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Brasilia - Professores aprovam greve a partir de segunda-feira Decis?o foi tomada em assembleia que reuniu 176 professores nesta sexta-feira, 18 de maio, e segue movimento nacional de paralisa?o que j? conta com a ades?o dos docentes de 33 universidades federais

A democratização da universidade brasileira

Por Redação

16 de janeiro de 2016 : 05h56

Esses números são incríveis!

Realmente, é inexplicável porque o governo Dilma, à beira de um golpe no ano passado, não produziu vídeos para mostrar uma realidade que a mídia esconde com unhas e dentes! Assim, não tem governo que se aguente!

O percentual de jovens nas universidades explodiu em 10 anos.

***

Em 2014, 58,5% dos estudantes de 18 e 24 anos estavam na faculdade

Em 2004, a parcela de jovens de 18 a 24 anos no Ensino Superior era de 32,9% e cresceu para 58,5% em 2014

no Portal Brasil

Do total de estudantes na faixa entre 18 e 24 anos, parcela de 32,9% frequentava o Ensino Superior em 2004. Em 2014, dos estudantes dessa mesma faixa etária, 58,5% estavam na faculdade. É um salto de mais de 25 pontos porcentuais.  Os dados da pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foram calculados com base no número de estudantes, e não no total de jovens – o que incluiria também os que não estudam. As informações estão presentes  na Síntese de Indicadores Sociais (SIS) de 2015, divulgada nesta sexta-feira (4).

A alta no percentual de estudantes cursando nível superior foi registrada em todas as regiões brasileiras, que continuam a apresentar patamares desiguais. No Sul, a proporção subiu de 50,5% para 72,2% no período pesquisado, enquanto no Norte, o percentual subiu de 17,6% para 40,2%. O maior crescimento, de 29,1 pontos percentuais, foi verificado no Nordeste, onde a proporção passou de 16,4% para 45,5%.

Em 2004, 16,7% dos estudantes pretos e pardos com 18 a 24 anos frequentavam o ensino superior, segundo a pesquisa, número que cresceu para 45,5% em 2014. Para a população branca, essa proporção passou de 47,2%, em 2004; para 71,4%, em 2014. Ou seja, o percentual de pretos e pardos no ensino superior em 2014 ainda era menor do que o percentual de brancos no Ensino Superior dez anos antes.

Há tendência de democratização no acesso ao Ensino Superior. Em 2004, na rede pública, 1,2% dos estudantes de nível superior pertenciam ao quinto mais pobre de rendimento domiciliar per capita, passando a 7,6% em 2014. Na rede privada, essa proporção passou de 0,6% para 3,4%.

Clique aqui para acessar a publicação completa da Síntese de Indicadores Sociais 2015.

Fonte: Portal Brasil, com informações do IBGE e da Agência Brasil

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26 comentários

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Raquel Mendes

18 de janeiro de 2016 às 13h48

O aumento é colossal. O que me surpreende também é saber que houve um aumento da quantidade de brancos entrando nas universidades. O que os meios de comunicação subentendem é que o sistema de quotas tira o lugar dos brancos. Que bom que está melhor pra todos. Talvez tenha ficado mais difícil só para os incompetentes mesmo.

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Maurilio Gadelha

17 de janeiro de 2016 às 16h24

NA DITADURA ERA ASSIM – Aos 17 anos, foi necessario deslocar-me 600km para cursar o niveltecnico de medio, pois na minha cidade só existia o magisterio. Era um curso tecnico para formar professores do ensino primario. O salario destes professores era o equivalente a tres pacotes de bolacha. Trabalhava-se para garantir uma aposentadoria e ter direito a internações hospitalares. Universitario, quando um conseguia era festa na cidade.

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Eurides Carneiro

17 de janeiro de 2016 às 01h49

O futuro é bastante promissor, iremos ter tantos profissionais que na área da saúde nós vamos mandar uma penca de médicos lá na Filial.

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Estevam Peixoto

16 de janeiro de 2016 às 22h20

Perfeito:”se quantidade fosse qualidade estaríamos aplaudindo a gestão do psdb em educação no estado de sp. qualquer analfabeto funcional entra em qualquer uniesquina e todos se “formam”‘.

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Luciano Mattos

16 de janeiro de 2016 às 18h58

douglas nogueira

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Mauricio Bellini

16 de janeiro de 2016 às 14h32

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Alexandre Castro Junqueira

16 de janeiro de 2016 às 13h29

se quantidade fosse qualidade estaríamos aplaudindo a gestão do psdb em educação no estado de sp. qualquer analfabeto funcional entra em qualquer uniesquina e todos se “formam”

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RILDO FERREIRA

16 de janeiro de 2016 às 11h28

Eu dei um tempo achando que Edinho pudesse resolver parte do problema. Ledo engano. Você tem razão. A comunicação do governo é uma MERDA!

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José Azevedo

16 de janeiro de 2016 às 13h20

Rico tem que pagar faculdade púnlica,e bolsa para quem não pode pagar.

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Eluise Choma

16 de janeiro de 2016 às 13h15

Letícia Fontes Borges? Rs

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    Letícia Fontes Borges

    16 de janeiro de 2016 às 22h10

    Hahaha, meu primeiro semestre!?
    Depois disso acho Q virei a garota propaganda da unb e esqueceram de me avisar! Hahaha

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Célia Nadir Anselmi

16 de janeiro de 2016 às 12h35

A realidade são os zeros no Enem.

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    Alexandre Felippe Santos

    16 de janeiro de 2016 às 13h04

    Os zeros do ENEM não tem qualquer relação com o que está escrito no texto. E os alunos que estão prestando o ENEM estão cursando o ensino médio, ou seja, de responsabilidade dos governos ESTADUAIS, aliás, como está determinado pela Constituição.

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    RILDO FERREIRA

    16 de janeiro de 2016 às 11h37

    Esse aqui acha que para acabar com a fome tem que eliminar o faminto. Tirei zero na redação e a culpa é do Enem ou minha sujeito?

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    Richard Oliveira

    16 de janeiro de 2016 às 14h21

    Espera aí! Está faltando nessa análise aqueles que só se inscreveram no ENEM para, muito hipocritamente, mostrarem aos pais que estão estudando! A realidade é bem mais complicada do que muitos pensam…

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    Heloisa Reis

    16 de janeiro de 2016 às 21h41

    Zero para vc que não sabe interpretar um texto.

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Valéria Lemos

16 de janeiro de 2016 às 12h31

Fato!

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Sara Souza

16 de janeiro de 2016 às 12h27

Ainda vai mostraar para próxima campanha. Se ela mostrar agora a mídia desqualifica, acha um buraco do tamanho de uma mostarda e transforma em um enorme buraco do ozônio e a população acredita! Ela não precisa da PIG

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Ronaldo Godinho

16 de janeiro de 2016 às 12h08

#SouÉticoSouPTComOrgulho

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Antonio Henrique Siqueira

16 de janeiro de 2016 às 11h44

A incompetência não deixou a mostrar.

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    Carmem Stewart

    16 de janeiro de 2016 às 12h10

    Ser fosse incompetente talves não teria esses numero para louvar, nem esse legado.

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    Antonio Henrique Siqueira

    16 de janeiro de 2016 às 12h55

    Carmem Stewart , me refiro a incompetência q o Governo tem em lidar com certas questões em q pode ser beneficiado, esse é um exemplo de incompetência. O governo não sabe trabalhar o marketing positivo, fico pensando, quem sera o marketeiro do Planalto ?? Seja quem for, é bem fraquinho. #Dilma fica#

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Joaquim Carvalho Neto

16 de janeiro de 2016 às 11h32

Minhocão! Estudamos aí!
UnB.

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