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Nova insanidade: MPF defende que suspensão de Whatsapp não viola direito à comunicação

Por Miguel do Rosário

03 de junho de 2017 : 18h48

Estamos lascados.

O Ministério Público Federal se tornou uma casa de loucos furiosos. Pior: todos fortemente armados, com um poder absoluto sobre a liberdade, a vida e a economia dos brasileiros e do Brasil.

Através da Lava Jato, já destruíram tanta coisa que até cansa lembrar, e disso temos falado em outros posts.

A última patifaria do MPF é defender que suspensão do Whatsapp “não viola o direito à comunicação”, porque “há outros meios” de se comunicar.

É muita ignorância, truculência e insanidade!

É muita falta de noção!

A economia contemporânea é fortemente dependente da comunicação via redes sociais.

Se eu quero falar de um livro que eu gostei, eu o farei no meu grupo de whatsapp, e outras pessoas comprarão o mesmo livro. Ou irão assistir ao mesmo filme do qual falei bem.

Claro que há outras redes, como Telegram, mas eu não posso criar outro grupo, instantaneamente, com as mesmas pessoas. Ou seja, a minha comunicação ficará prejudicada. A circulação de notícias ficará prejudicara. E o produto, cultural ou não, do qual eu falaria, ficará prejudicado.

Em meio à uma grave recessão, é muita estupidez atrapalhar ainda mais a economia sabotando as redes sociais de comunicação, que ajudam produtos e capital circularem.

O Estado deveria estimular a modernização das redes sociais e não obstruí-las. A China, por exemplo, tem um sistema parecido ao nosso Whatsapp que permite, de maneira muito simples, transações financeiras. Posso comprar produtos com o aplicativo, transferir para outros usuários, fazer e receber pagamentos.

O nível de insanidade autodestrutiva do Ministério Público passou de todos os limites. O Brasil precisa pôr um freio, urgentemente, nesses meganhas descontrolados: a economia brasileira precisa se libertar dessa burocracia ensandecida por um poder quase absoluto.

O MPF deveria ir em cima dos bancos e seus juros de cartão de crédito proibitivos, que igualmente não permitem que os setores mais avançados da economia, que são aqueles vinculados à internet, possam se desenvolver, já que o cartão de crédito é a principal moeda usada no comércio eletrônico. Mas não. O MPF prefere passar o tempo defendendo a suspensão do Whatsapp ou tentando pintar Lula como criminoso por causa de dois pedalinhos em Atibaia…

Onde estão os liberais nesta hora?

***

No site do MPF

Suspensão temporária do WhatsApp não viola direitos à comunicação e à liberdade de expressão

Entendimento do MPF sobre o tema foi apresentada em audiência pública promovida pelo STF para debater o bloqueio do aplicativo por meio de decisões judiciais

“A suspensão temporária de um aplicativo, que de forma contumaz descumpre a legislação brasileira, não viola nem de longe os direitos à comunicação e à liberdade de expressão garantidos por outros meios, inclusive com a utilização de aplicativos idênticos também gratuitos”. A manifestação foi feita pela coordenadora do Grupo de Apoio no Combate aos Crimes Cibernéticos da Câmara Criminal do Ministério Público Federal, procuradora da República Neide Oliveira, durante a audiência pública promovida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para debater o bloqueio do aplicativo WhatsApp por meio de decisões judiciais, nesta sexta-feira (2).

Neide Oliveira defendeu que o STF estabeleça entendimento sobre o enquadramento do regime jurídico da atividade desenvolvida por meio do WhatsApp e de outros aplicativos de troca instantânea de mensagens. Para ela, é preciso fixar se a atividade desenvolvida pelo WhatsApp e similares corresponde ou não à prestação de serviço essencial. “A essencialidade ou não da atividade desenvolvida pelo aplicativo constitui premissa delineadora das normas a que a WhatsApp estará sujeita, pois somente os serviços tidos por essenciais encontram-se abrangidos pelo manto do princípio da continuidade, ou seja, não podem ser interrompidos”, assinalou.

Ela alertou que a WhatsApp, ao associar indevidamente o uso do aplicativo com a navegação na internet, faz crer que o Marco Civil proíbe a suspensão do aplicativo na medida em que o acesso à internet é essencial para o exercício da cidadania na forma do seu Artigo 7. Para ela, o WhatsApp ficou inoperante recentemente por mais de duas vezes por falhas técnicas da empresa, “sem que tenha ocorrido nenhuma catástrofe ou privação do direito de comunicação ou de liberdade de expressão nesse período”. Para ela, isso demonstra que o serviço não é infalível nem pode se pretender essencial.

Em sua explanação, a procuradora também sustentou que diversos dispositivos do ordenamento jurídico, em especial o Marco Civil da Internet, assegura a privacidade dos dados, mas permite que eles sejam acessados por autoridades, mediante ordem judicial.

A coordenadora do Grupo da Câmara Criminal do MPF destacou que o Marco Civil da Internet forma um sistema coeso que assegura a proteção e também os meios de sanção adequados em caso de descumprimento de seus preceitos. No entanto, para ela, “o Marco Civil da Internet foi omisso quanto ao uso ilícito de aplicativos, concentrando-se na proteção de dados pessoais e as comunicações, o que é bem diferente de proibir bloqueios de aplicativo”.

Facebook/WhatsApp – Neide Oliveira também explicou que o Facebook admite a aquisição da WhatsApp, mas sustenta não possuir nenhuma ingerência sobre o aplicativo ou sobre os dados de seus usuários. Segundo ela, esse argumento não se sustenta, pois se trata de notório grupo econômico. De acordo com a procuradora, a empresa informa em próprio sítio eletrônico que é proprietário de várias empresas, entre elas o WhatsApp, e que pode compartilhar informações dos usuários dentro da família de empresas.

“Aceitando-se como verdadeira a afirmação de que as empresas cumprem a lei brasileira e considerando o previsto no Artigo 15, parágrafo 3º, do Marco Civil da Internet, que determina serem sigilosos registros de acesso a aplicativos, a única conclusão plausível é de que apesar das negativas, as empresas que pertencem a um único grupo e agem como uma só, pois, do contrário, como entidades autônomas e independentes não poderiam trocar entre si dados sigilosos que somente podem ser acessados mediante ordem judicial”, rebateu a procuradora.

A coordenadora do Grupo de Apoio no Combate aos Crimes Cibernéticos da Câmara Criminal do MPF ainda destacou que a alegação do Facebook de que o WhatsApp não tem qualquer representação no país não afasta sua legitimidade para responder e cumprir decisões judiciais no Brasil, inclusive as consequências do resultado do julgamento das presentes ações concentradas.

Ainda representaram o MPF no debate o secretário de Cooperação Internacional da PGR, Vladimir Aras, e a procuradora da República Fernanda Domingos, que também integra o Grupo de Apoio no Combate aos Crimes Cibernéticos.

Para Vladimir Aras, aparentemente, o que se tenta apresentar como um dos valores mais importantes do serviço do WhatsApp é a proteção dos dados pessoais de pessoas, “mas infelizmente esses serviços também são utilizados por terroristas do mundo inteiro, criminosos que traficam drogas e pessoas, que cometem crimes comuns, que estão em unidades prisionais dentro do Brasil e ainda assim usando esses serviços, infelizmente por deficiências também do Estado”. Segundo ele, “é preciso que percebamos que há usos lícitos e ilícitos”.

Criptografia – Em sua intervenção, a procuradora da República Fernanda Domingos, que também integra o Grupo de Apoio no Combate aos Crimes Cibernéticos da Câmara Criminal do MPF, falou sobre criptografia e fornecimento de conteúdo de metadados. Segundo ela, por serem questões subjacentes aos descumprimentos das ordem judiciais que ensejaram os bloqueios do aplicativo WhatsApp, são relevantes para as investigações de “crimes seríssimos, como tráfico de drogas, de armas, de pessoas, troca de pornografia infantil, preparação de sequestro, de homicídios e atentados terroristas”.

Audiência – O debate foi convocado de forma conjunta pelos relatores da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5527, ministra Rosa Weber, e da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 403, ministro Edson Fachin. Após a audiência pública, o PGR requereu em manifestação ao STF vista dos autos para que possa se manifestar sobre a questão.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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96 comentários

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Leopoldo Gama

06 de junho de 2017 às 00h13

O Ministério Público Federal se tornou uma casa de loucos furiosos. Pior: todos fortemente armados, com um poder absoluto sobre a liberdade, a vida e a economia dos brasileiros e do Brasil.

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Imaculada

05 de junho de 2017 às 07h42

Realmente vcs tem razão quando diz que o STF esta destruindo o Brasil, soltando os bandidos presos pela lava jato. Ex. José Dirceu. Mas neste caso eu apoio, o Brasil precisa fazer valer suas leis, empresas que queiram se instalar aqui precisa cumprir com legislacao Do país. Fico imaginando o quanto ganham estas mídias rasteiras que só servem para levar uma massa insana ainda mais para o buraco da ignorância. Este país é o país da ilegalidade, da ladruagem precisa tomar uma providência. Ah entes que esqueça VIVA A LAVA JATO , VIVA SÉRGIO MORO, CADEIA PARA OS COTRUPTOS BANDIDOS.

Responder

Carlos

05 de junho de 2017 às 06h30

Insanos engravatados no ar condicionado pago por nós idiotas indefesos, País pegando fogo destruindo tudo que conquistamos

Responder

Aline Novaes

05 de junho de 2017 às 06h12

Incrível!

Responder

Vagner

04 de junho de 2017 às 22h00

Ridiculos, pilantras, nao querem as redes sócias livres pltq sabem q utilizamos para divugar oq sabemos sobre sua pilantragens, esse poder q eles “tem” tendi acabar um grupos de ladroes nao podem mandar em um pais como brasil, isso è o cúmulo.

Responder

Leiliane Oliveira

05 de junho de 2017 às 00h16

Eles já encheram !

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Fábio Brito

04 de junho de 2017 às 20h57

https://rebeldesilente.wordpress.com/2017/06/04/brasilumpaisporfazer/

Existe solução para o grave momento político em que nos encontramos???

Neste novo texto do Rebelde Silente, o debate se abre, sem pré conceitos e de forma corajosa, para que encontremos uma saída para problemas seculares que temos.

“Um caminho de mil quilômetros começa com o primeiro passo”, que comecemos, então o nosso, pois temos um país por fazer, e que, durante nossa caminhada, não nos transformemos naquilo que eles são.

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Rogerio D Maestri

04 de junho de 2017 às 17h22

Como a procuradora deve utilizar o aplicativo somente para conversar com as amigas, talvez ela não tenha a mínima noção que há milhões de negócios feitos via o aplicativo nos dias atuais.
.
O Ministério Público e o Judiciário em geral estão vivendo na Ilha da Fantasia, mais ou menos que nem Maria Antonieta, se não tem pão coma brioches!

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Gervásio

04 de junho de 2017 às 15h49

Esperar o que de procuradores que afirmam que comprovante de pagamento de pedágio é prova que alguém tem imóvel em tal lugar?

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César Augusto Martins

04 de junho de 2017 às 18h20

Isso aqui tá cada vez mais parecido com um livro de Kafka….

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SUE

04 de junho de 2017 às 15h15

DAQUI A POUCO O MPF VAI QUERER BLOQUEAR A INTERNET.

Responder

Sol Batista

04 de junho de 2017 às 17h58

Adoro o whatsapp fora do ar. Paz total.

Responder

Luiz Carlos P. Oliveira

04 de junho de 2017 às 14h54

Eles querem nos calar. Não tem problema. Se for preciso usaremos sinais de fumaça para nos comunicarmos. Mas vamos denunciar todos os gangsteres desse país.

Responder

Dervo Domiciano

04 de junho de 2017 às 14h14

Eu só sei que sou um pequeno comerciante, de produtos derivados do leite, tais como.
Queijos
Yogurtes
Danone Yakult etc.
Minhas vendas triplicaram, depois que fiz uma lista para divulgação no watts zapp.
Também uso o. Aplicativo para fazer cobrança e marcar visitas.
Tenho aproximadamente 600 clientes, a única forma de manter contato diário com eles é através do zap
Isto é uma boa ferramenta, não pode parar e ponto final.

Responder

Hannibal de Sousa

04 de junho de 2017 às 16h43

A função do Ministério Público não inclui censurar redes de comunicação: esse é um atributo do poder executivo. Somente a presidência da República poderia, em tese, caso circunstâncias excepcionais assim exigissem, suspender o Whatsapp.

Responder

Nilva Bernardes

04 de junho de 2017 às 15h05

São muito primário em suas análises. Puro senso comum.

Responder

Fernando

04 de junho de 2017 às 11h54

Esse Brasil é um. País de idiotas. Cheio de autoridades coronealistas ( dos coronéis). País atrasado, a lei não funciona, não há direitos legítimos. Quem tem mais dinheiro e poder mandam. As autoridades e casta política estão a serviço de suas classes e de poucos, quando deveriam ter a maioria como foco dos benefícios de seus cargos, além disso tudo, são marajás que ganham extremamente muito e têm muitos benefícios à custa do sacrifício alheio. Não há saída, a não ser pela união do povo

Responder

MARCIO AURELIO APARECIDO DOS SANTOS

04 de junho de 2017 às 10h55

Em meio tantas coisas acontecendo em nosso país os magistrado deveria se preocupar mais com a situação política que vivemos no momento com tantos roubo que lastimavelmente afundaram nosso país. Agora batem encima de aplicativo Whatsapp sera que eles pensam que no Brasil todo são bandido, ninguém mencionou pela reportagem que o App também serve para o trabalho se comunica com amigos e familiares.

Responder

Elton

04 de junho de 2017 às 10h47

Esse ministério publico não serve e de nada,so ganhando salários grandes,as custas do povo sofrido brasileiro que nos tempos atual,decide se almoçar ou se guarda o dinheiro pra pagar as contas,tomar uma cerveja,nao sei nem quando foi a ultima vez,esses bando de ladrao roubando tudo e nao dar e nada,cansado desse pais,que nao tem futuro em nada,agente chega aos 40anos e nao consegue nada na vida e agradescer por ter saúde,infelizmente e assim o Brasil,corrupção mata todos nos,o estado islamico ja eranpra ter agido em brasilia,que e aonde ta acabando com nos,alguem apareça pra nos ajudar,porque infelizmente a minha esperança ja morreu a muito tempo

Responder

Waldir José Franco

04 de junho de 2017 às 13h35

A história tem que ser contada considerando a corrupção. Não somos uma República de fato.
A corrupção explica as ações dos políticos.
Quem perdeu com whatsapp?

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Caren Costamilan

04 de junho de 2017 às 13h32

Quem sabe assim o povo que dorme em berço explêndido acorda?

Responder

Tiago

04 de junho de 2017 às 10h26

Vocês pedem completamente a razão quando falam sobre a China. Lá, o whatsapp não funciona. O Facebook não funciona – eles escolhem a dedo quais aplicativos funcionam ou não.

Responder

Henrique aparecido gomes

04 de junho de 2017 às 09h50

O que eles temem na verdade e a comunicação em massa que leve o contribuinte ao conhecimento da política suja que eles fazem e como eles fazem, e o medo que os eleitores aprendam como tirar deles o poder. Para eles governar um povo ignorante deixa mais oportunidades de fazer falcatruas e escravizar um povo em detrimento de sua ignorância, como já não bastasse a escravização a que submetido o povo brasileiro.

Responder

Geniene Bersan

04 de junho de 2017 às 12h35

Onde vamos parar …?

Responder

Maria Thereza Freitas

04 de junho de 2017 às 09h25

não tem mais o que fazer, não? irresponsáveis, autoritários e parece que não tem ninguém com disposição de por limites a esse bando de meninos mimados. E, pelamor, Miguel, não dá ideia de mais nenhuma atividade onde eles possam se intrometer. Se forem xeretar os juros dos cartões, realmente abusivos, todas as transações passarão a ser suspeitas, os usuários criminalizados. Já imaginou? Vade retro! Eles tem que ser coibidos nos abusos.

Responder

Wagner

04 de junho de 2017 às 09h17

Nossa, que lixo de matéria. Como vim parar aqui? Kkkk
Você acha mesmo que empresas de tecnologia podem criar qualquer coisa é enfiarem forma abaixo da sociedade, sem que ele atenda as leis dos países? A tecnologia precisa de adaptar a sociedade, não o contrário. A polícia tem, sim, que ter o direito de ter acesso aos históricos de comunicação, assim como determina a lei, com a autorização de um juiz. Se o lixo do aplicativo foi desenvolvido para não permitir isso, que faça as alterações necessárias. Você usa a China como exemplo de liberdade e modernidade nas comunicações? Socorro. Quantos nãos você tem, 16? Sai do WhatsApp, menino. Vai viver.

Responder

Francisco

04 de junho de 2017 às 09h16

Trabalhar em prol do cidadão esses car…. Não querem não! Agora infernizar e bajular corruptos e ladrões e com eles mesmos… Puto da vida com esses bos…..

Responder

Rosemeri

04 de junho de 2017 às 08h53

Dois pedalinhos em Atibaia????????
Onde vive o autor deste texto?
… E eu perdi meu tempo lendo!!!!

Responder

Eliene

04 de junho de 2017 às 08h39

Totalmente a favor de acabar com essa porcaria

Responder

Eduardo Vargas

04 de junho de 2017 às 08h37

Sinceramente, eu não acho isso uma insanidade , pq se outros meios de comunicação tem arquivos para serem mostrados posteriormente, pq o whatsapp não tem tal tecnologia? Por mim tem sim q bloqueado quando não há um cumprimentos judicial, imagine se todo mundo q fosse revistado na rua por uma autoridade policial, não apresentar um documento dizendo quem é? Tanto bandidos , tantos traficantes se passariam por gente de bem? Então lei foi feita pra ser comprida e não pra ser contestada , eu também uso o whatsapp como ferramenta de trabalho e comunicação, e das outras vezes que foi bloqueado , não passei por nenhum aperto ,pois tenho outros modelos de comunicação, agora esse papo que o bloqueio é coisa arbitrária ? Faça um favor né , larga de ser viciado e zumbi e vai a luta das coisas q realmente são relevantes. Forte abraço.

Responder

Sandro José de Oliveira

04 de junho de 2017 às 08h11

Meu Deus, absurdo é dizer que lava jato levou “tantas coisas do Brasil”, o que levou tantas coisas foi Lula e seu maldito PT. Finalmente alguém tenta por fim na roubalheira que assola o país e você escreve contra? Vá rever seus valores e conceitos. E o whatsapp não é a única forma de comunicação, até pouco tempo, vivíamos muito bem sem esse aplicativo.

Responder

Isabel Correa

04 de junho de 2017 às 11h10

Tudo isso pra impedir a propagação das notícias das merdas que os partidos protegidos fazem!

Responder

Peter Schües

04 de junho de 2017 às 07h33

Não concordo misturar as coisas como vincular o assunto tendenciosamente anti lavajato.
Bastava focar o tema do Whatsapp junto a besteira do MPF e salientar que a China tem um bom exemplo se isso for real.
Portanto seja um blog não tendencioso esquerdista, da direita ou que lado for, bastam os fatos. Graça e paz!

Responder

    Anderson Cunha

    04 de junho de 2017 às 10h18

    Comentarista quer que um blog reconhecidamente de ESQUERDA se mantenha neutro. Vai sugerir isso para a Globo, Abril, Folha, Estadão.

    Responder

Luciana Fonseca

04 de junho de 2017 às 06h58

Matéria tendenciosa e ridícula. Tem que ser muito bitolado para acreditar que a economia depende de um canal .
Tem que suspender sim, toda e qualquer rede social que se negar a fornecer dados de criminosos e corruptos. E não venha com essa conversa fiada de indicação de livros porque além de ter outros meios , até melhores de divulgação, a verdade é querer favorecer a comunicação entre bandidos . se a rede social não cooperar está do lado de criminosos e a sociedade tem o direito de ser protegida . Ainda bem que existe o MPF para isso.

Responder

Toninha Bispo

04 de junho de 2017 às 08h19

Devem ter o dedo do Jucà nessa história porque ele ficou todo muito contraindo depois que o povo teve acesso o número dele e enviará muitas message chamado ele de inocente … ele deu uma entrevista na folha São Paulo , falando que tinha que criar um lei para contre esses abusos .

Responder

Lenara

04 de junho de 2017 às 04h09

” C é loko heim cachoeira”
Insano é vc q escreve um texto ridículo como esse. Se na China é bom ,o q vc tá fazendo aki ainda ,vai pra lá pra não contaminar a mente de ninguém aki com suas idiotices!!!!!!!!

Responder

Beto

04 de junho de 2017 às 03h02

MPF é foda! Tanta coisa pra se preocupar ou seja pra ser resolvido ficam perdendo tempo em querer bloquear um aplicativo que é de uso Mundial. Estão perdendo tempo com coisas banais.

Responder

Rosane Limao

04 de junho de 2017 às 04h49

Os políticos e os grandes empresários quer calar o povo, redes sociais vai acabar tb!

Responder

Rosane Limao

04 de junho de 2017 às 04h41

Só falta acabar com as redes sociais,já q uma parte do povo imbecil pede a volta da ditadura ,aguardemos!

Responder

FRANCISCO

04 de junho de 2017 às 01h39

Quem é o dono dessa budega desse site podre que só fala asneira, MPF só faz cumpri a lei caso alguém a descumpra ele irá fazer cumpri ela, site lixo protetor de bandido

Responder

André satiro

04 de junho de 2017 às 01h07

Quer dizer que uma empresa tem o seu aval para descumprir as leis do país quando bem entender em favor do direito a comunicacao? Quer dizer q para vc, o whatsapp pode, por exemplo, se quiser, publicar para todo mundo, as suas mensagens, fotos, ainda q isso seja contra a lei, e não deve ser responsabilizado por isso, em favor do direito a comunicação? Ele poderia utilizar mão-de-obra escrava para funcionar, afinal, em sua opniao, não poderíamos impedi -lo, em favor do direito a comunicação. Ao seu ver, se o whatsapp amanhã se tornar pago, seria inconstitucional, já que é um direito a comunicação, ou será q vc mandaria derrubar o Whatsapp até q eles tornassem gratuito de novo?

Responder

04 de junho de 2017 às 00h41

Fora PT

Responder

Bruno

04 de junho de 2017 às 00h40

Mimimi esquerdista. Marcando aqui esse site como “não tenho interesse”

Responder

Sérgio Rodrigues

04 de junho de 2017 às 00h30

Não é possível que ainda não se tenham entendido, não só o MPF, Judiciário, etc; o conceito do Wathsapp. PQP!…

È uma conversa virtual, igual a conversa real que fazemos no dia a dia. Quem ouviu, ouviu, quem não ouviu, não ouviu e ponto!…

Responder

Elide Bernardo

04 de junho de 2017 às 03h23

Eita!

Responder

Fatima Paiva

03 de junho de 2017 às 23h49

Meu Deus, se até o Judiciário se utiliza desse serviço para fazer citações e intimações das partes.
Só na visão desses malucos é que o whatsap não viola o direito à comunicação.
Ademais, é a forma mais barata de pessoas mais humildes se comunicarem com os seus familiares e amigos, com as chamadas contas “pré-pagas”. Um absurdo. Um atentado aos direitos do cidadão brasileiro.

Responder

Bob

03 de junho de 2017 às 23h39

Poder… Poder… Poder…
Precioso… Precioso… Precioso…
Assim como o anel da trilogia “O senhor dos anéis” embriaga quem o possui,o MP está querendo agir de forma ditatorial. No código penal diz claramente que não existe crime sem lei anterior que o defina e tipifique. Em nome de uma suposta falta de controle, querem boicotá-lo e se existem aplicativos idênticos os mesmos serão proibidos também ? O messianismo de certos membros do MP tem que ser combatido. Se forem identificados mal feitos via whatsapp que os responsáveis sejam enquadrados e respondam pelos seus atos e não a sociedade como um todo.

Responder

Carlos Rocha

04 de junho de 2017 às 02h34

O MPF na realidade está trabalhando para as empresas de telefonia.

Responder

Anacris Monteiro

04 de junho de 2017 às 02h23

Alguém sabe se comunicar por sinais de fumaça? Acho q aprender será a solução. Kkk

Responder

Carlos Rocha

04 de junho de 2017 às 02h21

Pq o MPF não manda bloquear o sistema de telefonia do país afinal de contas é um meio de comunicação onde se pode realizar crimes, mas o grande detalhe é que as empresas de telecomunicações perderam muitas linhas telefonicas pq muitas pessoas estão fazendo uso de mensageiros eletrônicos, quanto “proce$$$o” o MPF deve estar levando ? Se wahtsApp deixar de funcionar outros aplicativos serão usados para as mesmas finalidades, o pessoal do MPF estão igual a PM com o tráfico de drogas, eles ficam predendo usuários e pequenos traficantes é o trabalho de enxugar gelo, só que a PM não tem uma grande publicidade como mandar bloquear um aplicativo onde mais de 100 milhões de pessoas usam, mesmo 100 milhões usuários eles acham que não estão violando o direito de comunicação de mais de 100 milhões de pessoas, a qualquer momento esse pessoal do ministério público vai mandar abolir o dinheiro pq o dinheiro é a causa de crimes no país !

Responder

Eliane Mello

04 de junho de 2017 às 02h18

Bando de lunáticos ..

Responder

JEFF

03 de junho de 2017 às 23h12

Meu total apoio ao MPF.

Responder

Bob

03 de junho de 2017 às 22h59

Armas podem ser usadas para defesa como podem ser usadas de forma criminosa, assim como um carro pode se transformar numa arma ou mesmo instrumento de fuga em assaltos e roubos e nem por isso o MPF pediu para que se proíba a fabricação dos mesmos. O whatsapp é tão somente mais uma ferramenta que pode ou não ser utilizada para diversos fins e cada usuário é responsável pelo uso, bom ou mau que faça do mesmo, arcando com o ônus de seu uso.

Responder

Veronica Albuquerque

04 de junho de 2017 às 01h58

Isto é pra dá lucro as operadoras de telefonia ,como a oi é claro ,que mts políticos são sócios ?

Responder

Vicente Lúcio

04 de junho de 2017 às 01h10

Deixem eles trabalhar!

Responder

fernando

03 de junho de 2017 às 22h07

esses pessoal neo pentecostal do MPF estão sendo a ruína do brasil

Responder

George Simon

04 de junho de 2017 às 00h51

Tem que.acabar com esses nichos de privilégios. Afinal, além de encher o rabo com altos salários e privilégios que só eles tem, como auxilio habitação ( mesmp que tenha casa própria). Pra que serve mesmo um promotor ??????

Responder

Alessandro Marques

04 de junho de 2017 às 00h25

Eu, sinceramente, concordo com o MPF. A internet é livre e não deve ficar restrita apenas a um aplicativo para a comunicação entre as pessoas. Senão vira monopólio. Por que tenho que dar o status de “bloqueio da liberdade de comunicação” quando se bloqueia um único aplicativo? Posso contar pelo menos 5 outros diferentes que funcionam até melhor.

Responder

    Márcia Celere

    04 de junho de 2017 às 02h39

    Whats app é o maior deles, uma vez exterminado os outros serão fichinha. Só acho…tem haver com monopólio sim, mas nesse momento a perda dele pelas teles.

    Responder

    Jowzy Silva

    04 de junho de 2017 às 15h16

    Concordo com vc whats APP é só UMA ferramenta, como o orkut foi um dia e haverá outros!

    Responder

    Rafael Foschini Trindade

    04 de junho de 2017 às 16h05

    Tratar o whatsapp como um meio essencial é, isso sim, dar privilégio. A neutralidade da rede já é desrespeitada com esses planos de whatsapp ilimitado, quando existem n outros concorrentes que desejam o mesmo benefício. Concordo contigo, a justiça pode e deve bloquear aplicativos e páginas que desrespeitem ordens judiciais.

    Responder

Lulu Pereira

04 de junho de 2017 às 00h11

piscosociopatas do mpf

Responder

Gildo

03 de junho de 2017 às 21h10

Se engana quem diz que o ministério público está errado, ou seja errados são os donos do whatsapp, que protegem bandidos, a quebra de sigilos não é gera, é somente para aqueles sendo investigado, ou seja quem não quer, tem medo é porque tem algo errado, outra Lula por dois pedalinhos, aqui quem decidiu está matéria, me faz crer que não é uma pessoa do bem, todo ladrão do dinheiro público era pra ser condenaor vários assassinatos…

Responder

Luiz Carlos Lopes

04 de junho de 2017 às 00h04

Isso muita bobagem no uso de Whats, aí acontece isso!

Responder

    Rosane Limao

    04 de junho de 2017 às 04h45

    É isso aí tem cortar até as redes sócias,para o povo voltar a ler um livro da história do Brasil!

    Responder

      Roberto de Paulo

      04 de junho de 2017 às 22h13

      Cada vez que os golpistas aprontam contra o povo,eu me lembro dos coxinhas paneleiros,são as desgraças do País,gente burra metida a elite.

      Responder

    Beatriz Moraes

    04 de junho de 2017 às 04h59

    Poderia começar por eles;se ficassem lendo,não teriam tempo pra roubar!

    Responder

Maria Jose Peçanha Gomes

04 de junho de 2017 às 00h02

E ainda querem dar a essa turma o direito de abusar de autoridade.
Mais ainda?

Responder

Cyz Souza

03 de junho de 2017 às 23h53

Carlos Augusto Aguiar

Responder

Ana Veronica Miyasaka

03 de junho de 2017 às 23h50

ELES PODEM ATÉ TENTAR MAIS NUNCA VÃO CONSEGUIR NOS CALAR.

Responder

Edi Morozini Silveira

03 de junho de 2017 às 23h45

Aline Goldbeck

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Sergio

03 de junho de 2017 às 20h44

Realmente existem outras formas de comunicação. Uma das mais eficientes e o tacape
Uma porrada na cabeça desses loucos e eles vão logo log o entender
Bando de idiotas que se julgam Deuses

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Patrick Pereira

03 de junho de 2017 às 23h28

Por trás não estaria a força do poder econômico das operadoras de telefonia?

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Sérgio Tadeu garcia

03 de junho de 2017 às 20h17

E porque os FDP do MP tem salários a cima do teto ,Pelo menos era antes , quando o congresso vai fazer uma CPI no MP

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Laercio Ferreira

03 de junho de 2017 às 23h06

DE LOUCO TODO MUNDO TEM UM POUCO , ATÉ MPF , STF ,PF , PM , MAS AS DISTORÇÕES POLÍTICAS D NOVOS MANDATÁRIOS DE PINDORAMA SE TORNOU-SE INSANO , VULGAR DE BAIXO CLERO, CONTRA O POVO BRASILEIRO , S A JUSTIÇA É CEGA ,MUDA E SURDA AOS RECLAMOS DAS MASSAS EXCLUÍDAS , DOS TRABALHADORES, NÃO OLHAM AS RUAS ??

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Vera Silva

03 de junho de 2017 às 23h03

De poder a quem não sabe usar, dá nisso.

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Luiz Portella

03 de junho de 2017 às 22h54

Viraram lobistas do grande capital

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Alessandro Candido

03 de junho de 2017 às 22h48

Nós brasileiros tamos fudido todo mundo tá vendo oque ele tá fazendo com o país até o juiz moro tá envolvido

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Adalberto Cardoso

03 de junho de 2017 às 22h35

O WAHATSAPP E O FACE SAO INIMIGOS DOS POLITICOS LADRAO BANDIDOS PORQUE AQUI NOS SO MOSTRAMOS A VERDADE NAO PRECISAMOS DE TV COMPRADA PARA VER NOTICIAS AQUI NOS MESMOS ENTRAMOS AO VIVO A HORA QUE QUISER

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Bruno Santos

03 de junho de 2017 às 22h30

não.vamos.mais.ter.direito.d.se.comunicar.mais.

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    Bruno

    04 de junho de 2017 às 00h43

    Aprende a escrever.

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Bruno Santos

03 de junho de 2017 às 22h29

que.saudades.d.Dilma.e.d.lula

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Vanusa Abreu

03 de junho de 2017 às 22h27

Eu apoio a suspensão dos salários de todos do MPF…enquanto eles como funcionários publicos,não trabalharem pelo bem de quem paga os seus salários:O povo!!!! #ForaTemer

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Petralha Zuero

03 de junho de 2017 às 22h21

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Rosimar Pereira

03 de junho de 2017 às 22h12

Eles estão querendo atiçar o formigueiro.

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Roberto Oliveira

03 de junho de 2017 às 22h10

Tinha que proibir ‘correntes e boatos’ no zap… Enche o saco receber isso.

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    Fatima Paiva

    03 de junho de 2017 às 23h55

    Roberto Oliveira, não há autoridade que possa proibir isto. Vc sim, pode fazer isto. Avise aos amigos dessa sua insatisfação … avise aos Grupos aos quais pertence…

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    Fatima Paiva

    04 de junho de 2017 às 00h00

    Gostaria de saber dos Senhores,
    se os comentários são permitidos só para assinantes. Realmente eu não tenho conhecimento.
    Contribui para esse Blog na semana passada pelo PagSeguro, no valor de R$ 80,00. É pouco, mas foi o valor que pude contribuir.
    Há necessidade de contribuição periódica para que meus comentários sejam publicados?
    Att. Obrigada.

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Gregorio Garcia

03 de junho de 2017 às 22h10

Essas atitudes servem para mostrar as unhas do novo sistema de governo pleiteado pelos paneleiros, Juriscracia!

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Rosane Barnard Ferreira

03 de junho de 2017 às 22h09

Eles precisam salvar o(s) Partido(s) e a garantia do Poder pleno, sem interrupções de notícias instantâneas, e para tanto, as notícias referentes a eles, precisam passar pelo crivo dos jornalistas comprados

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