Fundador do Instituto Ideia vê chance de Lula vencer no 1° turno

Hora de virar o disco

Por Miguel do Rosário

12 de fevereiro de 2015 : 23h51

guilhotina


 

Bem, peço desculpas pelo mau humor do último post.

Foi um dia péssimo.

Política pede calma e sangue frio, duas coisas que talvez andem faltando à minha análise.

Li outro dia, num blog, uma entrevista com um jurista que fala sobre a influência das emoções no trabalho de juízes.

“O juiz penal, embora não seja inerte, é imparcial — ao menos em tese. A gente sabe que não existe imparcialidade. Nós inventamos que ele é imparcial. É coisa nenhuma. Ele depende até mesmo do estado de humor, se trepou com a mulher na noite anterior etc. Você acorda bem, acorda mal, acorda deprimido, impressionado. O juiz acorda assim.”

Se um juiz age assim, o que dirá um blogueiro político, cujo trabalho lida com questões às vezes puramente subjetivas, as quais precisa expressar apelando para ferramentas quase literárias?

Não tem jeito. É preciso manter o coração tranquilo e o espírito firme, e vice versa.

Há um tempo que venho lendo (já comecei, parei, recomecei, diversas vezes) um romance de Anatole France, intitulado Les Dieux ont soif, Os Deuses têm sede.

É a história do terror na revolução francesa.

Uma denúncia contra a violência revolucionária, mas feita por alguém com uma grande compreensão do que estava em jogo ali.

A luta entre milhares de anos de tradição e preconceitos e um presente que não pedia para nascer: simplesmente nascia, brutal, faminto, irreversível.

A revolução francesa tinha elementos espirituais, mas a força que a deflagrou veio do que existe de mais profundo na alma humana: o estômago.

E só foi possível através do esforço de milhares e milhares de camaradas, trabalhando quase sempre em condições precárias.

Logo no primeiro capítulo do livro, na terceira página, o personagem principal, o jovem Evariste Gamelin, um orgulhoso e severo jacobino, visita uma seção onde funcionavam alguns comitês da revolução.

Ele encontra Fortuné Trubert, secretário do comitê militar, em cujas costas repousavam responsabilidades imensas, as vidas de milhares de pessoas envolvidas nas escaramuças que tomavam conta de todo o país.

Perguntado sobre sua saúde, Trubert sempre respondia que tudo bem andava às mil maravilhas, apesar de estar doente de tanto trabalho.

Perguntado sobre a situação, respondia:

“- A situação continua mesma”.

É a deixa para o autor revelar o que se passava:

“A situação era terrível. O mais belo exército da República acossado em Mayence; Vallencienes cercada; Fontenay tomada pelos Vendéens; Lyon revoltada; os Cévennes insurgidos; a fronteira aberta aos espanhóis; dois terços dos departamentos invadidos ou sublevados; Paris sob os canhões austríacos, sem dinheiro, sem pão.”

(…)

“Enquanto isso, Fortuné Trubert escrevia tranquilamente. (…)

Trabalhando doze ou catorze horas por dia, diante de sua mesa de madeira branca, na defesa da pátria em perigo, este humilde secretário de um comitê de seção não via a desproporção entre a enormidade de sua tarefa e a pequenez de seus meios, tanto ele se sentia unido ao esforço comum a todos os patriotas, tanto ele partilhava o corpo com o resto do país, tanto sua vida se confundia com a vida de um grande povo.

Ele era daqueles que, entusiastas e pacientes, após cada derrota, preparava o triunfo impossível. Esses homens simples, que haviam destruído a monarquia, revirado o velho mundo, esse Trubert, pequeno engenheiro óptico, esse Gamelin, pintor obscuro, não esperavam agradecimento de seus inimigos. Eles não tinham escolha entre a vitória ou a morte. Daí o seu ardor e a sua serenidade”.

*

É tão bonito, não?

Eu acho que devemos aplicar esses princípios à situação política atual.

A direita avança em todas as frentes. Também na revolução francesa, e isso está no livro de France, os capitalistas se ocupavam continuamente de tentar corromper os políticos influentes da revolução. E conseguiam.

O terror, de certa maneira, foi uma reação histérica da própria revolução para extirpar a corrupção de si mesma.

Acabaram todos na guilhotina.

A revolução então termina com a tomada do poder por Napoleão, derrubando seus anseios democráticos, mas implementando alguns princípios legais que transformariam o mundo inteiro.

Em seguida, há reação, outra revolução, outra reação, num movimento pendular que culminará na França de hoje, um país amargurado pelo pessimismo, mas orgulhoso de suas conquistas no campo da cultura, do bem estar social, da mobilidade urbana.

Eu quero dizer o seguinte.

Não temos como escapar de um eventual pessimismo, diante da nova ofensiva midiática, conjugada à apatia do governo.

Quem sofre, naturalmente, é o trabalhador, preso em meio a uma crise que paralisa a atividade econômica.

Lembro-me que, certa feita, li um desses caricatos conservadores de jornal escrever: “A França, como a Inglaterra, teria se modernizado sem a maldita revolução”.

Maldita revolução…

É muito curioso alguém pretender julgar a história.

Mais curioso ainda, depois de tantos séculos, odiar a revolução francesa.

Como se os fatos históricos não fossem todos encadeados, como se a revolução francesa fosse um livro que não devesse ter sido escrito.

Um dia, num futuro distante, algum historiador poderá catalogar o período histórico que vai dos anos 50 aos dias de hoje, como uma sucessão ininterrupta de golpes políticos articulados com auxílio da mídia.

Talvez possamos, desde já, chamar esse período, iniciado em 1954, com o suicídio de Vargas, até 2015, quando se articula um segundo golpe, muitas vezes mais sofisticado, como a “era da mídia”.

Livros serão escritos, num ambiente já mais tranquilo, estável, sobre décadas e décadas de histeria midiática e técnicas de tortura semiótica aplicadas à política.

O poder da nossa mídia para torturar, destruir e humilhar é extraordinário. É a única coisa que explica o suicídio de Vargas e o golpe de 64.

A última eleição de Dilma foi, por isso mesmo, um verdadeiro milagre, só explicável pela comunicação produzida na campanha.

Não me refiro apenas à propaganda eleitoral da TV, mas ao contato direto entre Dilma e o povo, através dos comícios e dos encontros.

Mas não vou mais falar de comunicação, porque isso já encheu o saco. Hora de virar o disco.

Encerro com uma notícia que, acho eu, nunca contei por aqui.

Vocês sabiam que a indústria do cinema e audiovisual nos EUA é altamente sindicalizada? Isso desde a década de 20, ao menos.

Claro que vocês nunca verão isso no Globo Repórter…

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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25 comentários

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joão da silva

16 de fevereiro de 2015 às 13h42

Meu filho estuda em Escola Pública em São Paulo. Recebeu os livros didáticos. Pesquisei na internet e custam entre R$ 150,00 e R$ 200,00. São oito no total. Se tivesse que comprar seriam gastos R$ 1200,00 (8×150,00 -média pelo menor valor). São livros que os coxinhas estudam em escolas particulares. Adivinha de onde vieram esses livros? GOVERNO FEDERAL. O Governo Estadual forneceu apenas umas apostilas fajutas. Esse é um dos motivos que querem tirar nossa Presidente, pois Ela está investindo em educação para todos. Temos que defendê-la. Vamos nos unir. Afinal somos 54 milhões de brasileiros que votaram Nela.

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Paulo Martins

15 de fevereiro de 2015 às 13h44

A página da comunicação não tem como ser virada não Miguel… deveria ser prioridade na gestão popular… percebeu como os posts da presidenta no FB finalmente voltaram? Já é um começo… bola pra frente…

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Euler

14 de fevereiro de 2015 às 11h10

Vai aí um resumo da semana:

1) Paraná parece ter se tornado, juntamente com SP, um antro de conservadores ligados aos tucanos. Salvo as exceções, que não são poucas, claro. Mas, vide a Operação Lava Jato, feita sob encomenda com personagens do Paraná – juiz Moro, delegados anti-petistas da PF, promotores igualmente anti-petistas e advogados tucanos dos bandidos delatores premiados com a liberdade – desde que acusem o PT;

2) O pacote de maldade do desgoverno Beto Richa inclui a apropriação do Fundo de Previdência dos servidores públicos, coisa que Anastasia, no governo tucano de Minas em 2014, já fizera, sem a rebelião que vimos no Paraná. Mas, Minas pelo menos derrotou os tucanos nas urnas. Nas barbas de Aécio;

3) Dilma deveria aproveitar esse exemplo de manifestação popular e mandar suspender imediatamente o pacotinho de maldade que o governo federal fez no começo do ano, com esse papo furado de ajuste fiscal nas costas dos trabalhadores. Exatamente o oposto do que ela prometera em campanha. Inaceitável;

4) se quer fazer ajuste fiscal, presidenta Dilma, vai pra cima dos sonegadores de impostos, os ricos, que deixaram de recolher muitos bilhões e continuam livres, leves e soltos. Inclusive a Globo. Faça um pacotaço contra os ricos, incluindo cobrança de mais impostos sobre as fortunas, e você terá apoio nas ruas, por parte dos trabalhadores. Principalmente se vincular essas medidas a planos concretos em favor dos de baixo. Economizar para quê? Para pagar mais juros a banqueiros? Ou para construir mais dois milhões de casas populares a fundo perdido para as famílias pobres? É preciso ir direto ao ponto e se comunicar com os trabalhadores;

5) os tucanos são inimputáveis. Nada os atinge. A mídia não os ataca ou denuncia em momento algum. Nem a justiça, nem o ministério público e nem mesmo a polícia federal de Zé Cardozo. Até agora eles foram poupados de todos os escândalos: do Banestado, do mensalão tucano de MG, do trensalão, do Petrolão, da compra de votos por FHC, da imoral privataria tucana, que entregou praticamente todas as estatais brasileiras para grupos de rapina a preço de banana podre; do caso da Sabesp; além dos sonegadores do HSBC, entre muitos outros casos. Nada disso aparece na Globo ou na Band ou na Folha. Só o PT é freguês de carteirinha dessa mídia golpista. E ainda paga caro para isso;

6) a rebelião no Paraná, se tivesse acontecido num governo do PT, teria virado notícia de destaque em todos os jornais e rádios e TVs. É a democracia sem liberdade de expressão na qual vivemos. Deve ser a única democracia no mundo – e o governo do PT tem culpa nisso – que convive com total ditadura midiática controlada por meia dúzia de barões golpistas e canalhas. Isso tem que acabar!
É este o resumo.

Responder

Ruth

13 de fevereiro de 2015 às 22h42

Miguel , não há o q desculpar -se ! Você foi tão verdadeiro no seu post que eu achei foi graça sabia ? Ri muito fo thriller político José Dirceu 5 episódio 12 !! Foi coisa de quem se importa , se emociona e se envolve. Muito legal isto. Sou uma otimista e ler os seus posts me mantém ligada , pés no chão . Valeu e tj , tj !

Responder

    Miguel do Rosário

    14 de fevereiro de 2015 às 10h58

    Obrigado.

    Responder

Leleco

13 de fevereiro de 2015 às 15h25

Apenas uma observação : No final do texto , quando decide parar de falar em comunicação e virar o disco , encerra o artigo mencionando exatamente a maior máquina de comunicação e propaganda do mundo , ou seja a intocável industria do cinema e áudiovisual dos EUA .

Responder

Ronaldo Souza

13 de fevereiro de 2015 às 13h26

Miguel, não tem como não ter momentos de desencanto nos tempos atuais. Desencantos estimulados pela inercia do governo, concordo, mas que muitas vezes têm a ver com a nossa desilusão pessoal com a canalhice de outras pessoas, particularmente daquelas que fazem essa imprensa vil e corrupta, como bem disse Pulitzer.
Aproveito para sugerir a você e aos demais que lhe acompanham; que tal deixar esse rapaz, Andre, vomitar à vontade e não dar ousadia. Talvez alguns achem que não é tão fácil assim, mas é. Ninguém suporta provocar e não produzir respostas por muito tempo.
Sou professor e fui agredido até por ex-alunos no face book durante meses na campanha presidencial. Nunca, vou repetir, nunca respondi. Chegou ao ponto de minha filha mais velha se indignar com um deles, entrar no face dizendo para ele me respeitar (ela tinha sido colega da irmã dele) e advogadas amigas dela dizerem que se eu quisesse tinha como interpela-lo judicialmente.
Foi aí que logo após a vitória de Dilma, postei o texto abaixo (uma vez você postou aqui um texto meu, retirado dos comentários do blog de Nassif – de vez em quando ele posta textos meus). Segue o texto.

É preciso algo mais

Por Ronaldo Souza

Quem tem com o que me pagar nada me deve; quem não tem telhado de vidro que atire a primeira pedra; ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão…

Há uma diversidade enorme deles, os ditados populares. Refletem a sabedoria popular, e, como diz um deles, “a voz do povo é a voz de Deus”. De tão fortes, atravessam gerações.

Uma provocação sutil, uma insinuação, uma alteração de ânimos, um destempero… Quantos resistem? Acirram-se os ânimos e muitas vezes daí à discussão inútil e estéril é um passo.

Acredito que muitos já tiveram momentos em que não existe nada melhor do que calar. Diante do maior absurdo que acabou de ser dito, cala-se.

Fácil?

Não.

Pelo contrário, muito difícil.

Uma das coisas que a vida ensina é ouvir e ponderar. Só a vida pode ensinar isso, ainda que a poucos. Dizem que nenhuma outra é igual e tem o poder de ensinar tanto quanto a escola da vida.

Viu como ele ficou caladinho? Não disse nada. Quem cala, consente!

Fatal.

Não é exatamente assim.

Só a vida lhe dá sabedoria e forças para negar a verdade que pode existir nesse ditado.

Imagina-se que alguém calou porque não teve como negar. Imagina-se que alguém calou porque não teve como se defender. Quem cala, consente.

Ainda que poucos consigam faze-lo, algumas vezes quando alguém cala é porque percebeu que não vale a pena discutir. Poucos entenderão e, portanto, poucos perceberão que alguém que calou não fugiu do debate. Simplesmente pôs o seu oponente para fora dele.

Tirou-lhe qualquer chance de discutir. Colocou-o degraus abaixo. Ele, o oponente, dificilmente perceberá.

Muitas vezes quando alguém cala é porque venceu.

Quando um não quer, dois não brigam.

Pode ser dito de outra maneira.

Quando um entende que não vale a pena, não permite a briga.

A provocação inteligente será sempre respondida. É certo que exigirá um oponente inteligente. Todos ganham.

Da discussão nasce a luz. Não é assim que dizem?

Mas só da discussão inteligente. A provocação pequena, ao contrário, não terá resposta.

E esta será a resposta.

É sábio não responder às perguntas para as quais não há respostas.

Parece óbvio, mas não é.

Determinados profissionais, entre os quais muitos professores, por medo de parecerem “não conhecedores do assunto”, dão respostas onde não há.

Também pode ser sábio não responder a aquelas para as quais se tem a resposta. Uma pergunta, uma colocação provocativa, agressiva, costuma esconder a ignorância e o desespero de quem a faz.

Em momentos como esse, apto a responder sem dificuldades, às vezes é difícil calar. Ao calar, poucos perceberão, mas estará exposta a fragilidade do interlocutor. Ele, o interlocutor, não perceberá. E continuará vomitando a sua ignorância.

Sábios os homens que se calam.

A vida ensina.

Não são muitos os que aprendem.

Responder

Ligia Malta

13 de fevereiro de 2015 às 10h26

Miguel, você e o máximo! Tenho lido seu blogue diariamente, desde o affair Charlie. Impressionante sua capacidade, e obstinação, de esmiuçar tecnicamente os assuntos. E sem perder a elegância intelectual, com referências históricas e literárias. Tem todo o direito de chutar o balde de vez em quando! O meu já esta que é um farrapo, esses últimos dias. Pra mostrar minha admiração mais pragmaticamente, estou assinando seu blog.

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    Miguel do Rosário

    13 de fevereiro de 2015 às 11h04

    Obrigado, Ligia. Pela assinatura e principalmente pelas palavras.

    Responder

zé eduardo

13 de fevereiro de 2015 às 09h57

Inspiração Trubert: visão e postura ‘esperançosa e paciente’! Esse post já virou o disco! Prá desespero dos trolls que estão ficando sem gás. Ficar de olho vivo é prudente, mas esse golpe tá começando a dançar. Parabéns, Miguel.

Responder

Ninguém

13 de fevereiro de 2015 às 09h54

O idiota que chamou a Revolução Francesa de maldita parece não saber que o Brasil e – muito provavelmente – ele(a) mesmo(a) só existem porque houve a Revolução Francesa. Sem esta, não haveria a invasão de Portugal por Napoleão, a fuga da Família Real para o Brasil, o processo de interiorização da metrópole, a volta de D. João VI a Portugal e a declaração da Independência.

Responder

Mauricio Gomes

13 de fevereiro de 2015 às 09h27

Miguel,

Seria interessante correr atrás da lista de brasileiros no escândalo do HSBC, é bem provável que haja dezenas de arautos da ética envolvidos nessa tramoia. Inclusive uma certa empresa jornalística sonegadora de impostos. Essa lista deve conter preciosidades….

Responder

divino borges

13 de fevereiro de 2015 às 08h13

Pelo que percebo nas redes sociais, a turma do impeachment está perdendo força. Inclusive, havia uma manifestação contra o impeachment marcada para o mesmo dia em que os coxinhas revoltados pretendem sair às ruas e ela foi cancelada, exatamente por causa disso. Até a Veja resolveu dar um tempo. E o juiz Moro, na falta de coisas novas, resolve de repente dar publicidade a depoimentos que aconteceram há três, quatro meses. E a militância do PT e dos eleitores da Dilma, que andava meio adormecida, está reagindo. As ações da Petrobras, vejam só, subiram 5% só ontem. O dólar caiu. Então, pra resumir, estou otimista. Quanto ao twitter, qualquer coisa entra nos TT’s por algum tempo, não é motivo de pânico. Ah, e quanto ao Pizzolatto, acho que seria ótimo que ele fosse repatriado, assim poderíamos por os pingos nos is sobre a história do mensalão.

Responder

gg

13 de fevereiro de 2015 às 06h40

Acho q todos la sao sindicalizados…

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gg

13 de fevereiro de 2015 às 06h39

NBA…tambem…sindicalizados…e param o campeonato senao forem dados as condiçoes q eles exigem.

Responder

gg

13 de fevereiro de 2015 às 06h36

Café…o HSBC

Responder

Alvaro Dias

13 de fevereiro de 2015 às 03h44

Eu tambám acho que se deve vira o disco e também os olhos. Quando Lula disse que na desconfiança ele confiaria no companheiro e não nas denuncias é algo inadimisível. Ser PT é imaculado?????? Por isso estamos nessa situação. Defender incondicionalmente um indivíduo ou um partido é difernte de defender uma idéia. Vire o disco e os dias vão ser menos amargos para você.

Responder

Pharaô

13 de fevereiro de 2015 às 02h57

É galera mesmo com tudo isso!
acho que o Brasil,É ainda o melhor lugar; do Mundo! não tem terremoto,tsunami,Vulcão,Mulçumanos…embora exista “Mafiosos Satanicos”que manipula o jogo;pra ficar mais confortável em seus propósitos!
enganando e influenciando “ANTAS” como Lobão e Danilo gentile…
Raul seixas JA Tinha pegado a Visão da traição dos Vassalos
https://www.youtube.com/watch?v=d3iI-ktX2WI

Responder

    Márcio Souza

    13 de fevereiro de 2015 às 09h42

    Mas tem político corrupto e isso é pior que terremoto, tsunami, vulcão e muçulmanos!

    Responder

Edilberto Pires

13 de fevereiro de 2015 às 01h26

O PT não é o partido do futuro o futuro do Brasil é o PT e pronto

Responder

    Márcio Souza

    13 de fevereiro de 2015 às 09h41

    Pobre do país que depende de partido formado por corruptos!

    Responder

      Wladimir

      13 de fevereiro de 2015 às 12h21

      O Edilberto tava falando do PT e não do PSDB. Ainda bem que o país não está nas mãos dos entreguistas e vendilhões da Pátria desse partido!

      Responder

Ednaldo Risco

13 de fevereiro de 2015 às 00h50

https://www.youtube.com/watch?v=bxGB4yOpDPI

Responder

Renato Aroeira

12 de fevereiro de 2015 às 23h59

Belo artigo…

Responder

    Selma

    13 de fevereiro de 2015 às 03h42

    Querido Miguel, é esta humanidade honesta, exposta, que é capaz de recuar, admitir as próprias oscilações de humor, que nos encanta em você! Obrigada pela honestidade! É lindo ler seus posts também por isso! Você é indispensável e talvez não imagine as rachaduras que vai provocando na velha mídia. Breve a casa cairá! Portanto, resista! Resista e não deixe de nos brindar com a percepção acurada do cérebro privilegiado que Deus lhe deu e com esta alma linda que inspira todo dia!

    Responder

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