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A conta dos passaralhos: as demissões de jornalistas no Brasil desde 2012

Por Redação

11 de janeiro de 2016 : 13h11

no Blue Bus

Aqui alguns números e gráficos que oferecem um panorama das demissões de jornalistas no Brasil desde 2012 – também separadas por mídia e por veículo. Repare a escalada – enquanto em 2012 foram 119 jornalistas demitidos, em 2015 foram 684. De lá pra cá, 1,433 no total. Entre os veículos, quem lidera o ranking é a Editora Abril, com 175 jornalistas dispensados. O levantamento é do Volt Data Lab.

 

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9 comentários

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Raimundo Freitas Freitas

12 de janeiro de 2016 às 18h10

Por mim demitia os 90% de vagabundos da imprensa marrom!

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Gregorio Silva

11 de janeiro de 2016 às 16h59

E só vai aumentar as demissões. Com avanço da mídia digital, não vai só afetar os jornais,mas também vai prejudicar outros setores. Para O Cafezinho, isso é motivo de alegria. #RipHumanidade

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Denes Gondim

11 de janeiro de 2016 às 16h55

Sou contra demissões. Mas, esse jornalismo que estamos vendo, sensacionalista, parcial, sem compromisso com a ética e voltado somente para o interesse do público e não de interesse público, não merece muita consideração da minha parte.

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    Gregorio Silva

    11 de janeiro de 2016 às 17h03

    Fala-me um jornal ou revista imparcial. Existe uma revista que não é partidária?

    Responder

    Gregorio Silva

    11 de janeiro de 2016 às 17h03

    Essa imprensa são todos farinhas do mesmo saco. o papel deles é dividir os brasileiros.

    Responder

    Denes Gondim

    11 de janeiro de 2016 às 17h04

    Não falei que existe. Só disse que nenhum merece a minha consideração.

    Responder

    Dilton Marinho Dos Santos Filho

    11 de janeiro de 2016 às 20h43

    Gregorio, a questão é mais complexa. Sou publicitário e jornalista, mas, sou do tempo em que o cara se formava para ter direito a ter opinião, e, era respeitado por isso. Sou do tempo em que a gente mandava dono de jornal ir se fuder, e quando ele gritava: – Eu te demito! A resposta vinha célere: – Foda-se! Emprego a gente pede prá entrar. Nós não tínhamos medo de perder emprego (O patrão tinha medo de perder um bom profissional). Também, naquele tempo não havia 1.000.000 de faculdades, formando 500.000.000 de incopetentes, na sua maioria com um portugês ridículo, viciado, cheio de anglicismos de EUA, dizendo o que um merda, que se tornou chefe por puro puxassaquismo, manda dizer, lendo mal e parcamente o tele-prompter, e jogando no time do “Quanto-pior-melhor”, apenas por medo de tomar um pé na bunda. Então, eles tanto falam o que o patrão quer que seja falado, que uma hora, até o patrão começa a acreditar na mentira tantas vezes ditas, ou isso pode ser apenas um álibi, certo é que: “Uma mentira muitas vezes dita, torna-se verdade” Josef Goebbels, ministro da propaganda de Hitler. Lembre-se da historia de Pedrinho e o lobo!

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Eduardo Alves

11 de janeiro de 2016 às 16h53

Marcos Paulo Machado

Responder

Renato Teixeira Elliacha

11 de janeiro de 2016 às 16h32

A globo da ditadura….

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