castañon: Resultados virtualmente impossíveis aconteceram em todo o País. A avalanche absurda de 40,4% em Sartori no RS, por exemplo, quando a boca de urna previa 29%. Esta dava Genro (PT) 35%, Sartori (PMDB) 29%, Amélia (PP) 26%. As urnas deram Sartori 40,4%, Genro 32,5% e Amélia 21,7%. Não existem espaços na linha para os zeros necessários para expressar a probabilidade de isso ter ocorrido por acaso.
29. Olívio Dutra, no RS, perdeu a vaga no Senado, depois de a boca de urna ter indicado sua vitória por 6 pontos percentuais de diferença. No RJ, 8% dos votos parecem ter sido transferidos de Garotinho para Pezão e Crivella. Pezão teve mais 6% e Crivella mais de 2%, acima da margem de erro.
30. Pergunta, ainda, Castañon: Por que será que temos o Congresso eleito mais fisiológico de todos os tempos? E afirma: “O estado das coisas se torna mais chocante com a quantidade de denúncias de fraude abafadas pela imprensa e o fato de o TSE ter terceirizado a operação das urnas nesta eleição de 2014 para empresas privadas.”
31. Ele conclui: ”só restam duas possibilidades: ou o Ibope fraudou as pesquisas de boca de urna e arruinou voluntariamente sua reputação, ou o Brasil viveu sua maior e mais escandalosa fraude até hoje. Escolha que teoria da conspiração lhe parece mais racional, porque é só o que tem pra hoje.”.
* – Adriano Benayon é doutor em economia e autor do livro Globalização versus Desenvolvimento.

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Messias Franca de Macedo

22 de outubro de 2014 às 00h22

Pense bem
o MENSALÃO
é de quem?!

#####################

Empresa admite que pediu à Lindsay apoio a Aécio no Twitter

Rolou um dim-dim, Aecim?

21 de outubro de 2014 | 22:41 Autor: Fernando Brito

FONTE: http://tijolaco.com.br/blog/?p=22351

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Ana Carla Alves

22 de outubro de 2014 às 01h54

#Dilma13 #PraSeguirMudando #PraRenovarAEsperança #QueroDilma13

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C.Paoliello

21 de outubro de 2014 às 22h54

Governo dos EUA se mobiliza intensamente pelo candidato do PSDB, como no golpe de 64:

http://redecastorphoto.blogspot.com.br/

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Carla Regina

21 de outubro de 2014 às 22h24

eu acredito que possam ser fraudadas sim, afinal, existem racker (não sei como escreve)

Responder

Jacó do B

21 de outubro de 2014 às 22h18

Minha preocupação é única e exclusivamente a fraude nas urnas eletrônicas. Também a censura do TSE contra a Dilma. O Aécio não precisa de horário eleitoral de 10 minutos como a Dilma precisa. Ele tem o Pig 24 hs por dia para detonar a Dilma. E esse direito de resposta depois do último programa tem cheiro de golpe. Aécio não ofenderá a Dilma, mas o Pig faz o trabalho sujo por ele e não existe direito de resposta contra essa máfia midiática. Tô preocupado!

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Simeon

21 de outubro de 2014 às 21h57

Só para lembrar do 2010, as pesquisas também estavam furadas no primeiro turno, mas acertavam quase na mosca no segundo. Foram assim:

Datafolha: 55-45
Ibope: 55-45
Vox Populi: 57-43

Resultado da urna: 56-44

Nem lembro os números que Sensus inventou, só sei que falavam em empate técnica… rsrsrsrs

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Kaká

21 de outubro de 2014 às 21h19

Cara, como em política tem gente fdp. Ontem no programa (eu assisto pra dar rizadas) o aócio fez o maior alarde que estava a frente nas pesquisas e coisa e tals. Hoje afirma que pesquisas não tem sentido, mas que nos traking´s internos está anos luz na frente da Dilma. Ontem estava tudo certo, hoje não dêem ouvidos ao datafolha. Ei Marina? Cadê você? …

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Everaldo

21 de outubro de 2014 às 21h17

Mais denuncias Do Policial Mineiro Lucas Gomes Arcanjo… E essas sao pesadas. O cara é corajoso…vejam
https://m.youtube.com/watch?v=3ySQ_v8DM9A

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Gleidson Luís Bezerra de Araújo

21 de outubro de 2014 às 23h00

vem com Dilma 13!

Responder

Gleidson Luís Bezerra de Araújo

21 de outubro de 2014 às 23h00

vem com Dilma 13!

Responder

C.Paoliello

21 de outubro de 2014 às 20h24

MPF-MG QUEBRA SILÊNCIO IMPOSTO PELO TSE NO CASO AECIOPORTO:

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/10/1535812-procuradoria-apura-se-aecio-cometeu-improbidade-em-obra-de-aeroporto.shtml

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Elizabete

21 de outubro de 2014 às 19h29

GENTE, VAMOS FAZER UM MANIFESTO PARA ELA NÃO IR AO DEBATE. É O GOLPE DE 1989 ACONTECENDO DE NOVO!!!

Responder

Guilherme

21 de outubro de 2014 às 18h43

Nesta reta final, com o Aécio caindo, há o risco dos paulistas ajudarem a empurrá-lo ladeira abaixo.

Responder

HELOISA

21 de outubro de 2014 às 18h32

O Escroto a falar.
Em comício ao lado de Dilma em Itaquera, distrito da Zona Leste da capital paulista, ele falou mal da imprensa – até aí nada demais. É direito dele. E nada tem de original.

Mas a certa altura do seu discurso, ele citou os nomes dos jornalistas Miriam Leitão, do jornal O Globo, e de William Bonner, apresentador do Jornal Nacional da Rede Globo de Televisão.

– Daqui para frente é a Miriam Leitão falando mal da Dilma na televisão, e a gente falando bem dela (Dilma) na periferia. É o (William) Bonner falando mal dela no “Jornal Nacional”, e a gente falando bem dela em casa. Agora somos nós contra eles – ameaçou Lula.

As cerca de cinco mil pessoas reunidas para escutá-lo foram ao delírio. Mais tarde, no teatro da Universidade Pontifícia de São Paulo, no bairro de Perdizes, Lula voltou a criticar a imprensa. E a citar Míriam Leitão e a Rede Globo.

Não dá para afirmar que ele tenha bebido antes de discursar. Aparentava estar sóbrio. Dilma e líderes do PT que testemunharam os discursos de Lula sorriram com o que ele disse. Certamente não pensaram numa coisa – e se pensaram não deram importância.

Responder

    Luís Ribeiro

    21 de outubro de 2014 às 21h27

    Não entendi qual foi o problema.

    Responder

Teder Skiba

21 de outubro de 2014 às 20h25

Dilma13

Responder

Everaldo

21 de outubro de 2014 às 18h16

Miguel, rolou uma estória ( ou história ) de que o Protógenes Queirós disse que houve fraude no primeiro turno em São Paulo… A favor do Chuchu. E que existe prova disso. Não seria o caso de se fazer contato com ele e apuara se é verdade ou não? Afinal se o sistema foi burlado é extremamente perigoso e coloca em jogo um projeto de governo. O que acha????

Responder

A Rodrigues

21 de outubro de 2014 às 17h49

Corrigindo: Miguel.

Responder

A Rodrigues

21 de outubro de 2014 às 17h45

Edu,

Recebi de um conhecido ultra conservador um video no qual a Marilena Chaui, num evento de campanha, desanca com razão a ignorancia e a violência da classe media. Ocorre que tiram do contexto e apresentam como ” o PT odeia a classe media”. Manipulação pura e vem mais por ai.

Responder

Tonny Montenegro

21 de outubro de 2014 às 19h45

Dilma sua linda 13

Responder

Rogério Educador

21 de outubro de 2014 às 19h36

13

Responder

Rogério Educador

21 de outubro de 2014 às 19h36

13

Responder

Rogério Educador

21 de outubro de 2014 às 19h36

Dilma 13 Muda Mais

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Wellington Nunes

21 de outubro de 2014 às 19h28

13

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marcela

21 de outubro de 2014 às 17h19

Como Dilma ficou 8 milhões de votos na frente do Aécio acho que precisa só de uns 7 milhões de votos para ganhar a eleição.

Responder

Maria Regina Novaes

21 de outubro de 2014 às 19h19

Dilma,13…Dilma,13…Dilma,13…!

Responder

Lourival Carneiro

21 de outubro de 2014 às 19h04

Acredito na bolsa de valores, e de acordo com ela é Dilma 13

Responder

Rainédson Freire

21 de outubro de 2014 às 18h59

13,13,13,13,13…..

Responder

Zé Gabriel

21 de outubro de 2014 às 18h56

#Dilma13

Responder

Silvia Martinez Vargas

21 de outubro de 2014 às 18h54

#Dilma13

Responder

Sandra Pacheco Costa

21 de outubro de 2014 às 18h53

reta final, dilma presidenta

Responder

Vera Iansen Lima

21 de outubro de 2014 às 18h41

Silvia Sartori Brunieri

Responder

Gisele Silva

21 de outubro de 2014 às 18h32

45

Responder

Alexandro Rodrigues

21 de outubro de 2014 às 16h18

Miguel, eu temo que no final, 1989 se repita em 2014. Pergunta: você confia nas urnas eletrônicas? Eu tenho completa certeza de que o PSDB possui meios e aliados capazes de fraudar as urnas se o momento assim exigir!

Responder

    Leici

    21 de outubro de 2014 às 16h27

    Duvidar não é de duvidar, esses canalhas são capazes de qualquer coisa…

    Responder

      Sergio

      21 de outubro de 2014 às 18h59

      Você tem razão ! Os PeTralhas são capazes de tudo…fazem o diabo para ganhar uma eleição !

      Responder

    João

    21 de outubro de 2014 às 17h18

    Caro Alexandro, trabalho na Justiça Eleitoral há 20 anos e acompanhei todo o processo de instituição das urnas eletrônicas. Por isso posso afirmar que são seguras, sim! O que é digitado é exatametne o que é computado. As chaves criptográficas impedem fraude. Ao final pode-se inclusive “tirar a prova”: solicitar ao cartório o boletim completo, em papel (que é assinado por fiscais e mesários), de qualquer urna e contejá-lo com os dados que estão disponíveis para qualquer cidadão, nos relatórios de apuração. Acredite: isso é feito direto por desconfiados de todo o tipo, e até agora não houve um caso sequer de divergência.

    Responder

    22 de outubro de 2014 às 00h21

    O que me preocupa são as fraudes nas urnas eletrônicas. Esse pessoal tá muito confiante e é notório que no voto limpo não ganham. Se eu fosse a coordenação da campanha da Dilma tinha buscado ajuda nos serviços secretos da Russia e da China. Tem algo sujo se formando.

    Responder

Ana Salvador Gomes Salvador

21 de outubro de 2014 às 18h15

Dilma 13

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