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U.S. President Donald Trump talks during a meeting with Argentina's President Mauricio Macri at the Oval Office of the White House in Washington, U.S., April 27, 2017. REUTERS/Carlos Barria ORG XMIT: CB01

ONU rechaça decisão de Trump de reconhecer Jerusalém como capital de Israel

Por Miguel do Rosário

21 de dezembro de 2017 : 17h54

Todos os tratados de paz firmados até o momento determinavam que Jerusalém seria considerada uma capital internacional, de três religiões: católicos, judeus e muçulmanos. A capital política de Israel fica em Tel Aviv. Jerusalém é uma cidade compartilhada entre israelenses e palestinos.

A decisão de Trump visa apenas provocar guerra.

A maioria dos países membros ONU se posicionou contra os Estados Unidos. O Brasil, miraculosamente, ficou do lado certo da história.

A Argentina, por sua vez, se absteve, covardemente.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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7 comentários

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Jáder Barroso Neto

22 de dezembro de 2017 às 03h17

A cara do Macri poderia ser trocada pela do Temer que ninguém perceberia a diferença. Cara dum, fucin do outro: cachorrinhos subservientes.

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Jáder Barroso Neto

22 de dezembro de 2017 às 03h07

Trump tá com medo de ser executado pela CIA. O canalha sabe que sua declaração não vale nada, mas quer o Mossad ao seu lado pra protegê-lo da CIA.

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    Pedro Cândido Aguarrara

    22 de dezembro de 2017 às 16h20

    Por quê fica nos blogs falando besteiras, idiotices, coisas tiradas da sua cabecinha de MERDA
    sem base nenhuma??? Por que isso, TRASTE??? Vai embora jogar seu video game….

    Responder

jose carlos vieira filho

21 de dezembro de 2017 às 19h24

A pose do Macri é a de cachorrinho abanando o rabo pro dono.

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Gita

21 de dezembro de 2017 às 18h42

Ontem teve votação no conselho de segurança.
14 x 1.

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Pedro Cândido Aguarrara

21 de dezembro de 2017 às 18h03

Parece até que ele está falando sobre um outro planeta. É impressionante como os americanos, profundamente controlados pelos sionismo Ashkenhazy, perderam totalmente a mínima noção das coisas. Não têm mais qualquer senso de ridículo e não conseguem entender e digerir a situação atual em que se encontram. Mentir, para o governo americano, passou a ser a norma e dificilmente o governo consegue falar duas coisas coerentes e conectadas no dia a dia dos porta vozes e conversas com a imprensa. Nunca o país esteve tão dividido internamente e nunca se viu no país as instituições públicas, especialmente as agências de segurança FBI, NSA, CIA, DHS e DoJ, tão escancaradamente envolvidas com política partidária. Um conjunto enorme de empresas de mídia, outrora tão independentes, como o Washington Post, o N Y Times, CBS, FOX, CNN, ABC e NBC, todos, sem exceção, fazendo um jornalismo partidariamente engajado ou, simplesmente, “chapa branca” mesmo, reverberando fake news e deslavadas mentiras produzidas pelo governo (e pelos lobbies em geral) conscientes da desinformação que estão produzindo e disseminando e sem se importar com as consequências desse tipo de jornalismo. Foi até criado o termo “presstitutes” para se referir aos jornalistas nos EUA indicando que o jornalismo está sendo visto como uma forma de prostituição. E nunca estiveram tão vulneráveis economicamente, com uma dívida pública chegando a 110% do PIB, uma coisa inimaginável numa potência econômica como a americana, nem exportaram tanta intervenção militar com as atuais operações militares em 149 países.

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