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novembro 2017

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As últimas patacoadas da meganhagem golpista

Escrito por , Postado em Redação

Vou reproduzir aqui duas notícias, cujo ridículo falam por si. O ridículo, desta vez, não é tanto o jornalismo e sim o papelão do sistema de justiça. Enquanto mais de 60 mil brasileiros são vítimas de mortes violentas a cada ano, o sistema de justiça, obedecendo à mídia corrupta e entreguista, tenta desviar atenção da opinião pública através de uma perseguição cada vez mais doentia e neurótica a Lula e Dilma.

***

Na Gazeta do Povo

Morte do cachorro de Dilma vira caso de polícia e deputado depõe em delegacia

Denúncia feita há um ano pelo deputado Ricardo Izar (PP-SP) ao então procurador-geral da República Rodrigo Janot seguiu adiante. Parlamentar depôs ontem à Polícia Civil do Distrito Federal

Por Evandro Éboli

Quase um ano depois de ter deixado em definitivo o Palácio da Alvorada, afastada do cargo por um impeachment, a ex-presidente Dilma Rousseff ainda responde a uma pendência. Há pouco menos de um ano, foi sentida falta do labrador Nego na sua mudança. O cachorro foi um presente de José Dirceu para ela, quando a petista foi morar na residência oficial que foi ocupada pelo também ex-ministro da Casa Civil, em 2005. O sumiço causou consternação, que foi maior quando se soube que ele morreu. Foi sacrificado.

Dilma divulgou uma nota na época dizendo que, por orientação de um veterinário, teve de sacrificar o cão, que morreu com aplicação de injeções. Ele teria sido diagnosticado com uma “mielopatia degenerativa canina”, uma doença crônica. A petista disse ainda na nota que tomou tal atitude de forma “relutante”, poucos dias antes de deixar Brasília.

O caso indignou o deputado federal Ricardo Izar (PP-SP), presidente da Frente em Defesa dos Animais na Câmara. Diante das notícias e dos rumores, ele foi para o plenário, dia 13 de setembro de 2016, e fez um discurso duro, culpando a petista pela morte de Nego. E anunciando que iria levar o caso adiante e pedir investigação da Procuradoria-Geral da República.

“Ela mandou matar o cachorro, dizendo que ele estava velho e doente. Se isso servisse como desculpa, ela também está velha e doente. E quebrou o Brasil”, disse à época Izar.

Não contente, encaminhou um pedido de explicação à ex-presidente, resposta que não recebeu até hoje. Mais indignado, então, fez a representação ao então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pedindo para que a morte de Nego fosse investigada.

O próprio Izar não levava a mínima fé que o caso fosse adiante, contou à Gazeta do Povo. Pois foi. Janot enviou o caso para a Justiça Federal do Distrito Federal que, por sua vez, o repassou às autoridades policiais do Distrito Federal. E Ricardo Izar foi surpreendido esta semana, na segunda-feira, quando recebeu uma correspondência solicitando seu comparecimento a uma delegacia para depor sobre o assunto.

O deputado depôs nesta terça-feira (7) na Delegacia Especial de Proteção ao Meio Ambiente e a Ordem Urbanística, ligada à Polícia Civil. E contou que tomou tal atitude dada as notícias e as centenas de mensagens de apelo e indignação que recebeu nas suas redes sociais.

“Mas não acreditava nunca que iria para a frente. Essas denúncias de maus-tratos de animais que faço nunca continuam. Talvez por ser a Dilma, essa foi”.

Izar ficou de ajudar na investigação e tentar descobrir o nome do veterinário que fez o diagnóstico. O delegado responsável pelo caso, Vitor de Mello Duarte, segundo Izar, disse que Dilma pode ser ouvida no caso. Se, no final dessa história, Dilma vier a ser condenada poderá pegar de três meses a um ano de detenção, além de multa. É a previsão do artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais para quem pratica ato de abuso, maus-tratos, fere ou mutila animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.

Por intermédio de sua assessoria, Dilma informou que não irá comentar o assunto.

Nota do Cafezinho: Dilma respondeu, sim, à notícia, através de nota em suas redes sociais. Leia abaixo:

Ainda sobre a morte do cachorro Nego

A propósito de notícias divulgadas pela imprensa sobre a abertura de investigação para apurar as circunstâncias da morte do cachorro Nego, o labrador de Dilma Rousseff, a assessoria de imprensa da presidenta eleita esclarece:

1. Nego nasceu em setembro de 2003 e morreu em setembro de 2016. Foi dado de presente por José Dirceu ainda em 2005 para Dilma Rousseff, quando ela assumiu a chefia da Casa Civil no governo Lula. Nego foi criado e amado pela presidenta e familiares durante os quase 12 anos em que conviveu com ela. Era um cão grande e forte, que gostava de nadar e correr. Era um dos prediletos de Dilma Rousseff.
2. A partir de 2015, Nego passou a apresentar displasia coxo-femural, doença típica dos labradores, além de mielopatia degenerativa. Ele tinha dificuldade de andar e, por conta da mielopatia, ficava agitado e buscava se movimentar de qualquer jeito. Por isso, sofria muito e deveria ser sacrificado, conforme orientação médica.
3. A presidenta relutou e adiou o quanto pode, com a esperança de uma recuperação da saúde do labrador. E isso, infelizmente, não veio a ocorrer. Nego foi sacrificado, para tristeza de Dilma Rousseff em setembro do ano passado. Era um cachorro excepcional, companheiro e inteligente.
4. Diante disso, é lamentável que, mais uma vez, queiram usar a relação de carinho e lealdade entre um cachorro e sua dona para reforçar a sórdida campanha acusatória que criou o ambiente para o Golpe de 2016, por meio do fraudulento impeachment sem crime de responsabilidade.
5. Essa campanha hedionda, baseada em falsidades, violência, intolerância e preconceito se perpetua mesmo agora, um ano após ter sido consumado o golpe parlamentar que retirou Dilma Rousseff do poder.
6. A perseguição chegou a ponto do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot determinar a abertura de um inquérito policial. Como se investigações mais graves não devessem ser apuradas, como a compra de votos para a aprovação do impeachment.
7. É lamentável que isso ocorra no país que virou sinônimo de Estado de Exceção. Aos olhos do mundo, vale tudo para achincalhar a imagem e a honra de Dilma Rousseff.
8. Tudo tem sido feito para satisfazer a sanha doentia de golpistas. Como mostra o deputado Ricardo Izar Júnior (PP-SP), que proferiu sórdidos ataques a Dilma, e se vangloria de ir depor contra a presidenta eleita do país numa história da qual não tem conhecimento nem sequer envolvimento direto. Apenas a busca pelos holofotes abjetos da mídia.

ASSESSORIA DE IMPRENSA
DILMA ROUSSEFF

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Outra notícia ridícula:

Na Bandnews

Lava Jato: Prova do sítio de Atibaia inclui picada de jararaca na cadela de Lula

Por Pablo Fernandez – 10 de novembro de 2017 781 0

Segundo documentos obtidos pela Força-Tarefa da Lava Jato, Mel, como é chamada, foi levada duas vezes a um veterinário da cidade e chegou a ficar internada depois de levar uma picada de cobra.

Os atendimentos, feitos em março e novembro de 2012, custaram R$ 1.253,00 e foram pagos com cheques de Dona Marisa Letícia.

O laudo – uma das provas de que o sítio seria de Lula – aponta que, da primeira vez, o animal foi picado por uma jararaca.

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