Entrevista de Lula à TVT

Foto: Reprodução SVT2

Quem tem medo de teoria da conspiração é o conspirador

Por Wellington Calasans

09 de abril de 2017 : 12h27

Por Wellington Calasans, Colunista do Cafezinho, na Suécia

Foram necessárias algumas décadas para a abertura dos arquivos da CIA e de imediato tudo o que era rotulado como “teoria da conspiração” foi revelado verdadeiro. Desde o absurdo dos cientistas norte-americanos que nos anos 40, na Guatemala, testaram medicamentos, mas para isso, deliberadamente, infectaram pessoas saudáveis com doenças sexualmente transmissíveis, culminando com o patrocínio dos golpes de estado na América do Sul, etc. as violações são incontáveis.

Em tempos de internet o que antes demorava décadas, agora é revelado em minutos. As “armas de destruição em massa no Iraque”, os golpes parlamentares em Honduras, Paraguai e Brasil, roubo de petróleo, sabotagem de democracias, instabilidade, etc. ratificam isso. Não é mais necessário esperar muito tempo, pois tudo ainda tem as impressões digitais fresquinhas da CIA e seus tentáculos.

Os recentes ataques com armas químicas na Síria chegam a desafiar a capacidade de pensar do ser humano. Não faz o menor sentido acusar Assad de ter promovido um ataque com armas que ele não possui e, pior ainda, em um momento favorável ao próprio Assad, após o providencial apoio da Rússia no combate aos grupos extremistas que tentam destituí-lo do poder.

Os EUA têm hoje um problema sério aos olhos do mundo: provar que o Presidente da República ainda representa o povo. Não importa quem assuma a presidência, a agenda é a mesma. Não há nada de democrático em um país onde o presidente eleito, seja ele quem for, é um fantoche da indústria das armas e do capital financeiro. E a internet revela isso diariamente. Guantànamo e os drones com Obama e as sucessivas mudanças de discurso de Trump falam por si. Isso apenas para citar os casos mais recentes.

Um homem rouba um caminhão e sai atropelando pessoas nas ruas de Estocolmo, capital do país que mais acolheu refugiados per capita e que melhores condições oferece a eles. Há um mês Trump falava sobre ataques na Suécia e o assunto foi tratado como piada. A internet mostra que foi apenas um “erro de agenda” na medida em que sabemos que os quadros do SD (Sverigedemokraterna), o partido de extrema direita daqui da Suécia, estavam em contato permanente com Trump na tentativa de ampliar o pânico e a xenofobia entre os suecos, pois assim cresceriam nas pesquisas. Coincidência?

Junte as duas informações do parágrafo acima e a resposta mais provável será a total sintonia entre o pedido dos racistas suecos e o efeito psicológico do ataque ocorrido no centro da cidade. O fascismo de Trump não pode ser exclusividade dos EUA, é preciso que outros países também criem os seus presidentes toscos para servirem de fantoche. O partido SD deve estar em festa, enquanto a Suécia chora as mortes ocorridas no centro da capital do país. Aguarde as novas pesquisas de opinião pública.

Eu estive, 15 minutos antes, no mesmo local onde aconteceu o ataque, aqui no centro de Estocolmo. Havia saído do almoço com um amigo e decidi procurar alguns imigrantes sírios para ouvir deles algo sobre os ataques com as armas químicas. O que ouvi de um deles foi que “os ataques terroristas” iriam ser intensificados. “A França, para favorecer Marine Le Pen, seria o próximo”, afirmou um dos sírios com os quais conversei. “Os terroristas não são sírios, mas grupos patrocinados pelos EUA”, disse outro.

É a combinação “ódio + medo” usada como combustível para a produção de novos(as) Trump. E não digam que é “teoria da conspiração”, pois como me disse o cientista político Moniz Bandeira, “Quem acusa de conspiração é quem conspira”.

Em tempo, foram quatro os mortos imediatos no ataque desta sexta-feira(7) aqui em Estocolmo. Quinze pessoas estão feridas e, pelo menos, cinco delas em estado gravíssimo. A polícia prendeu dois suspeitos e o país está em choque. Quem é o terrorista?

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28 comentários

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Rodrigão

24 de abril de 2017 às 19h35

Poderia ter os leaks demonstrando a ligação entre Trump e o SD !

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Antonio Passos

11 de abril de 2017 às 07h12

Parabéns ! Eu fico irritado quando algum idiota vem com deboche falar em “teoria de conspiração”. Aliás os próprios americanos cuidam de criar expressões pejorativas, para desqualificar o óbvio que não lhes interessa admitir. Infelizmente ainda há gente que prefere pensar como a velhinha de Taubaté.

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Lauri Guerra

11 de abril de 2017 às 03h20

Alem de espionar (obviamente), as 3 coisas que a CIA e o restante da comunidade de espionagem americana e seus associados ingleses, israelenses e australianos, mais fazem são:
1. Conspirar
2. Negar que conspiram
3. Desqualificar quem denuncia a conspiração como adeptos da teoria da conspiração

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Evaristo

10 de abril de 2017 às 11h07

Senhores, o que norteia os seres humanos é – na essência – o egoismo, e assim também são as nações por meio do conjunto de seus seres humanos. Com essa premissa os Norte-americanos estão certos em defenderem os seus interesses até onde puderem ir em suas conveniências e oportunidades. O resto do Mundo que faça o mesmo. O problema do Brasil é que os nossos governantes não defendem os egoístas interesses da nação brasileira, mas apenas os próprios. De resto, sobra a hipocrisia do discurso da fraternidade, solidariedade e igualdade que só funciona para os fracos ofenderem os fortes ou para o Vaticano defender o seu Poder com a força de uma massa humana ignorante manipuladas pela hipocrisia. Tal como fazem também os Comunistas para justificarem os seus interesses egoístas de Poder e riqueza.

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Anônimo

10 de abril de 2017 às 11h02

Senhores, o que norteia os seres humanos é – na essência – o egoismo, e assim também são as nações por meio do conjunto de seus seres humanos. Com essa premissa os Norte-americanos estão certos em defenderem os seus interesses até onde puderem ir em suas conveniências e oportunidades. O resto do Mundo que faça o mesmo. O problema do Brasil é que os nossos governantes não defendem os egoístas interesses da nação brasileira, mas apenas os próprios. De resto, sobra a hipocrisia do discurso da fraternidade, solidariedade e igualdade que só funciona para os fracos ofenderem os fortes ou para o Vaticano defender o seu Poder com a força de uma massa humana ignorante manipuladas pela hipocrisia. Tal como fazem também os Comunistas para justificarem os seus interesses egoístas de Poder e riqueza.

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Pedro Augusto Pinho

10 de abril de 2017 às 10h03

ESQUEÇA TUDO QUE LHE ENSINARAM E COMECE A APRENDER E TALVEZ A PENSAR

PRELIMINARES

O golpe de 2016 já provocou e continua provocando diversos danos ao Brasil e aos brasileiros. São mais visíveis e provocam imediata revolta os que exterminam empregos, extinguem garantias trabalhistas e direitos sociais e previdenciários, também os que alienam o patrimônio da Nação, especialmente os recursos não renováveis e estratégicos para soberania brasileira, além da desindustrialização que, em grande parte, é causada pelo Poder Judiciário. Mas há um malefício ainda maior que objetiva manter e aprofundar a ignorância, a submissão e prosseguir na didática colonial, com o reforço dos veículos de comunicação de massa, a grande mídia. É sobre este mal que trato neste artigo. Há um ditado latino que diz, “amicus Plato, sed magis amica veritas”, cujo significado pode ser assim traduzido: o conhecimento (a filosofia, Platão) é nosso amigo, mas a verdade é amiga ainda maior. Este adágio se contrapõe à divisa pitagórica: “magister dixit”, ou seja, o que o poder manda é sempre certo, que induz à submissão e à aceitação das “verdades” dos donos, do colonizador, dos “mestres” (!).

ESQUEÇA TUDO QUE LHE ENSINARAM E COMECE A APRENDER E A PENSAR

Por uma educação que nos ensine a pensar, e não a obedecer!

(Cartaz dos alunos do CIEP 449 Leonel de Moura Brizola, em Charitas,

RJ, que recebeu o selo de qualidade Label France Éducation, divulgado

pelo Blog Tijolaço, de Fernando Brito, 06/04/2017)

Os islâmicos são terroristas. Os chineses são falsos. Japonês é tudo igual. Não recorda a marchinha carnavalesca dos anos 1950?

No Japão é que é bom

Japonês não passa mal

Não tem mulher bonita,

Nem feia, é tudo igual.

Tudo isso, por ridículo que lhe pareça, foi-nos ensinado e causou o preconceito que, de tão bem assimilado, você o expõe no dia a dia à sua família e aos que convivem com você. E, como disse com propriedade e autoridade, na homilia dominical, o padre da paróquia onde moro: “a mentira se tornou o ar que respiramos”.

É a doutrinação colonial europeia que forma seu pensamento e também a filosofia de ensino, tanto no Brasil quanto em todo mundo ocidental. E o engodo, a falsidade, a mentira, a qual se referiu o sacerdote, passam a ser o que recebemos sempre e todo dia. Pois como se poderia defender a submissão, o cumprimento irrefletido de ações que só provocam ganhos alheios e ainda atuar contra nossos próprios interesses? Isto não é possível com informação correta e com raciocínio crítico.

Vejamos, como um exemplo, o caso do Islã, que o sistema financeiro, para aumentar seus ganhos e reduzir a população mundial, insuflou e frauda como único autor de “atentados terroristas” na Europa e nos Estados Unidos. O site de análise e notícia Réseau Voltaire, nos informa que (La Maison-Blanche se convertit à la démocracie, Thierry Meyssan, Damasco, 4 de abril de 2017) “a atual Irmandade Muçulmana não é uma irmandade árabe, mas constitui um ramo dos Serviços Secretos Britânicos. Eles não são muçulmanos, mas se disfarçam, por trás do Alcorão, para melhor fazer avançar o imperialismo anglo-israelita” (tradução livre).

Agora, confiantes que as orelhas que lhe implantaram estão firmes e robustas, os colonizadores, que destruíram o Iraque com alegações da ligação entre Saddam Hussein e a Al-Qaeda e da sua produção de armas altamente letais – afirmações nunca comprovadas -, pretendem destruir outro país: a Síria, onde mercenários da Nova Ordem Mundial ou, como denomino, da banca, lançando armas químicas contra população civil, servem de pretexto para os Estados Unidos da América (EUA) bombardearem a província de Homs. Ainda acredita?

Primeiramente é relevante entender que o Islamismo, diferentemente do Catolicismo, por exemplo, é tanto um credo religiosos como um tipo de comunidade civil. A palavra islã tem sua melhor tradução para submissão. Ou seja, a entrega sem discussão da vida às regras não só religiosas mas de comportamento e organização social. Assim o dirigente no mundo islâmico é um religioso, tanto nas questões de fé quanto nas de Estado. Diferentemente de um católico que tem seu dirigente espiritual no Papa, qualquer que seja sua nacionalidade, escolhido por um seleto grupo de religiosos, e seu dirigente social o Presidente, escolhido pelo voto dos cidadãos de seu país. A divisão entre a fé e a cidadania não existe no mundo islâmico.

Pode-se até entender que esta identidade civil/religiosa islâmica vem mantendo uma sociedade estática, fechada às transformações sociais, desde o início da Idade Moderna. Tal como há constantes surtos assassinos em massa nos EUA, em universidades, escolas, boates e outros locais de concentração de pessoas, o islã provoca em alguns seguidores a ira aos infiéis. Mas nisto os exemplos históricos de inquisições, holocaustos, pogroms e lava jatos são numerosos e em toda parte.

O grupo humorístico Porta dos Fundos apresentou, em 25 de março passado, pelo youtube, o vídeo JAPA, que ironiza, com a inteligência e criatividade daquele grupo, o preconceito que a marchinha carnavalesca já demonstrava (portadosfundos.com.br/video/japa).

E poderíamos continuar enumerando os preconceitos contra os pobres (porque não querem trabalhar), os negros (indolentes e incapazes), os nordestinos (sempre preguiçosos) e um sem fim de alienações típicas de nossa burguesia e mesmo de grande parte do nosso povo. Por que esta dificuldade de ver o que está diante de nossos olhos?

Não seria eu nem um simples artigo o campo capaz de explicar todo o fenômeno de construção ideológica de uma sociedade, dominada pelos séculos por uma aristocracia cruel e hábil.

Veja, no rol das desinformações e mentiras, um caso bastante antigo: a Magna Carta, criadora da “democracia ocidental”, não é mesmo? Falso. Recordemos a Inglaterra do início do século XIII. João Sem Terra, cujo epíteto deixa entrever o possível desejo, governante impopular, ameaçava apropriar-se das terras que seriam deixadas pelos barões como herança a seus filhos. Estes filhos, em parte, estavam retidos por João para garantir o apoio dos pais nas lutas políticas, religiosas e com monarcas estrangeiros. Foi então que estes barões, conduzidos por Roberto Fitzwalter, pressionaram o rei para firmar um documento, a Magna Carta, onde estaria garantido o direito de sucessão das terras daqueles nobres. João Sem Terra morre em 1216, um ano após assinar a Carta, e é sucedido por seu filho Henrique III, pouco interessado em honrar o compromisso paterno. Novamente os barões o obrigam a firmar uma segunda Magna Carta, em 1225, com 37 artigos, garantindo os direitos da nobreza. Onde está a democracia? Num acordo dos aristocratas? Nas garantias patrimoniais da nobreza?

Cheguemos a outro exemplo: a falsidade oriental. O Oriente se desenvolveu sob duas perspectivas distintas: a do homem submetido a um ser superior, as religiões da Índia basicamente, e do pensamento não transcendente do Confucionismo. Há um texto muito interessante de Nguyen Khac Vien (Confucionisme et Marxisme, em Expériences Vietnamiennes, Éditeurs Français Réunis, Paris, 1970): “o marxismo não confundia o espírito dos confucionistas ao centrar a reflexão do homem nos problemas políticos e sociais: a escola confucionista não fazia outra coisa” (tradução em Letícia B. Canêdo, A descolonização da Ásia e da África”, Atual Editorial, São Paulo, 1985).

Fico imaginando a dificuldade de ingresso na China do Budismo indiano e do Cristianismo ocidental. Talvez as diversas narrativas, os relatórios de viagens, os romances e mesmo estudos de europeus e americanos sobre as dificuldades e a precariedade das conversões sejam, ao menos em parte, resultantes desta incompreensão do sentido de vida não teísta, dominante no pensamento chinês. Daí para imputar-lhes um comportamento hipócrita não se dá nem um passo: é a desconstrução de tudo que não reconhece ou que não se submete a seus desígnios. O ignoto é sempre um inimigo, não é mesmo?

Agora expanda estes preconceitos, esta “falsa cultura” tão comum e corrente entre nós. Você não acreditava e divulgava que a Friboi, do Grupo JBS, era do filho do Lula? Que uma Escola Agrícola em São Paulo era a fazenda do Lula? E que vivíamos numa epidemia de corrupção com uma Presidente reconhecida e comprovadamente honesta? Como também chamaram anteriormente um fazendeiro gaúcho e nacionalista de comunista? O que faltam são informações verdadeiras, capacidade de entender o que é interesse de grupo nacional ou do estrangeiro, que vantagens estão sendo atingidas e quem as detém, enfim, o saber e a crítica que, sob o manto diáfano da fantasia, lhe cobrem a nudez forte da verdade (obrigado Eça de Queiroz).

Quase diariamente, as redes de televisão lhe impõe ideias absolutamente errôneas de que para administrar sua casa ou uma empresa ou o País são requeridas as mesmas ações, exigidos os mesmos princípios. Mas nem é por isso que o Brasil está afundando, não é mesmo Sardenberg Leitão? Os menos cínicos ou mais responsáveis já não insistem no ajuste das contas domésticas e das contas nacionais serem igualmente necessários e acarretarem as mesmas consequências. Talvez já haja até quem questione o falso mito da indispensabilidade de um superavit primário.

Da obra do pensador saxão Johann Gottlieb Fichte, tiramos interessantes percentuais que não só retratavam um momento do Império Alemão, mas demonstravam o ideal do ensino elitista, aristocrático e excludente. Ao final do século XVIII, início do século XIX, apenas 0,5% das crianças, filhos da elite, frequentavam um tipo de escola que denominavam “academias”, 5,5% eram destinadas às escolas chamadas reais e todas as 94% restantes iam para as escolas populares.

Claro que os aristocratas mantinham naquelas “academias” a didática, a metodologia e os conhecimentos para que seus filhos e descendentes continuassem a dirigir, a decidir e a comandar. Abaixo destes era educado um grupo de executivos, assistentes e auxiliares, capazes de fazer valer as ordens superiores, fiscalizar e controlar suas execuções – nosso conhecido capitão-do-mato, seja travestido de parlamentar, de magistrado, de policial, de professor ou de analista financeiro. O povo (94%) aprendia a ser “bom cidadão”, cumpridor das normas e ordens superiores, e a não pensar.

Sem a estratificação germânica, outra coisa não pretendem os formuladores das “escolas sem partido”, com o fim dos programas “ciência sem fronteiras” e “iniciação científica”, com a falta de verba para as bolsas escolares e para as “Olimpíadas de Matemática”, e, como um toque de ridículo, os devaneios do vereador paulistano Fernando Holiday, do DEM e do MBL (Movimento Brasil Livre), que passa a correr escolas, em São Paulo, ameaçando alunos e professores por pensarem, por refletirem a triste realidade educacional do governo golpista.

No exemplar da quinta-feira, 6 de abril de 2017, o Monitor Mercantil noticia que dados do levantamento feito pelo movimento Todos pela Educação, com base nos resultados da Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA) de 2014, apontam que as desigualdades na qualidade da educação começam cedo. O Brasil, assim, repete a Alemanha do século XVIII. Vamos aos dados:

“Entre as crianças que pertencem a camadas mais pobres da população, ou seja, cuja família tem renda de até um salário mínimo (R$937,00), apenas 45,4% têm o nível adequado, estabelecido pelo Ministério da Educação (MEC), em leitura, 24,9%, em escrita e 14,3% em matemática. Entre crianças de famílias mais ricas, com renda acima de sete salários mínimos (R$6.559,00), estes percentuais aumentam: 98,3% têm nível considerado adequado em leitura; 95,4% em escrita e 85,9% em matemática.”

Observem que estes dados precedem o golpe de 2016. Se a situação já era crítica, aonde chegaremos com estes atuais dirigentes? São as maquinações, as trapaças, as tramas, o absoluto desprezo pelos brasileiros e pelo futuro do Brasil, enfim todo este lodo que envolve os poderes brasileiros que nós, patriotas, nacionalistas, verdadeiros cidadãos, colocando disputas e diferenças políticas de lado, temos que, unidos, combater. Não se trata de questão ideológica mas de uma ortopraxia dos autênticos democratas.

Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado

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PLEX

10 de abril de 2017 às 08h11

Acreditei q Trump n estivesse tao comprometido c as questoes externa declarando q estaria mais focados nos assuntos do??quando a Hilary que era tida como a candidata da industria belica.em menos de 6 meses de governo ja parte pra cima da siria dando um up financeiro no setor.

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Cláudio

10 de abril de 2017 às 05h13

Muito bom texto. Só que o estigma de “teoria da conspiração” já foi lançado (desde o sempre, talvez mesmo de antes de qualquer esboço de reação) e por mais que existam fatos concretos a indicarem a manipulação da realidade sempre se vai pensar antes que é alguma fantasia ou exagero, extrapolação de radicais que se opõem a uma situação geral (ou específica). O mais incrível de tudo i$$o é que as pessoas verdadeiramente honestas (sim, elas ainda existem. E são muitas) que ocupam algum ponto-chave para a resolução dessas situações sempre se enchem de escrúpulos em demasia, excesso de cuidados, e assim também contribuem, por omissão (isto está muito em voga hoje em dia), contribuem para a manutenção de situações que deveriam combater fortemente (ou pelo menos tentar amenizar). O mundo atualmente passa pelo (falso) dilema da democracia representativa ou democracia verdadeiramente popular. Enquanto persistir o mau hedonismo do aqui-agora nunca o melhor para tod@s será universal. E a solução é só uma e passa obrigatoriamente pela educação, inclusive com a regulamentação da mídia, que faz atualmente todo o trabalho sujo de deseducação e embrutecimento dos indivíduos e da sociedade. Não adianta a escola querer resolver sozinha um problema que não é (só) dela, porque não vai conseguir se não houver a educação civilizatória também dos meios de informação e mídia em geral. Comunicação sempre foi e é a palavra-chave no mundo, principalmente na atualidade.

Responder

Cláudio

10 de abril de 2017 às 04h49

Só que o estigma de “teoria da conspiração” já foi lançado (desde o sempre, talvez mesmo de antes de qualquer esboço de reação) e por mais que existam fatos concretos a indicarem a manipulação da realidade sempre se vai pensar antes que é alguma fantasia ou exagero, extrapolação de radicais que se opõem a uma situação geral (ou específica). O mais incrível de tudo i$$o é que as pessoas verdadeiramente honestas que ocupam algum ponto-chave para a resolução dessas situações sempre se enchem de escrúpulos em demasia, excesso de cuidados, e assim também contribuem, por omissão (isto está muito em voga hoje em dia), contribuem para a manutenção de situações que deveriam combater (ou pelo menos tentar amenizar). O mundo atualmente passa pelo (falso) dilema da democracia representativa ou democracia verdadeiramente popular. Enquanto persistir o aqui-agora nunca o melgor para tod@s será universal.

Responder

Jose carlos lima

10 de abril de 2017 às 02h47

Caso Panair: a violência jurídica de ontem se repete hoje sob o manto da Lava Jato

Posicionei o video no momento em que esse tema, o da violência jurídica, é abordado

Qualquer semelhança com as exceções no processo da Lava Jato não é mera coincidência

https://www.youtube.com/watch?v=e1A9W_9xSts&feature=youtu.be&t=50m2s

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Antonio Lisbôa Antonio

10 de abril de 2017 às 00h19

Tá dominado…! Tá tudo dominado!!!

Responder

Carlos

09 de abril de 2017 às 23h36

> Toda a riqueza vem da terra,todo o resto é apenas derivado.
Água,petróleo,metais preciosos ou industriais,alimentos,fármacos,etc. Toda a riqueza vem da terra.O resto é conversa fiada.
Está acontecendo a maior transferência de riqueza de toda a história da humanidade e pouquíssimos estão notando.Como sempre.
Pela primeira vez,no ano de 2008, a população urbana ultrapassou a população rural.
Conseguem ver algo aqui?
Por favor , vossos comentários.

Responder

André

09 de abril de 2017 às 22h47

De fato, o consolo para toda essa situação de caos é que está cada vez mais difícil tratar a teoria da conspiração de maneira jocosa, como normalmente era feito até um passado recente… Entender os movimentos das peças no tabuleiro do xadrez da geopolítica mundial é algo que está cada vez mais próximo das pessoas!

Responder

Roberto

09 de abril de 2017 às 22h45

Existe a possibilidade do caminhão ter tentado atropelar o próprio autor do texto. Tomem cuidado senhores, a cons-piração está pra todo lado.

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Pedroll

09 de abril de 2017 às 21h51

O que mais me deixa intrigado é ver o povo (seja qual for) dando créditos para tantas asneiras,os EUA agem da mesma forma a quase um século usa ndo a velha tática de CRIAR O PROBLEMA SENTIR A REAÇÃO E APARECER COM UMA GRANDE SOLUÇÃO.O terrorismo foi inventado para ser um excelente BODE EXPIATÓRIO. O TRUMP mostrou à que veio, a partir de agora, os adoradores da sanguinária HILARY ficarão em paz, afinal, só os americanos acreditam que elegem alguem…

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    Carlos

    09 de abril de 2017 às 23h19

    Também ficava intrigado com tamanha complacência.Tudo muito simples……..massa de abestados.
    Pessoas que realmente se aprofundam nas notícias e que possuem a percepção afiada, tão necessária para conectar os fatos , são MINORIAS.
    Mais impressionante é notar médicos,advogados,engenheiros, economistas e outras pessoas de nível “superior” completamente alheias ” ao que está rolando” mundo afora.
    Gerenciamento de percepções IMPRESSIONANTE. Matrix é muito real.

    Responder

    Marcos Neves

    10 de abril de 2017 às 08h13

    Basta ler Noam Chomsky para entender a estratégia utilizada pelos EUA, cria-se o caos e logo em seguida se apresenta como o salvador da pátria. Essa estratégia é velha como máquina de escrever.

    Responder

enganado

09 de abril de 2017 às 21h07

Até qdo os ANGLO_SIONISTAS das fábricas de armas e do capital financeiro vão dar as cartas no Ocidente? Olhe para o umbigo e veja o descalabro do ___braZiUSA__atual, até a tal de forças armadas , que no meu ver são uma Tropa de Ocupação do PENTÁGONO, têm medo desta gente. Pergunto aos das Tropa de Ocupação para que serve o artigo 142??? Rasguem a farda e contêm a verdade e parem de difamar o Sr. Hugo Chávez que os desmistificou de “””zero a cem”””. Criar pânico em qq parte do mundo já sabemos que a __as redes GOEBBELS__ não são só aqui; mas o povinho da Suécia acreditar em DIREITA/CIA/PENTÁGONO/QUE A RÚSSIA VAI INVADIR/QUE O ASSAD USOU ARMAS QUÍMICAS QDO JÁ ESTÁ VENCENDO/ …ETC, para mim é o fim do mundo!!! Olha deixa para isto para os COXINHAS_APÁTRIDAS do __braZiUSA que acreditam em “çERjIO mO(U)RO / Míriam Leià-toa / rede gRoubo/ TREMER / AÓPIO / …. . Coitada da SUÉCIA, se tornou “”sparring”” / bucha de canhão / cabo de guerra / … isto tudo para defender o território norte-americano que está 200.000 km de distância. Brincadeira!!!!!

Responder

Maria Thereza Freitas

09 de abril de 2017 às 19h52

O Cafezinho sempre nos trazendo boas análises.

Responder

Mirko Kraguljac

09 de abril de 2017 às 19h09

Sobre ataque na Síria, suficiente é fazer só uma única pergunta: o que Assad ganha com ataque químico? Matar 70-80 pessoas ele consegui facilmente, usando armas de munição comum. Ele sabia repercussão mundial. Então, por que correr grande risco? Não tem logica…
Mas, sobre Trump, tem que discutir mais. Ele é presidente eleito! Depois de dois meses, o autor esta disposto de negar capacidade democrática do um presidente eleito pelo povo. Olha, passou se só dois meses. Na Europa, onde autor mora, é regra com qualquer governo novo, esperar 100 dias para desferir primeiras criticas. Criticas! Isto gente chama democracia. Também, no caso que você, de vez, esta disposto negar direito de governar, para um presidente eleito pelo povo, como esta nossa critica de impeachment ? Temos direito de falar de golpe e no mesmo tempo pleitear que um presidente eleito que, tudo bem, gente não gosta, perder direito de governar? Eu não acho muito consistente…

Responder

    Luís Ribeiro

    09 de abril de 2017 às 20h13

    Você leu direitinho o texto?

    Responder

Antonio C Guerreiro

09 de abril de 2017 às 18h03

EXCELENTE TEXTO
LÚCIDO E DIDATICO
MUITO BOM .

Responder

Anônimo

09 de abril de 2017 às 17h59

A História nos fala dos diversos impérios, fala da Maldição de Deus o Uno Atila , fala dos Alaricos 1 e 2 , fala de Gengis Kan . Fala-nos do recente Adolfh Hitler. Todos impressionaram com seus atos e horrores e por isto deveriam ter marcado no calendário mundial i fim da violência e atrocidades. Mas, qual o que, surge nas Américas, paraíso e refúgio dos perseguidos, terra da esperança e do progresso a gentalha terrorista e gananciosa vinda da Idade da ” Pedra da Mancha ” e torna o Mundo um Inferno de Viver. Babilônia acabou, Roma acabou, GranAlbion acabou, por isto a esperança. Tu também acabarás, profetiza o Mundo, ó Grande Miséria e Desgraça, ó Besta Apocalíptica com a marca SeisSeisSeis.

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Anônimo

09 de abril de 2017 às 17h32

É tão nítida e flagrante a pata da Besta Apocalíptica que nem se faz necessário raciocinar; ela tem um número inconfundível. É ele E6U6A6N . Disse certo escritor que a cauda da Fera Dragão nos seus estertores se torna devastadora. Cara de pau mesmo é repetir a patranha; já vimos isso no Iraque, em 2013 na própria Siria. E agora essa, caminhão virou arma de guerra psicológica. Esses Filhos… daquela Senhora da Rock in The Sea, a Grande Pros7i7u7a estão em todas as sujeiras contra a humanidade. E ainda querem nos fazer crer que são defensores do bem, por isto mandaram 59 bombas na terra dos outros em represália pelo uso do gás sarim. Muito bom saber que o gás matou pessoas e crianças, mas as bombas não matam, são cirúrgicas. Knalha

Responder

Sidnei

09 de abril de 2017 às 15h28

Quando a verdade sobre a queda das torres gemeas surgir, talvez o povo dos eua acorde. Ai, quem sabe, comecaremos a ter um pouco de paz.
A cia é uma mistura de ss, gestapo e sei lá mais o que infernal.
E conduz os fatos para manipular os povos, as nacoes, com ajuda da grande e podre midia.

Somente no dia em que o povo americano acordar e derrubar a cia, teremos condicoes de criar um mundo bom. E é muito fácil, ou seria, pois a historia da humanidade sempre foi assim.

Isso sim, ainda a maior utopia. Derrubar a elite financeira, uma centena de familias, derrubar a cia. E viver em paz. Aqui neste planeta.

Responder

marco

09 de abril de 2017 às 13h47

A pantomima DEMOCRÁTICA ESTADUNIDENSE,revela todos os dias,sua verdadeira característica.Qual seja,iludir os incautos e burros,que creem ser esse um REGIME PLURALISTA.E o é. desde que se entenda por PLURAL,os vários sofismas que a BURGUESIA manda criar,para sustentar suas teses.Escondem sempre,que quando se juntam,é para CORNEAREM-SE UNS AOS OUTROS.E a plateia ri,como palhaços de circo.E tais pantomimas se espalham diuturnamente,pelo mundo afora,e a única coisa que demonstram,é a DITADURA DA CLASSE BURGUESA,sobre as outras classes.E tendo na PEQUENA BURGUESIA,seus propagandistas mais ferrenhos.E todos são anti socialistas,pois argumentam ser contra DITADURAS.Desde que não seja,a sua DITADURA.E os NÉSCIOS,INCAUTOS E ADJACÊNCIAS,creem!E o que é pior,riem!

Responder

fernando

09 de abril de 2017 às 13h05

sempre os eua!!!!! os maiores terroristas do mundo!!

Responder

Professor e juiz

09 de abril de 2017 às 13h04

Corretíssimo. É uma pena que essas verdades gigantescas sejam lidas por poucos. O próximo passo é tentar ampliar o leque de pessoas que recebem essas ricas e consistentes notícias. parabéns. Uma análise para ser reproduzida em sala de aula.

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