Bolsonaro e Haddad na Redenews

Annunciazione. Raphael (1483–1520)

CNT/MDA: Haddad avança e se consolida em 2º lugar

Por Miguel do Rosário

17 de setembro de 2018 : 12h07

Saiu a pesquisa CNT/MDA. A íntegra pode ser baixada aqui. Ela foi feita entre os dias 12 e 15 de agosto. Ou seja, pega mais ou menos o mesmo período do último Datafolha, feito entre os dias 13 e 14.

Ela confirma a tendência de alta de Fernando Haddad, que, com seus 18%, continua herdando os votos de Lula, mas que também vê sua rejeição aumentar a um ritmo acelerado.

Bolsonaro,  com 28%, por sua vez, caminha para obter um terço dos votos, também como esperado.

Por fim, Ciro Gomes continua se descolando dos outros candidatos e resistindo à primeira fase da tsunami lulista. O pedetista tinha apenas 4% na última pesquisa CNT/MDA, feita no dia 20 de agosto. Estava atrás de Marina e Alckmin, que tinham 6% e 5%, respectivamente. Hoje, Ciro tem 11%, ao passo que Alckmin hoje tem 6% e Marina, 4%.

As tabelas de intenção de voto espontâneo e estimulado são as seguintes:

Printamos algumas tabelas para a gente comentar aqui.

Vamos começar pelos gráficos de “possibilidade de voto”, considerando apenas quem conhece o candidato. O primeiro lugar, absoluto, pertence a Cio Gomes, que tem um potencial positivo de 55% e um negativo de 40%, o que dá um saldo positivo de 15 pontos.

Haddad, em segundo, tem 44% de positivo e 52% de negativo, o que dá um saldo negativo de 8 pontos.

Jair Bolsonaro vem em terceiro, com uma pontuação parecida com a de Haddad.

Alckmin tem uma pontuação bastante ruim: mostrando um saldo negativo de 17 pontos.

Quando vamos para a mesma tabela aí de cima, mas com o público geral,  Ciro Gomes mantém o primeiro lugar do ranking, seguido de longe por Bolsonaro e Haddad. A coluna “potencial negativo” corresponde à rejeição do candidato: é a resposta “não voto nele de jeito nenhum”.

Agora vejamos os cenários de segundo turno apurados pela CNT/MDA.

Num eventual segundo turno entre Ciro Gomes e Haddad, o candidato do PDT venceria com 12 pontos de vantagem. É um cenário muito improvável, mas serve para entendermos para onde vão os votos de outros candidatos.

Num cenário entre Bolsonaro e Haddad, o deputado ganharia com diferença de 3 pontos.

O embate entre Bolsonaro e Ciro vê uma vitória de Ciro Gomes por 2 pontos de diferença: 38% X 36%.  Note que ambos os candidatos cresceram bastante desde agosto, mas Ciro cresceu mais.

Haddad partilha com Bolsonaro de uma vantagem sobre outros candidatos: ambos tem um percentual muito alto de candidaturas sólidas, consideradas “definitivas”: Bolsonaro com 78%, Haddad com 75%. Metade dos eleitores de Ciro Gomes responderam que ainda podem mudar de candidato. Isso traz o risco, para Ciro, de ser engolido por uma polarização crescente entre Bolsonaro e Haddad.

 

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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81 comentários

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Foo

18 de setembro de 2018 às 05h26

Miguel,

A medida em que as suas previsões sobre a estratégia do PT se mostram inválidas, não seria a hora de publicar um artigo, como fez o Kotscho, assumindo que estava errado sobre a viabilidade de Haddad, e seus críticos estavam certos?

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Dulce

17 de setembro de 2018 às 19h51

Como previsível, o fud novamente correndo solto.
É só uma ameaça q entra o clima de barata boa. O antipetismo é superestimadado, enquanto o bom senso é subestimado.
Pois bem, não foi surpresa pra ninguém o q se passa hoje, apesar dos milhares de wishful thinking.
O golpe está fraco e pode ser vencido, a união, mesmo a contragosto de alguns, até

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    Dulce

    17 de setembro de 2018 às 19h53

    pq não dá pra agradar todos com visões tão diferentes, vai ter grande importância.
    Companheiras e companheiros, uni-vos. Esse é o começo do fim do golpe.

    Responder

      Alan Cepile

      17 de setembro de 2018 às 20h33

      É bom que se diga que a união foi tentada e não foi conseguida.

      Responder

hocuspocus

17 de setembro de 2018 às 19h50

È curioso observar o comportamento dos ciristas ,apostam (não estou dizendo,torcem) em que a suposta rejeição aos pts defina o 2° turno.
Existem fatores que não consideram,1° são pesquisas e só isso,muitas delas (em sua maioria) ao gosto do “freguês”.Manipulação por meio delas é uma tática surrada,portanto não saõ confiáveis.2° nos debates do 2° turno ficará explícito ,para quem ainda acha ruim um governo PT,o despreparo,o fascismo,o salto no escuro que represento o nazi.
Acho que até o mais fanático cirista já percebeu que para os artífices do GOLPE o pior seria um governo dos pts ,portanto eles ainda tentam o Ciro (não o atacam),apesar disso ele não decola.
Bolsoasno ,já começou com o joguinho da fraude e atiçou os câes de coturno ,pressão +pressão,por quê ?

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    Alan Cepile

    17 de setembro de 2018 às 20h45

    1) Pesquisas estão muito próximas da situação real a anos já, tirando pouquíssima como aquela do Paraná Pesquisas que deu Aécio eleito, portanto, essa reclamação sobre as pesquisas não procede.

    2) Bozo é um “fenômeno” novo, porém, o ódio ao petismo é algo que vem desde 2003, já está bem plantado e devidamente cultivado por mais de uma geração de eleitores, e lembre-se que tem lulista votando em bolsonaro, todas as pesquisas trouxeram isso, de 4 a 6%, significa 6 a 8 milhões de votos, é muito lulista votando na extrema direita, uma orientação política simplesmente BIZARRA…

    3) “Ciro não decola” é o ÚNICO candidato que cresceu em TODAS as pesquisas sem exceção.

    Responder

      hocuspocus

      17 de setembro de 2018 às 21h33

      Que seria um lulista votando no nazi ? então não é lulista,alguma vez pode ter votado nos pts,mas não é lulista.Por que forçar a barra com exemplos esdrúxulos? a realidade tem que se acomodar a teu pensamento???isso não corresponde a um ser pensante ,pelo contrario é comportamento de um fanático.
      Não vou discutir pesquisas já dei minha opinião sobre elas ,continue com a sua ,o tempo dirá.

      Responder

        Alan Cepile

        17 de setembro de 2018 às 22h58

        VC me respondeu e depois VC diz que não vai mais falar nada…. Não te perguntei nada, apenas respondi por educação e apresentei as pesquisas, essas mesmo que vc vive comentando aqui, hora servem, hora não servem, melhor nem falar mais nada mesmo, petistas são xiitas demais… Haja saco!

        Responder

        Adam Smith Comuna

        18 de setembro de 2018 às 00h04

        Mais de 70% dos eleitores do Lula não sabiam quem era Haddad, o cara deixou prefeito da maior cidade do país a menos de dois anos e foi ministro por mais de 6. Isso mostra o nível de conhecimento político da grande maioria dos eleitores do Lula. O que esperar de um país que por 24 anos desviou mais de 2/3 da verba da educação para pagamento de juros.

        Responder

          Alan Cepile

          18 de setembro de 2018 às 10h57

          Na visão míope dos xiitas vc está “batendo” no coitadinho do PT e mereceria ser expulso daqui.

          Opa! Aqui não é o 247…..

          Responder

jose carlos

17 de setembro de 2018 às 19h17

Em entrevista ao Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes, nesta segunda-feira, 17, Ciro afirmou que foi chamado pelo senador Roberto Requião (MDB) para ir a Curitiba, para ser vice e substituir Lula em “caso de frustração”.
Ciro não aceitou. O resto da história, nós conhecemos.

Responder

Damião Bonfim

17 de setembro de 2018 às 19h11

O que esperar de um eleitorado encantado por um discurso com vocação antidemocrática e que parece não se dar conta de que pode estar votado para enfraquecer a democracia? (Bolosminions). Mas o que esperar de um eleitorado que entre um candidato que há mais dois anos pensa o País e propõe saídas viáveis do caos e um candidato que há duas semanas só fala de “Lula livre”, começa a se decidir por alguém que nunca quis ocupar o cargo para o qual fora indicado? O que dizer de um eleitorado que vota num candidato de quem mal sabe o nome? Nosso povo, de elevado senso democrático e político entrega a outro o seu próprio direito de escolha (se São Lula mandou, a gente vota – Já vi esse filme!). Quem sabe os eleitores de Marina e Alckmin, menos apaixonados, se decidam por dar um voto útil contra a aparente inevitável divisão do País entre seguidores de um mito e seguidores de um objeto de culto político, num processo eleitoral que tem tudo para ser apenas expressão de paixões sem compromisso real com um projeto de País?

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    hocuspocus

    17 de setembro de 2018 às 19h31

    Vejo as coisas sem paixão ,os ciristas como vc parecem ter perdido o rumo , vc comete o erro de generalizar a opção dos petistas.Todo partido personalista como o PT(assim como os cercanos exemplo do chavismo e o peronismo )sofrem do culto a personalidade do seu líder.,mas não é a maioria deles.
    Haddad nesta cojuntura é Lula sim!!!mas,a opção por ele não foi dos pts, foi dos GOLPISTAS.
    Haddad representa o que foram os governos petistas ,isto fica ainda mais claro às pessoas, pelo terrível dano que o golpe provocou.

    Responder

      Damião Bonfim

      17 de setembro de 2018 às 21h29

      Os golpistas golpearam primeiro a Dilma. Mas dizer que Haddad é Dilma não é interessante, até porque, parece que o último governo do PT foi com Lula. Quem vota no Haddad volta numa opção melhor que Bolsonaro, certamente, mas não vota em alguém que quer ser visto como é: um bom ex-Ministro da Educação e um ex-Prefeito com serviços prestados, porque o PT não quer que vejam Haddad, mas Lula – que não é Haddad. Por isso, para o PT, não importa tanto o que propõe, basta dizer que Haddad é Lula (para alguns). Quem vota em Ciro, vota num candidato que olha para frente, que se escolhido, será por suas propostas e pelo que ele é, não por o que alguém foi.

      Responder

    Adam Smith Comuna

    17 de setembro de 2018 às 19h32

    Perfeito!

    24 anos de desvio de 70% da educação para os banqueiros, eis o resultado.

    Responder

      Nilson Messias

      17 de setembro de 2018 às 20h12

      Sai Brasileiro da Silva entra Adam Smith Comuna. No artigo de Luís Nassif, nem com o voto útil a Ciro Gomes, chegará a Haddad. bom gente o jogo é o seguinte: Quem é esquerdista vai estar com Haddad/Manú. Quem é o filhote da ditadura enrustido fica com o Bozó.

      Responder

    ari

    17 de setembro de 2018 às 20h37

    Damião Bonfim, em 2014, Zelita, minha vizinha na área rural do sertão baiano, disse-me que ia votar na Dilma “porque ela e o Lula foram os únicos governos que fizeram alguma coisa pela gente”. Zelita tem aproximadamente 45 anos, é analfabeta e, no passado, passou fome. Sua vida mudou radicalmente com os governos do PT, o que testemunhei ao vivo e a cores. Isto se chama consciência política, cara. Num nível primário talvez. Assim, enfie seu preconceito e respeite o sertanejo, um povo que diariamente tira água de pedra. Estou cansado de ouvir essa história, como se o voto do excluído, do mais fraco valesse menos do que o seu.

    Responder

      Damião Bonfim

      17 de setembro de 2018 às 21h57

      Ari, é claro que Lula e Dilma fizeram coisas boas para nós pobres. Mas isso não quer dizer que só eles podem fazer. Não estou discutindo gratidão, nem esperança, mas voto não-pautado na simples indicação. Essa eleição não é um referendo a respeito de Lula, mas o meio pelo qual estamos escolhendo quem, entre os elegíveis, apresenta melhores condições de governo. A ingovernabilidade marcou a última gestão Dilma. Uma eventual eleição de Haddad, com tantos bolsonaristas, estimulados por seus candidatos (cabeça e vice), já discutindo uma ilegitimidade de resultado, caso não vençam, não parece indicar boa coisa. Aliás, quem primeiro colocou sob suspeita essa eleição nem foram eles, mas a própria cúpula do PT, defendendo que eleição sem Lula seria uma fraude. Mas resolveram participar da fraude indicando um candidato sob a alegação emotiva de que ele é Lula. Mas não tenha dúvida, num eventual 2º turno envolvendo o PT, as chances de o antipetismo falar mais alto são elevadíssimas. Só que aí, já não caberá o discurso do golpe, porque até o PT resolveu participar da fraude. Quem acompanha há mais tempo as explanações do Ciro, sabe que apesar de defender ser injusta a sentença contra Lula, nunca defendeu que sua ausência na eleição configuraria numa fraude, até porque, é incoerência pura alguém alegar ser fraude um processo do qual o partido decide participar (uma da contradições do PT)

      Responder

Mané

17 de setembro de 2018 às 18h27

Mais de 50% da população de baixa renda, ainda não sabem que Haddad é o candidato do Lula.

Responder

Adam Smith Comuna

17 de setembro de 2018 às 17h06

Dilmo diz que fará reforma da previdência porém se recusa a falar qualquer ponto da sua proposta, com a mesma desculpa da Marina, de que pretende discuti-la. O PT fala sobre fazer reforma da previdência desde 2012, não teve tempo de discutir? Isso é ludibriar o povo!

Responder

Nilson Messias

17 de setembro de 2018 às 16h26

Que loucura estas análises. Será que este povo votava mesmo em Ciro Gomes? Depois que o blog deu uma “fraquejada” a onda de eleitores de Bozo enrustidos tomou conta de o cafezinho.

Responder

Fred

17 de setembro de 2018 às 15h49

Anotem ai… Haddad e Bolsonaro no segundo turno é vitoria certa do milico… Lamento pelo país e por quem não embarcou nesta loucura de Lula, que começou em 2009 empurrando Dilma guela a baixo até o Haddad em 2018… Do presidente que entraria pra história como o melhor de todos os tempos, pra o ex-presidente que ajudou a destruir a democracia que o levou ao poder… Uma promoção as avessas…
Sendo assim, que apodreça em Curitiba…

Responder

    Jandui Tupinambás

    17 de setembro de 2018 às 16h41

    Para de se lamentar, respeite a vontade popular e se prepare pra fazer campanha para o Haddad.

    Responder

      Adam Smith Comuna

      17 de setembro de 2018 às 17h03

      Nem campanha nem voto. Meu último voto no PT foi no segundo turno de 2002, não é agora que vou voltar a dar meu voto para o neoliberalismo. Muitos que rejeitam Bolsonaro também não vão sair de casa para votar no Dilmo.

      Responder

        NeoTupi

        17 de setembro de 2018 às 17h32

        Se seu último voto no PT foi em 2002, suponho que no segundo turno das últimas 3 eleições presidenciais, até por exclusão, você votou assim:
        2014: Aécio
        2010: Serra
        2006: Alckmin
        Acertei?

        Responder

      Fred

      17 de setembro de 2018 às 18h26

      Não é comigo que vc deve se preocupar… Meu voto será de Haddad, poste, Andrade ou qual seja lá o nome dele… A preocupação de vcs é com anti-petismo querido… Este vc não vence… E vai pra conta do Lula sim…

      Responder

        Pablo Herrera

        17 de setembro de 2018 às 19h13

        Querido? Vocês dois são noivos?

        Responder

hocuspocus

17 de setembro de 2018 às 15h36

Se percebe o desánimo nos votantes do Ciro com a previsão da chegada do apocalipsis bolsonazista a caminho .
Podem começar a pensar em quem votarão no 2° turno,a Democracia é isso ,as maiorias governam.
Não existe ” a maldade” petista que isolou o Ciro preferindo”desunir” as esquerdas para manter seu projeto de partido maioritario.
O Haddad vencerá ,sem dúvidas, a sua figura é a de um sujeito preparado ,calmo,seguro ,exatamente o oposto do seu adversário no 2° turno.
Existe ( e toda nação têm) uma faixa importante de alienados ,mas,existe outra parcela do eleitorado que são anti-petistas ,mas ,que não comem vidro.Na escolha de continuar afundando ou tentar sair da crise,pesará o fim do mundo que representa o nazista.

Responder

    André Romero

    17 de setembro de 2018 às 23h17

    Isso é a sua opinião e seu modo particular de ver as coisas, Hocus. Discordo desde o início do que você escreveu, a começar pelo desânimo quanto ao desempenho de Ciro. O desânimo, na verdade, é pela possibilidade concreta (que nunca foi negada) de Haddad chegar no 2o turno trepando na popularidade de Lula apenas para entregar o governo ao nazista.
    E quanto às comparações, tirando Lula Haddad é um ninguém, sem ofensa e você sabe. Um cara que conseguiu, no exercício do cargo de Prefeito e disputando uma reeleição, perder no 1o turno para uma empulhação em seu próprio domicílio político. Nem Crivella aqui no meu Rio conseguiria essa proeza. Haddad é um cara afável, razoavelmente articulado mas medíocre politicamente. Tem preparo para ser até um razoável Ministro de Estado, não para ser Presidente, principalmente num momento como esse.
    Ciro tem preparo e experiência administrativa, tem personalidade forte e exerce liderança, sabe argumentar e tem discurso e potencial para ser um estadista, ao contrário desses Zé Ruelas medíocres, verdadeiras empulhações que se apresentam hoje. É o único que bateria tranquilamente o nazista no 2o turno. E que ainda não está fora do páreo.

    Responder

Luis Castro

17 de setembro de 2018 às 15h23

Haddad no segundo turno já é um fato não uma hipótese. Agora que bom que Ciro esteja em terceiro e devemos torcer para que ele não caia e seja ultrapassado por Alckmin por exemplo. Por que? O voto do Alckmin em sua maioria vai para o Bolsonaro e do Ciro para o Haddad.

Responder

Pacheco

17 de setembro de 2018 às 15h23

Numa pesquisa o Bolsonaro tem 26% em outra 33%. Que cazsto de metologia e usada nessas pesquisas. E muita variação (22%). Somente vamos ter certeza dos numeros na noite de 07/10????????????

Responder

Guilherme Vieira

17 de setembro de 2018 às 15h18

Eu infelizmente to vendo uma tragédia nesse segundo turno, na qual eu não acreditava: Bolsonaro tem real chance de vencer a eleição. Mesmo com a subida gigantesca do Haddad, em nenhuma pesquisa ele vence o “coiso”. Acho que o PT errou na estratégia. Primeiro, deveria ter apoiado outro candidato que não fosse do próprio partido; mas como manteve um sucessor do próprio PT, deveria-se trocar Lula por Haddad muito antes, pra consolidar a campanha. É infantilidade acreditar que todos que votam no Ciro, Alckmin e Marina irão se aliar ao Haddad no segundo turno. Muitos não irão votar ou irão anular o voto. E a razão não é porque querem Bolsonaro, mas pq acreditam que seu voto não fará diferença e/ou não acreditam que bolsonaro vencerá. Vai ser tipo a eleição americana. Ter alternância de poder é extremamente importante para um país, e os brasileiros estão ávidos por isso. O PT e o Lula não souberam interpretar esse sentimento, desafortunadamente, e fizeram uma escolha: arriscar a democracia por uma continuidade boba pelo poder. Caso paguemos por isso, espero que a culpa não seja jogada aos outros eleitores de partidos progressistas e de centro-esquerda.

Responder

    hocuspocus

    17 de setembro de 2018 às 15h48

    Meu caro,peço-lhe vote no Haddad no 2° turno e prepare a festa,começaremos a derrotar o golpe .
    O GOLPE acabou ,só lhe resta ser enterrado,o faremos a partir de 07 de Outubro.Eles estão apavorados,apesar de todo o esforço por perpetuar o roubo do Brasil ,só lhes sobrou o nazista .
    O mundo não acabará com a postergação do Ciro, assim como vc está convencido de que era o melhor candidato,outros pensam ser os pts por meio do Haddad os que derrotarão o GOLPE.
    O que importa é o Brasil (nós)

    Responder

Hudson

17 de setembro de 2018 às 15h15

Miguel, quais seriam os percentuais, considerando apenas potenciais votos válidos?

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Justiceiro

17 de setembro de 2018 às 15h12

A CNT/MDA é petista, é um vox populi um pouquinho, só um pouquinho menos desonesta.

Com essa pesquisa da MDA, o vox fica abandonado à sua própria insignificância.

O capitão segue firma para vencer no segundo turno. Ainda mais liderando entre as mulheres.

Responder

    Jandui Tupinambás

    17 de setembro de 2018 às 17h05

    A Confederação Nacional dos Transportes é gerida pelo antipetista Clésio de Andrade que foi vice-governador na gestão corrupta e ineficiente de Aécio Neves.

    Portanto, Haddad provavelmente já ultrapassou Bolsonaro e chega em primeiro lugar no dia 7 com tranquilidade.

    Responder

Darcy Brasil Rodrigues da Silva

17 de setembro de 2018 às 15h05

Esses números estão dentro de minhas espectativas, que criam num acentuado crescimento,relativo aos seus próprios números em pesquisas anteriores, das intenções de voto em Haddad, que exibia números baixos porque não era o candidato oficial do PT, e passaria a ter números bem melhores, a partir do momento que figurasse como candidato oficial do PT. Os otimistas, comparando os dados, colocam as intenções de voto em Haddad, antes e depois de sua oficialização como cabeça de chapa do PT, para afirmar que Haddad saltou 9% na preferência do eleitor. Os pessimistas comparam os números de Haddad com os de Lula, para afirmarem que o PT, que tinha um candidato que venceria no 1° turno , passou a ter um candidato que perde, com certeza, o 1° turno para Bolsonaro, podendo ser superado também por Ciro Gomes. Esse último, se nossas análises tiverem correspondência com a realidade, jamais figuraria como um dos dois primeiros colocados a menos de 3 dias das eleições, posto que seu destino dependerá da conjugação de dois tipos de votos úteis, que combina o voto útil contra Bolsonaro com o voto útil contra o PT. Para tanto, esse tipo de eleitor terá que estar convencido de que o candidato de sua preferência (Alckmin ou Marina, por exemplo) não tem chances de chegsr so 2° turno e de que as duas candidaturas que ele não gostaria de ver no 2° turno lideram as pesquisas. Teria também que se sentir minimamente representado por Ciro Gomes para nele votar utilmente.

Responder

    André Romero

    17 de setembro de 2018 às 15h13

    Darcy, ainda acho que o crescimento de Haddad gerará uma onda de rearrumação de todo o quadro, justamente pela rejeição não a ele, mas ao PT (de um lado) e a Bolsonaro (do outro). Nessas 3 semanas que restam para as eleições, Estamos começando a fase decisiva onde o voto útil está começando a correr solto. Ciro, ainda muito próximo de Haddad, pode muito bem ser beneficiado disso.

    Responder

Francisco

17 de setembro de 2018 às 14h40

Chega de mimimi e xororó, chegou a hora dos adultos.

Estrategicamente, a candidatura Ciro apostou na prisão e inelegibilidade de Lula e na colheita por gravidade de seus votos, enquanto dedicaria-se a colher mais votos para o sonhado cesto eleitoral com atrativa atuação junto ao ‘Centrão’, liquidando assim a fatura, como candidato do bem a enfrentar o candidato do mal, o ‘Bolso Kid’.

Não é preciso explicar que apostou errado no ‘Centrão’ a favor e mais errado ainda contra Lula e PT sem força e opção, como também não exige-se mais que um bocado de neurônios ativos e um legado regular de vivência política, para saber que na próxima quinta-feira, a pesquisa Datafolha informará que a disputa fica restrita a Haddad e Bolsonaro, além de possível e provável blitzkrieg a ser lançada pela mídia golpista, na tentativa extrema de substituir um desses pelo ‘Amoêdo’, ex-executivo do Itaú/BBA, ordenado candidato do NOVO partido criado por banqueiros e ‘stand by’ caso ‘Geraldo’, no VELHO partido desses, não vingasse como candidato e tivesse que ser substituído.

Isso é o que conta, o resto é dança dos ‘famosos’ no ‘Faustão’ e a fé, em ‘Malafaia’, em omelete na ‘Tomateira’ e no ‘Controle Remoto’, né?
Mas não…, a eleição será decidida em primeiro turno e isso é que conta agora e está deixando os golpistas à beira de um ataque de nervos e o candidato ‘Bolso Kid’ esperneando e até chorando feito bebezão, na enfermaria.

Responder

    Marcos Sousa

    17 de setembro de 2018 às 16h42

    Concordo.

    Responder

    jose carlos

    17 de setembro de 2018 às 19h17

    Em entrevista ao Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes, nesta segunda-feira, 17, Ciro afirmou que foi chamado pelo senador Roberto Requião (MDB) para ir a Curitiba, para ser vice e substituir Lula em “caso de frustração”. Ciro não aceitou.

    Responder

Nunes

17 de setembro de 2018 às 14h38

E agora, vamos no voto útil na esquerda? O número é 13.
O inominavel não passará!

Responder

André Romero

17 de setembro de 2018 às 14h35

Apesar apoiar Ciro, faço aqui uma análise desapaixonada.
Há tempos defendo que essa candidatura Haddad é um enorme salto no escuro, em múltiplos sentidos. Todos esses riscos tem uma origem comum: a enorme rejeição ao PT pela maioria da população. Não é ataque, estou apenas citando as estatísticas.
Não adianta vir aqui uma galerinha rebater dizendo que “o PT tem a maior aprovação dentre os partidos”, etc.
Para fazer valer essa aprovação, ela tem de ser maior do que a parcela que desaprova. É isso que importa e decide uma eleição. A rejeição é que sempre decidiu e decidirá tudo uma vez mais.
Enquanto Lula foi capaz de quase dividir a sociedade (chegou a alcançar 38%) o PT, enquanto partido, é aceito por no máximo 20 a 25%, sua média histórica. Igual aos índices do “Atraso”, cujo nome não pronuncio. E do outro lado temos o resto da população.
O 2o turno é um embate de rejeições. E ainda assim, por mais incrível que pareça aos petistas (os únicos que se surpreendem com isso), o “Atraso” está ganhando. Isso só atesta estatística e cristalinamente o tamanho da rejeição ao PT. E todas as forças obscuras que ainda viam Alckmin como sua 1a opção (a grande mídia e seus bumbos, o chamado Centrão) já jogaram a toalha estão para migrar em peso para o “Atraso” a qualquer momento.
Portanto, como já falo há muito, o 1o risco palpável dessa rejeição é o PT repetir 1989, entrando no 2o turno apenas para entregar o governo de bandeja para o “Atraso”. Justamente pela menor rejeição, Ciro tem muitas vezes mais chances de impedir o “Atraso” de levar a eleição do que Haddad/PT. Basta ler as pesquisas.
O segundo – talvez pior do que o 1o – é como irá governar com as mesmas forças que o defenestraram do governo, 2 anos atrás, e tendo mais da metade do país (não dos eleitores, apenas) no mínimo indiferente e mais provavelmente torcendo contra? E agora ainda mais com essa extrema-direita que está aí e saiu do armário? O circo de 2016 é o mesmo, claramente não foi desarmado e me parece que o estão reforçando.
As pesquisas a cada dia parecem concordar comigo e estão aumentando o meu temor. Nos vemos em outubro.

Responder

    Jandui Tupinambás

    17 de setembro de 2018 às 16h47

    OK.

    Agora, vamos arregaçar as mangas e trabalhar para Haddad.

    Contamos com você.

    Responder

maykon

17 de setembro de 2018 às 13h42

QUEM GANHA NO PRIMEIRO GANHA NO SEGUNDO.
FATO CONCRETO.
QUEM VOTA NO BOLSONARO AMOEDO DACIOLO ALVARO DIAS E EYMAEL SEIMPLESMENTE JAMAIS VOTARIAM NO PT .
E NINGUEM MUDA DE VOTO DO PRIMEIRO P SEGUNDO…
SEGUNDO TURNO A PARIDADE DE ARMAS..
MESMO ESPAÇO D TV PROS DOIS LADOS ..
AI HADDAD É PREZA FACIL…
É UM TESTA DE FERRO DA MAFIA DA ESQUERDA QUE FACIL FACIL SERA ATROPELADA..
EU VOTO BOLSONARO MAIS PREFIRO DISPUTAR SEGUNDO TURNO COM HADDAD DO Q COM O CIRO..
O HADDAD É BANDIDO.. PERDEU NO PRIMEIRO TURNO PRO DORIA.. NINGUEM CONHECE..
É UM POSTE IGUAL DILMA.

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    hocuspocus

    17 de setembro de 2018 às 14h44

    É dificil conseguir que um bolsoanista pense ,normalmente o faz uma vez por dia e depois precisa usar papel higiénico,mas vamos tentar.
    Presa fácil o Haddad??confrontando com um sujeito absolutamente limitado em informação e formação ?? qual a experiência administrativa do sujeito de coturno????qual a sua formação????militar???já começamos errado,militar não é formado e treinado que nem cachorro.
    A existência de um sujeito como esse nazista,não é culpa dele,ele só diz a vcs o que vcs querem ouvir ,a culpa é de vcs .
    Mas meu caro,o Brasil do GOLPE desceu e desceu muito ,mas,ainda não chegou no inferno ,o bolsoasno será escolhido na próxima legislatura,porque ainda vcs ,a matilha,… estará viva.
    Fazer o que?

    Responder

      André Romero

      17 de setembro de 2018 às 15h07

      Hocus, meu caro, tirando chamar Haddad de bandido e dizer que ele não é conhecido (ele está fechando essa lacuna a cada dia), infelizmente o maluco aí de cima tem razão nos demais pontos: ele é sim uma presa fácil. Se não ficar pelo caminho nessas eleições pela rejeição ao PT, pelo mesmo motivo terá enormes dificuldades de emplacar seu governo. Você acompanha o que eu escrevo e sabe minha fundamentação a respeito. Abraço.

      Responder

        Jandui Tupinambás

        17 de setembro de 2018 às 16h49

        Vamos lá, Romero. Grandeza de espírito. É hora de unir forças e derrotar Bolsonaro.

        Contamos com vc.

        Responder

          André Romero

          17 de setembro de 2018 às 18h39

          Bom humor ao menos você tem, meu camarada, rss. Gostaria de pensar dessa forma.
          Não rola não, Jandui. Pra te ser sincero, desde o 1o mandato da Dilma. O ambiente não é o de Lula em 2003, está muito, muito pior. E o PT é parte integrante disso. Mas claro, no 2o turno, Bolsonaro não pode passar, seja quem for o outro.
          Dito isso, trabalhe para o Ciro. Não me decepcione, conto com você. ;-)

          Responder

        Maria Cristina

        17 de setembro de 2018 às 18h11

        Concordo totalmente com você André Romero. Estou acompanhando os teus argumentos e percebo que você é um dos poucos que escreve com a razão e não com a emoção. A rejeição ao Haddad é enorme, quase tão grande quanto ao inominável que cheira a enxofre e, se tem algo que essas pesquisas estão demonstrando é a capacidade que o inominável tem de derrubar todos os candidatos, exceto Ciro Gomes, no segundo turno. Considerando a quantidade de nulos/brancos, o bombardeio incessante durante 24h pela mídia golpista, fake news e todo o tipo de baixaria, Haddad perde no segundo turno e, caso vença, com uma vantagem muito pequena, em menos de um ano teremos um novo golpe midiático-judiciário. É lamentável, mas é o cenário mais provável. Infelizmente, a história se repete como farsa, tragédia, piada, susto, certeza e repetiremos 1989. Esse pessoal parece não acreditar ou desconhecer a força e a capilaridade de grupos como MBL e cia e esse congresso cada vez mais conservador.

        Responder

          André Romero

          17 de setembro de 2018 às 20h00

          Cristina, para mim, a ficha começou a cair desde aquela Carta de Porto Alegre pelo PT, em 2000, quando rasgaram seu discurso. Quando entraram em 2003 com Lula, montados numa montanha de votos, apenas cooptaram e resolveram manter tudo como sempre foi. Foram além: caíram dentro dos mesmos esquemas de corrupção e de velhacaria na política que criticavam. Desmoralizaram as esquerdas.
          Presos às corporações (dentro e fora do Estado), não plantaram nenhuma semente, não aceitaram negociar nada, mantiveram privilégios, não fizeram reforma alguma. Aí derrubaram o governo em 2016 e os que entraram aprovaram toda a sorte de patifarias, retrocedendo décadas de conquistas. O que ganhamos com isso?
          O que o PT conseguiu construir no campo social era tão frágil e sem bases sólidas que bastaram alguns meses de Temer para destruir todo o avanço, mostrando que não tinha lastro algum. Eu mesmo fui demitido da minha empresa por conta da reforma trabalhista do Temer. O cara que está no meu lugar hoje ganha, segundo relatos de colegas, 40% do meu salário, que já não era muito. É o que está ocorrendo com a maioria que ainda está empregada em alguma coisa.
          Tivesse o PT sentado e negociado as reformas desde os tempos do Lula, quando tinha capital político para negociar bons termos e corrigir distorções, teríamos aí uns 15 a 20 anos de sossego, o golpe de 2016 provavelmente não teria ocorrido e as pessoas não teriam sido brutalmente prejudicadas de uma só tacada em tudo que é campo como agora (desemprego em massa, perda dos direitos trabalhistas, quebradeira geral, aumentos criminosos de combustíveis, planos de saúde, serviços, deterioração inimaginável dos serviços básicos do Estado, etc.). E talvez eu ainda tivesse meu emprego.
          E importante: o cara que está fazendo tudo isso hoje foi o que o PT elegeu como Vice-Presidente. E que não digam que ele rasgou o programa que se elegeu, pois a própria Dilma foi a primeira a fazê-lo logo após a reeleição.
          Hoje Ciro me representa não só pelos múltiplos pontos das suas propostas (a síntese do que o PT deveria ter feito desde o início), como também pela sua personalidade forte, intelectualidade (ruim de algum colunistinha safado de Rede Globo contestar) e sua autoridade moral. São exatamente essas as qualidades que estamos precisando nesse momento para remover o comando do país das mãos imundas desse Judiciário e trazê-lo de volta para a Política, de forma a fazer as pessoas voltarem a acreditar na Democracia, contendo o ímpeto desses golpistas.
          Tirando o fascismo, os malucos que votam no Bolsonaro no fundo querem exatamente isso. Só erram ao achar que ele é o cara que entregará a encomenda.

          Responder

      Alan Cepile

      17 de setembro de 2018 às 16h58

      O bolsominion ali é cima não está totalmente errado não…

      Haddad + Ciro + Marina + Boulos = 26,2%

      Só o Bozo tem 28,2%, se somar com o picolé de chuchu, Amoedo, o ministro do Lula e a URSAL dá 41.1% de eleitores que simplesmente ODEIAM o PT.

      Tirem suas conclusões…

      Responder

        Adam Smith Comuna

        17 de setembro de 2018 às 17h27

        Grande parte do eleitorado da Marina não sai de casa para votar no PT.
        PSOL pode colocar em 80% de militantes que não votam no pT.
        Do Ciro não sei a porcentagem, eu não voto no PT nem com uma arma na minha cabeça, minha esposa provavelmente vote contra o Bolsonaro, mas não votaria contra Alckmin.

        Haddad perde para quase qualquer um em um suposto segundo turno.

        Responder

    Fabio

    17 de setembro de 2018 às 14h47

    Falou o cirista inconformado levantando bandeira falsa. Quem usa esse argumento pra desmerecer o Haddad de que ele perdeu pro Dória é só o Ciro e o séquito dele. Como se a eleição se resumisse à cidade de SP… Como se o sentimento antipetista um mês depois da queda de Dilma fosse o mesmo de hoje… Queria entender que antipetismo é esse que dá 40% a um candidato encarcerado… Eleição passada semana antes essas pesquisas davam derrota de Dilma pra Marina no segundo turno. Acabou que a traíra nem pro segundo turno foi. Segundo turno é outra eleição. Com os votos do Lula, do Ciro, do Nordeste, de grande parcela do eleitorado da Marina e dos progressistas pulverizados por outras chapas, o Haddad leva essa tranquilamente.

    Responder

    Fabio Deji

    17 de setembro de 2018 às 14h49

    Falou o cirista inconformado levantando bandeira falsa. Quem usa esse argumento pra desmerecer o Haddad de que ele perdeu pro Dória é só o Ciro e o séquito dele. Como se a eleição se resumisse à cidade de SP… Como se o sentimento antipetista um mês depois da queda de Dilma fosse o mesmo de hoje… Queria entender que antipetismo é esse que dá 40% a um candidato encarcerado… Eleição passada semana antes essas pesquisas davam derrota de Dilma pra Marina no segundo turno. Acabou que a traíra nem pro segundo turno foi. Segundo turno é outra eleição. Com os votos do Lula, do Ciro, do Nordeste, de grande parcela da Marina e do eleitorado progressista pulverizado por outras chapas, o Haddad leva essa tranquilamente.

    Responder

hocuspocus

17 de setembro de 2018 às 13h38

Pesquisas padecem da contaminação do “interesado” ou contratante da pesquisa.Assim sendo elas não são confiáveis,são só uma referência vaga do real comportamento do eleitor.Quando são eleições com resultados óbvios,2° governo de Lula os “interesados” não brigam com os números,quando se dão situações como a atual,resulta fácila manipulação em busca do “resultado desejado”.Caso estejam muito fora,os indices são corrigidos nos últimos dias.
Em soma, aguardar 7 de Outubro.

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Luis Castro

17 de setembro de 2018 às 13h38

Essa pesquisa CNT dos golpistas se aproxima mais da realidade, mas ainda é como se deve esperar manipulada. Bolsonaro está inflado não tenho a menor dúvida, mas faz parte do jogo dos golpistas. Agora quem cresceu de fato foi Haddad e nem as pesquisas deles conseguem mais esconder. Quem tem uma fortaleza como Lula tem no Nordeste, nunca ficará de fora da disputa final. Eles aos poucos vão chegando aos indices do Vox Populi.

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Romero

17 de setembro de 2018 às 13h23

É triste perceber que o PT e sua cúpula está, por conta do seu egocentrismo, entregando o Brasil a Bolsonaro.

Lula, como preso político e mártir que tornou-se, deveria ter gasto todas as suas forças pela unidade da esquerda em torno de um nome forte e não, em torno do PT.

Que Deus tenha misericórdia de nós!

Responder

    Jandui Tupinambás

    17 de setembro de 2018 às 16h51

    A hora do choro passou.

    É hora de fazer a hora e não esperar acontecer.

    Precisamos de todos!

    Responder

      Alan Cepile

      17 de setembro de 2018 às 18h23

      Diga isso pra Marília Arraes e nos diga a resposta dela depois.

      Responder

        Dulce

        17 de setembro de 2018 às 19h27

        Como previsível, o fud novamente correndo solto.
        É só uma ameaça q entra o clima de barata boa. O antipetismo é superestimadado, enquanto o bom senso é subestimado.
        Pois bem, não foi surpresa pra ninguém o q se passa hoje, apesar dos milhares de wishful thinking.
        O golpe está fraco e pode ser vencido, a união, mesmo a contragosto de alguns, até pq não dá pra agradar todos com visões tão diferentes, vai ter grande importância.
        Companheiras e companheiros, uni-vos. Esse é o começo do fim do golpe.

        Responder

        Dulce

        17 de setembro de 2018 às 19h29

        A companheira Marília está fazendo a parte dela, não vai ser por sua omissão q não conseguiremos.

        Responder

          Alan Cepile

          17 de setembro de 2018 às 20h49

          “faz a parte dela” e “omissão” na mesma frase ficou meio contraditório, não?

          Mas eu gostaria muito de ouvir a resposta dela a uma pergunta sobre união e blablabla…

          Responder

Alex

17 de setembro de 2018 às 13h05

Além do efeito atentado, Bolsonaro também deve ter uns pontos a mais nas pesquisas pelo perfil do eleitorado dele. A classe média e alta que são os pilares dele, eles certamente são os menos indecisos, com menos declarando votos nulo ou branco. Bolsonaro tem digamos um aproveitamento quase que total de um segmento do eleitorado nas pesquisas.

Responder

    Alex

    17 de setembro de 2018 às 13h33

    Os tracking dos partidos, devem saber de alguma coisa que não sabemos. Aquela reação do Bolsonaro ontem, dizer que se perder é porque é fraude e não aceitaria o resultado. Não condiz com um candidato que estaria tão a frente no primeiro turno e ganharia do seu mais provável rival no segundo. Rodrigo Maia praticamente cravou que Haddad apareceria isolado em segundo no começo dessa semana. No Maranhão, Wewerton Rocha passou a fazer campanha para Haddad em vez do Ciro. Tem alguma coisa acontecendo, que os partidos já pescaram, mas as pesquisas ainda não estão mostrando.

    Responder

      Serg1o Se7e

      17 de setembro de 2018 às 13h52

      Claro que há algo acontecendo.
      Chama-se conchavo.
      Estão se aconchavando para manter a esquerda no poder e continuar debulhando o país – eles não tem um plano de governo, tem um plano de poder.
      Nada mais natural, afinal no final das contas vai acontecer o que o presidiário Luis Inacio tem feito há anos: dividir o país em dois – os a favor dele e os contra ele.

      Responder

        André Romero

        17 de setembro de 2018 às 14h55

        Sérgio, na boa, então por que você vota em Ciro? Não gostar do PT eu até entendo, mas você é o único cara que eu conheço aqui que vota no Ciro e é de direita. Isso não condiz com as propostas de Ciro, por mais que ele critique o PT, enquanto partido hegemônico. E explique que esquerda é essa que está no Poder para ser perpetuada que eu não conheço, abraço.

        Responder

        NeoTupi

        17 de setembro de 2018 às 15h10

        Os EUA estão há mais de 200 anos divididos entre vermelhos e azuis (Trump se elegeu pelos vermelhos de lá, os republicanos), respeitando o resultado das urnas sem golpe, e conseguiu se transformar em uma grande nação. Erradicou a pobreza extrema universalizando a educação pública desde o início do século XX e criou um estado de bem estar social para todos, pelo menos até antes do neoliberalismo ser introduzido.
        Se vocês, reacionários, acham que o que é bom para os EUA é bom para o Brasil, devem aprender pelo menos estas lições: democracia é o povo quem decide no voto. E não existe nação forte com povo na miséria.

        Responder

NeoTupi

17 de setembro de 2018 às 12h59

Desde o começo estava desenhado que a eleição estava polarizada entre o lulismo x algum sobrevivente do golpe (sobrou o Bozo). O golpe colocou o PT como principal oposição ao Temer. É uma referência muito forte para o eleitor.
Outros candidatos tem todo direito de tentarem, como fez Ciro. Só acho que Ciro deveria parar de atacar o PT (aliás nunca deveria ter atacado desde o começo), pois é nocivo ao povo mais pobre e à própria democracia porque prejudica fortalecer a esquerda no parlamento e nos governos regionais. Note que Haddad subiu e continua subindo sem atacar Ciro nenhuma vez.

Responder

    Foo

    17 de setembro de 2018 às 14h17

    Concordo.

    O PT — seja quem for o candidato — tem a preferência de 25% dos eleitores.

    Lula é maior do que o PT, e tinha 40% quando foi tirado da disputa.

    Haddad, ao ser identificado com o PT, parte de um mínimo de 25%; e, ao ser identificado com Lula, passa fácil did 30%.

    Ou seja: Haddad já está no segundo turno.

    Responder

    André Romero

    17 de setembro de 2018 às 14h46

    Neo meu amigo, na boa, sejamos francos.
    Haddad não precisa bater em Ciro pois está montado na popularidade de Lula. O “trabalho sujo”, a escolha equivocada do PT foi feita lá atrás, quando puxaram o tapete do Ciro numa negociata, que os petistas chamam eufemisticamente de “estratégia”. Isso pode ficar bonito e gerar tapinhas nas costas dos políticos dos partidos em seus gabinetes refrigerados, mas pegou muito mal para uma boa parte do eleitorado de esquerda, a mesma que o PT agora quer novamente cantar, pregando a tal “união” pela 8a vez.
    E que vai cobrar seu preço daqui a pouco, guarde o que te digo, abraços.

    Responder

      NeoTupi

      17 de setembro de 2018 às 18h08

      Amigo, a estratégia do PT foi não abandonar em nenhum momento o legado do governo Lula e seu maior líder. Entenderam melhor o sentimento popular. O tempo mostrou o acerto. Ciro errou ao oportunizar a condenação e a prisão de Lula acreditando no esvaziamento dele e que os votos lulistas cairiam em seu colo por gravidade.
      O que você chama de puxar o tapete? O PCdoB escolher ser vice de Haddad/Lula em vez de Ciro? O PSB preferir uma aliança informal com o PT em vez apoiar Ciro? Ora tudo isso ocorreu simplesmente porque a prisão de Lula não esvaziou sua popularidade. Se Lula tivesse caído nas pesquisas e Ciro subido, o PCdoB e PSB teriam apoiado Ciro. Note que eles só decidiram na última hora, esperando as coisas acontecerem. Então não existe puxão de tapete nenhum, existiu cálculo político do PCdoB e do PSB para escolher aquela candidatura de esquerda que representasse maior expectativa de vitória.
      E ainda acho um erro Ciro continuar atacando o PT, porque ele não ganha votos com isso de nenhum dos lados. A esquerda refuta ou ignora. A direita simplesmente pinça declarações de Ciro favoráveis a Lula, o fato dele ter sido ministro de Lula, apoiado Dilma, para impedir que Ciro receba votos anti-lulistas. Seria mais inteligente Ciro bater na direita, porque a esquerda repercute positivamente. Mas faça Ciro o que ele quiser, o jeito é ter paciência até o segundo turno.

      Responder

        André Romero

        17 de setembro de 2018 às 22h48

        Neo, meu amigo, você terá paciência para ler, rss?
        Você sabe bem a minha opinião. Para começar, não concordo que Ciro foi oportunista. Quem o rotula dessa forma olha o mundo apenas sob o prisma dos interesses do PT, o que é uma aberração e fanatismo (não estou dizendo que é o seu caso). É desejo manifesto de Ciro há anos ser Presidente e o cara tem todo o direito de sê-lo.
        Ora, a sustentação eleitoral do PT é Lula, e somente ele. Tirando ele, não há mais nenhuma liderança política de peso no país. Pode-se até contestar sua condenação, mas pelas leis atuais Lula nunca mais poderá concorrer. Nesse vácuo, Ciro lançou-se candidato por um partido igualmente sólido e fez ele muito bem.
        Ciro tem preparo, experiência administrativa, exerce liderança, sabe argumentar e tem potencial e discurso para ser um estadista, ao contrário desses Zé Ruelas medíocres, verdadeiras empulhações que se apresentam hoje. Haddad é um cara afável, razoavelmente articulado mas medíocre politicamente e não transmite entusiasmo. Tem preparo para ser até um razoável Ministro de Estado, não para ser Presidente – principalmente num momento rabo-de-foguete como esse.
        Exatamente pelos mesmos motivos hegemônicos do PT de hoje, Ciro tem sido rifado desde que Lula saiu do Planalto para colocar Dilma, cujo governo você viu exatamente no que deu. Você acha que ele deveria ficar esperando o PT acabar um dia para poder se candidatar?
        Sobre o tal acordo: o PT acionou a máquina partidária e o peso dele contra o PSB, muito mais forte pelo Brasil, e ameaçou combatê-lo se apoiasse Ciro, simples assim. Só a propaganda oficial petista nega, na cara dura. Por conta desse ultimato, e contrariando as bases do PSB e até do próprio PT, as cúpulas fizeram o conchavo, inclusive rifando duas candidaturas estaduais importantes, que não aceitaram caladas e denunciaram a negociata, fomentando até uma rebelião. Nesse anti-acordo, o PT não levou tempo algum de televisão: apenas trabalhou para Ciro não tê-lo.
        Isso é estratégia eleitoral? Sim, sem dúvida. Ética e moralmente correta? Definitivamente não. Como disse, isso pega bem nos gabinetes dos políticos, mas pega muito mal para quem planeja seu voto em alguém do campo progressista e assiste a um golpe desse tipo partindo de lideranças que ele acha que deveriam promover a união e andarem juntas por uma causa maior. Afinal, o interesse do eleitor não é o objetivo maior?
        Essas manobras se assemelham ao que fazem lá do lado de lá, por exemplo, como Doria tentou apunhalar Alckmin no PSDB ou o vice do nazista querendo aproveitar a facada e pegar a candidatura para ele.
        Tem uma parcela considerável das esquerdas que acha certos valores sagrados e prega a ética dentro do mesmo campo, como um fator de diferenciação com relação aos demais. E o PT, em seu objetivo de dominar esse campo, sempre chutou esse balde a sua vida inteira, Neo. Para mim e uma porção de gente boa progressista por aí (você pode quantificar o tamanho pelos índices de Ciro), isso é inaceitável e coloca o PT no mesmo nível de quem ele critica.
        Para terminar, o amigo fala de apoio num 2o turno. Vou te dizer uma coisa: acho muito mais provável Ciro vir a apoiar Haddad num 2o turno do que o contrário. Sou capaz de apostar com você meu carro contra uma nota de três reais sua que se Ciro conseguir chegar na disputa com o nazista, o PT declarará neutralidade, apenas para não perder o comando do eleitorado progressista. Você duvida? Topa apostar?

        Responder

Robson Bonelli

17 de setembro de 2018 às 12h40

Todos unidos no segundo turno!
#haddadtranquilao
#haddadmanu

Responder

Alex

17 de setembro de 2018 às 12h32

Na minha opinião, o Bolsonaro vai cair um pouco na reta final de campanha do 1 turno. Ele está inflado pelo atentado. Não vai ser queda igual a Marina em 2014, mas vai ter uma queda na reta final, ainda mais se ele não for nos debates finais. Já sobre Haddad, se 20% dos eleitores se declaram simpatizantes do PT e 30% diz que vai votar no candidato do Lula, ele ainda pode crescer mais.

Responder

Nilson Messias

17 de setembro de 2018 às 12h31

Quem apostou em dança em beira de abismo, atribuir derrota da esquerda a Lula/PT, rejeição, erraram e era pura da torcida. Na verdade o segundo turno era um candidato do PT e outro. No brasil, hoje, não tem um Partido com a capilaridade e estrutura do PT, nem uma liderança como Lula. Após Getúlio Vargas, quem sempre rivalizou com o metalúrgico foi Leonel de Moura Brizola.

Responder

Bianchi

17 de setembro de 2018 às 12h19

Leva-se muito em conta as amostragens que no mínimo são suspeitas.

Esses dados certamente são falsos e essas eleições trarão mais surpresas do que se veiculam.

Basta esperar.

Responder

    Nilson Messias

    17 de setembro de 2018 às 13h02

    Bianchi, brigar com igreja, mulher e números é complicado.

    Responder

Lucas Almeida

17 de setembro de 2018 às 12h15

Acho que Ciro será engolido, infelizmente.

Só um detalhe, a pesquisa divulgou errada a ordem do potencial positivo x negativo considerando todo o público (conhece e não conhece)

Bolsonaro está em 3º e não 2º, com potencial de -8,1%
Haddad está em 2º e não 3º, com potencial de -6,8%

A proposta é, agora, juntar PDT e PT para explorarem todas as falhas do Bozo, já que uma vaga no segundo turno praticamente já fechou entre eles. É possível aumentar essa expectativa no 2º turno, com Haddad passando Bolsonaro, logo, logo. Por um milagre, quem sabe, tirá-lo do 2º turno.

Responder

    Cristina Cardoso Nunes

    17 de setembro de 2018 às 12h47

    Tudo indica que o Haddad vai para o segundo turno, mas a rejeição ao PT pode significar vitória de Bolsonaro. A campanha que fazem pelo Bolsonaro, não é por ele, mas contra o PT. Ele é anti-PT e é nisso que as pessoas votam.
    Se Ciro fosse para o segundo turno, teríamos mais chances, e depois, como foi dito, as propostas de Ciro (PDT) e Haddad (PT) convergem. Mas, a “esquerda” do PT não vai abrir mão, pelo contrário, vai culpar a mídia, a justiça, etc… e vamos ter que conviver com a derrota. É triste ver que os partidos não pensam no Brasil, são cegos no tiroteio e a população é que vai sofre com esta insanidade.

    Responder

      André Romero

      17 de setembro de 2018 às 14h57

      Pombas, Cristina, acabei de escrever um post igual, ainda está em moderação. Assino embaixo.

      Responder

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