Análise em vídeo das manifestações do 2 de outubro e as vaias a Ciro

Vídeo: Cafezinho e professor da UFMG dão entrevista à Globovision

Por Miguel do Rosário

19 de junho de 2015 : 11h53

Segue o vídeo da entrevista que eu e o professor José Luiz Quadros Magalhaes, da UFMG, demos a uma das emissoras privadas de oposição, Globovision.


Profesor Quadros: Es inoportuna visita de… por Globovision

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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34 comentários

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Jlqm Jlqm

20 de junho de 2015 às 11h55

Venezuela: o mundo está ao contrário e ninguém reparou…

José Luiz Quadros de Magalhães

Não, muita gente está reparando, talvez a maioria ainda não, mas na Venezuela, um povo em luta se indigna com a injustiça e as mentiras que a grande mídia privada na Venezuela, no Brasil, e em muitos outros lugares, conta diariamente sobre os mais de quinze anos de transformação social e de recuperação da soberania e dignidade, que as pessoas deste país vem construindo.
Escrevo este texto da Venezuela onde posso sentir, profundamente, a nova guerra global. A guerra é pelo controle da vontade das pessoas. Uma guerra global dentro da cabeça. Um massacre midiático acompanhado de uma guerra econômica gera efeitos psicológicos em todas as pessoas. Atinge a cabeça, constrói mentiras e fantasias, machuca os corações, corrói o fígado. Os ataques vêm de forma permanente de dentro e fora do território. Sim, esta é a nova guerra global, um ataque em larga escala, violento e ininterrupto que procura acabar com toda a resistência das pessoas e de todo um povo.
O excesso de informação, a superficialidade, geram violência e incompreensão.
Ontem, dia 18 de junho de 2015, uma comitiva de “senadores” brasileiros, de pensamento de direita, e sem nenhuma sustentação histórica que os autorize a falar em defesa de “direitos humanos”, chegam a Venezuela para defender “os direitos humanos” de “presos políticos”. O teatro do absurdo em que vivemos apresenta mais um “ato”. Nesta comitiva encontramos políticos envolvidos com a violência no campo; com a construção de uma política pública de segurança contra os pobres em um estado, cuja a capital assiste a morte de mais de 90 jovens (na maioria negros e todos pobres); com violência policial e repressão aos professores; com a censura à imprensa, perseguição de jornalistas, demissão, entre outras acusações que estão sendo investigadas. Estes homens visitam um político, de um país vizinho, que participou de um golpe de estado que foi frustrado pelo povo da Venezuela, e doze anos depois tenta outro golpe, defendendo publicamente na TV, rádios e jornais a derrubada do governo (o que em qualquer estado de direito do mundo é crime gravemente punido) incitando as pessoas a se manifestarem de forma violenta, manifestações estas que levaram à morte 43 pessoas.
Tive acesso à investigação do Ministério Público. Tenho cópias de fotos e dos resultados da apuração até o momento. A Venezuela é um estado soberano, democrático e com instituições republicanas que funcionam, os fatos estão sendo apurados e é, no mínimo irresponsável a intromissão destes senadores nas questões internas de um país democrático, para apoiar políticos de extrema direita (o que significa que são violentos e anti-democráticos), para tentar ganhar dividendos políticos no Brasil e criar fatos para continuar desestabilizando o governo brasileiro, impedindo sistematicamente o governo eleito democraticamente, de governar, e ajudando a fazer o mesmo no país vizinho.

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Jlqm Jlqm

20 de junho de 2015 às 11h55

Venezuela: o mundo está ao contrário e ninguém reparou…

José Luiz Quadros de Magalhães

Não, muita gente está reparando, talvez a maioria ainda não, mas na Venezuela, um povo em luta se indigna com a injustiça e as mentiras que a grande mídia privada na Venezuela, no Brasil, e em muitos outros lugares, conta diariamente sobre os mais de quinze anos de transformação social e de recuperação da soberania e dignidade, que as pessoas deste país vem construindo.
Escrevo este texto da Venezuela onde posso sentir, profundamente, a nova guerra global. A guerra é pelo controle da vontade das pessoas. Uma guerra global dentro da cabeça. Um massacre midiático acompanhado de uma guerra econômica gera efeitos psicológicos em todas as pessoas. Atinge a cabeça, constrói mentiras e fantasias, machuca os corações, corrói o fígado. Os ataques vêm de forma permanente de dentro e fora do território. Sim, esta é a nova guerra global, um ataque em larga escala, violento e ininterrupto que procura acabar com toda a resistência das pessoas e de todo um povo.
O excesso de informação, a superficialidade, geram violência e incompreensão.
Ontem, dia 18 de junho de 2015, uma comitiva de “senadores” brasileiros, de pensamento de direita, e sem nenhuma sustentação histórica que os autorize a falar em defesa de “direitos humanos”, chegam a Venezuela para defender “os direitos humanos” de “presos políticos”. O teatro do absurdo em que vivemos apresenta mais um “ato”. Nesta comitiva encontramos políticos envolvidos com a violência no campo; com a construção de uma política pública de segurança contra os pobres em um estado, cuja a capital assiste a morte de mais de 90 jovens (na maioria negros e todos pobres); com violência policial e repressão aos professores; com a censura à imprensa, perseguição de jornalistas, demissão, entre outras acusações que estão sendo investigadas. Estes homens visitam um político, de um país vizinho, que participou de um golpe de estado que foi frustrado pelo povo da Venezuela, e doze anos depois tenta outro golpe, defendendo publicamente na TV, rádios e jornais a derrubada do governo (o que em qualquer estado de direito do mundo é crime gravemente punido) incitando as pessoas a se manifestarem de forma violenta, manifestações estas que levaram à morte 43 pessoas.
Tive acesso à investigação do Ministério Público. Tenho cópias de fotos e dos resultados da apuração até o momento. A Venezuela é um estado soberano, democrático e com instituições republicanas que funcionam, os fatos estão sendo apurados e é, no mínimo irresponsável a intromissão destes senadores nas questões internas de um país democrático, para apoiar políticos de extrema direita (o que significa que são violentos e anti-democráticos), para tentar ganhar dividendos políticos no Brasil e criar fatos para continuar desestabilizando o governo brasileiro, impedindo sistematicamente o governo eleito democraticamente, de governar, e ajudando a fazer o mesmo no país vizinho.

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Jlqm Jlqm

20 de junho de 2015 às 11h55

Venezuela: o mundo está ao contrário e ninguém reparou…

José Luiz Quadros de Magalhães

Não, muita gente está reparando, talvez a maioria ainda não, mas na Venezuela, um povo em luta se indigna com a injustiça e as mentiras que a grande mídia privada na Venezuela, no Brasil, e em muitos outros lugares, conta diariamente sobre os mais de quinze anos de transformação social e de recuperação da soberania e dignidade, que as pessoas deste país vem construindo.
Escrevo este texto da Venezuela onde posso sentir, profundamente, a nova guerra global. A guerra é pelo controle da vontade das pessoas. Uma guerra global dentro da cabeça. Um massacre midiático acompanhado de uma guerra econômica gera efeitos psicológicos em todas as pessoas. Atinge a cabeça, constrói mentiras e fantasias, machuca os corações, corrói o fígado. Os ataques vêm de forma permanente de dentro e fora do território. Sim, esta é a nova guerra global, um ataque em larga escala, violento e ininterrupto que procura acabar com toda a resistência das pessoas e de todo um povo.
O excesso de informação, a superficialidade, geram violência e incompreensão.
Ontem, dia 18 de junho de 2015, uma comitiva de “senadores” brasileiros, de pensamento de direita, e sem nenhuma sustentação histórica que os autorize a falar em defesa de “direitos humanos”, chegam a Venezuela para defender “os direitos humanos” de “presos políticos”. O teatro do absurdo em que vivemos apresenta mais um “ato”. Nesta comitiva encontramos políticos envolvidos com a violência no campo; com a construção de uma política pública de segurança contra os pobres em um estado, cuja a capital assiste a morte de mais de 90 jovens (na maioria negros e todos pobres); com violência policial e repressão aos professores; com a censura à imprensa, perseguição de jornalistas, demissão, entre outras acusações que estão sendo investigadas. Estes homens visitam um político, de um país vizinho, que participou de um golpe de estado que foi frustrado pelo povo da Venezuela, e doze anos depois tenta outro golpe, defendendo publicamente na TV, rádios e jornais a derrubada do governo (o que em qualquer estado de direito do mundo é crime gravemente punido) incitando as pessoas a se manifestarem de forma violenta, manifestações estas que levaram à morte 43 pessoas.
Tive acesso à investigação do Ministério Público. Tenho cópias de fotos e dos resultados da apuração até o momento. A Venezuela é um estado soberano, democrático e com instituições republicanas que funcionam, os fatos estão sendo apurados e é, no mínimo irresponsável a intromissão destes senadores nas questões internas de um país democrático, para apoiar políticos de extrema direita (o que significa que são violentos e anti-democráticos), para tentar ganhar dividendos políticos no Brasil e criar fatos para continuar desestabilizando o governo brasileiro, impedindo sistematicamente o governo eleito democraticamente, de governar, e ajudando a fazer o mesmo no país vizinho.

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Jlqm Jlqm

20 de junho de 2015 às 11h55

Veja este texto meu amigo

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20 de junho de 2015 às 11h55

Veja este texto meu amigo

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20 de junho de 2015 às 11h55

Veja este texto meu amigo

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José Luiz Quadros de Magalhães

20 de junho de 2015 às 11h51

Ei Miguel vou te convidar pelo meu outro perfil para sermos amigos no face. Tem este José Luiz Quadros de Magalhães e o Jose Luiz Quadros Magalhães e o Jlqm Jlqm.

Responder

José Luiz Quadros de Magalhães

20 de junho de 2015 às 11h51

Ei Miguel vou te convidar pelo meu outro perfil para sermos amigos no face. Tem este José Luiz Quadros de Magalhães e o Jose Luiz Quadros Magalhães e o Jlqm Jlqm.

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José Luiz Quadros de Magalhães

20 de junho de 2015 às 11h51

Ei Miguel vou te convidar pelo meu outro perfil para sermos amigos no face. Tem este José Luiz Quadros de Magalhães e o Jose Luiz Quadros Magalhães e o Jlqm Jlqm.

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Luiz Barone

20 de junho de 2015 às 07h25

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mario agustin rivero

19 de junho de 2015 às 20h54

Exelente participacion de los dos ,,,miguel rosario un placer conocerte mismo que sea por un video , hace unos meses sigo tu blog con atencion , el espanol estuvo muy bien .
a midia esta botando em xaque todos os gobiernos populares da regiao latinoamericana, e bom denunciar e ainda estamos esperando o brasil. dilma , tome esta nova luta com mais forca , organizando meios de comunicacao como este blog ,ou procurando uma nova lei de meios de comunicacao

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Rafael Paiva

19 de junho de 2015 às 21h49

Marco Túlio Vilhena Beraldo

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    Anônimo

    19 de junho de 2015 às 23h59

    Portunhol danado hein!!! Visita paga pelos “democratas” venezuelanos….

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Priscila Miranda Do Rosario

19 de junho de 2015 às 19h04

hehe Tucuman assistiu!

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Priscila Miranda Do Rosario

19 de junho de 2015 às 19h04

hehe Tucuman assistiu!

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Priscila Miranda Do Rosario

19 de junho de 2015 às 19h04

hehe Tucuman assistiu!

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Almir Falcao

19 de junho de 2015 às 15h38

Uma boa entrevista, Miguel. Mas tens de melhorar o portunhol.

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Iasmin Moris

19 de junho de 2015 às 15h03

Que bom, conhecer o Cafezinho, .

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