Comentários sobre: Exclusivo! Em artigo inédito, Leonardo Padura escreve contra o golpe no Brasil! https://www.ocafezinho.com/2016/08/28/exclusivo-em-artigo-inedito-leonardo-padura-escreve-contra-o-golpe-no-brasil/ Portal de noticias e análises sobre política brasileira, geopolítica, economia, tecnologia, sempre numa perspectiva democrática, progressista, anti-imperialista e multipolar! Tue, 30 Aug 2016 02:26:00 +0000 hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 Por: Roberto https://www.ocafezinho.com/2016/08/28/exclusivo-em-artigo-inedito-leonardo-padura-escreve-contra-o-golpe-no-brasil/#comment-188809 https://www.ocafezinho.com/?p=53083#comment-188809 Em resposta a Dilson Magno.

você não deve entrar muito em sites mantidos por moradores de favelas, né?

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Por: Kin Rocha https://www.ocafezinho.com/2016/08/28/exclusivo-em-artigo-inedito-leonardo-padura-escreve-contra-o-golpe-no-brasil/#comment-188737 https://www.ocafezinho.com/?p=53083#comment-188737 Excelentes artigos. Parabéns.
é uma pena nosso povo ser desmemoriado, cego e surdo quando querem.

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Por: Messias Franca de Macedo https://www.ocafezinho.com/2016/08/28/exclusivo-em-artigo-inedito-leonardo-padura-escreve-contra-o-golpe-no-brasil/#comment-188730 https://www.ocafezinho.com/?p=53083#comment-188730 #Barcelona: “Não ao golpe no Brasil”, gritavam os manifestantes em protesto, deixando mensagens impressas em papeis, por bancos da Av. Gaudi.
‘fOOOOOra Temer’

https://www.facebook.com/midiaNINJA/videos/vb.164188247072662/708522142639267/?type=2&theater

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Por: Messias Franca de Macedo https://www.ocafezinho.com/2016/08/28/exclusivo-em-artigo-inedito-leonardo-padura-escreve-contra-o-golpe-no-brasil/#comment-188723 https://www.ocafezinho.com/?p=53083#comment-188723 … Ainda sobre servidores públicos fascigolpistas

Por que Diabos o ministro Ricardo Lewandovski não utiliza o poder de polícia do qual está investido para mandar prender os dois conspiradores réus confessos que seguem?…

***

O JULGAMENTO DE DILMA: A CONSPIRAÇÃO DO GOLPE

No sétimo capítulo do livro sobre o julgamento de Dilma Rousseff, o escritor e jornalista Raimundo Rodrigues Pereira demonstra como o procurador Júlio Marcelo de Oliveira, desmascarado e reduzido de testemunha a informante, e o auditor Antônio D’Ávila, que confessou ter auditado o parecer que ele próprio preparou, participaram da conspiração golpista; ele lembra ainda que o ministro Ricardo Lewandowski “rebaixou a qualificação do depoimento de Júlio Marcelo e, dada a gravidade dos fatos confessados por D´Ávila, deixou aberta para a defesa a possibilidade, inclusive, de anular o seu testemunho”

28 DE AGOSTO DE 2016 ÀS 16:07

(…)

FONTE [LÍMPIDA!]: http://www.brasil247.com/pt/247/poder/252140/O-julgamento-de-Dilma-a-conspira%C3%A7%C3%A3o-do-golpe.htm

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Por: Messias Franca de Macedo https://www.ocafezinho.com/2016/08/28/exclusivo-em-artigo-inedito-leonardo-padura-escreve-contra-o-golpe-no-brasil/#comment-188724 https://www.ocafezinho.com/?p=53083#comment-188724 Em resposta a Messias Franca de Macedo.

Cada um ocupando uma solitária em penitenciária de segurança máxima – para que nenhum outro servidor público nunca mais ouse a violentar a democracia
http://www.brasil247.com/images/cache/1000×357/crop_0_114_1200_542/images%7Ccms-image-000514171.jpg

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Por: Sara https://www.ocafezinho.com/2016/08/28/exclusivo-em-artigo-inedito-leonardo-padura-escreve-contra-o-golpe-no-brasil/#comment-188687 https://www.ocafezinho.com/?p=53083#comment-188687 Bando de alienados sem cérebro que cospem no prato que comeram, mas como diz o ditado
“O peixe morre pela boca”

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Por: Dilson Magno https://www.ocafezinho.com/2016/08/28/exclusivo-em-artigo-inedito-leonardo-padura-escreve-contra-o-golpe-no-brasil/#comment-188686 https://www.ocafezinho.com/?p=53083#comment-188686 Quantos golpes ainda hão de vir antes que nossa população acorde a tempo para nunca mais ser manipulada…1889 De Goiás, o Capitão Felicíssimo do Espírito Santo Cardoso, bisavô de FHC, escreve um telegrama ao filho no Rio, caçoando da república recém-proclamada: “Vocês fizeram a república que não serviu para nada. Aqui agora, como antes, continuam mandando os Caiado”. (Cagados)…
http://veja.abril.com.br/blog/meus-livros/entrevista/avo-de-fhc-propos-fuzilar-a-familia-real-conta-laurentino-gomes/
FILHO DE JANGO COMPARA 2016 COM 64: “A HISTÓRIA É IMPLACÁVEL”
Ele lembra episódios como o aumento de 100% dado ao salário mínimo em 1954, quando Goulart era ministro do Trabalho de Getúlio Vargas e acabou perdendo o cargo. Foi o período do chamado Manifesto dos Coronéis, que reclamavam, entre outras coisas, do reajuste do mínimo. Destaca ainda a criação do 13º salário, em 1962, já no governo Jango.

Livro recente prova que Tiradentes não morreu na forca, por Sebastião Nunes
http://jornalggn.com.br/blog/sebastiao-nunes/livro-recente-prova-que-tiradentes-nao-morreu-na-forca-por-sebastiao-nunes
O historiador maranhense Austregésilo Cerqueira Nunes acaba de publicar colossal estudo (“O enforcado que deu no pé”, edição do autor, 666 páginas), com o objetivo de provar que o protomártir da independência brasileira não morreu enforcado. Muitos estudiosos vêm há anos debulhando o mesmo assunto, mergulhados nas densas brumas que cercam o mais famoso episódio de nossa história. Com efeito, tornaram-se transparentes, hoje em dia, vários tópicos obscuros da malograda conspiração. Sabe-se, por exemplo, que Cláudio Manuel da Costa não se suicidou, mas foi assassinado para não delatar gente graúda (ver Silviano Santiago “Em liberdade”, segunda parte).
Entre os figurões coloniais, é certo que o governador-general, Visconde de Barbacena, estava envolvido até o pescoço na conspiração, motivo pelo qual demorou tanto para denunciar o complô ao vice-rei, seu próprio tio. O principal delator, Joaquim Silvério dos Reis era tio-avô do intrépido Duque de Caxias. Que o poeta Tomás Antônio Gonzaga foi apaixonado e noivo de Maria Dorotéia Joaquina de Seixas, a Marília de suas comoventes liras, consta dos livros escolares. Mas quase ninguém refere a “Marília loura”, a outra, com quem teve um filho. Por falar em filhos, o poeta Cláudio tinha seis. O próprio Tiradentes, bom violonista e razoável cantador de modinhas, enterneceu inúmeras donzelas românticas de Vila Rica e do Rio de Janeiro, tendo pelo menos uma filha, Joaquina. Tudo isto é sabido por alguns e desconhecido por quase todos. Mas a grande polêmica, que toca fundo o orgulho nacional (se é que nos resta algum, depois do vexaminoso golpe de estado que vivemos hoje), está relacionada com a monumental farsa envolvendo carrasco, magistrados, militares, testemunhas e notável hipnotizador da época, com o objetivo de esconder a verdade sobre a morte de nosso herói maior.
ROENDO A CORDA PUÍDA
As primeiras 50 páginas do livro são dedicadas a erudita introdução, que relaciona mais de 200 obras sobre a Inconfidência Mineira, prova da competência, ou pelo menos da dedicação, do autor. Mas logo no primeiro capítulo surge a nova versão, muito bem documentada, com diversas testemunhas oculares narrando como viram o hipotético enforcamento. Como não interessava a ninguém uma versão menos heróica dos fatos, tais depoimentos permaneceram durante mais de dois séculos confinados aos cafundós dos arquivos públicos.
Segundo quatro companheiros do alferes, que presenciaram de perto o hipotético enforcamento, a corda se rompeu no momento em que Tiradentes despencou, rolando o corpo para debaixo do cadafalso, de onde foi imediatamente recolhido pelos assustados amigos. Conduzido a uma casa próxima, constatou-se que nada sofrera na queda, já que a corda, embora grossa e áspera, estava inteiramente roída por ratos e baratas, e ainda apodrecida pela umidade e pela maresia dos porões cariocas.
Poucos dias depois, graças a documentos falsos, Tiradentes se tornou Joaquim José de Freitas, vivendo o resto da vida como barbeiro-cirurgião, dos mais requisitados, em São Luís do Maranhão, cidade que o acolheu como filho. Morreu aos 72 anos, cercado de netos e bisnetos, gordo e próspero, mas com imensa mágoa de ser apenas grosseira falsificação do herói que poderia ter sido.
HIPNOTIZADOR EM CENA
Sabe-se, com absoluta certeza, que a cerimônia foi assistida por centenas de cidadãos (homens, mulheres e crianças), além de policiais e autoridades, incluindo o capuchinho que absolveu o réu de seus pecados e deu-lhe a beijar a cruz. Como se explica então que Tiradentes tenha escapado ileso, diante de tal multidão, que esperava com sádico prazer o enforcamento? Esclarece nosso erudito historiador que, entre os amigos do alferes, havia um discípulo do famoso conde Cagliostro, recém-chegado da Europa, com quem estudara a fundo não só hipnose individual e coletiva, como ultra-enigmáticos arcanos da alquimia, sendo capaz de autênticos milagres, conforme demonstrou posteriormente nas províncias de Minas, São Paulo e Bahia.
Pois bem. Postando-se de frente para a multidão logo após o “enforcamento”, induziu tão profundo transe hipnótico coletivo que todos viram, com indiscutível clareza, a queda do corpo, o salto do carrasco sobre o corpo agonizante, os momentos finais da agonia e a descida do cadáver, despido e esquartejado ali mesmo.
EXPOSIÇÃO DOS DESPOJOS
Ora, se até aí a pesquisa pode ser considerada convincente, já que ninguém nega o hipnotismo, como se explica que o corpo esquartejado tenha sido exposto em vários pontos, inclusive em Ouro Preto, que teve a “honra” de receber a cabeça do protomártir?
Austregésilo não se deixa intimidar. Com apoio em farta documentação, demonstra que não foi Tiradentes o esquartejado. Nem foi entre as ruas Senhor dos Passos e da Alfândega que o fizeram após o falso enforcamento, mas muito depois e – sem sombra de dúvida – a um mendigo anônimo, que a polícia encontrou morto na porta da Igreja da Lampadosa e prontamente entregou aos esquartejadores. Argumenta mais o historiador: “Como seria possível, mesmo a familiares e amigos próximos, reconhecer o inditoso Tiradentes após três anos mergulhado no fundo de asquerosa masmorra de pedra nua e limosa, sem um único banho, com a roupa em farrapos, os cabelos ensebados, tendo por única companhia baratas, ratos, pulgas e percevejos asquerosos?” Trata-se de argumento irrefutável.
O HEROÍSMO DOS HERÓIS
Depois de mais de 500 páginas de depoimentos, análise, testemunhos e muita documentação da época, o autor encerra seu monumental estudo narrando os derradeiros anos de Tiradentes, ou seja, de Joaquim José de Freitas, em São Luís. Conta por exemplo que, freqüentemente, eram os parentes acordados com gritos terríveis do antigo alferes que, em sonhos, via-se conduzido à forca e efetivamente enforcado.
Em outras ocasiões, muito mais freqüentes, o encontravam soluçando pelos corredores, alta madrugada, a clamar que queria ser enforcado, que precisava provar quem era e que nenhum herói verdadeiro foge a seu destino de sofrimento e de glória.
Hoje, diante da avalanche de mentiras, vazamentos e falsas denúncias que nos empurram diariamente goela abaixo, nada há de espantoso nas descobertas do ilustre historiador.

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