Comentários sobre: O real motivo da proibição das greves https://www.ocafezinho.com/2018/05/30/o-real-motivo-da-proibicao-das-greves/ Portal de noticias e análises sobre política brasileira, geopolítica, economia, tecnologia, sempre numa perspectiva democrática, progressista, anti-imperialista e multipolar! Thu, 31 May 2018 22:41:57 +0000 hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 Por: Fabinho Neira https://www.ocafezinho.com/2018/05/30/o-real-motivo-da-proibicao-das-greves/#comment-514494 https://www.ocafezinho.com/?p=86211#comment-514494 Só tem direito a justiça quem é membro do poder judiciario (juiz) e do MP (procurador e promotor ). O Povo esta a merce do bel prazer deles.
Engraçado que qdo juizes fazem paralizaçao nao e abuso e nao tem politica envolvida como na ultima paralizaçao deles. Sao uns caras de pau.
Qdo eles os juizes param e cruzam os braços nao prejudicam a populaçao, so outras categorias prejudicam.
Sempre ficam a favor das empresas nessas greves. Nunca dao razao aos trabalhadores. Mas eles podem cruzar os braços para reivindicar auxilio moradia de mais de 4 mil reais num pais que o salario minimo é pouco mais de 900 reais e que boa parte da populaçao sobrevive com esse salario minimo.
Resumindo nao estao do lado da justiça, mas tao somente do lado dos poderosos desse pais, banqueiros, empresarios, politicos do psdb.

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Por: Erico Martins https://www.ocafezinho.com/2018/05/30/o-real-motivo-da-proibicao-das-greves/#comment-514323 https://www.ocafezinho.com/?p=86211#comment-514323 Já disse isso em outro lugar e repito: os representantes do poder judiciário declararam guerra ao povo brasileiro. Usam todas as oportunidades para estuprar as leis e a constituição e através de decisões criminosas trazer humilhação, miséria, dor, sofrimento e morte para o povo

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Por: Sergio Sete https://www.ocafezinho.com/2018/05/30/o-real-motivo-da-proibicao-das-greves/#comment-514321 https://www.ocafezinho.com/?p=86211#comment-514321 Eu ia comentar, mas quando li o título “NENHUM COMENTÁRIO” (que ninguém havia comentado ainda), pensei: “não merece mesmo”.

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