Mais de 70% dos eleitores já estão decididos sobre o voto presidencial, diz DataFolha

As 10 propostas de Bernie Sanders que estão tirando do sério os grandes banqueiros de Wall Street

Por Redação

12 de janeiro de 2016 : 11h12

por Carlos Eduardo, editor-assistente do Cafezinho

O candidato pelo Partido Democrata, Bernie Sanders, declarou guerra contra os grandes bancos e seus agentes em Wall Street.

“A ganância, a fraude, a desonestidade e a arrogância tomaram conta do mercado financeiro”, diz ele, criticando sua principal rival pela indicação do Partido Democrata, Hillary Clinton — Clinton, para quem não sabe, é a candidata norte-americana destas eleições que mais recebeu doações de Wall Street.

“Para aqueles em Wall Street que possam estar me ouvindo hoje, deixe-me ser claro. A ganância não é boa. Na verdade, a ganância de Wall Street e das corporações americanas está destruindo o tecido social de nossa nação. E aqui está uma resolução de Ano Novo que vou manter se eleito presidente: Se vocês não colocarem um fim na sua ganância, vamos acabar com isso por vocês”, disse Sanders, em um discurso no centro de Manhattan.

Bernie Sanders, o candidato queridinho dos progressistas, estabeleceu um programa de dez pontos que promete mudar profundamente o modo como funciona hoje o mercado financeiro americano. Se colocadas em prática, suas propostas podem revolucionar a economia mundial. Para melhor.

Desde o início de sua campanha, Sanders vem denunciando o lobby dos bancos para desregulamentar quase todas as áreas do mercado financeiro, enquanto o Congresso, que deveria representar os interesses da população, vem enfraquecendo as leis trabalhistas e os direitos do consumidor.

“Na crise de 2008, a ganância, a imprudência e a corrupção em Wall Street quase destruíram os Estados Unidos e a economia internacional. Milhões de americanos perderam seus empregos, suas casas e suas poupanças de uma vida inteira. Enquanto isso Wall Street recebeu a maior ajuda financeira vinda do governo na história do mundo, sem nenhuma contrapartida. A classe média americana continua a desaparecer, a pobreza só aumenta e o fosso entre os muito ricos e o resto do povo está crescendo mais e mais”. (tradução livre)

Eis aqui os dez pontos da reforma do sistema financeiro americano defendidos por Bernie Sanders:

Um: Por fim aos bancos “grandes demais para quebrar” (ou too big to fail)

Bernie Sanders sugere reeditar uma lei antitruste contra os grandes bancos, nos mesmos moldes da Lei Antitruste Sherman (tradução livre para Sherman Antitrust act, de 1890). Esta foi a lei que pôs fim ao império do magnata John D. Rockefeller, que em sua época controlava 84% do refino de petróleo nos Estados Unidos, com o monopólio da Standard Oil.

A lógica por trás da proposta de Sanders se baseia nos dados fornecidos pelo próprio sistema financeiro.

Isto porque em 2008 os contribuintes americanos foram obrigados a socorrer os grandes bancos de Wall Street com a desculpa de que estes eram “grandes demais para falir”. No entanto, hoje, três das quatro maiores instituições financeiras nos Estados Unidos — JP Morgan Chase, Bank of America e Wells Fargo — são quase 80% maiores do que antes do socorro financeiro de 2008. Por incrível que pareça, os seis maiores bancos americanos respondem por 2/3 de todos os cartões de crédito no país e mais de 35% das hipotecas. Juntos, esses seis bancos controlam mais de 95% das aplicações financeiras e detém mais de 40% dos depósitos bancários. Seus ativos equivalem à 60% do PIB norte-americano.

Dois: Desmantelar os grandes bancos

Se eleito, Sanders diz que logo no primeiro ano de mandato vai pedir ao Departamento do Tesouro uma lista das instituições financeiras cujo colapso representa um risco catastrófico para a economia dos Estados Unidos.

De posse do Executivo, Sanders promete acabar com as grandes instituições financeiras, dividindo-as em companhias menores. E ele pode fazer isso sem a aprovação do Congresso, pois o presidente Barack Obama aprovou em 2010 a Lei Dodd-Frank, consolidando as diversas agências reguladoras que existiam na época em uma só autarquia federal, e estipulando regras mais rígidas para as fusões dos bancos.

Algo parecido com o CADE brasileiro, dadas as devidas proporções é claro.

O problema é que Obama nunca aplicou a lei pra valer e Sanders promete fazer isso.

Três: Aprovar no Congresso uma Lei Glass-Steagall do século XXI

A Lei Glass-Steagall foi aprovada pelo presidente Franklin D. Roosevelt em 1933 devido à Grande Depressão de 1929.

Para evitar uma nova crise, Roosevelt dividiu as instituições entre comerciais e financeiras.

Os bancos comerciais, onde a população guarda suas economias, teriam que cumprir regras rígidas de alavancagem, estando proibidos de especular no mercado financeiro. Já as instituições financeiras, como corretoras, estariam livres para aplicar em investimentos mais arrojados, e por isso, mais arriscados também.

A lei servia para proteger os pequenos poupadores e a classe-média dos abusos praticados pelos bancos antes de 1929. Porém a lei foi revogada pelo presidente Bill Clinton em 1999.

Durante um debate nas primárias democratas, Hillary Clinton, em defesa do legado de seu ex-marido, disse que a Lei Glass-Steagall não teria evitado a quebra do banco Lehman Brothers.

Mas Bernie Sanders lembrou que foram os grandes bancos, como JP Morgan Chase e Bank of Boston, que emprestaram dinheiro da poupança de seus clientes para o Lehman Brothers especular na bolha imobiliária. Caso a Lei Glass-Steagall ainda estivesse em vigor eles estariam proibidos de fazer os empréstimos.

Quatro: Por fim à política de “grande demais para prender” (ou too big to jail)

Sanders diz que em sua administração é o governo quem irá regular Wall Street e não o contrário. Ele defende uma “justiça igual para todos”, o que significa incriminar os altos executivos dos bancos e das demais instituições financeiras cujas apostas imprudentes tenham lesado a vida de pessoas simples e da classe-média.

“Os americanos veem todos os dias jovens sendo presos, às vezes até mesmo por posse de pequenas quantias de maconha. (…) Mas quando se trata dos altos executivos de Wall Street, algumas das pessoas mais ricas e poderosas deste país, cujo comportamento corrupto e irresponsável causou dor e sofrimento para milhões de cidadãos, nada acontece com eles. Sequer um registro policial, ou uma temporada na prisão. Não há justiça igual para todos nos Estados Unidos”. (tradução livre)

Não custa lembrar que o ex-presidente democrata Bill Clinton, em seu último dia de trabalho na Casa Branca, concedeu um indulto presidencial à um dos maiores sonegadores da história dos Estados Unidos, Marc Rich. O Caso que ficou conhecido como perdongate.

Para saber mais sobre esta história polêmica, recomendo este perfil do New York Times sobre o sonegador Marc Rich.

'Se um banco é grande demais para quebrar, então ele é grande demais para existir' (tradução livre)

‘Se um banco é grande demais para quebrar, ele é grande demais para existir’ (tradução livre)

Cinco: Criminalizar o atual modelo de negócios em Wall Street

Um dos comentários mais incisivos de Bernie Sanders nesta campanha presidencial é o modo como Wall Street faz seus negócios.

“A verdade é que a fraude se tornou o modelo de negócios em Wall Street. Não é uma exceção à regra. É a regra. E sem uma regulamentação mais rígida, é provável que os investidores e operadores em Wall Street continuem com o comportamento corrupto que todos já conhecemos. Quantas vezes já ouvimos o mito de que os desvios em Wall Street podem até ser errados, mas não são ilegais? Deixem-me ajudá-los a acabar com esse mito.” (tradução livre)

As práticas de Wall Street só não são ilegais porque ao longo da história os bancos fizeram lobby no Congresso para legalizar o que deveria ser considerado crime.

O documentário Trabalho Interno (Inside Job, em inglês), ganhador do Oscar em 2011, mostra muito bem isso. Todos os principais bancos internacionais já foram pegos em atos ilícitos e inclusive aqueles que foram condenados pela justiça voltaram a praticar os mesmos crimes.

Um estudo da University of Notre Dame, em Indiana, sobre ética no mercado financeiro, publicado na The Atlantic em maio de 2015, mostrou que 51% dos executivos de Wall Street acreditam que seus concorrentes praticam atividades antiéticas ou ilegais para obter vantagens no mercado; 1/3 dos executivos também admitiu ter presenciado ou ter conhecimento em primeira mão de atividades ilegais no ambiente de trabalho; e 1/5 dos operadores no mercado financeiro afirmaram que é preciso se envolver em alguma atividade antiética ou ilegal para ser bem sucedido na carreira.

Seis: A criação de um imposto sobre a especulação no mercado financeiro

Um dos pontos chave na reforma de Sanders sobre Wall Street é a criação de um imposto sobre as transações financeiras.

Francamente, não consegui entender se ele propõe um imposto como o IOF brasileiro, ou se este seria uma versão norte-americana da CPMF. No entanto, é certo que Bernie Sanders promete taxar os especuladores do mercado financeiro. E uma de suas promessas de campanha é destinar toda a receita dos impostos sobre Wall Street para extinguir as mensalidades nas universidades públicas.

“Vamos usar a receita do imposto [sobre Wall Street] para tornar as faculdades e universidades públicas gratuitas. Durante a crise financeira de 2008, a classe média deste país socorreu os bancos de Wall Street. Agora, é a vez de Wall Street ajudar a classe média”. (tradução livre)   

Sete: Reforma das Agências de Classificação de Risco

Depois do crash de 2008, as agências de classificação perderam completamente sua credibilidade. O Lehman Brothers, por exemplo, banco de investimento que quebrou durante a crise, recebeu da Standard & Poor’s um grau ‘A’ no mesmo mês em que decretou falência.

Após a crise, ficou claro que as agências de risco davam notas altas para aqueles que pagavam caro por seu serviço.

Na opinião de Sanders, estas companhias são como “raposas vigiando o galinheiro”. E ele promete intervir nas agências de classificação de risco, transformando-as em empresas sem fins lucrativos.

“Vamos transformar estas agências de classificação, que somente buscam o lucro, em instituições sem fins lucrativos, independentes de Wall Street. Não será mais Wall Street quem irá escolher quais agências irão avaliar os seus produtos”. (tradução livre)

Oito: Reduzir os juros do cartão de crédito e as taxas cobradas pelos bancos

Nas palavras de Bernie Sanders, os bancos e as companhias de cartão de crédito precisam parar de “extorquir o povo americano com a cobrança de juros altíssimos e taxas ultrajantes”.

“É inaceitável saber que os americanos pagam uma taxa de US$ 4,00 ou US$ 5,00 cada vez que vão a um caixa eletrônico sacar dinheiro. E é inaceitável saber que milhões de americanos estão pagando taxas de juros no cartão de crédito superiores à 20% ou 30% ao ano. A bíblia tem um termo para esta prática, chama-se usura”. (tradução livre)

Bernie Sanders propõe uma lei limitando os juros no cartão de crédito em 15% ao ano e uma taxa máxima no caixa eletrônico de US$ 2,00 por saque.

“Os grandes bancos precisam parar de agir como agiotas e começar a agir como credores responsáveis” (tradução livre)

Nove: Permitir os correios de oferecer serviços bancários

O Serviço Postal dos Estados Unidos (United States Postal Service, ou USPS, em inglês) é motivo de orgulho para os americanos. Presente em todo o país, Bernie Sanders propõe transformar os correios em um banco estatal, justamente para atender às comunidades mais pobres que são ignoradas pelos bancos comerciais.

“A triste realidade é que, incrivelmente, milhões de americanos de baixa renda vivem em guetos onde não existem serviços bancários normais. Hoje, se você vive em uma comunidade de baixa renda e precisa descontar um cheque, ou obter um empréstimo para consertar seu carro, para onde você vai? A única opção nestas comunidades é procurar um agiota que pode cobrar uma taxa de juros de 300% ao ano, gerando um ciclo vicioso de dívida. Isso é inaceitável”. (tradução livre)

Dez: Reforma do Federal Reserve

Por último, Bernie Sanders propõe uma reforma no Banco Central norte-americano, de modo que este passe a atender aos interesses da população, ao invés dos grandes bancos.

Detalhe: diferente do Banco Central brasileiro que só se preocupa em controlar a inflação, nos Estados Unidos o Fed também tem a obrigação de controlar a taxa de desemprego. Mas para Sanders isso ainda é pouco. É preciso também criar uma política de valorização do salário dos trabalhadores.

“Quando Wall Street estava à beira do colapso, o Federal Reserve agiu rapidamente para salvar o sistema financeiro. Precisamos que o Fed aja da mesma maneira para combater o desemprego e os baixos salários. É inaceitável ver o Federal Reserve sequestrado pelos banqueiros, logo ele que é responsável pela regulação dos bancos. Eu acho que o povo americano ficaria chocado se soubesse que Jamie Dimon, atual CEO do JP Morgan Chase, foi membro do conselho do Fed de Nova York, ao mesmo tempo em que seu banco recebeu um resgate de US$ 391 bilhões do Federal Reserve. Este é o tipo de conflito de interesses que pretendo proibir. Se eleito, as raposas não serão mais as guardiãs do galinheiro no Fed”. (tradução livre)

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82 comentários

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CignusRJ

12 de abril de 2016 às 19h38

De um dos maiores enxadristas de todos os tempos, Garry Kasparov.

“Eu estou me divertindo com a ironia das lições dos militantes pró-Bernie Sanders (candidato socialista) dirigidas a mim, um ex-cidadão soviético, sobre as glórias do socialismo e o que realmente ele significa! O socialismo soa muito bem em frases de efeito e em posts no Facebook, mas por favor que continue apenas lá. Na prática, ele corrói não só a economia, mas o próprio espírito humano, e a ambição e as conquistas que fizeram o capitalismo moderno possível e que tiraram bilhões de pessoas da pobreza. Falar sobre o socialismo é um grande luxo, um luxo que foi pago pelos sucessos do capitalismo. A desigualdade de renda é um problema enorme, não há dúvida. Mas a ideia de que a solução é mais governo, mais regulação, mais dívida, e menos competição é perigosamente absurda.”

https://www.facebook.com/GKKasparov/posts/10154026469573307

Responder

    FOLGORE VALENTE

    06 de junho de 2016 às 22h37

    tem que ser muito idiota ou muito mentiroso ou muito cego pra defender o modelo neoliberal que impera no mundo hoje, á riqueza da qual fala sr desinformado foi fruto da estatização da moeda dos eua por isso aconteceu revolução americana, só que os banqueiros insatisfeitos conseguiram criar o fed e de la pra ca tem uma crise atras da outra e se você fosse mesmo um ex cidadão soviético sr mentiroso tu saberia da crise economica gerada pelo governo neoliberal pró ocidente do boris yeltsin que causou um desastre financeiro na russia, e todos os paises que se tornaram capitalistas no leste europeu hoje sofrem com altas taxas de desemprego , miséria e violencia sr mentiroso.

    Responder

      CignusRJ

      07 de junho de 2016 às 01h11

      Vamos por partes desfazer os seus equívocos.

      O modelo neoliberal que vc fala é o que esta imperando??? Por acaso existe livre comércio mundial? Sem alfândegas? Eu não sabia.
      O Neo liberalismo não esta em voga, não esta presente em quase nenhum país do mundo. Nem nos EUA.Talvez ainda no Chile, Inglaterra e quem mais?

      Sobre a estatização da moeda…. Bem vc sabia que existem vários “Bancos Centrais” nos EUA e que estes tem o poder de emitir moeda? Sim os estados tem o poder de emitir moeda desde que seguindo a legislação Federal.

      Vc fala como se a situação da Rússia fosse culpa do capitalismo, do Yeltisin, dos EUA e talvez até da democracia mas vc não vê como estava a situação do país antes? Estava falido, quebrado e o povo foi às ruas querendo liberdade e o fim do comunismo.
      Não se muda um país, de um sistema centralizado e estatista para outro mais livre e dinâmico de uma hora para outra é preciso anos para isso e foi escolha do povo fazer esta mudança.
      E o leste europeu vai muito bem, bem melhor que Argentina, Brasil, Bolívia, Nicarágua, El Salvador, Equador e a campeoníssima Venezuela (todos bolivarianos). Mas claro a desculpa esta pronta, a culpa é dos outros, dos EUA, do capitalismo, dos empresários, do ET de Varginha, da oposição… menos dos governantes.

      Segundo não existe uma crise atrás da outra, sim houve crises mas vc faz parecer que existe uma a cada ano e não é a verdade.

      Por fim aconselho que vc entre na página do Kasparov e vc diga diretamente a ele todos os adjetivos que vc usou e explique o pq disso.
      Diga que vc nunca viveu a realidade dele na URSS e nem sabe como foi mas como seu professor falou coisas diferentes dele e portanto vc sabe que o Kasparov esta errado.
      .

      Responder

        FOLGORE VALENTE

        07 de junho de 2016 às 06h09

        ah claro que não é sempre a mesma conversa fiada, ah não é liberalismo eu acho engraçado quando os esquerdistas falam que cuba não teve oportunidade de mostrar o modelo comunista e que a união sovietica não era comunista começam o choramingo dai quando apontam o modelo neoliberal que inclusive está sendo mostrado como falho até por sites de extrema direita o proprio banco mundial falou ou a onu esses dias deu um parecer falando que o neoliberalismo não cumpre o que promete dai aparece um “espertão de internet” que diz que nunca teve experiencia neoliberal kkkkkkk me poupe rapaz, se tivesse colocado toda politica paltada nessa sandice a economia quebraria irremediavelmente, só um retardado defende uma idiotice dessa.

        Responder

        FOLGORE VALENTE

        07 de junho de 2016 às 06h14

        sim queria o fim do comunismo mas não queriam o capitalismo selvagem pautado nesse neoliberalismo feito por pessoas maldosas que só queriam lucrar com o lombo alheio, não me venha com essa conversa fiada de ah não teve neoliberalismo, chile de pinochet, e tem um monte de exemplo na america do sul inclusive no brasil, você além de distorcer á história está claramente incentivando uma mentira ridicula que só um tolo sem conhecimento propaga, perdeu qualquer lampejo de credibilidade.

        Responder

        FOLGORE VALENTE

        07 de junho de 2016 às 06h15

        e quanto á kasparov, um empresario rico, enxadrista multimilionario , sorry eu não sou uma besta manipulada que acredita num golpista qualquer. Guarde suas mentiras pra quem queira ouvi-las.

        Responder

        FOLGORE VALENTE

        07 de junho de 2016 às 07h18

        sem falar que não existe uma crise atras da outra, puts é um alienado mesmo. só pode.

        Responder

          CignusRJ

          07 de junho de 2016 às 14h45

          Se acha isso mesmo então nem converse mais, afinal vc esta certo e os outros que não concordam com vc estão errados. Simples fique com sua opinião e saia nas ruas dizendo a todos que vc é o certo e sabe o que é bom para todos e se alguém reclamar diga logo que ele é cego, alienado e encerre a conversa.

          Ah, só para saber alienado é quem só ouve, só fala, só lê um tipo de ponto de vista, que rejeita outras opiniões que divirjam da sua, mais ou menos como vc faz.

          FOLGORE VALENTE

          08 de junho de 2016 às 06h40

          kkkkkkkkkkk agora começou o vitimismo kkkkk ok vai la chorão volta pra caminha mamãe ta levando a mamadeira.

          CignusRJ

          08 de junho de 2016 às 10h46

          Como eu disse anteriormente procure o Kasparov e fale com ele, diga a ele que ele não sabe de nada, quem sabe é vc.

          E por favor… Se vc quer debochar de alguém ao menos saiba do que esta falando para não passar vergonha como vc esta fazendo agora. Procure no dicionário(tb conhecido como livro dos burros) o significado da palavra VITIMISMO. Assim verá que o que disse nada tem a ver com tal palavra. :)

          FOLGORE VALENTE

          09 de junho de 2016 às 15h32

          aff cara para de escrever idiotice o kasparov ta concorrendo á presidencia só um tonto mesmo pra acreditar em idiotice de ricasso e candidato me poupe, mas o que esperar de um tolo desse? defendendo o indefensavel, ou é cego ou é muito burro suspeito que seja os dois.

      Booker

      29 de julho de 2016 às 01h44

      Eu parei de ler em “modelo neoliberal”. Não existe isso de “neoliberalismo”. Essa palavra não existe, e se você a usa, já fica claro para mim toda sua alienação mental.

      Responder

        FOLGORE VALENTE

        29 de julho de 2016 às 04h32

        ah claro que não varios estudiosos estudam algo que não existe, lógico o “gênio da internet” disse que não existe e agora temos que acreditar na palavra de estudioso dele uhhhh sr inteligência suprema…

        Responder

          Booker

          29 de julho de 2016 às 17h52

          Meu caro, não existe autor ‘neoliberal’, não existe livro ‘neoliberal’, não existe teoria ‘neoliberal’.

          FOLGORE VALENTE

          31 de julho de 2016 às 03h08

          não é teoria da conspiração kkkkkkk ok agora vai estudar um pouquinho pra ver se aprende alguma coisa.

          Booker

          31 de julho de 2016 às 03h59

          Meu caro, se não existe autor, livro ou teoria, esse termo não existe. O que existe é Liberalismo, e os maiores autores sobre o tema são Ludwig von Mises, Friedrich Hayek, Milton Friedman… Todos autores assumidamente Libertários. Sendo que este último inclusive tem um capítulo inteiro em seu magnum opus (Capitalism and Freedom) dedicado apenas à falar que o que ele defende se chama e se deve chamar apenas Liberalismo.

          “Neoliberalismo” é apenas um termo pejorativo e confuso, criado e usado no meio acadêmico, citado na maioria das vezes de forma negativa. Se é que houve uma mudança na filosofia Libertária (leia-se libertária, e não liberal), quem a fez foi Murray Rothbard, e não se chama “neoliberalismo”, mas sim Anarcocapitalismo, uma vertente do anarco-individualismo, derivado do pensamento Libertário radical.

          Então, quem precisa estudar mais é você.

          FOLGORE VALENTE

          01 de agosto de 2016 às 23h49

          sim autores picaretas , mentirosos e amplamente desmentidos pela pratica e teoria eles são picaretas nada mais. e reafirmo pra você voltar á estudar você é burrinho.

          Booker

          02 de agosto de 2016 às 20h05

          Não estou discutindo se você acha os mentores da filosofia Libertária “picaretas mentirosos” (embora você claramente não saiba do que está falando). Apenas disse que não existe neoliberalismo. E isso já deixei claro nos comentários anteriores.

          FOLGORE VALENTE

          03 de agosto de 2016 às 22h28

          não existe no seu mundinho de conto de fadas lacy porque aqui no mundo real existe, e inclusive o FMI fez um relatório sobre ele, vá estudar vai, pare de me incomodar com sua ignorância, não tenho tempo pra burros.

          Booker

          05 de agosto de 2016 às 00h20

          Tudo bem então, me cite UM ÚNICO autor que se denomine “neoliberal” e o assunto acaba aqui.

          FOLGORE VALENTE

          08 de agosto de 2016 às 00h58

          ele não precisa se denominar neoliberal jumentão, tem sido empregado por uma ampla variedade de estudos acadêmicos, notadamente em economia política e economia do desenvolvimento, em substituição a outros termos anteriormente utilizados, tais como monetarismo, neoconservadorismo, Consenso de Washington ou “reforma do mercado”, por exemplo,sobretudo numa perspectiva crítica, para descrever o ressurgimento de ideias derivadas do capitalismo laissez-faire (apresentadas pelo liberalismo clássico) e que foram implementadas a partir do início dos anos 1970 e 1980. Seus defensores advogam em favor de políticas de liberalização econômica extensas, como as privatizações, austeridade fiscal, desregulamentação, livre comércio, e o corte de despesas governamentais a fim de reforçar o papel do setor privado na economia
          A produção acadêmica acerca do fenômeno do neoliberalismo tem crescido, e o impacto da crise global de 2008 na economia global tem suscitado novas críticas ao modelo neoliberal, que buscam novas alternativas capazes de promover o desenvolvimento econômico. Em junho de 2016, um dos maiores defensores do neoliberalismo, o Fundo Monetário Internacional, publicou um estudo de autoria de três economistas da instituição reconhecendo que o receituário neoliberal, prescrito pelo próprio FMI para nortear o crescimento econômico sustentável em países em desenvolvimento, pode ter efeitos nocivos de longo prazo, dado que, em vez de gerar crescimento, algumas políticas neoliberais aumentaram a desigualdade, colocando em risco uma expansão econômica duradoura, isto é, prejudicando o nível e a sustentabilidade do crescimento

          Varios estudiosos comentam , escrevem e falam sobre o neoliberalismo, economistas de varias escolas só um jumentão saido sei la de onde diz que não existe neoliberalismo, VAI ESTUDAR ANIMAL.

          Booker

          08 de agosto de 2016 às 15h57

          Pelos Deuses do Olimpo… É tanta besteira escrita junta, eu poderia fazer uma dissertação gigantesca sobre essas verdadeiras merdas que você deve ter copiado de algum site qualquer, mas vou apenas me focar no ponto central da discussão.

          É sim um termo bastante usado (e eu já disse isso aqui), usado na maioria das vezes de forma confusa e pejorativa (como está no seu comentário). Mas de qualquer forma, cadê o ser que se denomina neoliberal? Eu te disse para citar apenas um, um só, e você não o fez. Então nosso assunto termina aqui.

          FOLGORE VALENTE

          09 de agosto de 2016 às 23h00

          meu desisto tu vendeu o cérebro é minha conclusão, toma ta aqui seu atestado de burrice

          NO DIA DE HOJE 09/08/16 O SR BOOKER É DECLARADO O SUJEITO MAIS BURRO DA TERRA, FAVOR COMPRAR UMA PISTOLA E SE MATAR.

          Ricardo da Mata

          09 de novembro de 2016 às 10h15

          É puro teatrinho dos reacionários dizer que não existe neoliberalismo ou que o termo está errado.

          Ricardo da Mata

          09 de novembro de 2016 às 10h29

          A partir dos anos de 1970 “essa laia” toda é chamada neoliberal, Milton Friedman, por exemplo, declarava-se abertamente assim. Pare de modismo em não assumir o que vocês são. Aliás dizer que uma obra é neoclássica ou clássica não muda a essência do que é, só o tempo em que foi criada.

          Booker

          09 de novembro de 2016 às 19h27

          Não é “teatrinho” nenhum. Não existe um autor “neoliberal”, não existe um livro de teoria “neoliberal”. Milton Friedman que você diz ser “neoliberal”, tem um *capítulo inteiro* do seu livro Capitalism and Freedom onde ele diz que o que ele defende (e o movimento em si) deve ser chamado apenas de Liberalismo.

          Aliás, liberalismo não é um movimento único, tal qual o Marxismo. O Liberalismo enquanto defesa da liberdade individual, não depende de nenhuma obra ou pessoa. E embora todos cheguem em conclusões semelhantes (Estado mínimo), o liberalismo varia muito conforme o autor. E se varia muito, então pode-se dizer que o Mises é ‘neoliberal’ em relação à Adam Smith, que Hayek é “neoliberal” em relação à mises, Menger é ‘neoliberal’ em relação ao Hayek, e assim por diante – o que claro, não convém com a realidade.

          Alexander Rüstow que criou o termo “neoliberal”, achava que os liberais antes dele eram totalmente laissez-faire (o que é mentira), e deixavam as pessoas totalmente alheias, causando pobreza. Ou seja, além de claramente não conhecerem o Liberalismo, também tinham um pensamento típico esquerdista de Estado provedor-patriarcal.

          Resumindo: Se os criadores do Neoliberalismo queriam um liberalismo com intervenção do Estado em alguns pontos, eles não são “neo”, e se eles queriam uma maior intervenção do que já era proposto, então eles não são liberais. *Logo, Neoloberalismo não existe*.

          Em suma, “Neoliberalismo” é apenas um termo confuso, que acabou ficando pejorativo, e na maioria das vezes é citado de forma negativa para descrever liberais.

          OBS: Eu não sou Liberal, inclusive tenho nojo dessa gentinha liberaleco/minarquista. Eu sou Libertário.

    Caedmods@hotmail

    11 de janeiro de 2017 às 02h51

    Os ignorantes ou maliciosos vivem ainda na antiga guerra fria.

    Ninguém está defendo o socialismo, mas a social democracia.

    Conjugar o capitalismo sadio com o estado de bem estar social.

    Responder

Eu

11 de março de 2016 às 15h24

A concorrência entre os candidatos não passa de uma farsa.

Responder

Eu

11 de março de 2016 às 15h23

Tudo o que ele disse é a mais pura verdade. Da mesma forma, as medidas por ele anunciadas como necessárias certamente mudariam o mundo num aspecto positivo. Entretanto, quem elege o Presidente dos Estados Unidos é a elite global, composta pelos banqueiros de Wall Street, CIA, além dos empresários maiso ricos do mundo espalhados por diversos países, e não o povo. A Candidata Hillary será a nova Presidente, dando continuidade a tudo o que há de mais podre no mundo.

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Murilo Jamiel

12 de fevereiro de 2016 às 08h48

As medidas propostas por Sanders favorecem o setor produtivo, ou seja, trabalhadores e pequenas e médias empresas, e atacam diretamente os parasitas do capitalismo americano.

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Fernando Cezar Teixeira Hottum

09 de fevereiro de 2016 às 13h44

AS propostas de Sanders refletem o que havia de mais puro na democracia americana, a mais bela e exemplar de todas, em todos os tempos. Lincoln, Sherman, Roosevelt, Kenedy…são nomes que a humanidade precisa respeitar e honrar. Quando o poder de poucos prevalece sobre os direitos e OPORTUNIDADES da maioria, isso não é democracia. A meritocracia, no meu entendimento, uma das bases da democracia, não pode subverter a solidariedade, a fraternidade, elementos do caráter humano ausente nos animais. Na vida pelo instinto, nos reinos animais, a meritocracia está intimamente relacionada à lei da Seleção Natural, onde os mais bem adaptados, mais aptos, proliferam e sobrevivem. O mérito é todo genético e instintivo. O modelo nazista parece que se embasava nesse conceito instintivo de meritocracia (exterminavam-se não somente judeus, mas deficientes mentais e físicos, ciganos, prostitutas, homossexuais…). Mas na civilização humana, cujo norte seja a democracia, o mérito deve estabelecer o espaço de gestão aos que assumem maiores responsabilidades e poder, porque o poder não é feio, não é imoral, pelo contrário, o poder real, moral-intelectual, é o que mais precisa estar estabelecido, mas não o mérito de, por ser mais inteligente, mais perspicaz, mais indômito, empreendedor, desafiador…tornar o indivíduo mais poderoso e rico, produzindo pobreza e desequilíbro, porque estas virtudes, sem o senso moral, não são norte civilizatório para sucesso evolutivo humano nenhum. Nunca foram. Sempre marcaram o fim de sociedades que se tornaram egoístas e desequilibradas. Torço muito para que os Estados Unidos saibam continuar sendo uma potência mundial, retomando conquistas democráticas que foram subvertidas. Precisamos disso no mundo, o Brasil precisa disso, de uma América forte e capaz de arrastar, pelo exemplo e pelo sucesso, todos nós, para rumos certos e melhores.

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    José Luis Ferrer

    17 de fevereiro de 2016 às 13h18

    Beleza de comentário!
    A meritocracia, tanto lá nos EUAs como aqui no Brasil, não pode ser usada para desumanizar e embrutecer a sociedade. Não somos animais!

    Responder

Enede Godinho

13 de janeiro de 2016 às 17h22

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Seu Zé

13 de janeiro de 2016 às 14h35

Sempre tem um candidato nos EUA desse ‘estilo’. A verdade é que se vale de benesses do partido que faz parte e sabe que não será escolhido para candidato. É uma espécie de Jânio de Freitas na Folha de São Paulo.

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Antonio Aristóteles Bastos

13 de janeiro de 2016 às 15h53

Se isso for para valer, se conseguir se eleger e continuar vivo, das duas uma: moralizam-se os isteites ou a ganância acaba com o país.

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Antonio Aristóteles Bastos

13 de janeiro de 2016 às 15h53

Se isso for para valer, se conseguir se eleger e continuar vivo, das duas uma: moralizam-se os isteites ou a ganância acaba com o país.

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Cio Mara

13 de janeiro de 2016 às 15h15

#feelthebernie

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Cio Mara

13 de janeiro de 2016 às 15h15

#feelthebernie

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Cio Mara

13 de janeiro de 2016 às 15h15

#feelthebernie

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Marco Antonio Valério

13 de janeiro de 2016 às 11h10

Veja essa Eugênia Valério

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Freitas Freitas

13 de janeiro de 2016 às 08h44

Enfim…uma matéria decente

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Elo Nunes

13 de janeiro de 2016 às 04h05

Perigoso mexer neste vespeiro

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Polyana Corrêa

13 de janeiro de 2016 às 03h32

Paloma Corrêa

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Lauro Neto

13 de janeiro de 2016 às 03h06

mataram Lincoln e Kennedy por muito menos….

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Juvenal Larré

13 de janeiro de 2016 às 02h23

Tenho medo de ele ter o mesmo destino de Kennedy (não pelos mesmos motivos, diga-se). Se derrubam países e grandes edifícios, o que não fariam com um homem?

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Bruno Vellego

13 de janeiro de 2016 às 01h10

Jean Rodrigues

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    Jean Rodrigues

    13 de janeiro de 2016 às 01h20

    Eu votaria nesse cara, mas a candidata dos democratas vai ser a Hillary. Não li o texto todo, mas li o começo, ele declarando guerra a Wall Street. Claro que é bravata, WS é um grande financiador do partido dele. Aliás, interessante um dado que a matéria traz, a maior beneficiária em doações deles (WS) é a Clinton. Não sabia, pensava que seria Trump. Até seria mais lógico.

    Responder

      Gustavo Abreu

      09 de fevereiro de 2016 às 13h14

      Não seria lógico.A maioria das pessoas em Wall Street não gosta do Trump, a elite financeira dos EUA não quer ele como presidente, prefere a Hillary.Além do mais, quem está financiando a campanha dele é ele mesmo.Não estou o elogiando, apenas apontando coisas que as pessoas não pesquisam.

      Responder

Marcelo Rossi

13 de janeiro de 2016 às 00h37

Bom demais pra ser verdade mas vou torcer

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Henrique Pessoa

13 de janeiro de 2016 às 00h36

‘É inaceitável milhões de americanos pagando taxas de juros no cartão de crédito superiores à 20% ou 30% ao ano.”

Imagino o que ele teria a dizer sobre os nossos 140%a.a.

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Sidnei Cunico

13 de janeiro de 2016 às 00h20

Muito interessante, mas acho que ele não passa nem nas prévias democratas. Que pena para o mundo.

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Claudio Manoel Vieira Santos

12 de janeiro de 2016 às 22h50

A PRESIDENTE DILMA PRECISA COPIAR O PROGRAMA ECONÔMICO DESTE CANDIDATO A PRESIDÊNCIA DOS EUA PELO PARTIDO DEMOCRATA.

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Emilio Galhardo Filho

12 de janeiro de 2016 às 22h39

Ele não tem medo de se declarar socialista.

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Helio Belo

12 de janeiro de 2016 às 21h36

magistral!!!

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Mauro

12 de janeiro de 2016 às 17h44

Eu até posso acreditar nele, mas conseguir implantar isso são outros US$ 500,00.

Presidente americano não passa de fantoche da plutocracia, e se contrariar interesses, morre, como o Kennedy, simples assim.

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Pedro Dalprat

12 de janeiro de 2016 às 18h54

Isabela Bueno Fabiano Menezes

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Leandro Seligmann

12 de janeiro de 2016 às 18h52

Ainda há esperança! Ele tá liderando as pesquisas nos estados de New Hampshire e tecnicamente com a Hillary em Iowa (os dois primeiros estados a fazer as eleições primárias). Na últimas 3 ou 4 eleições, foi nominado quem venceu nessas duas primárias, pois quem vence os primeiros estados costuma ganhar popularidade nos outros estados que farão eleições primárias durante o restante do ano. Ele não vai ganhar nos estados mais conservadores, mas ele tem bastante chance de ganhar nos estados mais progressistas como Nova Iorque, Califórnia, Massachussets, Washington etc.

Coisa boa ver algum meio de comunicação mencionar brasileiro o nome dele, pois a maioria dos jornais e noticiários daqui ignoram a existência dele.

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Helio Eduardo Pinto Pinheiro

12 de janeiro de 2016 às 18h14

INFELIZMENTE PARA O MUNDO, ESSE CARA NÃO VAI NEM SER O REPRESENTANTE DEMOCRATA! INFELIZMENTE” POR ISSO, PRA QUE A VACA VÁ DE UMA VEZ PRO BREJO, VOU TORCER PELA MAIOR MERDA GLOBAL: ” E VIVA TRUMP”!!!

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Julio Cesar Bonamigo

12 de janeiro de 2016 às 17h09

Copia coxinha tonto,vai trabalhar vagabundo,ajuda o pais a combater os ladroes dos bancos.

Responder

Avitor Avitor

12 de janeiro de 2016 às 16h49

Será que consigo mudar meu título de eleitor para os EUA , para votat nesse cara ??? Na economia falta ainda falta enfrentar os “paraísos fiscais” e na política encarar o lobby da industria armamentista.

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Vera Teixeira

12 de janeiro de 2016 às 16h38

(y)

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Paul

12 de janeiro de 2016 às 14h32

Go Bernie!
#feelthebern

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Eliana Maria Vinhaes

12 de janeiro de 2016 às 15h31

Esse cara é bom!

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Maria Susana Arrosa Soares

12 de janeiro de 2016 às 15h17

Genial as propostas !!! Vale a pena ler o texto completo.

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Gustavo Dias

12 de janeiro de 2016 às 15h04

Quem ama banco(principalmente estatal) é a esquerda. Mais da metade do credito do Brasil está na mão do governo. os bancos (poucos) privados estão a favor dessa corja.
Pq será q temos os juros mais caro do mundo???
Será q se tivéssemos 80% do credito independente do governo e mta concorrência o mesmo custaria tão alto?

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    Rafael Camilo

    12 de janeiro de 2016 às 15h32

    quem lê e acredita em seu comentário nem imagina que banco privado fatura bilhões e bilhões todos os anos comprando títulos públicos do governo.

    Responder

    Gustavo Dias

    12 de janeiro de 2016 às 15h35

    Quantos bancos? Não é estranho todos os bancos serem pro governo? Algum banco teve um ano ruim ano passado? Comprar título nao tem nada a ver não muda o fato de serem poucos bancos juros altos e credito concentrado na mão do estado.

    Responder

    Sidnei Cunico

    13 de janeiro de 2016 às 00h22

    O problema maior é a falta de concorrência.

    Responder

    Gustavo Dias

    13 de janeiro de 2016 às 00h27

    Exatamente Sidnei Cunico, além da intervenção estatal

    Responder

    Rafael Camilo

    13 de janeiro de 2016 às 08h37

    Como não tem nada haver? Pra onde você acha que vai os bilhões de juros da dívida pública que o governo gasta (dinheiro público) todo ano? Itau, bradesco, safra, hsbc, tudo banco privado mamando no estado. E isso não acontece só aqui, na crise de 2008 o governo dos EUA tiveram que injetar trilhões de dólares pra salvar alguns bancos privados.

    Responder

    Gustavo Dias

    13 de janeiro de 2016 às 09h04

    A crise de 2008 foi gerada pelo governo vc deveria se informar melhor. Quem pressionou a liberacao do crédito podre (subprime) foi quem? O governo bancou e pressionou o crédito e as empresas q geraram a crise.
    E sua colocação desses bancos mamando no estado São pertinentes. são os maiores interessados em pouca concorrência

    Responder

Jorge Bittencourt

12 de janeiro de 2016 às 14h22

Ninguém é eleito sem o apoio do grande capital. É triste mas verdadeiro.

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Miguel Vaquer Filho

12 de janeiro de 2016 às 14h12

Esse nunca será presidente

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Ivan Gomes Tavares

12 de janeiro de 2016 às 14h07

Yes, you can, americans!

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Tormenta Maia

12 de janeiro de 2016 às 14h02

Bernie só está vivo ainda porque provavelmente nem será candidato. E se for não será eleito. Caso contrário não estaria falando tantas verdades!

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Roberto Oliveira

12 de janeiro de 2016 às 13h53

Quem ama banco é maçon.

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Valdir Júnior

12 de janeiro de 2016 às 13h49

É mais um índio do Xingu ser eleito do que Sanders!!!

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Ivan Silva

12 de janeiro de 2016 às 13h45

Luiz Henrique Leite.

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Marcelo Arias

12 de janeiro de 2016 às 13h34

Fantástico.
Mas duvido q consiga.

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David Barreto

12 de janeiro de 2016 às 13h22

To com ele Rev. Joe Woody!!! rs!

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Ronaldo Junior

12 de janeiro de 2016 às 13h19

A grande éra da propaganda vai chegando ao fim. claro que com alguns remanescentes. Aécin nariz de nós todos ,caCunha, FHCC, Tass…

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