Bahia: Refinaria privatizada provoca desabastecimento de Gás de Cozinha

Breno Altman, absolvido por Moro: Lava Jato tentou encontrar bala de prata contra o PT

Por Miguel do Rosário

03 de março de 2017 : 15h24

O jornalista Breno Altman acaba de ser absolvido por Sergio Moro.

Ele havia sido acusado pela Lava Jato de ter intermediado um empréstimo a um empresário ligado ao PT. A história é inteiramente surreal e estapafúrdia, com base num “ouvi dizer” de Yousseff e numa delação igualmente vaga de Marcos Valério.

A Lava Jato, em sua 13ª etapa, lançada no início de abril de 2016, às vésperas da votação do impeachment na Câmara dos Deputados, criou uma série de factoides contra o PT e engrossou o caldo do golpe. A operação tentou ligar um empréstimo ao assassinato de Celso Daniel. Com isso, subsidiou a Veja com uma das capas mais repugnantes de sua história: “o cadáver da Lava Jato.”

Ao cabo, a operação Carbono 14, que tentava exumar um crime já investigado e reinvestigado inúmeras vezes, pela Polícia Federal da época de FHC, pela Polícia Civil tucana, pelo MP estadual tucano, ou seja, pelos investigadores mais antipetistas que se possa imaginar, sem que tenha se encontrado uma mísera ligação entre o crime e o PT, teve como resultado não achar… nenhuma ligação entre o crime o PT.

O mais surreal é que o caso não tinha a mais tênue conexão com os desvios da Petrobrás, que são, afinal, o foco das investigações da Lava Jato. Mas a operação, que sempre trabalhou afinada com a agenda golpista, e sempre foi sensível ao “timing” político, entendeu que era o momento de produzir factoides pesados contra o PT. E foi atrás de Marcos Valério, pedindo-lhe alguma delação – premiada, naturalmente.

Mesmo sendo um caso sem pé nem cabeça, ele serviu para Sergio Moro e a Lava Jato praticarem uma violência contra o jornalista Breno Altman, conduzido coercitivamente para depor.

Moro condenou Delúbio Soares e o empresário Ronan Maria Pinto, mesmo sem encontrar nenhuma prova contra ambos. Como está faltando petista para prender e perseguir, a Lava Jato resolveu pegar petistas já condenados, como fez com Dirceu e faz agora com Delúbio. Gera mídia contra o PT e serve para desviar a atenção de todo o resto que acontece no Brasil.

***

No blog oficial da Lava Jato

‘Tudo aquilo que eu vinha dizendo há um ano, sou inocente’, diz Altman, absolvido por Moro

Para jornalista que chegou a ser conduzido coercitivamente na Operação Carbono 14, em abril de 2016, força-tarefa da Procuradoria na Lava Jato ‘achou que havia encontrado a bala de prata contra o PT, ligando esse caso à morte de Celso Daniel, tese que se mostrou estapafúrdia’

O jornalista Breno Altman faz parte do pequeno grupo de pessoas absolvidas pelo juiz Sérgio Moro, da 13.ª Vara Federal de Curitiba, nos processos da Operação Lava Jato. Nesta quinta-feira, 2, Moro absolveu Altman da acusação de lavagem de dinheiro – na mesma sentença, ele impôs condenação de cinco anos de prisão ao ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e ao empresário Ronan Maria Pinto.

Proprietário do site Opera Mundi, Altman havia sido alvo de condução coercitiva na Operação Carbono 14, desdobramento 27 da Lava Jato, em 1.º de abril do ano passado, e se tornara réu na mesma ação, na qual o Ministério Público Federal (MPF) apurava a possível ligação entre um empréstimo de R$ 6 milhões feito por Ronan com a morte do então prefeito de Santo André, Celso Daniel (PT), ocorrida em 2002.

A suspeita fora levantada pelo publicitário Marcos Valério – o dinheiro seria um ‘cala boca’ para Ronan, amigo de um dos acusados do assassinato, o empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, morto em 2016. “Fui vítima de uma irresponsabilidade do Ministério Público Federal.”

O processo da Carbono 14, uma referência à morte de Daniel, termina sem prova de que o empréstimo de Ronan tenha ligação com o crime.

Leia, a seguir, entrevista com Breno Altman.

ESTADÃO: O juiz Sérgio Moro diz que no seu caso, ‘por falta suficiente de provas’, você devia ser absolvido. Nos autos, Marcos Valério reafirmou que você participou da reunião para o empréstimo fraudulento e o doleiro Alberto Youssef disse que ouviu dizer que você havia intermediado o empréstimo. Ronan disse que encontrou com você por meio de um intermediário de Davi Capistrano, mas, de fato, Capistrano (ex-prefeito petista de Santos) havia morrido três anos antes. Moro chamou esses depoimentos de ‘problemáticos’. Durante o processo você sempre foi muito crítico a Moro. O que você acha agora do juiz quando ele decide absolvê-lo?
BRENO ALTMAN: Eu acho que o processo era tão evidentemente artificial que não havia outra possibilidade que a minha absolvição. Não é só que não havia provas de qualquer envolvimento meu. As provas apresentadas eram nitidamente contraditórias e inventadas com base no mecanismo de delação premiada. O Marcos Valério foi absolvido porque de alguma maneira ajudou o Ministério Público. No entanto, o que o Marcos Valério fez foi mentir. Ele conta da existência de uma reunião que jamais ocorreu. Que outros três supostos participantes negam sua existência em um hotel em que eu jamais estive. Está anexado ao processo: não há nenhum registro que eu tenha algum dia na minha vida tenha pisado nesse hotel, que é o atual hotel Pulmann. Outro elemento probatório era do Youssef, que conta que ele teria ouvido do Enivaldo Quadrado (outro réu) a respeito do meu suposto envolvimento nesse eventual crime. O Enivaldo negou isso em juízo. E, terceiro, é o Ronan. O que fez o Ministério Público? E essa é a gravidade desse processo. O Ministério Público, alucinadamente, de forma irresponsável, ao se deparar com esse empréstimo ao Ronan Maria Pinto deduziu que isso tinha vínculo com o assassinato do ex-prefeito Celso Daniel. O MPF achou que tinha achado a bala de prata contra o PT, que envolveria o PT não só em caso de corrupção, mas em caso de assassinato. E foi direto com toda sede ao pote, buscando qualquer tipo de situação que pudesse comprovar essa teses que, finalmente, se mostrou estapafúrdia. Eles nem sequer fizeram a denúncia do crime de extorsão, do que originalmente acusavam o Ronan Maria Pinto, que ele estaria extorquindo PT porque ele conheceria segredos sobre a morte do Celso Daniel. O caso original que foi um auê danado simplesmente desapareceu. Sobrou um caso de enorme fragilidade, que se estivesse agindo em situação normal, o MPF teria de pedra a absolvição de todo mundo. Assim, eu creio que mesmo no ambiente de perseguição política que se vive no Judiciário não havia outra alternativa do que a minha absolvição.

ESTADÃO: O juiz Moro escreve a respeito do empréstimo de R$ 6 milhões que não há nenhuma prova de que ele foi pago por Ronan. Ronan não me parece ser um empresário que administra suas coisas como uma quitanda. Como alguém pode não ter zelo com R$ 6 milhões? Esse dinheiro em algum momento foi resultado de alguma operação ligada ao PT ou caixa 2?
BRENO ALTMAN: Olha, eu não tenho a mínima ideia. Eu posso falar a respeito do que eu fui questionado acerca da minha participação. Eu nunca tive informação alguma sobre isso, salvo em 2012 quando o Marcos Valério em sua primeira tentativa de delação premiada mentirosamente me envolveu nessa história. Eu portanto não tenho nenhum detalhe sobre isso. Como observador e participante desse processo reitero três coisas importantes: primeiro o abuso do Ministério Público, com as conduções coercitivas e com denúncia sem qualquer indício real, como foi o meu caso e de outros réus. Isso é gravíssimo. Isso é uma violação do Estado de direito. O prejuízo de imagem que isso provoca sem que haja qualquer substância no processo é imenso. Eu dirijo um veículo de comunicação, o site Opera Mundi. Todos os contratos de publicidade do Opera Mundi, inclusive os que existiam durante o governo Dilma, todos foram suspensos no dia seguinte à minha condução coercitiva.

ESTADÃO: Quantos eram?
BRENO ALTMAN: Eram quatro (contratos) públicos e três privados. Todos suspensos. Ficamos rigorosamente sem receita. A partir de uma condução coercitiva desnecessária, pois eu jamais havia sido intimado para depor no inquérito, para depois dar origem a uma denúncia completamente sem substância – ela tem 36 páginas, acerca da minha participação são seis linhas. Elas repetem os depoimentos do Youssef, Ronan e Marcos Valério. E eles levaram meu computador de trabalho, coisa que não devolveram um ano depois, levaram todas as minhas anotações e discos rígidos, novamente provocando prejuízos profissionais e não têm nada acerca da minha participação. Essa irresponsabilidade com que age o Ministério Público, movido pelo ambiente de perseguição política no País, leva ao atropelo da Justiça. Eu me sinto vítima disso, pois desde o início eu disse: eu sou inocente e não há nenhuma prova que me vincule a um crime que eu não participei. E hoje isso se comprova pela declaração simples e linear do juiz Moro, tudo aquilo que eu vinha dizendo há um ano. O prejuízo de imagem e material e morais provocados pela ação irresponsável do Ministério Público, esses danos não serão reparados.

ESTADÃO: Mas porque Ronan não pagou o empréstimo?
BRENO ALTMAN: Esse é um fato material. Mas o principal problema é o que foi feito com o Delúbio (Soares, réu condenado a cinco anos de prisão por Moro na ação). Não é crime um banco emprestar dinheiro para um partido por interposta pessoa. O País todo funciona assim. As pessoas terceirizam empréstimo quando estão com problemas cadastrais. Não é uma coisa ilegal que esse empréstimo tenha sido terceirizado, como aparentemente o foi por meio do Bumlai (José Carlos Bumlai, fazendeiro amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva). O crime consiste em algo que aconteceu depois, como foi pago o empréstimo em 2009. O fato de ele ter ido ao banco em 2004. Por isso eu acho que há dois sujeitos que foram claramente injustiçados no julgamento: o Delúbio e o Enivaldo Quadrado. Se o Marcos Valério foi absolvido por não ter participação no empréstimo porque Enivaldo foi condenado sem participação nos mesmos trâmites? Considero uma injustiça com os dois.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

Apoie O Cafezinho

Crowdfunding

Ajude o Cafezinho a continuar forte e independente, faça uma assinatura! Você pode contribuir mensalmente ou fazer uma doação de qualquer valor.

Veja como nos apoiar »

51 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site O CAFEZINHO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie.

Escrever comentário »

Jora Maria Santos

05 de março de 2017 às 00h06

A Lei de Causa e Efeito está chegando para Moro.

Moro, o Universo vai te devolver o teu ódio.

Responder

Paulo Andre

04 de março de 2017 às 23h15

O que acontece agora com os procuradores e juiz ? Pedem desculpas ?

Responder

Aristoteles Azevedo Azevedo

04 de março de 2017 às 13h40

Isso apenas vem demonstrar que vários processos têm o intuito meramente político, são os chamados processos “casa de caboclo”, isto é, fraudulentos, provas inventadas. Nesse casos o processo tem um formalismo legal, mas todo o seu conteúdo é falso, é de fato, o que vem ocorrendo com o ex Presidente Lula.

Responder

Laercio Ferreira

04 de março de 2017 às 12h20

O JUDICIÁRIO , O DEUS DO OLIMPO , ATACA , NOVAMENTE NA NEO COLÔNIA DO BRASIL , MAIS UMA, PRO MILAGRES DO EDIR MAIS CEDO DO PROMOTORES NO PAÍS ? BRENO CONVOCADO PRA LAVAR A LAMA DO JATO DA LAVA JATO DA ODEBREJO? UM PAÍS DE ANJOS QUAL SERÁ OSEXO ??

Responder

Laercio Ferreira

04 de março de 2017 às 11h48

E O POVO QUE..

Responder

Laercio Ferreira

04 de março de 2017 às 11h47

O DEUS MORO , COM PROPAGANDAS DAS MÍDIAS, IMPRENSAS GOLPISTA, COM ORAÇÕES AO VIVO PELA GLOBO , NOVA MODALIDADE NO PAÍS DOS CAGÕES , IRÃO ABRIREM TEMPLOS DAS FALSIDADES , PAGARÃO PROMESSAS , PRA OS SANTOS PROTETOR DAS ELITES ANTI- NACIONAIS, OUTRO EDIR DO MAIS CEDO VERDE AMARELO FROUXO DAS POLÍTICAGEM JUDICIÁRIAS NO PAÍS?? E AS MASSAS E POCO QUE SE DANEM ? AMÉM

Responder

Ana Claudia Viegas

04 de março de 2017 às 11h20

Cada vez mais entendo a mensagem subliminar das panelas!!! Essa politica é uma panelinha!!

Responder

Charles Miranda

04 de março de 2017 às 09h30

Vai rolar a mesma publicidade informando que foi absolvido que quando foi preso??
O circo tem q ter espetáculo pros dois lados da plateia!

Responder

Célio Kellermann

04 de março de 2017 às 05h04

E no entanto… Lula CAGA nas calças com medo de Moro!!! kkkkkkkkkkkkkkk Lula: a justiça vai te pegar. O povo já nostrou nas eleições municipais que surrou o PT! Esconderam até a estrela da VERGONHA! Trocar um petista por merda, é mau negócio!!

Responder

    Elena Osawa

    04 de março de 2017 às 11h52

    Não fala besteiras!

    Responder

Rogerio Santos

04 de março de 2017 às 04h28

Tem que processar esse juizeco.

Responder

Silvanete Pereira

04 de março de 2017 às 02h12

ELES SABIAM O TEMPO INTEIRO. MAIS PRECISA DAR O GOLPE .

Responder

Pauline Park Park

04 de março de 2017 às 01h47

JUDEUS! JUDEUS! JUDEUS! PERIGO! PERIGO!

Responder

Lili Brown

04 de março de 2017 às 01h04

Fora moro! Injusticas e desmandos!

Responder

Amilcar Junior

04 de março de 2017 às 00h43

A Bala de Prata vai ser o voto do Povo em Lula

Responder

João Batista

03 de março de 2017 às 21h48

O Moro é sem dúvida um péssimo juiz e também uma péssima pessoa. O cargo de juiz é muito pesado, afinal trata da vida de terceiros. Um juiz não pode ser vaidoso. O sr Moro não perde uma chance de se promover, como se fosse um artista.

Responder

Anônimo

03 de março de 2017 às 18h15

Altman, entre com ação por danos morais.

Responder

Marcos Marcos Marcos

03 de março de 2017 às 21h00

Moro tem uma obstinação pela esquerda… É bem doentio…

Responder

Ricardo Carnauba

03 de março de 2017 às 19h04

Usou o dinheiro do contribuinte pra perseguir quem lhe desagrada e prejudicou a vida de mais um inocente. Com tantos criminosos impunes, Isso equivale a corrupção, pois rasga dinheiro público e deixa os criminosos sem serem sequer importunados.

Responder

Rosangela Sanches Martins

03 de março de 2017 às 19h01

Ele precisa entrar com um processo tão ferrado mas tão ferrado contra o Moro! Tem que arranjar um advogado daqueles!

Responder

Paulo Lourenção

03 de março de 2017 às 18h51

Não basta curtir!
Por favor cliquem na imagem/link e continuem assinando e compartilhando a petição
Contra o Gilmar Mendes::
https://secure.avaaz.org/po/petition/SENADO_FEDERAL_DO_BRASIL_Processar_o_Ministro_Gilmar_Mendes_por_quebra_de_decorogm/

Responder

Roseli Vieira

03 de março de 2017 às 18h44

E cadê os bostas do mbl e afins que fizeram o maior estardalhaço no dia dá coercitiva ilegal? Será que vão publicar a notícia dá inocência do Breno? Bando de fdp

Responder

Jarb Espetáculo Schwab

03 de março de 2017 às 18h37

O que um desespero não faz hein ptralhas ???

Responder

    Andre Massao Noce

    05 de março de 2017 às 00h12

    KKKKKKKKKK… foi o teu Moro do PSDB corrupto, que cometeu o erro… e vc pagando mico pela incoerência naquilo que não sabe… quer ajudar a pagar a indenização pelo abuso de autoridade…

    Responder

Beatriz Gomes Gomes

03 de março de 2017 às 17h53

a questão é a preservação dos direitos. Diretos das pessoas direitos de uma Instituição partidária. Moro terá de pagar caro por tudo isso. A CorteJurídica do Brasil é uma vergonha.

Responder

Robercil R. Parreira

03 de março de 2017 às 17h43

Mas, Não Era Só Tirar o PT?!

Responder

Angélica Alves

03 de março de 2017 às 17h00

Processa o Moro e pedi indenização.

Responder

Darlene Leme Ichimaru

03 de março de 2017 às 16h51

Absurdo nossa justicinha!baseada em delações premiadas prende inocentes com circo midiático e inocenta delatores

Responder

Liliana Veiga de Rose

03 de março de 2017 às 16h51

Opera Mundi um bom site de notícias, tem que pleitear graúda indenização!

Responder

    Martha Lages Rodrigues

    03 de março de 2017 às 17h37

    Mas quem vai pagar é o Estado brasileiro. Os membros do judiciário de merda não vão pagar nada. Estavam apenas “no exercício de sua função”, estes canalhas.

    Responder

    Simone Ambrósio

    03 de março de 2017 às 17h45

    Façamos o Moro pagar. Há diversas maneiras de pagamento. Moro não pode passar incólume por suas transgressões à lei.

    Responder

    Liliana Veiga de Rose

    03 de março de 2017 às 17h47

    Tem que ter procuradores do Estado com coragem para cobrar dos seus agentes que cometeram a flagrante ilegalidade, no caso o Dallagnol e o Moro, o que pediu à medida ilegal e o que a concedeu! Creio que assim tais agentes deixariam de ser onipotentes!

    Responder

Martinha Lima

03 de março de 2017 às 16h47

MORO “POÉTICO”/PERLA “feat” MORO

Responder

Antonio Henrique Siqueira

03 de março de 2017 às 16h45

Esse Moro é um irresponsável q acredita estar acima da lei.

Responder

    Tininha Lara

    03 de março de 2017 às 17h24

    Ele e os MPs, pura vaidade.

    Responder

    Liliana Veiga de Rose

    03 de março de 2017 às 17h50

    Com o irrestrito apoio midiático se sentem onipotentes! Mas quero ver depois quando a mídia não se interessar mais por eles, quero ver dormirem em paz com suas consciências!

    Responder

    Tininha Lara

    04 de março de 2017 às 03h45

    Espero ansiosamente por esse dia, Liliana!

    Responder

Jonathas Valeriano

03 de março de 2017 às 16h42

Stanley Carvalho

Responder

Mateus Estevão

03 de março de 2017 às 16h41

Sergio Moro deveria ser processado por todo mundo que foi conduzido coercitivamente e depois foi absolvido no processo. De qualquer forma, é bom ver que no final a verdade triunfa.

Responder

Lekim Leko

03 de março de 2017 às 16h40

Jarb Espetáculo Schwab Armação vai caindo 1 a 1…kkkk

Responder

    Jarb Espetáculo Schwab

    03 de março de 2017 às 18h38

    Caindo … ?? Quem está caindo cada dia mais é a facção criminosa liderada por Luladrão seu patrão !!

    Responder

Robson Lopes

03 de março de 2017 às 16h28

Mas a questão é, com esse judiciário haverá as reparações pelos danos sofridos?

Responder

    Carlos Yamashita

    03 de março de 2017 às 16h38

    Tem q ter!! Acabaram c o opera mundi depois dessas acusaçoes!!

    Responder

    Tininha Lara

    03 de março de 2017 às 17h23

    Sim, tem que reparar!

    Responder

    Mateus Estevão

    03 de março de 2017 às 17h51

    O judiciario certamente dirá que Sergio Moro tava cumprindo seu papel e não tinha como saber na epoca que Altman seria absolvido. De qualquer forma, é importante constranger o judiciario

    Responder

    Andre Massao Noce

    05 de março de 2017 às 00h09

    Mateus Estevão Juiz, que não sabe usar o processo legal… não pode ficar atuando como Juiz titular… simples assim…

    Responder

Deixe um comentário