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Confiança do consumidor dispara em outubro!

Por Miguel do Rosário

10 de novembro de 2014 : 12h36

inc


Mais uma notícia para matar urubu de raiva.

*

Publicado no site da Associação Comercial de São Paulo.

Confiança do consumidor brasileiro sobe 6 pontos em outubro

Segunda, 10 de Novembro de 2014
ACSP | Economia

Aumento se deve ao início de chuvas em regiões brasileiras e à definição eleitoral e está concentrado na classe C e nas regiões Nordeste e Sudeste

São Paulo, 10 de novembro de 2014. O Índice Nacional de Confiança da Associação Comercial de São Paulo mostra que, em outubro, a confiança do consumidor brasileiro marcou 148 pontos – seis a mais do que em setembro. É a mais alta confiança desde junho de 2013, época das manifestações populares, quando o INC despencou para 141 pontos.

O índice varia entre 0 e 200 pontos, sendo que 200 representa o otimismo máximo.

“Esse aumento do INC se deve ao início das chuvas em regiões do interior do Brasil e à definição do cenário eleitoral. É uma boa notícia mas esse crescimento está concentrado na classe C e nas regiões Nordeste e Sudeste, e não no país como um todo”, avalia Rogério Amato, presidente da ACSP e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo). Segundo Amato, nos períodos pré-eleição, a confiança do consumidor tende a cair em razão de incertezas; definido o cenário, a confiança costuma subir.

Há um ano, em outubro de 2013, o INC marcou 142 pontos e, há dois anos, 166 pontos, mostrando que o índice ainda não voltou aos patamares de 2012.

A pesquisa, encomendada pela ACSP ao Instituto Ipsos, foi realizada entre 16 e 31 de outubro em 22 estados brasileiros. Foram feitas 1.000 entrevistas domiciliares por amostra probabilística com cota representativa do eleitorado a respeito de sexo, idade, educação, PEA (População Economicamente Ativa) e região (PNAD e TSE). A margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Regiões

O fim da estiagem e a definição eleitoral podem ter contribuído para os aumentos do INC em algumas regiões e áreas. No Nordeste, o índice marcou 138 pontos ante 131 em setembro. No Sudeste foram 148 pontos contra 137 no mês anterior. Nas capitais analisadas, a confiança marcou 143 pontos, três a mais do que em setembro. No interior foram marcados 153 pontos ante 145. Por fim, nas regiões metropolitanas, o INC foi de 142 pontos ante 135.

Já a confiança dos moradores da região Sul ficou estável com, 166 pontos contra 165. Nas regiões Norte/Centro-Oeste, o INC caiu: em setembro, estava em 162 pontos e, em outubro, passou para 156.

Classes

A classe C registrou o maior aumento da confiança, com 156 pontos (12 a mais do que em setembro).

Na classe AB, ficou estável em 130 pontos ante 129 em setembro. O mesmo ocorreu na classe DE (137 pontos contra 139 em setembro).

O INC de outubro revela que 48% dos entrevistados consideraram boa sua situação financeira atual – uma leve melhora em relaçao a setembro (45%). “É um dado positivo mas a parcela ainda é inferior em relação há dois anos, mostrando que esse índice não recuperou a normalidade. O consumidor parou de se endividar, o que não resulta em vendas melhores”, diz Rogério Amato.

Confira abaixo a íntegra do relatório.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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6 comentários

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Eduardo Jadelias

11 de novembro de 2014 às 13h51

Regis Miranda

Responder

Roberto de Paulo

11 de novembro de 2014 às 11h45

Só os coxinhas,se fazem de cegos,hoje,tem trabalho em grande escala,e salários cada vez melhores,pena que a classe média burra,não admita os avanços,do PT,DILMAxLULA,a inveja e dor de cotovelos matam.

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Maria Regina Novaes

11 de novembro de 2014 às 12h55

kkkkkkkkkkk…Boi quando dispara é um luxo só!

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Marcos Perez

10 de novembro de 2014 às 20h32

Praxíteles Praxedes

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Maria Do Desterro

10 de novembro de 2014 às 20h10

VAMOS DIVULGANDO PESSOAL, NAO VAMOS MAIS DEIXAR Q A MIDIA PODRE ENGANE A NAÇÃO BRASILEIRA. NUNCA MAIS

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Rodrigo Jardim Rombauer

10 de novembro de 2014 às 19h56

os urubólogos da inflação galopante vêm aí…

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