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Lindbergh adverte: para vencer o golpe, mudar a política econômica

Por Miguel do Rosário

07 de julho de 2015 : 19h06

O senador escreveu um artigo muito lúcido sobre os perigos vividos por nossa democracia.

Lúcido porque aponta também os erros políticos do governo, e sugere soluções quase óbvias.

Lindbergh chama o que está acontecendo pelo seu verdadeiro nome: conspiração.

Leia abaixo.

***

Mudar a política econômica, unificar a base social e enfrentar o golpe

Por Lindbergh Farias

A leitura dos jornais no final de semana me deixou indignado. Jamais pensei que o Brasil iria reviver seu passado obscuro: uma conspiração aberta, sem peias nem pudor, contra uma presidenta eleita democraticamente pela maioria do povo brasileiro. É lamentável constatar que entre os principais envolvidos nessa conspiração estão muitas das principais lideranças do PSDB, um partido que no passado se comportou como um dos fiadores da democracia brasileira.

Advirto que golpe é como brincar com fogo. É como abrir uma caixa de Pandora. Um golpe sabe-se como começa e nunca se sabe como termina. Em 1964, dizia-se que o golpe duraria até 1965, quando da eleição do novo presidente da República. Resultado: durou vinte e um longos anos. Mas os golpistas não passarão, para relembrar as palavras da heroína da guerra civil espanhola, Dolores Ibárruri.

Minha angústia aumenta ao perceber que o governo que elegemos, da honrada presidenta Dilma Rousseff, parece ainda não ter noção da gravidade da conspiração que visa derrubar o seu governo ainda este ano. O povo brasileiro amadureceu e não será conivente com qualquer tentativa de ruptura da ordem democrática no país. É por isso que não se pode ter uma posição defensiva.

Em Brasília, não é segredo para ninguém que a aliança do PSDB com setores do PMDB não está restrita a questões como a redução da maioridade penal. Tramam para afastar uma presidenta da República eleita de forma legítima. Nem se pede mais segredo de bastidores, a conspiração é aberta e escancarada.

Há dois argumentos centrais exibidos pelos que defendem a ruptura da continuidade democrática. O primeiro, pauta de todos os discursos, é o de que a crise política e a fragilidade do governo estão fazendo o Brasil afundar em um cenário de recessão e de alta da inflação. Afirmam que não há como sairmos dessa situação sem mudar o governo.

O outro argumento – este de bastidor – é que nunca houve na história do Brasil um governo tão fraco na relação com o Poder Judiciário, o Ministério Público e a Polícia Federal. Se em público os tucanos aplaudem o juiz Sérgio Moro, em privado falam de abusos no processo e prometem que, se chegarem ao poder, tudo mudará. Não cansam de repetir que não agirão como Dilma, “que lavou as mãos”, e prometem um governo forte, com ascendência sobre o Ministério Público, trânsito no STF e nos meios de comunicação. Lembram que, no período FHC, era o presidente quem escolhia o Procurador (Engavetador) da República. Não havia eleição, isso foi “invenção do Lula”. Nunca vi tanto cinismo junto!

Trata-se, como evidente, de um discurso encomendado para seduzir setores da própria base governista. Vou mais longe: o que começou como uma conspiração está tomando a feição de um acordo, já com roteiro e plano de ação prontos. Falam-se das “pedaladas” e da rejeição das contas pelo TCU, mas a grande aposta é no TSE.

Sabe-se que o PSDB, logo que terminou as eleições presidenciais do ano passado, entrou com uma representação, uma AIJE (Ação Indireta de Investigação Eleitoral), de suposto “abuso de poder econômico”. Procura-se de todas as maneiras forjar um depoimento de um dos delatores presos na Operação Lava Jato, falando de “origem ilegal de recursos de campanha”. Pronto. Arrumou-se o mote.

A partir desse depoimento, parte-se para cabalar votos no Tribunal. Como é um Tribunal pequeno, apenas sete membros, uma maioria circunstancial de quatro permite o afastamento da presidenta da República. Sem nem precisar passar pelo Congresso! Sem nem passar pelo complexo e desgastante processo de um impeachment! Restaria a Dilma apenas lutar por uma liminar junto ao STF.

Resultado do hipotético julgamento junto ao TSE, afastados a Presidenta e o Vice, assumiria a Presidência da República, por três meses, o deputado Eduardo Cunha, enquanto novas eleições seriam realizadas. Este é o roteiro preferencial da chanchada preparada pela oposição e por alguns setores da ainda formalmente chamada “base governista”.

Alguém pode perguntar: o PMDB embarca nesta canoa furada mesmo contra Michel Temer? Ora, o Temer é minoria no PMDB. Além disso, aqui sabemos que ele não tem boas relações com seu próprio partido no Senado. E o controle da bancada do PMDB na Câmara é de Eduardo Cunha, que adoraria assumir a Presidência da República de forma interina. Evidentemente, se esse caminho não der certo, vão-se tentar outras veredas, a exemplo do impeachment e TCU.

Diante da gravidade da situação brasileira, o que nós, democratas e militantes de esquerda, podemos fazer para impedir o golpe, seja judicial ou parlamentar? Podemos fazer muito. Na minha avaliação, a questão central é mobilizar nossas bases sociais para irem às ruas. Eles têm que temer nossa capacidade de reação. Temos que anunciar que, se optarem por esse caminho, estarão colocando o Brasil em um clima de radicalização e confronto que atenta contra nossa democracia. Mas para isso precisamos da ajuda do governo. É preciso que governo pare de atacar a sua própria base! É hora de reaglutinar aquela turma que foi para as ruas no segundo turno da eleição da Dilma.

Como fazer isso? Tomando coragem (que tal nos inspirarmos nos gregos?) para reorientar a política econômica. É um erro primário conduzir a economia desconsiderando a conjuntura política. Estamos em tempos de guerra. Não se atira contra a própria tropa, contra aqueles que podem sair às ruas em defesa da legalidade democrática.

Ainda resta alguma dúvida de que os “planos de austeridade” de Joaquim Levy estão fracassando? Nesse aspecto, está acontecendo entre nós exatamente uma repetição do que houve na Grécia, Espanha e Portugal. Essa política econômica neoliberal de Levy não é a nossa, nem Dilma foi eleita com essas propostas. Dizer que inexistem alternativas é falso, basta ler o debate econômico brasileiro e internacional e verificar que as alternativas existem, sim.

Essa política econômica mergulhou o país em recessão. O Levy fez o ajuste dizendo que esse era o “único” caminho para recuperar o equilíbrio fiscal. Só que, ao impor ao país, conscientemente, uma recessão mastodôntica, a arrecadação do Estado não para de cair. Consorciado à queda da arrecadação, vem a elevação das taxas de juros (cada 0,5% de subida na SELIC significa R$ 7 bilhões de impacto fiscal negativo).

Resultado: a situação fiscal do Brasil só vem piorando. O déficit nominal de 2014, no ano passado, foi de 6,7; agora, no acumulado dos últimos doze meses, subiu para 7,9. Ou seja, está dando errado, apesar das consequências sociais e políticas desastrosas. O desemprego saiu de 4,9 em dezembro do ano passado e já há previsão de chegar a perto de 9% ao fim do ano. A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE mostra que a massa salarial real habitual (sem o 13º salário) diminuiu 10% entre novembro do ano passado e maio deste ano.

A consequência dessa política econômica fracassada recai sobre os ombros dos trabalhadores e dos mais pobres, os que votaram em nosso governo, os que fizeram Dilma e Lula presidentes da República. São essas dezenas de milhões de brasileiros que confiaram em nós, a base social de nosso projeto vitorioso de inclusão social. É a confiança dessas pessoas que temos que reconquistar.

Isso só será possível se o governo entender a gravidade da crise, esquecer um pouco o Levy e seu samba de uma nota só do ajuste fiscal. Com isso, girar à esquerda com um programa que defenda o emprego e a renda dos trabalhadores, taxação das grandes fortunas, a legalidade democrática, a soberania nacional e os direitos humanos frente a essa ofensiva conservadora.

Temos que nos associar a essas pautas que, inclusive, serão tema de uma grande Conferência Nacional, no começo de setembro, chamada pelos movimentos sociais. Isso pode reunificar nosso campo político em cima de um programa que daria ânimo e disposição para a tropa ir à luta. É hora de parar com as ilusões: a ideia ingênua de que é possível neutralizar os mercados e a mídia e, dessa maneira, apaziguar o clima de radicalização em curso no Brasil.

Presidenta Dilma, por favor, entenda que essa turma quer a sua e as nossas cabeças. A nossa “Dilma coração valente” tem que reaparecer e governar com o programa vencedor das eleições. Olhar para o seu povo. Ser a guerreira defensora dos mais pobres, defensora dos empregos.

Este é um daqueles momentos de encruzilhada da história do Brasil em que somente o povo é capaz de nos livrar do golpe em curso. Se o governo não entender a gravidade da crise e continuar no mesmo rumo, mantiver a mesma política econômica recessiva, ainda assim vamos continuar na trincheira contra o golpe. No entanto, infelizmente, tudo será mais difícil, principalmente a necessária mobilização popular contra o golpe e os golpistas.

Lindbergh Farias é Senador da República pelo PT-RJ

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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47 comentários

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Delmy Guimaraes

08 de julho de 2015 às 23h23

VAMOS PARA AS RUAS!!!! O GOLPE NAO VAI PASSAR!!!!!!!!

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Priscilla Castro

08 de julho de 2015 às 22h02

Desde quando Lindenberg (é assim que escreve isso?) é lúcido??? Perguntem à população de Nova Iguaçu o que acham dele…

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Ana Maria Garcia

08 de julho de 2015 às 19h18

#ForaGolpistas

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Vitor Flôres

08 de julho de 2015 às 19h12

A PRESIDENTA deve fazer uma agenda positiva para os TRABALHADORES. Preservar os empregos… E a Taç Política Industrial para o Brasil???

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Rodrigo Tesser Paschoaloni

08 de julho de 2015 às 17h06

Esse é o cara pintada vendido neh?

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marco

08 de julho de 2015 às 13h57

Ora senhor Senador.Quem tem que falar em GOLPES,são os PRIMATAS DE GOLPES DA OPOSIÇÃO !Nós ,da situação,temos que continuar apoiando o Governo.Quando de risco de GOLPES,bom é usar-se nossa NOTORIEDADE,e Vossa Excelência a tem,para convocar o POVO PARA AS PRAÇAS PÚBLICAS.Ir-se na conversa da IMPRENSA GOLPISTA,que quer de nós,somente receios e medos,deixemos que fomente seus anseios.Não existe clima para golpes,pois não tem nem eleitores para apoia-los.O máximo que conseguem,são ações PANELEIRAS,isto até que eles,os PANELEIROS saibam o que significa o termo,em Portugal!

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Otoniel Monaco Viana Viana

08 de julho de 2015 às 15h43

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Oneide Horst

08 de julho de 2015 às 13h08

o poder pertence a quem acredita nele. A oposição, em especial o psdb não tem propostas nem crédito para uma caixa de fósforos.

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Egnaldo Heleno

08 de julho de 2015 às 11h46

Vamos deixar os protestos nas redes e vamos pra Rua.

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Egnaldo Heleno

08 de julho de 2015 às 11h45

Vamos as ruas precisamos defender o Brasil desses políticos porcos e mostra quem manda nesse país.

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Ana Maria Martins Almeida

08 de julho de 2015 às 11h17

Aécio do pó e a TUCANÀLIA no desespero tropeça nos próprios erros

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Renato Inácio Pereira

08 de julho de 2015 às 10h45

Que futuro doido é esse em que eu vim parar em que Lindbergh, Requião e Marco Aurélio Mello fazem parte dos quadros mais progressistas. Quero voltar pra 1999.

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Paulo José

08 de julho de 2015 às 09h32

Golpe é meu ovo

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Sandra Gontijo

08 de julho de 2015 às 05h10

Uma análise profunda e realista, excelente! Parabéns, nobre Senador, conte conosco !

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Ludijane Prado

08 de julho de 2015 às 03h19

PRENDAM LOGO TDS DO PT E VAMOS ACABAR COM ESSA PUTARIA QUE VIROU O PAÍS.

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Hannah da Terra

08 de julho de 2015 às 02h51

#RespeiteMeuVoto

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Sílvia Delatorre

08 de julho de 2015 às 02h44

Lindo discurso. Disse tudo

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Rafael Luz Barreto

08 de julho de 2015 às 02h43

Bem Lúcido mesmo até na hora de receber muitos pixulecos

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Vitor

07 de julho de 2015 às 23h37

Daqui umas semanas vai vir Miguel com uma manchete bombástica do tipo: “Vencemos o golpe!” ou algo parecido!

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    Miguel do Rosário

    07 de julho de 2015 às 23h51

    Tomara!

    Responder

Andre Pontes Moreira

08 de julho de 2015 às 02h09

Cade o dinheiro dos fundos de pensao? Devolve safado.

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Leonardo DM

08 de julho de 2015 às 01h45

Esse aí tá enrolado

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Luiz Fernando Salomon Pinto

08 de julho de 2015 às 01h15

Esse aí falando !!!!! Só era o que faltava! Pilantra!!!

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Roberto Machado

07 de julho de 2015 às 23h37

Golpe é o meu ovo. Xau Dilma. Foi tarde.

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Gustavo Lima

07 de julho de 2015 às 23h34

TEMOS Q AGUENTAR MAIS 3ANOS SENDO ROUBADOS SAQUEADOS ?

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    Valdir Soultrain

    08 de julho de 2015 às 00h36

    20 TRILHOES AECIO EOS AMERICANOS ESTÃO FICANDO DOIDOS, PRA SAQUIAREM .KKKKKKKKKKKKKK coxinha vai aposentar na oposição…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder

Iuri Medeiros

07 de julho de 2015 às 23h12

Pq ele não falou do último impeachment? Será pq ele estava do outro lado? PT e democracia são duas coisas totalmente antagonistas.

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    Valdir Soultrain

    08 de julho de 2015 às 00h38

    COLOR ROUBOU OS CORRENTISTAS E AS POUPANÇAS DEIXANDO NEGUIM SÓ DE CUECAS, MUITOS SE MATARAM,,,,,,

    Responder

    Valdir Soultrain

    08 de julho de 2015 às 00h38

    20 TRILHOES AECIO EOS AMERICANOS ESTÃO FICANDO DOIDOS, PRA SAQUIAREM .KKKKKKKKKKKKKK coxinha vai aposentar na oposição…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder

    Iuri Medeiros

    08 de julho de 2015 às 00h49

    O PT está te roubando todos os dias, afinal, o aumento dos impostos é o que? O desemprego está aí. A gasolina e transporte público caro e de baixa qualidade vem dos roubos da Petrobrás. Para de sonhar com o Aécio e sonhe com um Brasil realmente justo com todos os trabalhadores, com educação de qualidade e saúde pública de qualidade. Aécio não é a solução para isso e o PT já provou em quase 16 anos de governo que também não. Está na hora de pensar mais no Brasil. Afinal que país vamos deixar para os nossos filhos. Se você gosta de defender corrupto, eu não posso fazer nada. Afinal, se é este país q vc quer deixar para os seus filhos. Bom p vc que se contenta em viver pagando caro para não ter nada

    Responder

Decio Ribeiro

07 de julho de 2015 às 23h04

Esse país precisa de uma grande faxina!!!

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Ricardo Edmundo Cecconello

07 de julho de 2015 às 23h04

ATENÇÃO, BRASILEIROS E BRASILEIRAS, EU EXIJO “JUSTIÇA” PARA ESSA CAMBADA DE PARASITAS, AINDA QUE TARDIA.

Não entendo, não consigo entender, o porquê o Ministério Público se cala ante essa enxurrada de estelionatários nas igrejas e na política, com a bancada evanjégue canalha fazendo leis, e zombando do direito constitucional.

Por que o Ministério Público Federal, com salvaguarda constitucional contra GOLPISTAS ESTELIONATÁRIOS, CURANDEIROS BANDIDOS, CHARLATÕES LADRÕES, por que um Juiz Federal, tipo Moro, não manda prender todos esses picaretas da fé, curandeiros que fabricam “milagres”, e vendem deus ao consumidor idiotizado?

Qual a veracidade nesse teatro universal internacional mundial circo igreja estelionatário, vergonhosa fábrica de milagres fraudulentos, e imensa lavanderia de dinheiro sujo do crime organizado?

Por que não é composta uma equipe de notáveis com a ABI com Ricardo Boechat, Conselho Federal de Medicina com os médicos Dráuzio Varela, Vicente Amato, e David Uip, com o GAECO e uma unidade de policiais federais, e auditores da Receita Federal do Brasil, para fazer uma devassa nesses antros igrejas pardieiros que enganam, iludem e roubam os cidadãos brasileiros?

Afinal das contas, qual autoridade brasileira, com um mínimo de vergonha na cara, seria capaz de avalizar um “milagre de cura” do sobrenatural deus pagador do antro religioso curandeiros atual?

VERGONHA! O Brasil precisa desmascarar o circo picadeiro igreja que vende milagres fraudulentos.

E já não é sem tempo, porque a massa do povão cristão perdeu a moral e os bons costumes.

E faz tempo.

Tudo é fraude na religião. E eu posso provar.

CADEIA PARA OS MARGINAIS CURANDEIROS DAS FOTOS.

Responder

Ricardo Edmundo Cecconello

07 de julho de 2015 às 23h03

O GALINHEIRO EVANGÉLICO NO CONGRESSO E NAS IGREJAS PRECISA SER FECHADO.
E seus líderes, todos, colocados na cadeia.

Responder

Diá Martins

07 de julho de 2015 às 23h02

Mas, tá na cara! Levy é um neoliberal. Levy é da oposição. Ele também quer ver o PT destruído e destituído do poder. É pra isso que ele está lá. Só Dilma que não vê.

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Decio Ribeiro

07 de julho de 2015 às 23h02

Voto nulo geral!!

Responder

Lulu Pereira

07 de julho de 2015 às 22h53

muito bom

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mineiro

07 de julho de 2015 às 19h47

uma coisa temos que concordar , esse desgoverno é fraco e covarde , isso nao a menor duvida. mas temos que defender para defender a democracia, a escolha é nossa. ou vamos viver na democracia ou na ditadura, porque é o que vai virar isso tudo se essa pres. cair. vamos deixar de ser idiota, ou ta achando que eles vao fazer alguma coisa pra nos. entao espera sentado.

Responder

Decio Ribeiro

07 de julho de 2015 às 22h33

Pelas mentiras da Presidenta, o trabalhador está pagando o pato!

Responder

Decio Ribeiro

07 de julho de 2015 às 22h32

Existe um velho ditado, quem fala a verdade não merece castigo!

Responder

Ozzy Gasosa

07 de julho de 2015 às 19h20

Está coberto de razão.
Esse ajuste é mais um desastre neoliberal, igualzinho o do FHH em tempos de outrora.
Levy é o Malan de roupagem nova e velhas ideias, só isso.
Ou muda o rumo ou teremos problemas ainda mais sérios, até com a nossa democracia.
Sinceramente, todo legado criado pelo governo do presidente Lula nesses anos, estão indo pelo ralo.
Essa desconstrução política, social e econômica é uma vergonha.
Os trabalahdores estão com a “corda no pescoço”.
Tudo isso causado por uma presidenta que está cega com o poder e pelo poder.
Tanta luta por nada.
Lamentável.
Ajuste fiscal à moda tucana não nos interessa.

Responder

Daniel José

07 de julho de 2015 às 22h18

Yeda Maria

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