Mais de 70% dos eleitores já estão decididos sobre o voto presidencial, diz DataFolha

A ingenuidade de Lins e Silva

Por Miguel do Rosário

16 de janeiro de 2016 : 12h26

A Lava Jato, ao tentar imitar o “mensalão” e promover um julgamento de exceção, encontra obstáculos mais difíceis.

Uma coisa é sacrificar petistas e publicitários no altar do jogo sujo da politicagem nacional.

Outra coisa é fazer o mesmo com Marcelo Odebrecht.

Não digo que Marcelo seja santo, ou que a Odebrecht seja o símbolo da ética empresarial.

Não será tão fácil, porém, transformar Marcelo Odebrecht num Marcos Valério.

Em primeiro lugar, a Odebrecht financia campanhas partidárias desde que existem partidos no país.

É o maior financiador do PSDB, por exemplo, embora não seja por isso que a empresa esteja sendo alvo da sanha destruidora da Lava Jato.

A Lava Jato tenta destruir a Odebrecht não por causa da corrupção, e sim porque a empreiteira foi sócia de um grande projeto para dar ao país uma infra-estrutura digna de um país desenvolvido: um país com refinarias, portos, hidrelétricas, ferrovias, estádios, estradas, de primeiro mundo.

Um projeto que a Lava Jato, com ajuda da mídia entreguista e vira-lata, está destruindo.

O Brasil não pode se desenvolver, não pode ter orgulho, não pode vencer.

A campanha para que sejamos sempre um povo derrotado, subdesenvolvido, com vergonha de si mesmo, é a principal violência que a nossa mídia, cevada na ditadura, com dinheiro do imperialismo, faz contra o povo brasileiro.

É a campanha da desesperança, alimentada diuturnamente por um noticiário cada vez mais apocalíptico.

Tudo que os tucanos não fizeram, porque o seu projeto era focado em privatização, de um lado, e compra de reeleição, de outro, os petistas fizeram, em parceria com as grandes empresas de engenharia: fazer o Brasil sonhar alto.

Por um momento, o Brasil se tornou o maior canteiro de obras do mundo, rivalizando até mesmo com a China.

As nossas empresas de engenharia, com auxílio do Estado brasileiro, começaram a tomar mercados internacionais, na África, na América Latina, até mesmo nos Estados Unidos.

A Odebrecht ganhou licitação para construir um aeroporto em Miami!

É claro que haveria reação.

Entretanto, a comunidade jurídica nacional começa a perceber que as conspirações midiático-judiciais, no afã de prejudicar o PT e o governo, estão atropelando leis e direitos fundamentais.

Se um homem rico e poderoso como Marcelo Odebrecht pode ser brutalizado pelo Estado e pela mídia desta maneira, preso sem provas, humilhado publicamente, conversas com suas filhas pequenas vazadas para a mídia, suas fotos na prisão expostas pela revista Veja, imagine a situação de vulnerabilidade do cidadão comum!

A ditadura midiático-judicial substitiu a violência perpetrada pelo regime militar com um toque muito mais sádico, muito mais estarrecedor, conforme começam a notar velhos advogados que lutaram contra a ditadura.

É mais estarrecedor porque, desta vez, a brutalidade vem melhor colorida com verniz democrático.

Dr.Lins e Silva, o que estão fazendo com Marcelo Odebrecth, fizeram pior com José Genoíno, por exemplo, preso igualmente sem provas.

Fizeram com Dirceu, cujo julgamento no STF foi imortalizado pela célebre frase de Rosa Weber: “não tenho provas contra Dirceu, mas a literatura me permite condená-lo”.

O que está acontecendo, dr.Lins e Silva, é que a mídia e setores do Judiciário são golpistas e entendem que a lei deve lhes servir, e não o contrário.

A indignação contra a corrupção lhes é incrivelmente seletiva.

Adotam uma postura de savonarolas furibundos para condenar a corrupção, desde que esta corrupção esteja inserida numa narrativa controlada por eles.

Quando a narrativa lhes foge ao controle, como aconteceu num primeiro momento da operação Zelotes, por exemplo, a indignação desaparece e todos, mídia, ministério público, judiciário, PF correm para abafar. Ou então fazem como fizeram com a Zelotes, que de uma operação contra a sonegação bilionária de grandes bancos e grupos de mídia, converteu-se numa perseguição política provinciana ao filho de Lula.

O partido da elite também quer fazer a sua “revolução”.

Para isso, não hesita em sacrificar alguns cordeiros gordos, como Marcelo Odebrecht, pensando no bem maior.

É o 18 de Brumário de Sergio Moro: a pequena e média burguesia pedindo uma ditadura, e sacrificando inclusive membros da alta burguesia, em nome da ordem burguesa maior, e tendo em vista o esmagamento político da classe trabalhadora.

O partido dos empresários, da Fiesp, o PSDB, tem de prevalecer!

O partido dos trabalhadores precisa ser derrotado, porque são incompetentes e incultos!

E sobretudo corruptos, corruptos, corruptos!

Fizeram a mesma coisa na ditadura. Sacrificaram no altar do bem maior um punhado de grandes empresas, como a TV Excelsior e a Panam, porque seus proprietários não tinham mais serventia para o golpe.

Hoje, a Odebrecht precisa ser destruída. O imperialismo precisa trazer para o Brasil as grandes empreiteiras norte-americanas, aquelas mesmas que financiam campanhas dos republicanos nos Estados Unidos e articulam guerras para destruir países e faturar com sua reconstrução.

E tudo isso feito em nome da “luta contra a corrupção”, sob aplauso de uma multidão de coxinhas desvairados.

Diante destas batalhas, o protesto dos advogados contra a Lava Jato soa ingênuo.

Ao invés de publicarem o manifesto num hotsite e o divulgarem via redes sociais, eles o publicam – mediante pagamento, claro – nos três jornalões do golpe, ou seja, exatamente nos mesmos jornais que patrocinam e chancelam o arbítrio contra o qual eles se insurgem.

Os advogados, por outro lado, não fazem mais do que imitar a estratégia do governo, que também ainda não entendeu que o mundo mudou, e que é preciso lutar com novas armas.

Mas não perca a esperança, doutor.

A justiça ainda pode prevalecer contra a astúcia diabólica, demagógica e profundamente desonesta dessas conspirações midiático-judiciais que tentam nos reconverter em colônia.

É preciso usar as novas tecnologias!

Se vocês, advogados, se limitarem a lutar na arena da própria mídia, a vitória será bem mais difícil.

Por outro lado, se usarem as arenas da novas mídias, se entenderem que, nos tribunais do judiciário e da opinião pública, a luta agora se dá através de uma semiótica que foge ao controle da mídia tradicional, vocês terão chances não só de desmascararem as conspirações, como também de lutar em favor do processo democrático.

Terão a oportunidade, enfim, de lutar, assim como fizeram no regime militar, pela democracia, e contra o mesmo inimigo, visto que a ditadura civil militar aprendeu com suas derrotas e se sofisticou, e hoje se materializa neste golpismo midiático-judicial hipócrita, inescrupuloso, baseado em manipulações jornalísticas, tortura, prisões preventivas por tempo indeterminado, delações premiadas, vazamentos seletivos, mentiras e controle da opinião pública.

Se acordarem a tempo, e acredito que vão, vocês poderão nos ajudar na luta contra o golpe.

***

Operação Lava Jato é pior que a ditadura, diz advogado

MARIO CESAR CARVALHO DE SÃO PAULO, NA FOLHA

O advogado Técio Lins e Silva, um dos signatários da carta que compara a Operação Lava Jato com a Inquisição, diz que o comportamento do juiz Sergio Moro no caso é pior do que na ditadura militar. “Estou falando de uma arbitrariedade como nunca se viu no Brasil, nem na ditadura”, disse.

Aos 70 anos, Lins e Silva foi um dos mais célebres advogados a defender presos políticos na ditadura militar. Agora atua na defesa de um ex-diretor da Odebrecht, Alexandrino de Alencar.

Em entrevista à Folha, ele critica o juiz Sergio Moro, responsável pela operação, os procuradores e a imprensa.

*
Folha – Por que publicar um manifesto contra a Lava Jato quando a operação está prestes a completar dois anos?
Técio Lins e Silva – Porque tudo tem um limite. O copo vai enchendo, como a paciência vai enchendo, e tem uma gota d’água. Estou falando de uma arbitrariedade como nunca se viu no Brasil, nem na ditadura. Advoguei de 1965 a 1985 intensamente na Justiça Militar, na fase mais dura dos anos de chumbo, quando não havia habeas corpus e o preso ficava incomunicável. Tenho autoridade para comparar as coisas.

Por que a Lava Jato seria pior do que a ditadura?
Há uma questão inimaginável, que viola o princípio do processo constitucional democrático: um juiz que só julga esse caso. Tem de se perguntar se ele tem poder para julgar esse caso. No regime militar, os processos eram distribuídos por sorteio. No Paraná, não. Só um juiz atua nos processos.
Isso é uma violação da Constituição. Esses processos não pertencem a ele. A mídia tem tido uma reação muito ruim a isso tudo. Ela foi contaminada por esse fundamentalismo da repressão e aplaude tudo que é contrário aos acusados.

Qual foi a gota d´água?
Todo dia há um fato. Essa é a questão. Não há uma luz no fim do túnel para que a Justiça possa colocar um freio. Ao contrário. Se há uma decisão favorável [aos investigados], há uma reação contra. Não é normal colocar fotos de investigados, fotos do prontuário, com dados sigilosos, para humilhar. Porque é a pior fotografia, com o pior ângulo do acusado. Essa pode ser a gota d´água: o desrespeito absoluto do conceito de que o réu é pessoa sagrada, da presunção de inocência.

A carta diz que “é inadmissível que o Poder Judiciário não se oponha” a esse estado das coisas. O sr. acha que o Supremo se acovardou?
O Supremo não. Ele ainda está apreciando o caso.

O Supremo tem mantido as decisões do juiz.
Meu cliente, ex-diretor da Odebrecht, foi solto por decisão do Supremo. Muitos réus foram soltos pelo Supremo.

Há uma conta da força-tarefa segundo a qual já foram impetrados mais de 300 recursos contra as decisões do juiz, e pouco mais do que uma dezena obteve sucesso. O sr. acha que o Judiciário todo está sendo manipulado pela Lava Jato?
Não respondo porque não tenho essa contabilidade.

A essência dessa conta é que os tribunais superiores têm mantido as decisões do juiz.
O Supremo já julgou favoravelmente aos réus. Muitas vezes o Supremo nega a liminar, mas concede no mérito. Como fica essa conta?

Um dos nomes mais importantes da carta, o do ex-ministro Gilson Dipp, diz que não autorizou a inclusão do nome dele no manifesto.
Isso não quer dizer absolutamente nada. É um nome em mais de 100 [105]. Isso é muito comum. Tenho certeza de que ele concorda com o teor do manifesto.

O procurador Deltan Dellagnol disse à Folha que a carta viola o princípio mais básico do direito de defesa, que é não fazer acusação genérica.
Ele não tem autoridade para fazer qualquer criticar à advocacia. Ele vai a igrejas evangélicas pregar sobre a Lava Jato, vai ao Congresso pedir alteração na lei. Confunde militância política com a função pública de procurador, que tem de respeitar o acusado. Ele não tem autoridade nenhuma, zero.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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37 comentários

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Franco

18 de janeiro de 2016 às 11h49

“Advogado” não tem opinião. O que ele fala é irrelevante, pois suas convicções são de aluguel. É só pagar e ele se esmera em eufemismos para justificar os honorários. Esses da Lava Jato então… Nem se fala. Estão acostumados com os meandros da engenharia jurídica da procrastinação e daí ” se espantam” quando a Justiça age de verdade. Por certo estão lavando a égua com dinheiro “”limpo”” dos acusados de colarinho branco. Afinal, dinheiro não fede né ? Tudo por dinheiro… coitados…

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    Miguel do Rosário

    18 de janeiro de 2016 às 17h04

    Não é o caso de Lins e Silva

    Responder

Enio

18 de janeiro de 2016 às 11h10

Essa elite tem MEDO do povo brasileiro.

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Marilena Dorea

18 de janeiro de 2016 às 08h34

O comportamento da autoridade judiciária que comanda a operação Lava Jato é garantidora da soberania oligárquica brasileira. A punição é executados ao arrepio da lei, exerce influência nas diversas esferas de poder, impossibilita ò debate de idéias para mudar a nossa mentalidade coletiva e ao estimular os instintos mais baixos da mídia, alimenta rancores, ressentimentos que ameaçam a soberania nacional.

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Vivi M. Ramos

18 de janeiro de 2016 às 02h57

Texto maravilhoso, primoroso, Miguel!!! Parabéns!

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Hell Back

17 de janeiro de 2016 às 21h13

“Ele quer higienizar a economia brasileira. (…)” Sei; Este sujeito quer deixar a economia brasileira limpinha, limpinha; igual a economia do Haiti. (rs)

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Renato Bloisi

17 de janeiro de 2016 às 09h43

Texto excelente!

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Rafael Magrini Moreira

17 de janeiro de 2016 às 01h26

Texto admirável!

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Zora Motta

16 de janeiro de 2016 às 23h55

Compartilhado! Valeu!!

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olivires

16 de janeiro de 2016 às 21h21

“A comunidade jurídica começou a acordar.” “Se Odebrecht pode ser preso, imagine o cidadão comum.”

Todo mundo sabe que o cidadão comum é preso desse jeito desde que o Brasil foi inventado.

São 40%, dos 600 mil presos, em prisão cautelar. Vão até realizar um mutirão para liberar metade deles.

A comunidade jurídica quer fazer valer a sua voz para fazer valer o seu valor ($).

Se um rico vai pra cadeia e fica lá, isso é ruim para o imenso escritório de advocacia pago a preço de ouro.

Seus serviços são inúteis, seu prestígio cai.

Mas a leitura deve ser outra. Não é que ricos não possam ir para a cadeia.

É que certos ricos irão para cadeia por terem participado de um projeto de país que não está alinhado com os donos do mundo.

A demonstração de força não é da oposição, essa é mero sabujo dos interesses estrangeiros.

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Lúcia Farias Schirmer

16 de janeiro de 2016 às 22h26

Texto excelente, merece ser lido na íntegra.

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Maricila Brito Gomes

16 de janeiro de 2016 às 19h14

Apolonildo Senna Britto

Responder

Maricila Brito Gomes

16 de janeiro de 2016 às 19h14

Graça

Responder

Maricila Brito Gomes

16 de janeiro de 2016 às 19h14

Ronal

Responder

Mauricio Bellini

16 de janeiro de 2016 às 19h02

Responder

Fábio Bento

16 de janeiro de 2016 às 17h06

Aline Vinha Lima, vale a leitura.

Responder

Raimundo Freitas Freitas

16 de janeiro de 2016 às 16h42

Política não é ” Cafezinho”!

Responder

Fernando Mazzucchelli

16 de janeiro de 2016 às 16h30

Podes ter razão em muito do que apontas mas Lins e Silva está longe de ser ingênuo. É mais um advogado que chama a atenção para as arbitrariedades que estão sendo cometidas.

Responder

    Vivi M. Ramos

    18 de janeiro de 2016 às 03h04

    Pelo que entendi, a ingenuidade dele é de, junto com outros advogados, ter publicado essa carta no jornal (no “terreno do inimigo”), onde haverá espaço infinito para que seja devidamente detonada – como foi – pela turma do Moro e pelos “especialistas” e “juristas” preferidos da mídia. Ou seja, o efeito foi pífio, e devidamente minimizado.

    Responder

Luís CPPrudente

16 de janeiro de 2016 às 14h28

A verdade é que o monstro fascista está à solta e provocando atitudes fascistas contra a verdade, a justiça e as pessoas que ele alcança, esse monstro fascista é o Homem de Preto da Vara de Guantánamo, eleito o Homem do Ano da famiglia Marinho em 2015.

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Marcos Portela

16 de janeiro de 2016 às 16h18

FIM DE JOGO, bem que os FASCISTAS tentaram DESTRUIR o PAÍS, mas com a FORÇA do POVO nas RUAS e com o RESULTADO que confirmou a vitória da DEMOCRACIA, mostrou ao POVO que nem todos os Ministros do STF são CORRUPTOS e que o “Ministro” GILMAR falhou na NEGOCIAÇÃO com seus colegas, na REDE GLOBO já davam a VITÓRIA do GOLPE como CERTA, anunciada com antecedência pelo MERVAL que seria um MASSACRE a VOTAÇÃO no STF, prepararam um SHOW de prêmios na DEMÔNIOS FEST do FAUSTÃO, com distribuição de troféus de MELHORES GOLPISTAS 2015, como a VEJA, que MODIFICOU a sua capa com o “Juiz” MORO sendo a PERSONALIDADE do ANO para ser o que SALVOU o ANO dos que NÃO foram PRESOS do DEM, PSDB e PMDB e ainda tiveram seus PROCESSOS ENGAVETADOS, uma grande CONSPIRAÇÃO e TRAIÇÃO denominada de “PATRIOTAS” para esconder os HIPÓCRITAS, também premiariam os aliados da IMPRENSA MONOPOLIZADA do PAÍS, o AÉCIO, o CUNHA, o GILMAR e o traíra TEMER, mesmo ESTANDO ENVOLVIDOS na INSTALAÇÃO do CAOS que ATACOU EMPRESAS que operavam e geravam EMPREGOS com várias OBRAS de INFRAESTRUTURA no PAÍS, clonaram e veicularam repetitivamente palavras de ordem na MÍDIA, como AMIGOS do LULA, CRISE, IMPEACHMENT, INFLAÇÃO… e também envolvidos em CRIMES de EXTORSÃO, TRÁFICO de COCAÍNA, SONEGAÇÃO, VENDA de SENTENÇAS e HABEAS CORPUS JUDICIAIS, que não vem ao caso para a SOCIEDADE ALIENADA pela MÍDIA, portanto se pretendem INICIAR um novo ATAQUE ao PAÍS, serão mais uma vez combatidos pelo POVÃO e em última instância pela intervenção MILITAR que tanto DESEJARAM.

Responder

Marilia Castro Valente

16 de janeiro de 2016 às 15h06

O ato falho: “Se um homem como Marcelo Odebrecht pode ser brutalizado pelo Estado e pela mídia desta maneira, preso sem provas, humilhado publicamente, conversas com suas filhas pequenas vazadas para a mídia, suas fotos na prisão expostas pela revista Veja, imagine a situação de vulnerabilidade do cidadão comum!”

Responder

    O Cafezinho

    16 de janeiro de 2016 às 19h20

    Em outros termos então: o Judiciário brasileiro tornou-se máquina de moer gente. Se diante do interesse político, e dos holofotes da mídia, é capaz de brutalizar um homem rico como Marcelo Odebrecht, que tem privilégio para contratar os melhores advogados, imagine o que não pode fazer com o cidadão de poucas posses?

    Responder

    Gregorio Silva

    16 de janeiro de 2016 às 19h40

    O Cafezinho, minha mãe sempre fala: “Se não que ser linchado, não roube”. Pior que ladrão pobre. é ladrão rico, ou vice-versa.

    Responder

    Andre Delage

    16 de janeiro de 2016 às 22h00

    Tadinho do Marcelo Odebrecht ele e os outros são uns Santos
    É brincadeira lugar de ladrão e na cadeia independente de partido político.

    Responder

      Hell Back

      17 de janeiro de 2016 às 21h20

      Só não pode se for do DEM e do PSDB.

      Responder

    O Cafezinho

    16 de janeiro de 2016 às 22h16

    Ande e qual o partido ?

    Responder

    Andre Delage

    16 de janeiro de 2016 às 22h19

    Eu não tenho partido !

    Responder

    Sílvia Eugênia Galli

    17 de janeiro de 2016 às 02h22

    Então é um analfabeto político!!!

    Responder

    Andre Delage

    17 de janeiro de 2016 às 08h54

    O Silvia alfabeto político e você que nem mostra o rosto sua merda você nem me conhece para me julgar
    É por pessoas idiotas igual a você que o brasil está essa merda !!!

    Responder

      Joca de Ipanema

      17 de janeiro de 2016 às 18h49

      Shiii Silvia. Te “xingou” de alfabeto político. Quer dizer que sabes tudo de política de A a Z. O analfa não sabe o que diz. Notastes como ele abusa do vocábulo merda. Igualzinho aos trogloditas quje quiseram ofender o Chico.

      Responder

    Renato Bloisi

    17 de janeiro de 2016 às 09h39

    Andre Delage

    Responder

    Renato Bloisi

    17 de janeiro de 2016 às 09h40

    Andre Delage NINGUÉM QUER ASSUMIR…. heheheh

    Responder

    O Cafezinho

    17 de janeiro de 2016 às 12h49

    Digo: o que tem a ver marcelo odebrecht com partido político? Ele é Pt por acaso ?

    Responder

    Renato Bloisi

    17 de janeiro de 2016 às 12h58

    Andre Delage Por que Agora Ninguém Assume que é PSDB, PMBD, PP, ou sei lá o quê? Por que? #EuSouPetralha #VivaOPT #VivaADemocracia #DILMAIS #DilminhaTocandoTerrorNasRatazanas #LulaÉoCara #Lula2018

    Responder

    Andre Delage

    17 de janeiro de 2016 às 13h03

    O Renato não sei de quem você precisa ser Falke para poder existir
    Inseto e você o babaca .
    Aprenda a respeitar as pessoas .
    Você é um merda

    Responder

    Sidnei Santos

    17 de janeiro de 2016 às 14h21

    Marília, peço licença para copiar seu comentário!

    Responder

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