Mais de 70% dos eleitores já estão decididos sobre o voto presidencial, diz DataFolha

Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. Em discurso, senador Aloysio Nunes (PSDB-SP). Foto: Jefferson Rudy /Agência Senado

Porque o senador Aloysio Nunes foi a Washington um dia depois da votação do impeachment?

Por Redação

18 de abril de 2016 : 20h41

Foto: Jefferson Rudy/ Agência Senado

por Glenn Greenwald, Andrew Fishman e David Miranda, no The Intercept

A Câmara dos Deputados do Brasil votou a favor da admissibilidade do impeachment da presidente do país, Dilma Rousseff, encaminhando o processo de afastamento para o Senado. Em um ato simbólico, o membro da casa que deu o voto favorável nº 342, mínimo para admitir o processo, foi o deputado Bruno Araújo, mencionado em um documento que demonstra que ele teria recebido fundos ilegais de uma das principais empreiteiras envolvidas no atual escândalo de corrupção do país. Além disso, Araújo pertence ao partido de centro-direita PSDB, cujos candidatos perderam quatro eleições seguidas contra o PT, de esquerda moderada, partido de Rousseff, sendo a última delas há apenas 18 meses atrás, quando 54 milhões de brasileiros votaram pela reeleição de Dilma como presidente.

Esses dois fatos sobre Araújo sublinham a natureza surreal e sem precedentes do processo que ocorreu ontem em Brasília, capital do quinto maior país do mundo. Políticos e partidos que passaram duas décadas tentando — e fracassando — derrotar o PT em eleições democráticas encaminharam triunfalmente a derrubada efetiva da votação de 2014, removendo Dilma de formas que são, como o relatório do The New York Times de hoje deixa claro, na melhor das hipóteses, extremamente duvidosas. Até mesmo a revista The Economist, que há tempos tem desprezado o PT e seus programas de combate à pobreza e recomendou a renúncia de Dilma, argumentou que “na falta da prova de um crime, o impeachment é injustificado” e “parece apenas um pretexto para expulsar um presidente impopular. ”

Os processos de domingo, conduzidos em nome do combate à corrupção, foram presididos por um dos políticos mais descaradamente corruptos do mundo democrático, o presidente da Câmara Eduardo Cunha (em cima, ao centro) que teve milhões de dólares sem origem legal recentemente descobertos em contas secretas na Suíça, e que mentiu sob juramento ao negar, para os investigadores no Congresso, que tinha contas no estrangeiro. O The Globe and Mail noticiou ontem dos 594 membros da Câmara, “318 estão sob investigação ou acusados” enquanto o alvo deles, a presidente Dilma, “não tem nenhuma alegação de improbidade financeira”.

Um por um, legisladores manchados pela corrupção foram ao microfone para responder a Cunha, votando “sim” pelo impeachment enquanto afirmavam estarem horrorizados com a corrupção. Em suas declarações de voto, citaram uma variedade de motivos bizarros, desde “os fundamentos do cristianismo” e “não sermos vermelhos como a Venezuela e Coreia do Norte” até “a nação evangélica” e “a paz de Jerusalém”. Jonathan Watts, correspondente do The Guardian, apanhou alguns pontos da farsa:

Sim, votou Paulo Maluf, que está na lista vermelha da Interpol por conspiração. Sim, votou Nilton Capixaba, que é acusado de lavagem de dinheiro. “Pelo amor de Deus, sim!” declarou Silas Câmara, que está sob investigação por forjar documentos e por desvio de dinheiro público.

É muito provável que o Senado vá concordar com as acusações, o que resultará na suspensão de 180 dias de Dilma como presidente e a instalação do governo pró-negócios do vice-presidente, Michel Temer, do PMDB. O vice-presidente está, como o The New York Times informa, “sob alegações de estar envolvido em um esquema de compra ilegal de etanol”. Temer recentemente revelou que um dos principais candidatos para liderar seu time econômico seria o presidente do Goldman Sachs no Brasil, Paulo Leme.

Se, depois do julgamento, dois terços do Senado votarem pela condenação, Dilma será removida do governo permanentemente. Muitos suspeitam que o principal motivo para o impeachment de Dilma é promover entre o público uma sensação de que a corrupção teria sido combatida, tudo projetado para aproveitar o controle recém adquirido de Temer e impedir maiores investigações sobre as dezenas de políticos realmente corruptos que integram os principais partidos.

Os Estados Unidos têm permanecido notavelmente silenciosos sobre esse tumulto no segundo maior país do hemisfério, e sua postura mal foi debatida na grande imprensa. Não é difícil ver o porquê. Os EUA passaram anos negando veementemente qualquer papel no golpe militar de 1964 que removeu o governo de esquerda então eleito, um golpe que resultou em 20 anos de uma ditadura brutal de direita pró-EUA. Porém, documentos secretos e registros surgiram, comprovando que os EUA auxiliaram ativamente no planejamento do golpe, e o relatório da Comissão da Verdade de 2014 no país trouxe informações de que os EUA e o Reino Unido apoiaram agressivamente a ditadura e até mesmo “treinaram interrogadores em técnicas de tortura.”

Brasília- DF- Brasil- 25/02/2015- Policiais, bombeiros e agentes penitenciários participam de ato no gramado do Congresso Nacional em memória aos agentes de segurança pública assassinados em decorrência da profissão. Na foto, o deputado Jair Bolsonaro discursa no evento.  (Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil)

Na foto, o deputado Jair Bolsonaro (Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil)

O golpe e a ditadura militar apoiadas pelos EUA ainda pairam sobre a controvérsia atual. A presidente Rousseff e seus apoiadores chamam explicitamente de golpe a tentativa de removê-la. Um deputado pró-impeachment de grande projeção e provável candidato à presidência, o direitista Jair Bolsonaro (que teve seu perfil traçado por The Intercept no ano passado), elogiou ontem explicitamente a ditadura militar e homenageou o Cel. Carlos Alberto Brilhante Ustra, chefe de tortura da ditadura (notavelmente responsável pela tortura de Dilma). Filho de Bolsonaro, Eduardo, também na casa, afirmou que estava dedicando seu voto pelo impeachment “aos militares de ’64”: aqueles que executaram o golpe e impuseram o poder militar.

A invocação incessante de Deus e da família pelos que propuseram o impeachment, ontem, lembrava o lema do golpe de 1964: “Marcha da Família com Deus pela Liberdade.” Assim como os veículos de comunicação controlados por oligarquias apoiaram o golpe de 1964, como uma medida necessária contra a corrupção da esquerda, eles estiveram unificados no apoio e na incitação do atual movimento de impeachment contra o PT, seguindo a mesma lógica.

Por anos, o relacionamento de Dilma com os EUA foi instável, e significativamente afetado pelas declarações de denúncia da presidente à espionagem da NSA, que atingiu a indústria brasileira, a população e a presidente pessoalmente, assim como as estreitas relações comerciais do Brasil com a China. Seu antecessor, Lula da Silva, também deixou de lado muitos oficiais norte-americanos quando, entre outras ações, juntou-se à Turquia para negociar um acordo independente com o Irã sobre seu programa nuclear, enquanto Washington tentava reunir pressão internacional contra Teerã. Autoridades em Washington têm deixado cada vez mais claro que não veem mais o Brasil como seguro para o capital.

Os EUA certamente têm um longo — e recente — histórico de criar instabilidade e golpes contra os governos de esquerda Latino-Americanos democraticamente eleitos que o país desaprova. Além do golpe de 1964 no Brasil, os EUA foram no mínimo coniventes com a tentativa de depor o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, em 2002; tiveram papel central nadestituição do presidente do Haiti, Jean-Bertrand Aristide em 2004; e a então Secretária de Estado, Hillary Clinton, prestou apoio vital para legitimar o golpe 2009 em Honduras, apenas para citar alguns exemplos.

Muitos na esquerda brasileira acreditam que os EUA estão planejando ativamente a instabilidade atual no país com o propósito de se livrar de um partido de esquerda que se apoiou fortemente no comércio com a China, e colocar no lugar dele um governo mais favorável aos EUA que nunca poderia ganhar uma eleição por conta própria.

Embora não tenha surgido nenhuma evidência que comprove essa teoria, uma viagem aos EUA, pouco divulgada, de um dos principais líderes da oposição brasileira deve provavelmente alimentar essas preocupações. Hoje — o dia seguinte à votação do impeachment — o Sen. Aloysio Nunes do PSDB estará em Washington para participar de três dias de reuniões com várias autoridades norteamericanas, além de lobistas e pessoas influentes próximas a Clinton e outras lideranças políticas.

O Senador Nunes vai se reunir com o presidente e um membro do Comitê de Relações Internacionais do Senado, Bob Corker (republicano, do estado do Tennessee) e Ben Cardin (democrata, do estado de Maryland), e com o Subsecretário de Estado e ex-Embaixador no Brasil, Thomas Shannon, além de comparecer a um almoço promovido pela empresa lobista de Washington, Albright Stonebridge Group, comandada pela ex-Secretária de Estado de Clinton, Madeleine Albright e pelo ex-Secretário de Comércio de Bush e ex-diretor-executivo da empresa Kellogg, Carlos Gutierrez.

A Embaixada Brasileira em Washington e o gabinete do Sen. Nunes disseram ao The Intercept que não tinham maiores informações a respeito do almoço de terça-feira. Por email, o Albright Stonebridge Group afirmou que o evento não tem importância midiática, que é voltado “à comunidade política e de negócios de Washington”, e que não revelariam uma lista de presentes ou assuntos discutidos.

Nunes é uma figura da oposição extremamente importante — e reveladora — para viajar aos EUA para esses encontros de alto escalão. Ele concorreu à vice-presidência em 2014 na chapa do PSDB que perdeu para Dilma e agora passa a ser, claramente, uma das figuras-chave de oposição que lideram a luta do impeachment contra Dilma no Senado.

Como presidente da Comissão de Relações e Defesa Nacional do Senado, Nunes defendeu repetidas vezes que o Brasil se aproxime de uma aliança com os EUA e o Reino Unido. E — quase não é necessário dizer — Nunes foi fortemente apontado em denúncias de corrupção; em setembro, um juiz ordenou uma investigação criminal após um informante, um executivo de uma empresa de construção, declarar a investigadores ter oferecido R$ 500.000 para financiar sua campanha — R$ 300.000 enviados legalmente e mais R$ 200.000 em propinas ilícitas de caixa dois — para ganhar contratos com a Petrobras. E essa não é a primeira acusação do tipo contra ele.

A viagem de Nunes a Washington foi divulgada como ordem do próprio Temer, que está agindo como se já governasse o Brasil. Temer está furioso com o que ele considera uma mudança radical e altamente desfavorável na narrativa internacional, que tem retratado o impeachment como uma tentativa ilegal e anti-democrática da oposição, liderada por ele, para ganhar o poder de forma ilegítima.

O pretenso presidente enviou Nunes para Washington, segundo a Folha, para lançar uma “contraofensiva de relações públicas” e combater o aumento do sentimento anti-impeachment ao redor do mundo, o qual Temer afirma estar “desmoraliz[ando] as instituições brasileiras”. Demonstrando preocupação sobre a crescente percepção da tentativa da oposição brasileira de remover Dilma, Nunes disse, em Washington, “vamos explicar que o Brasil não é uma república de bananas”. Um representante de Temer afirmou que essa percepção “contamina a imagem do Brasil no exterior”.

“É uma viagem de relações públicas”, afirma Maurício Santoro, professor de ciências políticas da UFRJ, em entrevista ao The Intercept. “O desafio mais importante que Aloysio enfrenta não é o governo americano, mas a opinião pública dos EUA. É aí que a oposição está perdendo a batalha”.

Não há dúvida de que a opinião internacional se voltou contra o movimento dos partidos de oposição favoráveis ao impeachment no Brasil. Onde, apenas um mês atrás, os veículos de comunicação da mídia internacional descreviam os protestos contra o governo nas ruas de forma gloriosa, os mesmos veículos agora destacam diariamente o fato de que os motivos legais para o impeachment são, no melhor dos casos, duvidosos, e que os líderes do impeachment estão bem mais envolvidos com a corrupção do que Dilma.

Temer, em particular, estava abertamente preocupado e furioso com adenúncia do impeachment pela Organização de Estados Americanos, apoiada pelo Estados Unidos, cujo secretário-geral, Luis Almagro, disse que estava “preocupado com [a] credibilidade de alguns daqueles que julgarão e decidirão o processo” contra Dilma. “Não há nenhum fundamento para avançar em um processo de impeachment [contra Dilma], definitivamente não”.

O chefe da União das Nações Sul-Americanas, Ernesto Samper, da mesma forma, disse que o impeachment é “um motivo de séria preocupação para a segurança jurídica do Brasil e da região”.

A viagem para Washington dessa figura principal da oposição, envolvida em corrupção, um dia após a Câmara ter votado pelo impeachment de Dilma, levantará, no mínimo, dúvidas sobre a postura dos Estados Unidos em relação à remoção da presidente. Certamente, irá alimentar preocupações na esquerda brasileira sobre o papel dos Estados Unidos na instabilidade em seu país. E isso revela muito sobre as dinâmicas não debatidas que comandam o impeachment, incluindo o desejo de aproximar o Brasil dos EUA e torná-lo mais flexível diante dos interesses das empresas internacionais e de medidas de austeridade, em detrimento da agenda política que eleitores brasileiros abraçaram durante quatro eleições seguidas.

ATUALIZAÇÃO: Antes desta publicação, o gabinete do Sen. Nunes informou ao The Intercept que não tinha mais informações sobre a viagem dele à Washington, além do que estava escrito no comunicado de imprensa, que data de 15 de abril. Subsequente à publicação, o gabinete do Senador nos indicou informação publicada no Painel do Leitor (Folha de S. Paulo, 17.04.2016) onde Nunes afirma — ao contrário da reportagem do jornal — que a ligação do vice-presidente Temer não foi o motivo para sua viagem a Washington.

Traduzido por: Beatriz Felix, Patricia Machado e Erick Dau

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38 comentários

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Lasara Alves Ferreira

03 de março de 2017 às 12h39

ESSE CORRUPTISSIMO SR ALOISIO ESTÁ ENTRE OS 300 POLÍTICOS BLINDADOS NA LAV A JATO E ENTRE OS MAIORES LADRÕES E MEGA DELATADOS DESDE O INÍCIO DA NOVA REPÚBLICA DA CORRUPÇÃO CRIADA EM 1986 PELA QUADRILHA PMDB E SEU DERIVADO PSDB, PFL ATUAL DEM E PELO SINISTRO PP.
ESSE BANDIDO FOI LIDER DA GUERRILHA AP AÇÃO POPULAR (USOU VÁRIOS CODINOMES MATEUS, NICANOR) ELE TROCOU TIROS COM A PMSP NO DIA 10 DE AGOSTO DE 1968 ASSALTO PLANEJADO POR NUNES E JOSÉ CHIRICO SERRA AMBOS DA AP ASSALTARAM O TREM PAGADOR DA RFFSA NO DIA 10 DE AGOSTO DE 1968, NUNES E SERRA TAMBÉM PLANEJARAM A EMBOSCADA E A MORTE DO LIDER DA UNE ANTONIO LOURENÇO E ESSE ASSALTO CINEMATOGRÁFICO. O CRIME FOI NOTICIADO NO BRASIL E NO EXTERIOR ALOSIO NUNES ATIROU EM POLICIAIS MILITARES DA PMSP ROUBOU CENTO E TRÊS MILHÕES DE CRUZEIROS E OS DOIS BANDIDOS SERRA E NUNES LIDERES DA UNE FUGIRAM PARA A BOLÍVIA. ELES FORAM PRESOS EM LA PAZ PELAS TROPAS DO GENERAL HUGO BANZER E NUMA FUGA CINEMATOGRÁFICA ELES SUBORNARAM UM MAJOR DO EXERCITO E FUGIRAM PARA A FRONTEIRA DO PARAGUAI E SEGUIRAM PARA O CHILE. O MAJOR DO EXERCITO BOLIVIANO QUE PLANEJOU A FUGA DESSES BANDIDOS FOI FUZILADO EM LA PAZ POR ORDEM DO PRESIDENTE HUGO BANZER. ESSE CANALHA SR ALOSIO NUNES FOI PRESO EM SANTIAGO E SEGUIU PARA UM FALSO EXÍLIO NA FRANÇA ONDE RECEBEU VERBAS DE GRUPOS TERRORISTAS. COM A ANISTIA ELE REGRESSOU AO BRASIL

APÓS O ESCÀNDALOS DO JUZI LALAU AMIGO PESSOAL DE FHC E DO MINISTRO DA JUSTIÇA GREGORY NUNES FOI NOMEADO POR FHC PARA ASSUMIR O MINISTÉRIO E AJUDAR OS JUIZES E PROCURADORES DO PARANÁ BLINDAR OS 300 POLÍTICOS PROPINADOS PELAS MULTINACAIONAIS NO ESCANDALO BANESTADO – BANCO DO ESTADO DO PARANÁ (ESQUEMA DE CORRUPÇÃOI DA REPÚBLICA 1995-2002 FOI SEPULTADO E BLINDADO PELO JUIZ SERGIO MORO PARENTE DO TUCANO OSVALDO MALUCELLI MORO E JOEL MALUCELLI SUPLENTE DO TUCANO ALVARO DIAS) PERSEGUIR OS DELEGADOS DA PF DR JOSÉ CASTILHO NETO QUE INVESTIGARAM E DESCOBRIRAM A CONTA TUCANO, CONTA MARÍLIA, CONTA CH J&T EM NOME DE FAMILIARES DE FHC, SERRA, COVAS E SERGIO MOTA E OUTRAS 238 CONTAS SECRETAS DE DEMO TUCANOS EM PROPINAS BILIONÁRIAS PAGAS PELAS MULTINACAIONAIS (125 BILHÕES DE DPOLARES) NAS ILHAS CAYMAN, PANAMÁ E SUIÇA COMANDARAM A OPERAÇÃO MACUCO (JOSÉ CASTILHO NETO), OPERAÇÃO CAYMAN (VICENTE CHELOTTI) E OPERAÇÃO BANQUEIRO (PROTOGENES)

BIBLIOGRAFIA

1- YOUTUBE: “A ODEBRECHT, O DEPROP OS 300 POLÍTICOS PICARETAS DA NOVA REPÚBLICA E O ASSASSINATO DO GOVERNADOR DO ACRE EM 17 DE MARÇO DE 1992” OS ASSASSINATOS DO GOVERNADOR DO ACRE, DE ULYSSES GUIMARAES, DE ELISABETE LOFRANO E A MORTE DE QUEIMA DE ARQUIVO DE PC FARIAS FORAM AS MAIORES QUEIMAS DE ARQUIVOS DA CPI “ESQUEMA DO ORÇAMENTO DOS ANÕES DO CONGRESSO E DA CAMARA” E A CPI ESQUEMA COLLOR PC FARIAS. PASMEM SÃO OS MESMOS 300 POLÍTICOS PICARETAS CORRUPTOS DENUNCIADOS PELO GOVERNADOR DO ACRE EDMUNDO PINTO MORTO NO HOTEL DELLA VOLPE COM TIROS NA CABEÇA, MICHEL TEMER ERA SECRETARIO DE SP NA ÉPOCA DO ASSASSINATO DO GOVERNADOR DO ACRE EDMUNDO PINTO QUE DENUNCIOU OS 300 PICARETAS E O DEPROP PELA PRIMEIRA VEZ EM 1988, PASMEM HÁ QUASE 30 ANOS ATRÁS SÃO OS MESMOS BLINDADAOS NA LAVA A JATO PELO JUIZ TUCANO SERGIO MORO E SEUS CUPINCHAS NO STF E PGR.
2- YOUTUBE: “DISCURSO DE REQUIÃO: BANESTADO FOI O MAIOR CRIME DE CORRUPÇÃO DA REPÚBLICA OCORREU NO GOVERNO FHC E TEVE OS MESMOS JUIZES E OS MESMOS DOLEIROS DA SUA DERIVADA A LAVA A JATO”, UM FEITIÇO DO TEMPO
3- YOUTUBE: “POLICIAL LUCAS GOMES ARCANJO QUE DENUNCIOU AÉCIO POR CRIMES ASSASSINATOS DE QUEIMA DE ARQUIVO E TRÁFICO DE DROGAS FOI ASSASSINADO EM 26 DE MARÇO DE 2016” ELE INVESTIGOU OS ASSASSINATOS DAS DUAS LARANJAS DO MENSALÃO TUCANO SRA CRISTIANE APARECIDA E SRA MIRTES MORTAS EM BH NO APAGAR DAS LUZES DO GOVERNO FHC
4- YOUTUBE:”BILL CLINTON PASSOU SERMÃO EM FHC NA CIDADE DE FLORENÇA ITALIA EM JANEIRO DE 1999 PELA PESADA CORRUPÇÃO NO ESQUEMA BANESTADO-BANCO DO ESTADO DO PARANÁ – QUE CAPTOU 125 BILHÕES DE DÓLARES DAS MULTINACIONAIS PARA REMUNERAR 300 POLÍTICOS PICARETAS DO PMDB-PSDB-DEM-PP OBEDIENTES A FHC NAS PRIVATARIAS TUCANAS
5- A PRIVATARIA TUCANA, AMAURY JUNIOR, elçe foi baleado em Brasilia com tiros no abdome na saida de um restaurante em agosto de 2007 após ter publicado o livro e ter sido ameaçado de morte pelo corruptíssimo sr José Chirico Serra e Alexandre Bourgeois (genro corrupto de Serra)
6- O MAPA DA CORRUPÇÃO NO GOVERNO FHC, Larissa Burtone
7- FHC, CRISE, DECADÊNCIA E CORRUPÇÃO, H fontana (o livro detalha as investigações do FBI sobre o pesado esquema de corrupção no ESQUEMA BANESTADO- Banco do Estado do Paraná – esquema abafado no Paraná pelo juiz Sergio Moro e Carlos Fernandes Santos Lima, eles soltaram Youssef três vezes seguidas nas diligências feitas pelo delegado Csastilho em 1997, 1999 e 2002. O TUCANO MORO TINHA PLANOS FUTUROS PARA O OFFICE BOY DOS TUCANOS NO BANESTADO O SR ALBERTO YOUSSEF ATUAOU COMO AGENTE TUCANO EM AGRADECIMENTO AS SOLTURAS DE YOUSSEF FEITAS PIOR SERGIO MORO NA OPERAÇÃO MACUCO. SERGIO MORO VEM BLINDANDO OS SEUS PARENTES TUCANOS DESDE 1997 NO ESCANDALO BANESTADO
8- A OUTRA HISTÓRIA DA LAVA A JATO, OS FATOS OCULTOS QUE A MIDIA ESCONDEU E MORO OCULTOU, Paulo Moreira Leite
9- A PATRIA PEDE SOCORRO, brigadeiro Ivan Frota, 1995
10 A HISTÓRIA SECRETA DA REDE GLOBO E DA EDITORA ABRIL (TESTAS DE FERRO DE BANQUEIROS AMERICANOS E DO GRUPO TIME RECEBERAM 61 MILHÕES DE DÓLARES PARA DERRUBAR JANGO EM 1964), 1978, AUTOR DANIEL HERZ, EDITORA ORTIZ
11- A HISTÓRIA NÃO REVELADA SOBRE O TERRORISTA ALOISIO NUNES E A TROCA DE TIROS COM A PMSP NO ASSALTO AO TREM PAGADOR
12- O CORRUPTÍSSOMO SR ALOISIO NUNES PERSEGUIOU DELEGADOS DA PF NA OPERAÇÃO MACUCO PARA BLINDAR 300 POLÍTICOS CORRUPTOS NA CPI BANESTADO E NA OPERAÇÃO MACUCO, CARTA CAPITAL
13- O CORRUPTO SENADOR ALOISIO NUNES E AÉCIO CHEIRA NEVES SÃO MEGA DELATADOS PELA ODEBRECHT E ELE XINGOU AO VIVO UM REPORTER USANDO PALAVRÃO PQP!!!QUE BAIXO NÍVEL TEM ESSE CORRUPTO ASSASSINO QUE ATIROU EM POLICIAIS NO ASSALTO AO TREM PAGADOR E ROUBOU 103 (CENTO E TRES) MILHÕES DE CRUZEIROS DA REDE FERROVIÁRIA, ROUBOU DINHEIRO DOS TRABALHADORES FERROVIÁRIOS, UM CÍNICO LADRÃO

Responder

    J Souza

    07 de junho de 2017 às 18h07

    Por favor não escrevam GRITANDO em caixa alta, nem me interessei em continuar lendo o comentário, cansa

    Responder

Maria Aparecida Lacerda Jubé

19 de abril de 2016 às 16h02

Senador não é, foi receber as ordens do patrão para o desfecho do processo de golpe no senado, a oposição brasileira é a mais calhorda que existe no mundo, em todo mundo os políticos fazem oposição , uns aos outros, a mais velhaca oposição do mundo faz oposição ao Brasil. Entregam nossas riquezas a preço de banana, destroem nossas maiores empresas da construção pesada, com a conivência de um juiz amigo, para abrir mercado para as empresas da construção pesada estrangeiras, que estão ociosas com a crise mundial, destroem o país simplesmente porque não conseguem ganhar as eleições nas urnas. O Brasil não precisa de nenhum inimigo externo, pois seus perdidos de oposição são os piores inimigos que um país pode ter. É realmente oposição ao país.

Responder

marco

19 de abril de 2016 às 14h13

Esse CRÁPULA,em conluio com o Sergio Fleury,armou tocaia em 69,contra CARLOS MARIGHELLA,então seu companheiro de lutas.Ou seja,é um TRAIDOR HISTÓRICO.DEO DURO DO DOPS.Esperar o que mais,desse lixo.Ele é igual àquela TROPILHA que se assistiu ontem,na Câmara Federal.O patrono dessa gente,é o BOSTONARO!

Responder

Luís CPPrudente

19 de abril de 2016 às 11h22

Aloisio 300Mil, ele é um subordinado dos interesses dos EUA, então foi buscar orientações de como deve votar no Senado federal.

Responder

Douglas Lopes

19 de abril de 2016 às 10h49

Ele vai dizer assim ao Comitê de Relações Internacionais do Senado, ao Subsecretário de Estado e ao Albright Stonebridge Group: “Nós fizemos o que vocês ordenaram, colocamos um país abaixo por conta dos interesses de vocês, mas fale para seus amigos do PIG americano não falarem mais que somos uma república de bananas porque estão queimando nosso filme”.

Responder

Douglas Lopes

19 de abril de 2016 às 10h49

Ele vai dizer assim ao Comitê de Relações Internacionais do Senado, ao Subsecretário de Estado e ao Albright Stonebridge Group: “Nós fizemos o que vocês ordenaram, colocamos um país abaixo por conta dos interesses de vocês, mas fale para seus amigos do PIG americano não falarem mais que somos um país de bananas porque estão queimando nosso filme”.

Responder

Raimundo Nonato de Castro

19 de abril de 2016 às 11h42

bandidos golpista fora …

Fora cunha assinem

https://secure.avaaz.org/po/petition/Conselho_de_Etica_da_Camara_Pela_cassacao_do_mandato_de_Eduardo_Cunha/?akvbykb

Responder

Gustavo Horta

19 de abril de 2016 às 10h21

Poucas vezes tive chance de ler algo tão brilhante:

Como (não) age o STF diante de um crime

POR FERNANDO BRITO · 19/04/2016

>> https://gustavohorta.wordpress.com/2016/04/19/poucas-vezes-tive-chance-de-ler-algo-tao-brilhante/

Responder

Ailton Marques

19 de abril de 2016 às 08h57

FALOU, FALOU E NÃO DISSE NADA DE INTERESSANTE OU PREOCUPANTE.

Responder

    Lucas Kami

    19 de abril de 2016 às 09h41

    Ailton, você não tem capacidade para entender esse tipo de assunto. Volta pro primário e se dedique para entender desses assuntos seu otário

    Responder

DR COXINHA

19 de abril de 2016 às 07h57

…são gangsters…

Responder

Mauro Casiraghi

19 de abril de 2016 às 03h49

Foi pedir mais dólares aos irmãos Koch e à USAID!! o golpe que se prepara contra Dilma e o Brasil está sendo planejado lá fora e conta com o apoio dessa classe política imunda que é a nossa atualmente. Todos traidores do Brasil, todos vendidos aos interesses estrangeiros. Uma raça ignóbil, mas que conta infelizmente com o apoio da parte mais ignóbil do povo brasileiro, a vergonha deste país!!!!!

Responder

Fernando Fidelis

19 de abril de 2016 às 00h51

A etapa final do plano do Eduardo talvez seja o acidente com o avião do Michel. Melhor ele Temer, quer dizer, temer. O enxofre cada vez fede mais.

Responder

    Miguel Araujo de Matos

    19 de abril de 2016 às 10h12

    Torço para que isso aconteça antes de o Senado acatar o processo. Assim, talvez os senadores pensem muitas vezes antes de entregar o país ao Cunha.

    Responder

Maria Souza

18 de abril de 2016 às 23h26

Conspirar com despesas pagas por ele ou pelo contribuinte ? MP pode investigar isso? Dilma não pode receber movimentos sociais no Palácio que está usando dinheiro público .

Responder

Leandro Nogueira

18 de abril de 2016 às 23h25

Só constar um fato, que quase ninguém tem falado. A criação do BRICS, o banco de desenvolvimento formado por Brasil, Russia, Índia, China e South Africa.
Apenas nesses 5 países, FMI e Banco Mundial perdem poder efetivo em quase metade do planeta, 43% da população mundial residem nesses 5 países. Além disso, o BRICS oferece ajuda a países emergentes, ou seja, menos países necessitando da ajuda de FMI e Banco Mundial. Para mim, está mais do que evidente que EUA e Reino Unido querem o fim do governo Dilma, mais do que isso, vão querer o fim do BRICS (retrocesso sem precedentes na nossa história) e fazer o Brasil voltar para os seios do imperialismo norte-americano.
Outro fato importantíssimo: Temer, Cunha e toda quadrilha sabem que nas eleições de 2018 ninguém ganhará de Lula, caso venham a assumir o poder, irão tentar de todas as formas sujas e possíveis alterar o nosso sistema de governo de presidencialismo para parlamentarismo, acabando com os votos para o Executivo.

O golpe começou ontem…

Responder

Rachel

18 de abril de 2016 às 23h06

“Por email, o Albright Stonebridge Group afirmou que o evento não tem
importância midiática, que é voltado “à comunidade política e de
negócios de Washington”, e que não revelariam uma lista de presentes ou
assuntos discutidos.” Uma ova! Tem importância sim e muita, seus golpistas. mas não se preocupem nesta altura do campeonato já deve haver muita gente da esquerda que fala inglês e que tem amigos nas redes sociais. Há também a Brigada Herzog que não vai deixar barato.

Responder

Altemar

18 de abril de 2016 às 22h18

Dizem que ele não nasceu cretino. Mas nem era isso que observei e vi escrever aqui, o que me assustou foi a foto. Fechem um close no rosto e vejam se não está a cara do Mason Verger, no filme Hannibal, cena do banho de sol, se não me engano.

Responder

    Eduardo Pires Riter

    19 de abril de 2016 às 02h12

    Sim, vampirão ele.

    Responder

Minos Adão Filho

18 de abril de 2016 às 21h56

O Aloysio 300 mil foi a Washington como mensageiro para confirmar a entrega do pré-sal a privatização da Petrobrás, Banco de Brasil e Caixa Econômica. É surreal entregar o governo a Temer e Eduardo Cunha.

Responder

Jose Ricardo Carnauba

18 de abril de 2016 às 21h33

Meu Deus! rsrsr…

Responder

Carlos Steiger

18 de abril de 2016 às 21h09

As bobagens esquerdistas de sempre. De qualquer forma, antes viajar para Washington do que para Caracas ou La Paz. Uga uga…

Responder

    Roni Vasconcelos

    18 de abril de 2016 às 21h51

    Quer ser colônia do tio sam.

    Responder

      Luiz Antonio Ferreira

      18 de abril de 2016 às 22h57

      É o sonho dos coxinhas pobres que não conseguem mudar-se para a Florida.

      Responder

    Luiz Antonio Ferreira

    18 de abril de 2016 às 22h56

    Eu sou do centro e digo que o Serra, o FHC e o Aloysio Nunes, são espiões traidores a serviço dos EUA.

    Responder

      fausto

      18 de abril de 2016 às 23h33

      Há alguns anos eu costumava rir disto.
      Depois de 2009, quando pegaram o Serra com a boca na botija nos telegramas com a embaixadora, queimei a língua.
      Sempre os considerei como trapos políticos, mas vejo que a coisa é muito pior.

      Responder

      Eduardo Pires Riter

      19 de abril de 2016 às 02h13

      Sem dúvida.

      Responder

    fausto

    18 de abril de 2016 às 23h31

    É tão difícil perceber que todas as vezes que os países da América Latina tentam se desenvolver – seja por meio de governos propensos à esquerda (Lula, Kirchner, Cháves, etc) ou à direita (Perón, Vargas) – algo “dá errado”?

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      Eduardo Pires Riter

      19 de abril de 2016 às 02h12

      pq será, né? e tem gente que acha que é esquerdismo… se é algum ismo é verdadismo!

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    Lu

    19 de abril de 2016 às 14h42

    Então, “vai lavar privada em Miami”!! O que está fazendo aqui ainda, gente? Lá vc vai ver como eles tratam os imigrantes. Lá vc é só mais um zé-ninguém mas ganhando em dólares – o suficiente para o ego coxa inflar. …..

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      Carlos Steiger

      19 de abril de 2016 às 23h19

      Parece que o brasileiro tem problema em lavar privada. Não deveria ser problema já que vivemos numa. E depois, lavar privada não é vergonha pra ninguém, nem aqui nem lá. Ganhando em dolar lavaria sem problema nenhum. Antes lavar privada e ganhar em dolar do que ser doutor e dever o cheque especial. A propósito, se vc conseguir o visto, o que parece que vai ser dificil, voce poderia ir fazer programa. Ia voltar com o bolso cheio….

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Fabiano França

18 de abril de 2016 às 21h08

Além do Cunha, Temer, Aécio, Nunes, Mendes, quem mais será pendurado de ponta cabeça?

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    fausto

    18 de abril de 2016 às 23h34

    Infelizmente, acho que ninguém…

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JRenato M de Barros

18 de abril de 2016 às 20h58

É humilhante constatar que a imparcialidade e a honestidade intelectual na imprensa escrita só exista em matérias publicadas no exterior. Não fossem os blogs sujos só nos restaria nosso indecente Partido da Imprensa Golpista.Nossos jornalistas,piores do que seus patrões,são ainda mais nocivos à democracia do que os próprios políticos que eles diariamente demonizam.

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    Eduardo Pires Riter

    19 de abril de 2016 às 02h14

    tá foda viver, ler, ouvir… tem que buscar mesmo. o glenn é ótimo mesmo, tem uma visão bastante ampla.

    Responder

    André Daguiar

    19 de abril de 2016 às 04h25

    Pois logo eles estarão traçando uma batalha contra os blogs sujos e ciberativistas que que estão do lado oposto ao “lado negro da força”. O pessoal tem que se unir, cavocar informações, dossiês e, pulverizar nas redes. E dizer a eles que sabemos quais seus planos e que todos irão saber. Abs

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