Análise da reunião ministerial de Bolsonaro

Dallagnol, o golpista-celebridade, não leu o Código de Hamurabi (uma crônica parisiense)

Por Miguel do Rosário

15 de junho de 2017 : 06h44

Faz muito calor em Paris.

Eu vim passar uns dias na capital francesa, para acompanhar minha mulher, que tem uns trabalhos a fazer por aqui e para fugir um pouco da atmosfera de pesadelo do Brasil.

Como FHC não nos emprestou sua cobertura da Avenue Foch, ficamos num “studiô” de vinte metros quadrados, no sexto andar de um prédio sem elevador, no coração do Marais, bairro judeu, boêmio e LGBT. E estamos felizes.

Não é exatamente férias porque blogueiro não tira férias. Blogueiro “dá um tempo”. Ou seja, puxa um pouco o freio da produção jornalística. Por isso vocês estão vendo menos posts meus e mais do Luis Edmundo, um amigo jornalista que convidei para me substituir nesse meu período semi-sabático, que dura até o final desta semana.

Para falar a verdade, sou contra o conceito de “férias”, sobretudo porque, no meu campo profissional, embora talvez seja exagero dizer que tudo é prazer, posso afirmar, com toda convicção, que tudo que eu faço é trabalho.

Ontem, por exemplo, eu voltei ao Louvre com a determinação de encontrar alguma coisa interessante para oferecer aos leitores do blog.

E encontrei!

Na seção histórica, dedicada às descobertas arqueológicas do oriente próximo, há um dos monumentos mais famosos do mundo: uma pedra de basalto negro de dois metros de altura, datada de dois mil anos antes de Cristo. A parte superior traz um desenho, cortado na rocha, do rei Hamurabi recebendo o código de um deus. Abaixo deles, e ocupando a maior parte da pedra, frente e verso, vemos milhares de milhares de letras em sumério antigo.

É o famoso Código de Hamurabi, um conjunto de leis e regulamentos que formam um dos primeiros documentos jurídicos da história da civilização humana.

O Código de Hamurabi tem uma fama injustamente negativa, porque ele incluiu alguns itens da famigerada Lei de Talião, a qual prevê que, se um homem quebrar o dente de outro homem, terá também o seu dente quebrado, e se furar o olho de outrem, terá o seu próprio olho furado.

Essa lei, porém, é um enorme avanço jurídico da Antiguidade, pois antes dela a coisa era muito mais pesada: se alguém quebrasse o dente de outro, ficava a mercê de ter sua família toda assassinada como retaliação. O Talião inaugurou a dosimetria, conceito jurídico fundamental para equilibrar o sistema de castigos.

Entretanto, o Código tem muito mais que isso! Em muitos pontos, identificamos um sistema jurídico surpreendentemente moderno, até mesmo para os padrões de hoje.

E aí eu lhes digo o que realmente me chamou a atenção, e me fez decidir dedicar um post inteiramente a este assunto.

Ao lado da rocha, o museu reproduziu a tradução das primeiras leis presentes no Código. E qual não foi minha surpresa ao ver que as primeiras leis do Hamurabi são castigos contra a falsa acusação e contra o mau juiz!

Dallagnol e Sergio Moro, portanto, são representantes de uma mentalidade anterior ao próprio Código de Hamurabi.

A primeira lei do Código de Hamurabi é essa, conforme tradução literal do francês para o português,  feita pelo blogueiro:

§ 1 Se um homem acusa outro homem e lhe imputa um homicídio, mas não pode trazer provas contra ele, o  acusador será executado.

É uma interpretação jurídica impressionantemente moderna, porque desconsidera o fator metafísico ou moral da “culpa”: o que vale é a prova!

O nosso zé do powerpoint, se fosse agente de justiça da Babilônia antiga, não sobreviveria muito tempo a exigências tão rigorosas!

As cinco primeiras leis do Hamurabi parecem ter sido escritas diretamente para Dallagnol e Sergio Moro, que cito aqui como representantes mais caricatos do sistema judicial brasileiro.

Da primeira já falamos. A segunda lei é um texto meio complicado, meio esotérico, mas que, à luz da conjuntura brasileira, soa como uma metáfora política. É a seguinte: se alguém for acusado de magia, poderá se defender da seguinte forma. Irá se jogar no rio: se as águas o levarem, então a sua culpa estará provada. Neste caso, o seu patrimônio ficará com o acusador. Mas se não se afogar e voltar à terra são e salvo, então sua inocência terá sido atestada por Deus, então é o acusado que ficará com o patrimônio do acusador.

Como as acusações contra Lula, pela Lava Jato, tem muito de esotérico, e como a sua culpa e, sobretudo, o seu risco de prisão, parecem ser medidos não pelas provas (que não existem), mas por sua resiliência ou não em ser tragado pelas águas tumultuosas da mídia, a segunda lei do Hamurabi se aplica perfeitamente neste caso.

A terceira lei de Hamurabi é outro petardo direto no sistema grotesco de delações da Lava Jato: se um homem vai ao tribunal com falso testemunho, e não prova sua declaração, então ele será executado. Ou seja, os juristas da Babilônia já sabiam muito bem dos enganos da delação premiada!

A quarta lei é uma continuação da primeira. Passemos para a quinta lei, que atinge, desta vez, em cheio, o juiz Sergio Moro e todos os juízes que lhe imitam:

Um juiz deve julgar um caso, alcançar um veredito e apresentá-lo por escrito. Se erro posterior aparecer na decisão do juiz, e tal juiz for culpado, então ele deverá pagar doze vezes a pena que ele mesmo instituiu para o caso, sendo publicamente destituído de sua posição de juiz, e jamais sentar-se novamente para efetuar julgamentos.

E já que estamos falando de Dallagnol, me parece oportuno comentar reportagem da Folha sobre o procurador, publicada há pouco (imagem acima).

Sou obrigado a cumprimentar a repórter Anna Virginia Balloussier, que conseguiu, com ironia sutil (provavelmente para sobreviver à censura velada do jornal e de seus leitores, fãs incondicionais da Lava Jato), pôr em evidência o ridículo da situação de um procurador participar, mediante gordo cachê, de um congresso de “cirurgia plástica”.

O fato de Dallagnol, supostamente, doar seu cachê para instituição filantrópica apenas lhe dá um toque ambíguo e demagógico. O procurador está usando a fama que lhe foi conferida pela mídia, pelo golpe e pelas elites entreguistas, para ganhar dinheiro e/ou faturar politicamente com doações para instituições filantrópicas de seu interesse.

O procurador, diz a reportagem, iniciou sua palestra com um “afago”: “Gosto dos médicos porque médicos gostam da Lava Jato.”

É um autoritário! Quer dizer que o procurador só gosta de adulações? Ele esqueceu de dizer também que a classe médica brasileira, a mesma que “gosta da Lava jato”, é majoritariamente reacionária, egoísta e preconceituosa. Quem não lembra da médica que se recusou a tratar de uma criança após descobrir que sua mãe era “petista”, ou do caso, mais recente, de um ginecologista que machucou a paciente quando soube que ela trabalhava no restaurante do sindicato de metalúrgicos?

Dallagnol também é cínico, ao afirmar o seguinte:

“Nós antes éramos os golpistas. Agora nós somos os golpistas dos golpistas? Eu fico confuso”, afirma, lembrando que a operação vira e mexe acusada de ser algoz do petismo atingiu outros partidos –como o presidente Michel Temer (PMDB) e o senador Aécio Neves (PSDB).

Sim, Dallagnol, você está bem confuso. É interessante que você esteja acompanhando os blogs, já que é apenas neles que você soube que havia alguém que lhe chamava de golpista. Mas continue lendo com atenção, que eu vou lhe explicar.

Vocês, de Curitiba, golpistas puro sangue, embora desprovidos de qualquer senso de soberania, nacionalidade ou mesmo de bom senso econômico e social, souberam montar no cavalo do golpe que a mídia e setores do capital fizeram correr na frente de vocês.

A agenda da Lava Jato seguiu estritamente, desde o início, os interesses políticos do golpismo. Para isso, tiveram que mobilizar forças que vocês nem sempre conseguem controlar. Daí podemos explicar tanto a caçada contra boa parte da classe política (mas preservando, por exemplo, inexplicavelmente, um FHC…), como também esse movimento autodestrutivo que levou à devastação da indústria de óleo gás, de construção pesada e que agora começa a desestabilizar todo o setor brasileiro de carnes.

Temer e acólitos deram o golpe por medo da Lava Jato, mas a Lava Jato cuidou para que eles tivessem, primeiro, a liberdade e o poder de derrubar a presidenta Dilma para, só depois, serem também alvos de uma caçada.

Os líderes do golpe, e isso nós identificamos desde o início, jamais foram a meia dúzia de políticos degenerados do PMDB ou PSDB, e sim duas forças poderosíssimas: a burocracia jurídica, representada por ministros do TCU e tribunais superiores, procuradores, juízes, de um lado; e a mídia corporativa, representante do grande capital privado, em especial do capital estrangeiro (via agências de publicidade norte-americanas), de outro.

Os acordos da Lava Jato com o departamento de justiça dos EUA apenas deixaram claro o que muita gente desconfiava: o golpe foi uma convergência de interesses entre uma elite historicamente entreguista, ansiosa para voltar a ganhar comissões com a privatização do que nos restou de patrimônio público; o capital internacional, sedento para aumentar o controle sobre os estratégicos recursos naturais do Brasil (terra, carne, petróleo, minérios, população); e uma alta burocracia completamente enlouquecida ideologicamente por anos e anos de lavagem cerebral.

Mídia (em especial a Globo) e burocracia jurídica: eis os donos do golpe, Dallagnol. Você pertence à burocracia jurídica, mas ela é muito maior que você. Se você tivesse lido qualquer pensador da ciência política saberia que as burocracias, em qualquer momento da história, sempre tenderam a exercer um papel egoísta e antidemocrático na articulação do poder nacional.

Vocês não são golpistas dos golpistas. Vocês são os verdadeiros golpistas querendo assumir o poder político que lhes cabe, de direito, como lideranças do golpe.

Ainda na Folha, há uma outra reportagem que merece ser comentada nesse post, porque é o mesmo assunto: a pauta única, interminável, do golpe.

Sou insuspeito de defender Michel Temer. Acho-o golpista e, como tal, deveria estar preso, sob condenação máxima. Mas o papel da Polícia Federal, do Ministério Público e do Judiciário, que deveríamos chamar simplesmente de Poder Coercitivo, de ficar monopolizando a agenda política do país com esse tipo de vazamentos, repassados sempre à grande mídia sem nenhuma responsabilidade, está inviabilizando completamente o país, sob todos os aspectos: político e econômico. Não haverá uma empresa, um governo, uma instituição que conseguirá respirar enquanto não submetermos o Poder Coercitivo e a mídia ao controle democrático.

Fuçar os pertences alheios em busca de material que possa ser levado à mídia e transformado, de maneira sensacionalista, em escândalo, é um crime e uma irresponsabilidade. Se a Polícia Federal quer investigar Michel Temer, e faz muito bem em fazê-lo, deve ser discreta e se manter distante da mídia. O argumento de delegados, procuradores e juízes, de que é preciso “usar a mídia” para se proteger das ingerências de autoridades da política é uma desculpa esfarrapada para fomentar o caos, a instabilidade, a suspeita generalizada, e protagonizar o mais irresponsável populismo penal.

A mídia é a própria ingerência política, porque ela tem seus próprios interesses econômicos, tão ou mais perniciosos e corruptos do que os de políticos. Políticos, mal ou bem, precisam atender os interesses dos eleitores. A grande mídia, por sua vez, é patrocinada por agências de publicidade norte-americanas, cujos interesses econômicos e políticos são, por vezes, profundamente hostis ao bem estar e à soberania do nosso povo.

O Brasil não merecia a Lava Jato. A corrupção poderia ser combatida como é feita em todo o mundo, sem destruição de suas indústrias, sem golpes de Estado, sem devastação do mercado de trabalho, sem levar o país ao caos.

No programa Cafeína da semana passada, o deputado federal Jorge Solla nos lembrou que os EUA viveram, há pouco, uma espécie de Lava Jato, envolvendo indústrias de construção civil americanas, mas que passou despercebida do grande público, porque durou menos que duas semanas. O sistema de justiça prendeu alguns executivos, indiciou políticos, mas foi tudo feito sem que houvesse a perda de um emprego, sem que fosse paralisada uma obra. Aqui no Brasil, a Lava Jato, que se espalhou como metástase pelo sistema judicial, caminha para o seu quarto ano, destruindo tudo que vem pela frente, nos fazendo retroceder décadas, tanto em matéria de investimento como em direitos, e ainda tem gente que, por ingenuidade, medo ou oportunismo, bate palma.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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98 comentários

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Pedro Celso

17 de junho de 2017 às 10h02

Muito bom texto. Assino embaixo.

Responder

José Gesy de Brito Sousa

16 de junho de 2017 às 20h41

Caro blogueiro, só tenho uma correção a fazer sobre todo este seu texto.
Eis aqui minha correção: Não foi a turma de Curitiba que detonou o michel (FORA) temer e de quebra, implicou também o “mineirinho”. Foi a PGR e o STF.
Se a investigação tivesse ocorrido em Curitiba e sob a responsabilidade da troupe de delagnol e do perseguidor de petistas (moro), DUVIDO que estivesse no estágio em que está.
Pararia logo no início. Não viria ao caso. Afinal. aqueles não estavam no poder quando da descoberta dos esquemas criminosos da Petrobrás.
Então, seu dellagnol. “VOCÊ É SIMPLESMENTE GOLPISTA”, e só isso. Nada mais.
Era o que tinha a observar sobre seu texto, caro blogueiro.
Obrigado.

Responder

Natan Ces

16 de junho de 2017 às 18h31

Cuzão

Responder

Marcos Pinto Basto

16 de junho de 2017 às 03h01

Excelente artigo! Bom demais para ficar aqui no Cafezinho, esperando ser lido! Vamos divulgá-lo! Parabéns ao jornalista que foi buscar o código de Hamurabi para enquadrar o juizeco Moro e evanjegue Dallagnol!

Responder

Mônica Vianna

16 de junho de 2017 às 05h07

“Olho por olho, dente por dente”.

Responder

denise Assis

16 de junho de 2017 às 01h25

Muito bom, Miguel!

Responder

Fatima Vieira

16 de junho de 2017 às 01h21

Encantada com o seu texto! Além de sutil e verdadeiro, esclarecedor para quem ainda não compreendeu o golpe e o papel fundamental da mídia e do judiciário na encenação do “combate à corrupção”. E para completar, ainda nos presenteia com uma bela aula de História. Parabéns!!!

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Cris Chibante

16 de junho de 2017 às 02h26

Só comente quem tem pós-doc.

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    Rogerio Vaz

    16 de junho de 2017 às 02h32

    Eu tenho Pós-doc ! LULLA = LIXO!!

    Responder

      Mônica

      16 de junho de 2017 às 01h30

      Dementes continuam confundindo a bandeira do Japão com um simbolo comunista.

      Responder

    Rogerio Vaz

    16 de junho de 2017 às 02h34

    Eu tenho Pôs-doc!!
    LULLA É DE FATO UM CORRUPTO BILIONÁRIO.. e ADESTRADOR DE BURROS ÚTEIS AO PARTIDÃO

    Responder

    Cris Chibante

    16 de junho de 2017 às 11h32

    Lula é Honoris Causa quantas vezes mesmo? Além disso ele não grita feito meus aluninhos de fund II.

    Responder

Maria Eduarda Giering

16 de junho de 2017 às 00h57

Muito bom.

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Ana Valentim

16 de junho de 2017 às 00h52

Desgraçados!! O q estamos esperando para impedir q esses tiranos continuem abusando do seu poder e impondo o seu autoritarismo. Nós somos mais, o poder emana do povo! Até quando vamos permitir passivamente q esses aproveitadores nos tirem tudo, inclusive nossa liberdade e dignidade. Nós somos o poder, precisamos acreditar nisso e nos unir!! Basta!

Responder

Regina Barja Fidalgo

16 de junho de 2017 às 00h02

Mas PowerPoint de m como qualquer idiota normal

Responder

ambio

15 de junho de 2017 às 20h00

Menino que Teoria da Conspiração é essa? Onde está a “força” incontrolável da Lava a Jato que agora está pegando geral? DÊ nome aos bois. Que história é essa de minimizar a culpa da classe política? Defender a economia? Com peninha de Temer? Agora eu é que fiquei confuso!

Responder

Marcia Oliveira

15 de junho de 2017 às 17h16

Excelente. Um jornalista dando aula de Direito a um Procurador babaca,l coxinha.

Responder

Cláudio Xavier

15 de junho de 2017 às 19h07

Ele só lê o código Moro

Responder

    Rogerio Vaz

    16 de junho de 2017 às 02h36

    TA CHEGANDO A HOOOOORA!!!PAPUDA NO SAPO CACHACEIRO!!

    Responder

      Marcos Pinto Basto

      16 de junho de 2017 às 03h14

      Ao que parece, Rogério Vaz, tua mamadeira também está pronta há muito tempo e não podes alegar falta de tempo para a tomar. Teus argumentos para publicar essa foto, são fruto da tua desinformação sobre politicalha nacional e internacional, também muitas doses de despeito. Não sou fã do Lula, nem do PT atual, mas reconheço nele um estadista que elevou o conceito internacional sobre o Brasil, foi muito agraciado e continua sendo venerado pelos cidadãos brasileiros mais pobres. Entendeu Seu Vaz?

      Responder

        Mônica

        16 de junho de 2017 às 18h44

        Marcos Pinto Basto, é que esse Rogério, adora essa mamadeira e pensa que os outros também gostam!
        Esse Rogério, com certeza faz parte daquela turma que confunde a bandeira do Japão com um simbolo comunista!
        Bolsonaro, adestrador de jericos!

        Responder

    Cláudio Xavier

    17 de junho de 2017 às 20h19

    Já terminaram a montagem?

    Responder

Mônica

15 de junho de 2017 às 16h03

Miguel do Rosário, adorei! Falou tudo o que gostaríamos de falar sobre a Lava Jato, o Pateta de Pato Branco e Mussolini de Curitiba! Que pena, que aqui, os dois estão acima da lei. Se faz necessário um Código de Hamurabi.
E que falta de vergonha, um promotor público, além de outras, participar de um congresso de cirurgia plástica! É muita falta de respeito com o povo brasileiro!

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Monaliza Vargas

15 de junho de 2017 às 18h23

Muito bom!!!

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Sérgio Longo

15 de junho de 2017 às 14h53

Você é nojento!!!duro de ler e engolir sua cegueira!!!

Responder

    Fatima Vieira

    16 de junho de 2017 às 01h05

    Vcs odeiam tanto a esquerda mas vivem xeretando nossos blogs… Quem será que está obrigando os coxinhas a difícil tarefa de fazer uma leitura??? O cérebro deve doer muitooo! Ahahaha

    Responder

    Marcos Pinto Basto

    16 de junho de 2017 às 03h26

    Sérgio Longo, tua mente desmente teu nome! Como tens a ousadia de escrever que Miguel do Rosário é nojento, duro de ler e engolir sua cegueira. Como podes ser tão mentiroso? MIGUEL DO ROSÁRIO é um grande jornalista e teu comentário prova tua grande ignorância e honestidade moral.

    Responder

Rogerio Vaz

15 de junho de 2017 às 17h49

Responder

    Samuel Sousa

    15 de junho de 2017 às 21h23

    Vanish só não remove a tua burrice e a globotomia do teu cerebro.

    Responder

      Anonymous

      16 de junho de 2017 às 00h17

      Esse Vaz é mais um sub-empregado ganhando “sem sair de casa”. Os tucanos empregam (aham, sub-empregam) milhares desses.

      Responder

Rogerio Vaz

15 de junho de 2017 às 17h48

TÁ CHEGANDO A HOOOORA!!!

Responder

Erica Caminha Hassmann

15 de junho de 2017 às 17h45

Eu não sei o que é mas não sou jurista… esse cara estudou mesmo? Ou apenas decorou a apostila?

Responder

Rogerio Vaz

15 de junho de 2017 às 17h42

ESSA GENTALHA PSEU-INTELECTUALOIDE TO THE LEFT… adora Desqualificar quem não compartilha de suas vertentes ideológicas !! Que contradição, não e mesmo ?? Vcs são intolerantes , agressivos , praticam todas as forma de violência , destruição de patrimônio público e privado ( matando inclusive animais em fazendas/sítios invadidos )…. e chamam quem difere de : Facistas , Intolerantes e Golpistas ? Aliás se tem gente que adooooooora um golpe são vcs!! Apoiam regimes violentos ditatoriais que cerceiam liberdade de imprensa …. e FALAM EM DEMOCRACIA E ” DIRETAS JÁ “kkkkkkkkkk RIDÍCULOS E ACÉFALOS DOUTRINADOS… IDOLATRAM POLÍTICOS CORRUPTOS E ACHAM QUE A CULPA OU ERRO DE OUTROS EXIME / ISENTA DE CULPA OS SEUS BANDIDOS DE ESTIMAÇÃO ! ACHO QUE RESUMI BEM O FORMA TORTA DE PENSAMENTO ( Rsrsrsr) ESQUERDOFILO RETRÓGRADO TUPINIQUIM!!!

Responder

    Ruy Barbosa dos Santos

    15 de junho de 2017 às 19h30

    Rogério Vaz, que tal primeiro aprender a escrever para so depois tentar expressar alguma opinião? Você suscita pena.

    Responder

Aruanda Ribeiro

15 de junho de 2017 às 17h24

Pavão de Pato Branco

Responder

Antonio Fernando Araujo

15 de junho de 2017 às 14h13

Talvez o calor de Paris, o Louvre, Marais e Hamurabi, tenham contribuído para a produção de um texto tao primoroso. Parabéns! No entanto é o “zé do powerpoint”, pelo tanto de ridículo abrigado em suas “teses jurídicas”, indiscutivelmente, o merecedor dos mais significativos créditos. Por certo ele não leu o Código de Hamurabi, se é que ele sabe quem foi esse “lateral esquerdo” do seu clube paranaense do coração.

Responder

F.Fernandes Fernandes Filho

15 de junho de 2017 às 16h49

Afinal quando o encantador de jumentos, mais conhecido nas planilhas das propinas como “o Brahma” ou “o amigo” vai ser preso?

Responder

Maria Barbosa de Oliveira

15 de junho de 2017 às 16h48

Já que ele gosta de médicos (porque médicos gostam da lava jato) que tal conseguir um que lhe faça uma correção cerebral e o transforme em um ser humano melhor ao invés desse janota megalomaníaco e protetor de corruptos?

Responder

Marlene Moraes

15 de junho de 2017 às 13h41

A dupla “Morognol” bem q poderia receber este texto, que é fantástico! Parabéns, Miguel, vc escreve como “gente grande”! Que análise cuidadosa, bem feita! Que orgulho estarmos do mesmo lado!!! Abraços!

Responder

Ana Regina Vargas

15 de junho de 2017 às 16h32

Boa inspiracao do louvre.

Responder

SERGIO GUIMARAES

15 de junho de 2017 às 13h21

Muito boa a matéria, como bem disse estamos retrocedendo a cada dia parecendo um navio a deriva, sem perspectivas de melhora, essa novela de terror da lava jato parece não ter fim, a cada tempo descobrem coisas novas, um espetáculo onde todos os atores querem salvar sua pele com manobras politicas maléficas, viva la brasil…

Responder

otavio wilms

15 de junho de 2017 às 13h14

1. Não dalanharás

Responder

Neuza Roque

15 de junho de 2017 às 15h56

Não tem OAB??? Então não é advogado!!!!

Responder

Neuza Roque

15 de junho de 2017 às 15h47

Perfeito, Miguel!

Responder

Libânia Molina de Souza

15 de junho de 2017 às 15h36

muito bom

Responder

Fabíola Trajano De Medeiros

15 de junho de 2017 às 15h22

Ótimo texto!

Responder

Renato Barboza

15 de junho de 2017 às 12h11

Será q a passagem foi paga por ele?

Responder

Juliette Oliveira

15 de junho de 2017 às 15h08

Tadinho do Zé

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Gustavo Horta

15 de junho de 2017 às 12h06

“TENTAM DISSIMULAR, TENTAM LUDIBRIAR, TENTAM, DE NOVO, MANIPULAR… E ESTÃO CONSEGUINDO, DE NOVO.”
> https://gustavohorta.wordpress.com/2017/06/15/tentam-dissimular-tentam-ludibriar-tentam-de-novo-manipular-e-estao-conseguindo-de-novo/

“… DISCURSO FALACIOSO E GOLPISTA QUE TENTA COLOCAR TODOS COMO FARINHA DO MESMO SACO,
MESMO COM TANTAS EVIDÊNCIAS DE QUE
TODOS POSSAM ATÉ SEREM FARINHAS,
MAS DE SACOS E QUALIDADES MUITO DIFERENTES.”

#AecioNaCadeia

Responder

José Roberto Bianco Bianco

15 de junho de 2017 às 14h15

Será que o paspalhao sabe ler?

Responder

Adalberto Cardoso

15 de junho de 2017 às 13h50

este eh outro que gosta de holofote

Responder

Deuzelia Garrido

15 de junho de 2017 às 13h48

BABACA SEM NOÇÃO!

Responder

Luciano de Assunção

15 de junho de 2017 às 10h34

Parabéns, Miguel do Rosário, Pela sua Sabedoria e Inteligencia , em nos mostrar que os Babilônios a mais de 2,000 anos tinha escrito em uma pedra (Preta) leis que nos dá Jurisprudência , para aplica-las aos MP-TPM (Dallagnol) nome de remédio e aos califas (OS MOUROS).

Responder

Erly

15 de junho de 2017 às 10h27

Perfeito….

Responder

Rosangela Peixoto

15 de junho de 2017 às 12h59

Aquele que levanta calúnia a outro tem que ser punido

Responder

Jerry

15 de junho de 2017 às 09h33

Excelente!!!!!

Responder

Rogério Cordova

15 de junho de 2017 às 09h22

Excelente análise! Parabéns! Obrigado!*

Responder

Silvio Bhz

15 de junho de 2017 às 12h13

Pavão do MP de Curitiba. Purgante. O Zé do Power Point kkkk

Responder

    F.Fernandes Fernandes Filho

    15 de junho de 2017 às 16h50

    Afinal quando o encantador de jumentos, mais conhecido nas planilhas das propinas como “o Brahma” ou “o amigo” vai ser preso?

    Responder

      Ruy Barbosa dos Santos

      15 de junho de 2017 às 19h36

      Quando o F.Fernandes Fernandes se enforcar de desgosto por ter produzido tamanha anta.

      Responder

    Rogerio Vaz

    16 de junho de 2017 às 02h30

    Kkkkkkkkk

    Responder

    Silvio Bhz

    16 de junho de 2017 às 11h51

    Sério que o zé do PowerPoint citou a si próprio sete vezes e citou Sherlock Holmes nas alegações finais pedindo a condenação do ex-Presidente Lula ? Desse jeito não irá passar nunca no exame da OAB.

    Responder

Florence Fernandes

15 de junho de 2017 às 12h10

Ta com medo de Lula

Responder

Valéria Miguez

15 de junho de 2017 às 08h58

Parabéns pelo artigo!

Responder

Fabio Araujo

15 de junho de 2017 às 11h56

Ótimas reflexões. Infelizmente o código de Hamurabi garante 10 vezes mais responsabilidade e imparcialidadeque a justiça brasileira atual

Responder

Fernando Mazzucchelli

15 de junho de 2017 às 11h56

Não esquecer que o dito cujo tem apenas 36 anos não tem oab e jamais advogou na vida. Sua “experiência” se resume à participação como auxiliar do mp no caso banestado então com vinte e poucos anos. Viva nosso judiciário!

Responder

    Rogerio Vaz

    15 de junho de 2017 às 17h47

    Nossa Sério ?? Mentiras são o trademark de gentinha como vcs!! Bom mesmo é o CORRUPTO do Dias TOFFOLI … ex-advogado do Verme Mulla , TOFFOLI não é concursado , não tem Pós -graduação em nada e está no STF por indicação ? Aliás foi ele que auditou as eleições de urna eletrônica em 2014, não foi??) !! O mesmo vale para o outro pulha : Ricardo Lewandovsky… está por indicação no STF sem ser concursado e sem ter nemhum refino acadêmico ! SHAME SHAME SHAME SHAME

    Responder

      Samuel Sousa

      15 de junho de 2017 às 21h27

      Bom mesmo é o gilmau mentes não é coxinha imbecil.. desculpe a redundância…

      Responder

    Maria Aparecida Sacconi Ferreira

    15 de junho de 2017 às 19h12

    Rogerio Vaz para que tanto ódio, pense um pouco , o fato de você ter suas ressalvas em relação a Toffoli e Lewandovsky, que por sinal nem foram mencionados, não justificam a conduta de Moro e Dallangnol, esses sim objeto do artigo.

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    Rogerio Vaz

    16 de junho de 2017 às 01h28

    Jackie Alboledo .. Você pelo jeito é idiota útil doutrinada ( brainwashed).. incapaz de ver a realidade ! E SOU POS-DOC darling ( titulações Brasil e Exterior) não preciso de ver médicos ! Eu ensino eles!! Tchau !! Agora volte a relinchar !!!

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    Rogerio Vaz

    16 de junho de 2017 às 01h29

    Jackie Alboledo

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    Maria Emília Cavalcante

    16 de junho de 2017 às 03h24

    Rogerio Vaz será que é por isso que tem tanto médicos incompetentes ou que ignoram o código de ética ao qual fazem juramento. Agora relincha pos-doc.

    Responder

    Maria Emília Cavalcante

    16 de junho de 2017 às 03h27

    Conheço tanto pos-doc e doc que não respeitam os titulos que possuem. E xingar não aumentará em nada teus títulos só o reibaxará aquilo que tens no coração. Aprende doc Rogerio Vaz

    Responder

    Gislaine Perpetua Roberto

    16 de junho de 2017 às 05h22

    Rogerio Vaz é médico, então é da turma “a culpa não é minha. Eu votei no Aécio”. Entendi.

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    Luiz Soares

    16 de junho de 2017 às 10h16

    O mimimi do “aetico” é hilário kkkkkk

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    Luiz Soares

    16 de junho de 2017 às 10h25

    Jackie Alboledo esse é um desesperado! Kkk o protótipo perfeito de vira-latas tupiniquim! Kkkkkk

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Jose Luiz Almeida

15 de junho de 2017 às 11h53

Excelente matéria. Vale a pena conferir: 100% didática.

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José Almeida

15 de junho de 2017 às 08h51

Excelente!

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Maria Flavia Penna

15 de junho de 2017 às 11h14

Muito bom!

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Rogerio Romera

15 de junho de 2017 às 11h09

Excelente texto

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Marcos Campos Taveira

15 de junho de 2017 às 11h05

“… O argumento de agentes, procuradores e juízes, de que é preciso “usar a mídia” para se proteger das ingerências de autoridades da política é uma desculpa esfarrapada…” Correção no texto, por favor, agentes cumprem o que delegados determinam.

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Lisa Carvalho

15 de junho de 2017 às 11h04

Sara Carvalho

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Antonio Passos

15 de junho de 2017 às 08h01

Infelizmente a mídia plantou tanta idiotice na cabeça de nossa sociedade que, sem algum tipo de”trauma”, levará décadas para se “recivilizar” o brasileiro.
Até 2018 saberemos nosso futuro porque, nestes tempos onde os fatos se sucedem como avalanche, acredito que até lá veremos um agravamento imprevisível da situação, com desdobramentos também imprevisíveis.

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    ZenioSilva

    15 de junho de 2017 às 10h04

    Primeiro, nada mais próprio para esse menino aí do que o cargo de ‘procurador’, mas de um tipo especial, procurador que não acha nada além das próprias convicções…
    Segundo, tenho que 2018 será o 1968 do século XXI! Quem viver verá!

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Vilma Borges Wiese

15 de junho de 2017 às 10h54

Ah coitadinho, golpista de merda. Que falta faz a “Comuna”

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EUNICE DOIN VIEIRA

15 de junho de 2017 às 07h54

Belo Texto! Deveria ser uma Carta à População Lida em bom e Alto Tom.

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Flavio Klaus Nogueira Campos

15 de junho de 2017 às 10h49

Makvel Reis Nascimento

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    Marcelo Pereira

    15 de junho de 2017 às 12h07

    Kkkkkkkk, cuidado hein professor……. kkkkkkkkkkkk comédia……. PC, a classe majoritariamente reacionária, egoista e preconceituoso seria só a classe médica ou fisioterapia tb entra nessa ??? ???????????????

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Aléia Sanchez Righi

15 de junho de 2017 às 10h44

Babaca!

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Lobo

15 de junho de 2017 às 07h35

Dallagnol vende livro dele pela propaganda feita na cada “palestra”! Mas, vamos deixar pra lá, salario dele de 100 mil é “pouca coisa”, tem que sobreviver… Quero falar de golpe. Os golpistas da quadrilha Temer-Aécio são reféns da Farsa a Jato. Verdadeiros golpistas são entreguistas do meio jurídico e da mídia. Estados Unidos são Mentor do golpe. Dallagnol fala de 200 bilhões de propina, mas tem que explicar milhares de bilhões do prejuízo feito pela Farsa a Jato – Petrobras, indústria naval, indústria de construção pesada e outras indústrias são sendo destruídas pela Farsa a Jato, em melhores interesses dos Estados Unidos. Farsa a Jato é Alta Traição e nada mais…

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Roberto

15 de junho de 2017 às 07h35

Excelente artigo!! O texto mostra como a meta da lava-jato e dos golpista é destruir a economia brasileira, pois estão a serviço de Washington.

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Patricia Valerio

15 de junho de 2017 às 10h29

Excelente reflexão para quem não tem preguiça de ler e de pensar.

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Joao Tomaz

15 de junho de 2017 às 10h17

Desejo que vá pro inferno e não Paris.

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    Catarina Lúcia

    15 de junho de 2017 às 12h10

    Isso é que é que é uma opinião abalizada! Salve Moro! Salve Dallaghol! Salve Ignorância! Salve imbecilizacao! E viva a lei de Talião!
    Affffffffff!

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    Gerson Pompeu

    15 de junho de 2017 às 13h04

    Isso, sim, é capacidade de síntese.
    Cavou uma fossa sanitária transbordando, com oito vocábulos.

    Responder

Tereza Cristina Souza Lima

15 de junho de 2017 às 10h15

Petria Paola Nínive Lima Izadora Santos Caio Henrique Gabriele Camargo

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