Boulos em Recife

EFE/ Antonio Lacerda

Ouviremos o alerta de Mano Brown?

Por Miguel do Rosário

30 de outubro de 2018 : 15h17

Antes de fazer os primeiros comentários sobre a conjuntura nascida da eleição deste domingo, vamos reunir os dados objetivos que temos à disposição.

Considerando que o último Datafolha, com pesquisas feitas nos dias 26 e 27 de outubro, acertou o resultado das eleições do domingo 28, cravando exatamente os 55% X 45% mostrados pelas urnas, podemos usá-lo como referência para analisar as características sócio-econômicas do eleitor.

Os resultados frios das urnas, por sua vez, podem ser conferidos no site do TSE. Alguns jornalões também oferecem, gratuitamente, infográficos e mapas com os resultados eleitorais: G1, Folha, Estadão.

Comecemos pelos resultados no exterior. As informações foram colhidas de uma reportagem do Estadão.

Nas 16 seções de Paris, Haddad recebeu 69,45% dos votos válidos. Na capital francesa, 4.654 eleitores foram às urnas e deram 30,55% dos votos a Bolsonaro. Brancos e nulos somaram 402 votos.

Bolsonaro também ganhou no Reino Unido, onde levou 61,38% dos 8.405 votos válidos em Londres. Haddad teve 38,44%. Pouco tempo antes de as seções da embaixada brasileira em Londres serem fechadas, houve um princípio de confusão, controlado pela polícia.

Em Genebra, na Suíça, Bolsonaro ganhou com 58,4%. Fernando Haddad ficou em segundo lugar com 1.077 votos. Na seção de Zurique, a diferença foi mais expressiva. Bolsonaro teve 2,7 mil votos e Haddad, 1,7 mil.

Nestas eleições 2018, há 500.727 brasileiros aptos a votar em 99 países. Em relação à eleição de 2014, houve um aumento de 41%, resultado de uma campanha feita pelo Ministério das Relações Exteriores. Foram instaladas 744 urnas em 171 locais.

Segundo o TSE, um total de 201.176 brasileiros votaram no exterior. Destes, 130 mil, ou 71%, votaram em Jair Bolsonaro.

Haddad recebeu 53.730 votos no exterior, neste segundo turno, ou 29% dos votos válidos.

Certamente, estes 71% de brasileiros residentes no exterior, que votaram no candidato do PSL, não são “fascistas”.

Tenho dúvidas também se votaram em Bolsonaro porque são classe média e a classe média “odeia pobres”. Em sua maioria, são imigrantes que trabalham duro, e que, por alguma razão, enxergaram qualidades em Bolsonaro que não viram em outros candidatos; entre essas “qualidades”, possivelmente está a de fazer oposição dura, implacável, ao PT.

Vamos agora analisar a votação nas urnas do Brasil.

Segundo o TSE, 116 milhões de brasileiros compareceram às urnas neste segundo turno. É um número apenas um pouco menor ao comparecimento no primeiro turno, que foi de 117 milhões de eleitores.

Diante de um número dessa magnitude, me parece fútil olhar para a abstenção de 20%, ou 30 milhões de eleitores.

Bolsonaro recebeu 57,8 milhões de votos, o que correspondeu a 55% dos votos válidos, a 28% da população brasileira e 39% do eleitorado total. Eu fiz uma tabela comparativa com o desempenho eleitoral de Donald Trump em 2016.

Trump venceu as eleições americanas com 63 milhões de votos, o que correspondeu a 46% dos votos válidos, a 19% da população total do país naquele ano e a 28% dos cidadãos americanos com mais de 18 anos e aptos a votar.

A tabela mostra que Bolsonaro obteve uma votação muito relevante, e que ele representa, portanto, uma parcela expressiva da população brasileira, que precisa ser ouvida e com a qual as forças políticas democráticas, justamente por serem democráticas, precisam estabelecer diálogo.

No estado do Rio de Janeiro, onde Dilma ganhou em 2014 com 55% dos votos válidos, Bolsonaro obteve, neste segundo turno, 68% dos votos válidos. No município do Rio de Janeiro, Bolsonaro ganhou com 66%.

Em Minas Gerais, onde o PT havia obtido, no segundo turno de 2014, 52% dos votos válidos, Bolsonaro ganhou este ano com 58% dos votos. Na capital do estado, Belo Horizonte, Bolsonaro obteve 65% dos votos.

Em algumas capitais do Nordeste, Bolsonaro teve um bom desempenho. Em Recife, Pernambuco, por exemplo, o deputado conseguiu 47% dos votos válidos. Em Maceió, Alagoas, Bolsonaro ganhou com 62% dos votos.

Haddad teve seu melhor desempenho no Piauí, onde obteve 1,4 milhão de votos, ou 77% do total de votos válidos.

Agora vamos analisar o último Datafolha, desta vez não mais para avaliar o potencial de cada candidato, mas para entender o perfil sócio-econômico do eleitor que foi às urnas no último domingo. Conforme dissemos no início do post, a feliz coincidência entre o resultado das urnas e os números da pesquisa dão a estes últimos uma dimensão objetiva muito importante para nossos debates.

A coincidência, no entanto, não foi completa. Bolsonaro foi melhor nas grandes cidades, em especial nas capitais, como Rio e São Paulo, do que sinalizava o Datafolha. O instituto previa que Bolsonaro ganharia na cidade do Rio, por exemplo, com 57% dos votos válidos; ele obteve 66% no Rio. Em São Paulo, capital, onde se dizia que Haddad teria “virado” e estaria numericamente à frente de Bolsonaro, o deputado ganhou com 60% dos votos válidos. Nas regiões Sul e Sudeste, a “periferia”, as bases, conforme havia alertado Mano Brown, não mais se identificam com o PT.

Dito isto, vamos ao Datafolha. Primeiramente, olhemos o quadro com a segmentação por gênero, idade, escolaridade e renda.

Para facilitar nossa sintaxe, vamos assumir os números como equivalentes aos votos.

Então podemos dizer que Bolsonaro obteve 60% dos votos masculinos, 58% dos votos de eleitores com ensino médio, 61% daqueles com ensino superior, 61% dos eleitores com renda entre 2 e 5 salários, 69% dos votos de eleitores com renda de 5 a 10 salários, e 67% dos votos dos eleitores que ganham renda familiar acima de 10 salários.

O melhor desempenho de Haddad foi entre eleitores jovens, até 24 anos, onde ele empatou com Bolsonaro, em 50% X 50%. Essa boa performance na juventude me parece o caminho para reconstruirmos, até 2022, maioria social.

Olhemos agora as taxas de rejeição de ambos os candidatos. O Datafolha registrava que Haddad tinha uma rejeição média de 52%.

Este número, porém, cresce muito em determinados segmentos. Entre homens, por exemplo, a rejeição a Haddad era de 56%. No Sudeste, de 59%. Entre eleitores com renda de 2 a 5 salários, a rejeição a Haddad era de 58%. Entre eleitores com renda familiar de 5 a 10, de 67%, mesmo percentual para eleitores com renda acima de 10 salários.

Entre eleitores com ensino médio, a rejeição de Haddad estava em 55%; e 60% entre eleitores com ensino superior.

Conclusão

A derrota do PT  se deu, fundamentalmente, por causa de uma rejeição extremamente alta entre as classes instruídas, aquelas que fazem barulho, que participam das redes sociais.

A missão dos intelectuais, a partir de agora, é usar a criatividade para reconstruir as pontes entre o ideário progressista e os segmentos instruídos. Para isso, a esquerda precisará sair do pedestal moral que montou para si mesma, assumir os incontáveis erros políticos que cometeu ao longo dos últimos anos, e dialogar educadamente com a maioria da população que rejeita o PT.

É óbvio que os 57 milhões de eleitores que votaram em Bolsonaro não são fascistas. São eleitores que, por uma razão ou outra, preferiram o deputado à volta do PT ao poder.

Por que pensam assim?

Os escândalos de corrupção talvez expliquem boa parte dessa rejeição. A reação do PT diante dos escândalos, optando por um confronto juvenil com o judiciário, também devem ter pesado na opinião pública.

Para deixar claro: confrontar o judiciário não é, necessariamente, um erro. O erro se dá no modo “juvenil”, irresponsável, quase ingênuo, como se deu este enfrentamento. Alguns intelectuais organizaram seminários e livros para fazer uma batalha mais inteligente. Esse era o caminho mais prudente a seguir, mas essa estratégia foi enfraquecida por também ficar à mercê de interesses partidários. Os livros foram patrocinados por centrais sindicais e lançados em eventos político-partidários. Partidos e sindicatos devem participar do “lawfare”, mas de maneira discreta, tendo em mente sempre que é preciso persuadir os que pensam diferente.

A luta jurídica deveria ter sido separada, desde o início, das disputas partidárias. Mas o PT fez exatamente o contrário. O PT tentou faturar politicamente com a onda de solidariedade em favor do ex-presidente Lula, confundindo-a com um aval político para voltar ao poder.  O resultado foi que o anseio popular para condenar Lula e mantê-lo preso acabou se tornando uma das mais poderosas e contaminantes demandas políticas dessas eleições, penetrando inclusive nas disputas regionais.

O discurso final de Bolsonaro, às vésperas de sua votação, é a prova disso: ele disse a seus eleitores que Lula iria “apodrecer” na cadeia.

E, após a vitória, o seu primeiro ato de impacto foi um convite a Sergio Moro para que integre o seu governo…

Nada disso é surpresa, visto que as pesquisas já indicavam, no momento da prisão de Lula, que a maioria da sociedade apoiava a decisão da justiça. Pesquisa Datafolha divulgada em meados de abril, após a prisão do ex-presidente, informava que 54% dos brasileiros achavam que a prisão de Lula era “justa”. Entre brasileiros com renda entre 2 e 5 salários, este índice subia para 63%; entre quem ganhava entre 5 e 10 salários, para 73%! Era óbvio, para qualquer observador político minimamente isento, que o lançamento da candidatura Lula ao cargo de presidente da república, nessas condições, seria considerado, por milhões de brasileiros, uma provocação insuportável. Era uma fórmula destinada não apenas ao fracasso eleitoral, mas a fazer crescer exponencialmente a rejeição ao PT, e a todos aqueles que se aproximassem da narrativa do partido. Era, em suma, dançar à beira do abismo!

É uma pena que outros setores da esquerda, como o PCdoB e até o PSOL não tenham visto isso, e tenham abraçado tão acriticamente a narrativa petista de que Lula tinha o “direito” de ser candidato. Ora, Lula não tinha direito de ser candidato porque estava condenado e preso. Condenado injustamente e preso arbitrariamente, mas ainda sim, preso! E com a maioria da população brasileira achando que a prisão era justa. Por essas razões, que são de ordem puramente política, não moral ou filosófica, Lula não tinha o direito de ser candidato. Deveria ter dado um passo atrás e apoiado outra pessoa, seja do PT seja de outro partido.

Neste sentido, Ciro Gomes agiu certo do início ao fim, mesmo sofrendo a incompreensão e as ofensas dos setores da esquerda que se abraçaram ao PT, e que passaram toda a campanha, no primeiro turno, no segundo turno, e até mesmo agora, tentando destruí-lo.

Ciro jamais poderia apoiar Haddad entusiasticamente no segundo turno, por razões políticas importantes. Sem tempo de TV, isolado politicamente pelo PT, sem recursos financeiros, a sua campanha só não desidratou completamente, conforme previam todos os petistas, porque ele conseguiu convencer muita gente que a estratégia do PT estava profundamente equivocada. Um apoio explícito a Haddad, portanto, seria uma violência a si mesmo e a tudo que tinha falado durante sua campanha, e não teria qualquer impacto eleitoral relevante. Ao mesmo tempo, Ciro evitou fazer qualquer crítica ao PT durante o segundo turno. Viajou e ficou quieto. Se não se sentiu em condições de ajudar, optou por não atrapalhar.

Marina Silva apoiou Haddad, mas o texto em que o fez trouxe críticas tão pesadas ao PT, e ela mesma, durante a campanha, atacou tão duramente o PT e Lula que não entendo porque os petistas deram qualquer importância a isso.

Diante da rejeição tão monstruosa ao PT, em especial no sudeste e nas classes médias, Haddad não teria condições de governar ou reduzir a polarização “odienta” presente no país. De que adiantaria, para Ciro, agir como Guilherme Boulos e se manter como um “heroi” da bolha esquerdista, submetendo-se a uma narrativa completamente estranha ao que defendia, e destruindo pontes com a maioria da população?

A esquerda precisa calçar as sandálias da humildade e entender, de uma vez por todas, que não pode se dar ao luxo de brincar de fazer política, tampouco jogar fora suas melhores lideranças, aquelas que estão livres, soltas, que podem, objetivamente, construir estratégias políticas criativas, diferentes, e estabelecer relações com setores sociais hostis ao PT.

A comparação, neste sentido, de Ciro Gomes a Marina Silva é simplesmente desonesta. Marina Silva apoiou Aécio Neves em 2014. Ciro Gomes apoiou Haddad. Não da forma explícita como queria o PT, mas apoiou; disse “ele não” horas depois do resultado do primeiro turno; seu partido, PDT, deu apoio oficial a Haddad e ele mesmo, em seu vídeo final, deixou claro que votava contra a intolerância e em favor da democracia. Na sintaxe da campanha no segundo turno, essas expressões eram muito claramente associadas a Haddad. Além disso, a campanha de Ciro foi montada sobre uma plataforma profundamente progressista, nacionalista, desenvolvimentista, ao contrário de Marina, cujo programa em 2014 era notoriamente de direita. Marina Silva passou toda a campanha do primeiro turno fazendo ataques pesadíssimos a Lula (inclusive defendendo sua prisão) e ao PT, além de reiterar seu apoio ao impeachment, negando reiteradamente que fosse um golpe. Ciro, ao contrário, sempre opinava que a sentença de Lula era injusta, e denunciava expressamente o impeachment como um golpe de Estado.

Ao contrário de Haddad, que dizia achar a palavra “golpe” muito forte, e quase nunca a usava, Ciro ajudou a consolidar a força semântica do “golpe”. Passou três anos correndo Brasil usando a palavra golpe em todos os seminários de que participava!

Diante dessas diferenças, como é possível comparar Ciro à Marina?

A esquerda precisa dar valor às ideias! São elas que, ao cabo, importam! Ciro seria uma nova “Marina” se tivesse feito uma campanha lastreada num programa político conservador. Não foi este o caso. A plataforma política de Ciro Gomes era, em vários aspectos, mais substantivamente progressista do que a do PT.

Agora cabe à esquerda e ao centro formar um bloco de resistência, mas sem palavras de ordem, pelo amor de Deus! Já vimos que sair às ruas gritando “vai ter resistência” é sinônimo de que “não haverá resistência”. Chegará o momento de tomarmos as ruas, mas primeiro temos que formar consciências, ganhar a opinião pública, em especial as classes instruídas. Caso contrário, seremos simplesmente trucidados.

A hora é de pensar, construir pontes, agir com inteligência, sem bravatas, sem sectarismos, sem xingar uns aos outros.

É hora de ouvir o alerta de Mano Brown e voltar às bases, para ouvir o que o povo pensa.  E eu estenderia o apelo de Mano Brown: o povo não está apenas no Capão Redondo ou nas periferias; está em toda a parte. O povo é um conceito universalista que deveria abarcar a totalidade da população brasileira: burgueses, classe média, favelados, intelectuais, professores. Todo mundo é povo e tem sua contribuição a dar.

Ouvir, ouvir, ouvir, sem retrucar com irritação, grosseria ou ataques pessoais.

É hora de pensar no país e não no partido, até porque só assim os partidos populares poderão sair de suas bolhas, reconquistar setores que se afastaram, ganhar novamente o respeito das maiorias sociais, e voltar ao poder.

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Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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126 comentários

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Padre Olegário

04 de novembro de 2018 às 09h54

Oremos… Para que a Venezuela aceite os Brasileiros que cruzarem as fronteiras buscando asilo político e gasolina para abastecer o automóvel, perdoe e esqueça as mágoas e chacotas deste povo irmããããããããããõooooooooooooooooooo! Oremos!

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Zé dos Bagos

03 de novembro de 2018 às 21h15

Que coisa mais grotesca nome artístico de biscoito americano… braum… A cara do mano é um sacrilégio! Quem chamou essa criatura para esse Show foi Caetano ?

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Rui Lira

03 de novembro de 2018 às 13h49

Ciro nunca foi confiável para as bases petistas e da esquerda. Camaleão dos sertões, sempre soube usar a camuflagem adequada. Mas nunca conseguiu deixar a aura verdadeira de sua natureza presa por inteiro. Assim foi quando não prestou qualquer solidariedade a Lula nos momentos cruciais da sua prisão. Assim foi com o tal ‘apoio crítico’ do PDT a Haddad no segundo turno, que não impediu o partido de apoiar Bolsonaro em mais de um estado na reta final. O PT nunca isolou Ciro. Ele é que não teve densidade política ou eleitoral para angariar os apoios da aliança comandada pelo PT, ou do PSB. Cortejou, de modo incoerente e com extrema desfaçatez, uma aliança com o centrão. A posição de Pilatos, no fim do segundo turno, revelou de novo seu interesse em alijar a aliança de esquerda e em particular o PT. E você, companheiro, ainda defende a memória histórica recente dessa figura? Se o PT tivesse assumido o Cavalo de Troia do Ceará sumiria da cena da disputa, justamente ele, o partido mais prestigiado do Brasil e com o líder, esse sim, digno do nosso povo e por ele acatado. Ele, Ciro, teria cumprido seu papel nefasto de quinta coluna e ficaria de bem com a direita, seu berço natural. Concordo que o PT perdeu bases junto à baixa renda. Concordo que a Lava Jato provocou um dano pesado à imagem partidária. Mas pensar Ciro como alternativa ou solução para tais problemas e navegar no mundo das ideias de Platão. Os filhos dos coronéis da minha região nordestina sempre honraram seu DNA.

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Nelsonz

03 de novembro de 2018 às 12h00

A esquerda q a direita gosta, cheia de mimimi, cheia de lavar roupa suja em praça pública, cheia de fazer DR e de pedir q so o PT reconheça os erros. Todos os q agiram cometeram erros e acertos, mas os q se omitiram e fugiram pra Portugal enquanto o mundo tava acabando , não estes nunca cometem erros! Ciro , nunca!

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Reginaldo Gomes

03 de novembro de 2018 às 11h50

A BASE
A base tem que voltar pra base!!!!
86,8% da base é Cristã, porém essa base permitiu o surgimento da lei mais anticristã do Brasil . Essa base cristã deixou que o ato mais infame, covarde e indecente cometido contra Jesus Cristo virasse lei.
Essa base , tornou lícito, bom, justo , regular , válido , o ato de trair/ cagüetar/delatar do judas iscariotes!!!!!!!!! Essa lei é a causa primeira da tragédia brasileira.
Como isso foi possível!!!!! O maior avanço anticristo que existe no Brasil é essa lei.
Os EEUU que é a maior nação cristã do mundo, é pior ainda. Lá , satanás é rei.
Satanás é astucioso e cobra o preço!!! O primeiro a ser comido foi o PT.
O que fazer ???
Sinceramente, não enxergo nada convencional que possa ser feito para que o povo alcance consciência da essência cristã.
Só o sobrenatural pode salvar o povo da sua própria falta de consciência. A ação maligna está impregnada em todo tecido da sociedade. É triste.
A boa notícia pra mim é:
Eu acredito no sobrenatural , por isso clamo a Deus e Jesus Cristo que interceda!!!

Responder

Nostradamus ( banquinho & bacia )

03 de novembro de 2018 às 11h21

Lula livre!
A ditadura tá ferrando com os mano, os blog tão caducando, lotados de bolsomoros… ouvirão os alertas de recolher artigos, certamente. Mas liberarão, iludidos, os que massacram o PT. Mídia alternativa caduca.

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Informal

03 de novembro de 2018 às 08h00

Brasil tem 40 milhões de trabalhadores sem carteira assinada.

Responder

HILARIO MUYLAERT DA SILVA LIMA

02 de novembro de 2018 às 19h34

Cafezinho, com todo respeito e consideração:
VTNC você e seu mantenedor Cirote !!

Responder

    HILARIO MUYLAERT DA SILVA LIMA

    02 de novembro de 2018 às 19h40

    Retificando: VTNC Cirote !!
    Quanto a vc, Cafezinho, retiro o VTNC.
    A luta continua, mesmo com o Cirote fazendo das suas……..

    Responder

Assis

02 de novembro de 2018 às 09h02

Os tempos são outros, os métodos diferentes, o objectivo o mesmo: subjugar as populações, neutralizar as oposições, garantir o poder absoluto do neoliberalismo em toda a América Latina. Nos anos 70 do século passado, sob o alto patrocínio do secretário de Estado norte-americano Henry Kissinger e comando operacional da CIA, chamou-se «Operação Condor». Agora, com mais togas e menos botas cardadas, mais urnas do que pronunciamentos, com smartphones em vez de máquinas de escrever, mais golpes em palácios do que a partir dos quartéis, mas certamente sob o mesmo comando operacional, poderá chamar-se «Operação Condor, Parte II». Um após outro, em efeito de dominó, os países latino-americanos realinham-se em regimes aparentados com o fascismo.

https://www.abrilabril.pt/operacao-condor-parte-ii

Responder

Ultra Mario

02 de novembro de 2018 às 06h06

Ciro vive na cabeça dos petistas e não paga aluguel.

Responder

PETER PENDRAGON

01 de novembro de 2018 às 23h35

O VINGADOR
À
SOCIEDADE TEOSÓFICA

CUMPRIMENTO!
________

O Vingador diz:
Você fez bem em protestar contra os grotescos presunçosos do Messias alimentado por mamadeira; você ainda fará com sabedoria para tomar cuidado com seus puxadores de fios jesuíticos. A tentativa de usurpação é a mais negra Magia Negra dos Irmãos do Caminho da Mão Esquerda.
Não preciso lembrá-lo da fraude desavergonhada e nauseante com que o Grão-Procurador Velho trabalhou na presidência de sua Sociedade, de suas flagrantes tentativas de capturar vários ritos da Maçonaria, de suas paródias imbecis da heresia romana, das manustuprações obscenas. praticado por Leadbeater sobre o miserável Krishnamurti, com o objetivo de torná-lo um dócil imbecil, imitando as tradições dos Dalai Lamas, ou de mil outras duplicidades, tergiversações e crimes. É a sua vergonha diária de lembrar. Nem preciso indicar seu único curso adequado.
No que diz respeito à recente intriga do SJ para introduzir seu culto ao hinduísmo:
Você é livre para usar o Sinal da Cruz – ou o Sinal dos Postos Azuis – exatamente como você quer. A Sociedade Teosófica é, antes de tudo, não uma seita.
O professor do mundo não tentará impor restrições de dieta aos hindus ingleses, nem às restrições de casamento dos hindus ingleses.
A palavra do pecado é restrição!
GR: Alfa-Lambda-Alfa-Sigma-Tau-Omega-Rho
-oO 4 Oo-

Madame Tussaud-Besant produziu mais uma vez um professor de cera.
Bem, ele certamente parece adorável; mas a questão é: o que ele conseguiu ensinar?
É difícil escrever seriamente sobre essas travessuras; mas deve ser feito para o bem-intencionado se tolos de mente fraca da Sra. Barnum-Besant.
Entenda-se que qualquer professor do mundo deve cumprir certas condições conhecidas apenas pelos iniciados; mas acima de tudo com uma condição que pode ser apreciada por todos os homens.
Ele deve pronunciar uma nova lei; e esta Lei deve ser capaz de expressão plena em uma única palavra.
Assim, no passado, temos a Palavra Tao proferida por Laotze, Jahweh por Moisés, Anatta por Gautama, Iao por Dionísio, Allah por Maomé e assim por diante: a interpretação completa dessas palavras, quando investigadas filosoficamente, historicamente ou cabalisticamente. contém toda a doutrina.
Além disso, a Palavra deve ser evidentemente verdadeira, isto é, deve ser reconhecível como ajustada – e unicamente ajustada – à necessidade imediata da Humanidade, ou àquela parte da Humanidade para quem é pronunciada, na momento do seu enunciado.
Que se saiba, além disso, que o Mestre do Mundo realmente apareceu, tendo cumprido todas as condições necessárias; que representantes de todas as ordens autênticas de Iniciados deram testemunho de seu advento; e que ele na devida forma proclamou sua nova lei. A Palavra da Lei é TELEMA.
Era necessário expressar essa lei na língua grega por razões filosóficas, históricas e cabalísticas, que serão explicadas a todos os inquiridores.
Mas, por enquanto, basta dizer que o significado mais geral da Palavra é a Vontade, com o sub-significado Amor; para que os elementos da Lei possam ser expressos nestas duas frases:
Faça o que tu queres, será o todo da lei.
Amor é a lei, amor sob vontade.
Fra HI
EDIMBURGO.
Um Sol XXI em 0 ° Aquarius.
Luna em 28 ° Áries

Responder

PETER PENDRAGON

01 de novembro de 2018 às 23h25

A politica globalista de esquerda marxista cultural da ONU não é a mesma politica da esquerda trabalhista. O Socialismo Fabiano foi criado pela loja negra da maçonaria, sua fundadora foi a feminista, teosofista, fundadora da co-maçonaria e presidenta da sociedade Teosófica Annie Besant!
Besant traiu Helena Blavatsky e se juntou aos padres pedófilos jesuitas para destruir a sociedade Teosófica de dentro e capturar vários ritos da maçonaria. Na década de 20 Besant também tentou criar um falso Messias, a segunda vinda de Cristo. Na figura de uma criança Indiana que foi abusada sexualmente por Charles Leadbeater, um tal de Alcione, o pobre menino Krishnamurti.

Responder

PETER PENDRAGON

01 de novembro de 2018 às 22h48

Eu sinto a militancia de esquerda até um pouco estupeficada com a coragem do Bolsonaro em bater de frente com a mídia e com o sistema, coisa que o PT nunca teve coragem de fazer!
Se a esquerda tivesse o mínimo de inteligencia saberia que Bolsonaro está ao seu lado, se a esquerda esquecer a ideologia identitária, gayzista. feminista, anti- Homem Branco ocidental, ou seja, toda o politica globalista da ONU, Bolsonaro é um Homem do povo a favor da maioria do povo, assim como Donald Trump.

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Sijo Somiko

01 de novembro de 2018 às 22h01

Ciro fez o mesmo papel que Marta Suplicy na eleição do Dória em São Paulo. Divide os votos do campo progressista e abre alas ao conservadorismo. Tática antiga que dá certo….

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Sandra rota

01 de novembro de 2018 às 21h57

Miguel, assista o episódio Bala Fotogênica da primeira temporada da série americana SeaQuest. Nele voce encontrará numa única cena a tríade: Invasão hacker/ex-agente CIA + fraude + vírus no sistema eleitoral brasileiro durante apurações de uma eleição. Bolsonaro foi eleito para servir aos EUA e Israel. Portanto, eu não me admiraria de uma parceria hacker/CIA e vírus criado pelos israelenses para o sistema de apuração/totalização do TSE dar uma pirada justificando as disparidades gritantes em relação às pesquisas eleitorais e os votos de determinados candidatos, bem como a eleição de candidatos desconhecidos e as tais ‘votacoes históricas. Enfim, material para inspiração é o que não ia faltar. A série é vendida no Submarino e no Mercado Livre. Ok.

Responder

claudio rodrigues

01 de novembro de 2018 às 19h18

vou dar uns #conselhos aos pseudoesquerdas hipster´s jovens bonitos inteligentes que iniciaram essa palhaçada lá em 2013 e aí de quem tentasse alertar q era armação! prestem atenção:

# saiam nas ruas histriônicos assim como saíram lá por 2013/2014…

#ciranda cirandinha vamos todos cirandar / vamos dar a meia volta
# para quem os sininhos dobram – ou dobraram?
# freixo adorou o belém blim blom do sino da igrejinha
# vem pra rua
# passa livre
# rafael preso
# esse governo não me representa
# não vai ter copa
# white blocks
# MPL ou era MBL?
# não é só por 0,20 centavos
# anonimus
# horizontal
# sem partido
# sumiram todos
# agora a bala não é de festim
# e as ruas não são a Disneylândia
# desculpe o transtorno estamos mudando o brasil
# cadê vocês que iniciaram isso?
# covardes?
# seletivos?
# ingênuos?
# hipócritas?
# vão pra rua de novo rapaziada, é chic!
# chic chic

Responder

    Francisco

    01 de novembro de 2018 às 19h38

    Deixaram as marchas, não só pelos 20 centavos, para os profissionais que os expulsaram das ruas e o governo do PT do poder, e agora, nas redes, nos salões e nos cafés, ensaiam a ciranda para dançarem à roda do Cirandeiro, que voltou de férias e ensaia-os para o “delenda Lula e PT”, enquanto moro vira ministro da justiça.

    Só mesmo passando longe da escuridão gerada por essa ‘iluminada’ turma, que deseja ajudar a direita destruir o que ela direita, com essas barbaridades coroadas hoje com moro ministro da justiça, não conseguiu ate hoje.

    Louco pouco, sanatório geral para esses suicidas analfabetos da política.

    Responder

      Claudio rodrigues

      01 de novembro de 2018 às 20h45

      Sim! Agora a turminha de quem aprendeu política no hashtag está dançando o xaxado do #coroné covarde
      O q tem a língua afiadíssima mas foi o primeiro a correr para Paris. Agora está atacando o PT e o Lula pq ficou ofendidinho. # engana o bobo q eu gosto.

      # sou muito macho da boca pra fora
      # mas tá cheio de indignados com tudo isso querendo dançar com o ciro amarelāo
      # a dança do amarelão para a dança do covardāo
      Enquanto vocês ensaiam a dancinha da chuva
      # o capitão tá botando pra quebrar
      # agora ninguém vai pra rua

      Responder

    fred

    02 de novembro de 2018 às 16h12

    INGLÊS:
    1.
    https://www.oantagonista.com/tv/video-mourao-gastando-o-ingles-na-bbc/ [FABULOSA PRONÚNCIA do indígena brasileiro].

    2.
    youtube.com – Dilma passa vexame e envergonha o Brasil ao receber perguntas em inglês na ONU [inglês MEDÍOCRE da búlgara].

    Responder

Clemente Santos gimenez

01 de novembro de 2018 às 17h45

Querido Miguel do Rozario, louvável sua tentativa de fazer uma análise conjuntural, porém é difícil a um único homem ser eficaz quando muitos nos partidos, nas universidades, nas fundações etc fazem o mesmo e levam tempo. Não podemos analisar o Brasil sem esquecer que há no mundo um forte crescimento das correntes totalitárias e que as classes dominantes brasileiras são muito ignorantes. Sua narrativa me lembra um rabo querendo balançar o cachorro, não será um homem sentado em uma escrivaninha que irá comandar a esquerda e o campo progressista sem militantes, sem base social. Vivemos uma eleição em que um dos maiores líderes de todos os tempos foi preso injustamente para não poder ser candidato, seu sucessor foi bombardeado pelo poder da internet coisa que só os americanos conseguem fazer, aconselho a leitura de “Sua tia não é nazista”, atacado pela imprensa, pelo judiciário, pelo ministério público PT foi derrotado. O Ciro é um coronel de barranco de direita, só que nacionalista. Disputou espaço com o PT e perdeu, o PT não foi desonesto, foi mais competente, é que no Brasil que vivemos hoje, ser nacionalista é ser de esquerda. Acho que a sandália lhe caberia bem, pois ninguém é dono da verdade e auto crítica se faz para sí mesmo não para os outros.

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J Fernando

01 de novembro de 2018 às 14h02

Seu blog está perdido.
A maioria dos comentaristas são eleitores de Bolsonaro, comprovando que suas postagens estão agradando à parcela bolsonarista. Alguns se disfarçam de ciristas mas, pelo teor das palavras é perceptível que são pessoas que não votam na esquerda de forma alguma.
Pensei que estas pessoas iam sumir após a eleição do Bolsonaro, mas não. Aqui é um bom campo para continuar incitando a discórdia, pois basta se disfarçar de cirista:
‘Votei no Ciro no primeiro turno, no segundo anulei o voto. Ciro está certo. O PT elegeu Bolsonaro, agora, que pague a conta…’

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Claudio Freire

01 de novembro de 2018 às 11h34

Miguel, concordo com muito do que você diz. Só faço uma observação.
Claro que sei que você sabe muito bem disso, mas senti falta apenas, no seu texto, da inovação que a campanha do Coiso fez no uso da internet. a imensa distribuição de notícias falsas através do whatsapp.
Ressalto isto porque o enorme sentimento antipetista de parte majoritária do eleitorado, e a necessidade de ouví-los e de se reconectar com eles, passam necessariamente pela consideração desse fato que ocorreu nesta eleição.
A comunicação sempre foi uma falha dos governos do PT, e a comunicação novamente prejudicou muito a candidatura do PT nessas eleições. Esse fator deve ser sempre colocado em destaque em qualquer diagnóstico e/ou estratégias futuras para a esquerda.
Temos que bater nessa tecla sempre, na minha opinião.

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    Miguel do Rosário

    01 de novembro de 2018 às 12h03

    Sim, Claudio. Ficamos muito atrasados nessa eleição. Era para termos montados redes organizadas de Whatsapp, centralizadas nos candidatos do nosso campo, e investido muito mais em redes sociais. O PT sobretudo ficou muito atrelado a horário eleitoral de TV.

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Marcos Videira

01 de novembro de 2018 às 10h42

MIGUEL: Concordo com seus argumentos que estão fundamentados em fatos. Quantas vezes foi dito por diferentes políticos, jornalistas e cidadãos anônimos que a estratégia política do PT levava o país a dançar na beira do abismo ? Quantas vezes foi dito que a estratégia do PT tinha elevada probabilidade de legitimar pelo voto um ignorante fascista ? Quantas vezes todos os institutos de pesquisa apontaram que o antipetismo era elevadíssimo e seria determinante no resultado ?
Agora que o previsto é um fato consumado, tentam jogar toda a responsabilidade em Ciro porque ele não foi explícito ! Um comentarista desqualificado no site 247 (diário oficial do PT) chama Ciro de Barbie de Paris… E por aí vai…
Espero que se forme uma Frente Democrática, sem qualquer arrogância hegemônica. Se o PT quiser participar como companheiro e não como tutor, será bem-vindo. Caso contrário, que se forme o gueto petista e boa sorte.

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    De Bourbon

    03 de novembro de 2018 às 10h47

    Sinto amigo, e não é que tenho qualquer pensamento anti-petista, mas o antipetismo vai ser trabalhado duro por anos e se uma frente democrática quiser fazer frente ao atraso conservador, temos que abandonar o PT. Assim mesmo, sozinho.

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Ivanise

01 de novembro de 2018 às 09h40

Ciro é um arrogante sem classe. Não teve competência de convencer o eleitor para ir sequer pro 2º turno, procura um bode expiatório. Devia achar na sua própria turma que em muitos estados se aliou ao Bolsonaro. Sabe muito bem porque ele não foi e nunca será o candidato da esquerda, porque ele não é de esquerda, ele é ele e pronto. Quem confia nesse bosta?

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Sandra rota

01 de novembro de 2018 às 00h47

Indico a voces o episódio 12, ‘Bala Fotogenica’, da primeira temporada da série SeaQuest. Numa das cenas deste episódio um hacker ex-agente da CIA orientou outros hackers a invadir o sistema eleitoral brasileiro durante as eleições. Eles entao constaram que o sistema estava sendo fraudado em algumas regiões e colocaram um vírus para monitorar a situação. Ou seja, na ficção alguém já pensou na possibilidade de invadir, fraudar, e contaminar o sistema eleitoral do TSE durante a apuração dos votos. Para quem se interessar a série é vendida no Mercado Livre. Vai que ‘alguém’ ficou inspirado, né.

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    degas

    01 de novembro de 2018 às 08h38

    Cada urna imprime, ao final da votação, um boletim com o resultado ali obtido. Basta somar os números de todos os boletins (como os militantes de partidos podem fazer) para conferir se isso bate com o resultado oficial.

    Assim, não é possível fraudar a apuração dos votos. Poderia existir fraude no programa instalado em cada urna, o que é outra história.

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Re

31 de outubro de 2018 às 23h30

Falta entender as intenções de voto no Lula quando ainda era candidato.
Miguel, você fez cruzamento também por cor de pele? O que deu?

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Júnior Froes

31 de outubro de 2018 às 21h34

Se o PT ajudou Bolsonaro, o Ciro assegurou a sua vitória pelo posicionamento ridículo de neutralidade.
Um país precisa de homens fortes e Ciro se comportou como um fraco, olhando para o próprio umbigo.

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ronaldoxxx

31 de outubro de 2018 às 20h26

Essa comparacao com votos do trump eu nao havia visto em nenhum outro veiculo de comunicacao!! Interessante….

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    Francisco

    01 de novembro de 2018 às 00h58

    Nem poderia, pois é como comparar melancia com melão e quem pretende mexer com informação confiável, não entra nessa furada.
    Nos Estados Unidos o voto não é obrigatório e no Brasil continua sendo.
    Mas sabe como é a mídia no Brasil quando se trata de atingirem o PT, vale tudo, fato ou não.

    Responder

Eduardo Pereira

31 de outubro de 2018 às 19h36

Estava tudo indo bem na análise até o Ciro. Ai empacou.

O Ciro fez com o povo o mesmo que o Diego Alves fez com o0 Mengão. Por motivos estritamente pessoais recusou-se a cumprir com seu papel.

E pessoal e não politico já que fiz campanha na Rua em Niterói cuja administração é do PDT com os militantes do Partido sem o menor problema.

O Brizola passou pelo mesmo problema em 89 e fez o oposto. E Era “O” Brizola, não a Marina do Ceará, cuja família mantém um feudo eleitoral.

Trairagem é trairagem em qualquer área. Na Politica é inesquecível e imperdoável.

E o pessoal do Exterior estava na rede da mentira assim como aqui. Tenho amigo na Europa morando há anos que recebia o mesmo lixo que rolava aqui. E escolheu votar no nazismo sim.

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    Adecio

    31 de outubro de 2018 às 19h41

    O Ciro n passa no PT nem com reza brava! Esquece o Ciro, vai lavar as cueca do Lula! Vai la pro Tijolixo! O Partido dos Traidores jah era! PT nunca mais! Contra nada, nem contra o demônio em pessoa o PT ganha… PT agora soh como lembrança do que n se faz quando se chega ao poder! PT corrupto! PT golpista! PT mesquinho! PT traira! PT pra vala da história como o partido que elegeu Bolsonaro!

    Responder

      josé raimundo

      01 de novembro de 2018 às 01h42

      não querido a écio, o PT foi o partido que sobreviveu depois de toda a devassa devassa do consórcio sistema de justiça´mídia. Nós, o PT, vencemos.

      Responder

Renato

31 de outubro de 2018 às 19h05

Entre os coxinhas, esquerdistas caviar ( Haddad, Manuela , Boulos , Chico Buarque, Caetano) Mano Brown deu um show; arregaçou os petistas. Falou na lata e todos, os coxinhas de esquerda, enfiaram a viola no saco, ficaram todos com cara de ba.ba.ca !

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Nostradamus ( banquinho & bacia )

31 de outubro de 2018 às 18h51

Lula Livre! Fora Ciro! Vá para Paris!

Responder

    Adecio

    31 de outubro de 2018 às 19h36

    Ei, o Lula ta preso e assim ficará por muitas luas. E o Ciro? Solto! E o Ciro? Chamando todo mundo que foi traido ou que se sentiu traido pra lutar contra o bolsonazi e contra o Partido dos Traidores. E o Lula Livra? N. Lula Preso! E o povo ta ligando? N, n ta ligando… E o povo vai esquecer? Vai, vai esquecer! E o Ciro? Solto! Aglutinando o nacionalismo e o trabalhismo, politizando os auditórios… E o PT? Do lado do Renan e do Eunicio!

    Responder

      Pedro

      31 de outubro de 2018 às 20h58

      Ciro lutando contra Bolsonaro ? Estás alucinado, vendo coisas…

      Responder

        Francisco

        01 de novembro de 2018 às 01h03

        Aí acordou e descobriu porque Ciro está em seu sétimo partido, tentando agora construir de escombros um novo para que possa chamar de “seu”.

        Responder

    Adecio

    31 de outubro de 2018 às 19h45

    Ciro jah foi e ja volto… Isso porque esta livre, claro, n esta na cadeia. Voltou inclusive mandando ver no Partido dos Traidores, vc viu? Falou assim: PT NUNCA MAIS!

    Responder

    Adecio

    31 de outubro de 2018 às 19h47

    Eu acho que o jornalismo do Tijolixo eh mais a sua praia… vai la… lavar as curca cagada do Lula! PT nunca mais!

    Responder

Alan Cepile

31 de outubro de 2018 às 16h31

Miguel,

Muito bom seu texto, é exatamente como eu penso, e digo mais sobre os erros estratégicos, quando a esquerda organizava alguma manifestação, o que mais se via eram camisetas do PT e bandeiras das centrais sindicais, e eu comentava com as pessoas próximas à mim que aquilo não daria certo pq não dialogava diretamente com o povo, pq além do antipetismo, havia uma evidente aversão às centrais sindicais cujo povo não claramente se sente representado.

Responder

    Alan Cepile

    31 de outubro de 2018 às 16h32

    *não se sente claramente representado.

    Responder

André do Valle Amadio

31 de outubro de 2018 às 15h52

O “democrata” Miguel do Rosário me bloqueou no Twitter. O mesmo que durante a campanha defendeu um “debate duro” entre Ciro e Haddad enquanto Bolsonaro deitava e rolava.
O mesmo gênio que, repetindo a Globo, exigia “autocrítica” do PT.
O mesmo que tuitou nervosinho qdo FSP “nomeou” Marcos Lisboa para a eventual equipe econômica de Haddad.
Cobrei dele duramente hj autocrítica sobre sua postura quintacolunista, posicionamento sobre a postura de Ciro (Boff é um bosta…) e sobre os candidatos a governador pelo PDT que foram ao 2o turno apoiando Bozo.
E, mea máxima culpa, o chamei de babaca.
Já que me bloqueou, reitero aqui que além de um puta babaca é um filho da puta de um 5a coluna de merda, pseudo analista de ar condicionado, tocador de violino enquanto o barco afunda.
Tenho mais repulsa por gente da sua laia do que de Bolsonaristas. Eles são sinceros ou ignorantes.
Se um dia eu te cuspir na cara, será o catarro mais feliz da minha vida. E eu já escarrei no Merval no Santos Dumont.

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    Doda

    01 de novembro de 2018 às 09h08

    Atrás de um teclado todo mundo é macho!

    Responder

claudio rodrigues

31 de outubro de 2018 às 15h50

para as pessoas que não se sentiram ofendidas por ter presenciado o seu candidato ter ido tirar uns dias de férias no meio da guerra, o meu sinto muito. Acho todos vocês, assim como o candidato q vcs defendem cegamente, uns canalhas, covardes e oportunistas. O Ciro, o Covarde, ainda dá para entender, tem pretensões políticas com seus 11% de eleitorado. Agora, eleitores defenderem um covarde, ah vá! Vocês vão criar vergonha na cara e comecem afazer a própria autocrítica. Quem acreditou na LavaPato? Quem saiu na rua gritando “não vai ter copa”; “nâo é só vinte centavos”; “esse governo não me representa”; “fora Dilma”; “mais educação”; etc etc? Então quem estava nessa toada q continue na rua. Ou acabou a indignação? seus covardes óbvios e obtusos.

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Francisco

31 de outubro de 2018 às 15h42

Parte 7
E de volta ao objetivo principal, “a esquerda precisa dar valor às ideias! São elas que, ao cabo, importam! (…) A plataforma política de Ciro Gomes era, em vários aspectos, mais substantivamente progressista do que a do PT.
“Agora cabe à esquerda e ao centro formar um bloco de resistência, mas sem palavras de ordem, pelo amor de Deus! … Chegará o momento de tomarmos as ruas, mas primeiro temos que formar consciências, ganhar a opinião pública, em especial as classes instruídas. (…) É hora de ouvir o alerta de Mano Brown e voltar às bases, para ouvir o que o povo pensa. (…) É hora de pensar no país e não no partido, até porque só assim os partidos populares poderão sair de suas bolhas, reconquistar setores que se afastaram, ganhar novamente o respeito das maiorias sociais, e voltar ao poder.”

Que beleza! E tudo isso ignorando que ‘a bolha do PT’, quase quarentona, tem ramificações profundas com quase um terço do Brasil, sem o qual não teria resistido a razia planejada para extingui-lo, não uma, mas várias vezes e, mais grave, ignorando ‘como o povo pensa e por quem pensa, há quinhentos anos’, com breve interregnos, nos últimos cem anos, proporcionados por Getúlio, Jango, Lula e Dilma.
Mas o que importa mesmo é que “CIRO VEM AÍ” e junto o Cafezinho, com direito e obrigações, incluso não ignorar fatos às teses e análises.

Responder

Alan Cepile

31 de outubro de 2018 às 15h42

Falou as verdades que incomodam a petezada, só isso.
Como é da casa mandou um foda-se na cara dos caciques e ficou por isso mesmo, se fosse o Cid ou qualquer outro a petezada já estaria espumando o canto da boca do alto do costumeiro pedestal.

Responder

Francisco

31 de outubro de 2018 às 15h41

Parte 6
E tentando limpar a barra de Ciro: “Ciro jamais poderia apoiar Haddad entusiasticamente no segundo turno, por razões políticas importantes.” E a cereja final, né, não, Cid Gomes: “Ao mesmo tempo, Ciro evitou fazer qualquer crítica ao PT durante o segundo turno. Viajou e ficou quieto. Se não se sentiu em condições de ajudar, optou por não atrapalhar.” Fala sério, Cafezinho, já foste mais sagaz ou seria menos…?
E não satisfeito, acelerando, “diante da rejeição tão monstruosa ao PT… De que adiantaria, para Ciro, agir como Guilherme Boulos…submetendo-se a uma narrativa completamente estranha ao que defendia, e destruindo pontes com a maioria da população?
A esquerda precisa calçar as sandálias da humildade e entender, de uma vez por todas, que não pode se dar ao luxo de brincar de fazer política, tampouco jogar fora suas melhores lideranças, aquelas que estão livres, soltas, que podem, objetivamente, construir estratégias políticas criativas, diferentes, e estabelecer relações com setores sociais hostis ao PT.”

E ainda tentando limpar a barra, sem olhar para o próprio rabo acreditando não existir, sapecou: “Marina Silva passou toda a campanha do primeiro turno fazendo ataques pesadíssimos a Lula (inclusive defendendo sua prisão) e ao PT, além de reiterar seu apoio ao impeachment, negando reiteradamente que fosse um golpe. Ciro, ao contrário, sempre opinava que a sentença de Lula era injusta, e denunciava expressamente o impeachment como um golpe de Estado.” Só rindo!

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    Adecio

    31 de outubro de 2018 às 18h43

    Eu fico rindo é do Lula que está preso, vai continuar preso e provavelmente vai morrer na prisão e o partido dele, que provavelmente aproveitará a morte do grande líder pra eleger deputados… Você vai rir tb? Espero que sim!

    Responder

Francisco

31 de outubro de 2018 às 15h39

Parte 5
É uma pena, sim, principalmente sabendo-se o significado da operação Lava Jato e todas as arbitrariedades seletivamente utilizadas, à luz do dia, manifestar-se insanamente que, “Lula não tinha direito de ser candidato porque estava condenado e preso. Condenado injustamente e preso arbitrariamente, mas ainda sim, preso! E com a maioria da população brasileira achando que a prisão era justa. Por essas razões, que são de ordem puramente política, não moral ou filosófica, Lula não tinha o direito de ser candidato. Deveria ter dado um passo atrás e apoiado outra pessoa, seja do PT seja de outro partido. Neste sentido, Ciro Gomes agiu certo do início ao fim…”

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Francisco

31 de outubro de 2018 às 15h37

Parte 4
Mais que lamentável, pavoroso, é ignorar o real significado do convite de Bolsonaro a Sergio Moro para que integre o seu governo e, pior, dizer, “no momento da prisão de Lula, que a maioria da sociedade apoiava a decisão da justiça (pesquisa Datafolha 54% apoiava)” e prosseguir dizendo que, “era óbvio, para qualquer observador político minimamente isento, que o lançamento da candidatura Lula ao cargo de presidente da república, nessas condições, seria considerado, por milhões de brasileiros, uma provocação insuportável. Era uma fórmula destinada não apenas ao fracasso eleitoral, mas a fazer crescer exponencialmente a rejeição ao PT, e a todos aqueles que se aproximassem da narrativa do partido. Era, em suma, dançar à beira do abismo!”
Mas não mergulhar, como ao ignorar de forma rasteira, o fato que Lula liderou todo o processo da disputa eleitoral com imensas possibilidades de vencer no primeiro turno, até ser impedido de disputar, através de escancarado processo jurídico midiático que durante quatro anos através da operação lava jato teve como meta, após desapear o PT do poder através do golpe, impedir que Lula e o PT derrotassem o golpe e reassumissem o governo ainda mais empoderados. Escrever tamanha barbaridade é ignorar e pensar que todos são imbecis ou desmemoriados, que o Cafezinho não possuí legado registrado sobre o que ocorreu, antes de ‘cirizar-se’ a ponto de desvairo político explícito, sabe se lá por que causa. É ignorar ainda o que judiciário lavajateiro e mídia monopólio aprontaram contra Lula e o PT, em especial, nesses últimos dois anos, é fingir e ignorar que o monopólio da mídia, antes de, escrever, falar, desenhar, imaginar, pensar e desenhar, o nominativo Lula, feito mantra, desqualifica-o como,”condenado e preso por corrupção passiva e lavagem de dinheiro”, sem dar conhecimento ao que complementarmente obriga-se a registrar neo jabuticabas jurídicas à sentença de moro: corrupção passiva “por ato de ofício INDETERMINADO” e lavagem de dinheiro em “bem ATRIBUÍDO por terceiro”.

Responder

Francisco

31 de outubro de 2018 às 15h34

Parte 3
Lamentável, principalmente tendo conhecimento como ‘andaram’ o processos do ‘Mentirão’, dizer que “a luta jurídica deveria ter sido separada, desde o início, das disputas partidárias [políticas]” e que “o PT tentou faturar politicamente com a onda de solidariedade em favor do ex-presidente Lula, confundindo-a com um aval político para voltar ao poder. O resultado foi que o anseio popular para condenar Lula e mantê-lo preso acabou se tornando uma das mais poderosas e contaminantes demandas políticas dessas eleições, penetrando inclusive nas disputas regionais”, como se esse ‘anseio popular’ não tivesse sido fortemente induzido e fosse reação espontânea ao tal ‘confronto juvenil eleitoreiro com o judiciário’ e não resultado, antes da parceria jurídico/midiática e agora das campanhas subterrâneas e profissionais nas redes sociais, sobretudo as de Bolsonaro, aliada a blitzkrieg de satanização do PT no rádio e TV, empreendida pelas campanhas, Alckmin e Ciro.

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Francisco

31 de outubro de 2018 às 15h32

Parte 2
Lamentável a análise dos resultados ignorando em que circunstâncias se deram as eleições e em qual cenário e ações, construiu e desenrolou-se a campanha, no judiciário, na mídia e nas redes sociais.

Mais que lamentável, através dessa ampla ‘ignorância proposital’, concluir que, “a derrota do PT se deu, fundamentalmente, por causa de uma rejeição extremamente alta entre as classes instruídas, aquelas que fazem barulho, que participam das redes sociais” e sugerir a “missão dos intelectuais” de “reconstruir as pontes” junto a elas, “dialogando educadamente com a maioria da população que rejeita o PT” (57 milhões em população de 207 milhões é maioria? Nem entre 147 milhões de eleitores), como se fossemos todos imbecis e não percebêssemos a escancarada tabelinha com Ciro e Wanderley na prioridade de combaterem o PT e anularem a péssima imagem causada pela ‘fuga de Ciro’ junto aos incautos, ou seja, os propensos a entusiasmarem-se e acreditarem em Ciro pela primeira e, normalmente, única vez.

Lamentável concluir que “os escândalos de corrupção talvez expliquem boa parte dessa rejeição” e que o PT diante disso optou por um “confronto juvenil com o judiciário”, que impactou à opinião pública, ignorando ser o processo, na realidade, mera farsa jurídica midiática com propósitos definidos e que, em suas pesquisas de aprovação/desaprovação de personalidades brasileiras, o Instituto Ipsos, durante o decorrer do processo até meses antes da campanha eleitoral, mostrou Lula com aprovação subindo e desaprovação caindo, até o ponto em que moro, em sentido inverso, é ultrapassado por Lula em aprovação e ultrapassa Lula em desaprovação. Basta conferir.

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Francisco

31 de outubro de 2018 às 15h30

Parte 1
Lamentável, para ser educado e não utilizar expressão popular adequada na casa do Cafezinho, a tentativa de fazer do combate ao PT, em pleno ‘governo Bolsonaro’, o objetivo prioritário do grupo que orbita em torno do manjado Ciro Gomes, em sua ainda sétima temporada e quarta nova campanha.

Nada de novo ou inesperado, vindo de quem durante a campanha eleitoral, ‘aliou-se’ a golpistas e/ou golpistas fascistas, para pintarem o PT de responsável e cobrarem ‘a autocritica’, por ter sido golpeado e apeado do governo através de ‘golpeachment’, atropelando-se normas vigentes, inclusive constitucionais e por não terem os golpistas cumprido a promessa de, em três meses após o golpe, desatolarem o Brasil do atoleiro em que o meteram através das pautas bombas de Cunha e da pressão política seletiva direcionada ao governo Dilma, em parceria com o judiciário lavajateiro e o monopólio da mídia, e retorna-lo à normalidade política e econômica.

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Almir Bispo

31 de outubro de 2018 às 14h12

Eu sou um social democrata de centro esquerda,conservador nos costumes.A esquerda fraqueja em grande parte do eleitorado em 2 questões:
-Aborto
-LGBT

O cidadão médio não tem capacidade de assimilar estas questões.Portanto a esquerda deveria retirar estes itens da pauta,deixando apenas como questões pessoais de cada individuo.Eu sou contra legalização do aborto e contra casamento gay no meu ambito pessoal.É dificil ter de explicar que sou de esquerda (economia planificada,comunitária,suporte ao trabalhismo) e conservador nos costumes .Sou um cristão e leio ATOS capitulo 2 versos 42 a 47 (comunismo primitivo como base da sociedade cristã),mas observo também as qquestões sobre homosexualismo e direito a vida de Deuteronomio .Retirando as pautas mencionadas,deixando em ambito pessoal,muitos “evangelicos” poderiam ser atraidos.

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    CezarR

    31 de outubro de 2018 às 14h27

    Minha orientação política é exatamente a mesma. Não sou conservador nos costumes na medida de ser reacionário, mas sou conservador sim. Concordo com seus pontos. Há espaço para a esquerda trabalhista e há espaço para a esquerda identitária. O que não dá é achar que ser de esquerda é necessariamente ser identitário.

    Responder

CAR-POA

31 de outubro de 2018 às 13h49

O povo do nordeste votou em peso no Haddad.
Seguindo o “conceito ” do rapeiro,isso se deve a que lá não tem pobres,não tem periferia,todo o mundo é intelectualizado,com educação superior,em fim a “nata” do povo mora no Nordeste portanto entenden todo essa mensagem “elitista” e pouco popular dos pts.
Os caras votaram no Haddad por uma questão simples,lembrança dos bons tempos dos pts,aplicaram a lógica.
Qual seria a explicação para os “perifericos” (a maioria do nordeste) ter feito a escolha certa???? e o porque dos perifericos do sudeste não terem capacidade nem de aplicar a lógica,????(mais uma vez ,”os coitadinhos”.)

Responder

CAR-POA

31 de outubro de 2018 às 13h21

Miguel ,vc comete o mesmo erro dos ditos “intelectuais” ,onde fica o sujeito que faz sua escolha individual na sua analise???
São os individuos—- politizados,inteligentes,questionadores ,lógicos ,racionais,solidarios ,con espirito nacionalista e um imenso senso de justiça.,—–aqueles que precisam ser convencidos pelos pretendentes a serem os escolhidos ?
Ou são uma massa —-racista, homofóbica,machista,entreguista,(e estupida ao ponto de não percebe-lo),manipulável,fútil,individualista,sectária —–,em soma um lixo de sociedade a que escolheu democráticamente seu ALGOZ???????
Até quando se manterá esse conceito falso de que o eleitor precisa ser convencido??? que é um sujeito pasivo num processo eleitoral???a Democracia Liberal parte do presuposto que o eleitor tem capacidade de saber escolher a melhor opção,isto é obviamente ,uma falácia.
Por que não dizer que a maioria do eleitorado,apesar de todos os crímes cometidos para escolher o fascista ,não fizeram opção por ele??????
Qual o mecanismo o “analise” que se aplica a estes indivíduos ,que dizeram NÃO!!!!!!
Vcs parecem aqueles comentaristas de futebol ,que se o time ganha são craques ,se perdem são pernas de pau,ISSO CHAMA-SE OPORTUNISMO.
E serve para tentar colocar suas mágoas pra fora e começar a pavimentar o caminho para o CANALHA DO MURO.( a “bela ilusão” 2022)

Responder

    Adecio

    31 de outubro de 2018 às 18h48

    Estamos comemorando a derrota do poste e do PT! Lula preso pela eternidade! Lula sozinho no cárcere, abandonado pelos seus eleitores, pelos seus bajuladores, por todos… Lula não merece o título de Maior Ladrão, não merece Lula a vala da história como aquele que traiu as esquerdas e elegeu Bolsonaro em 2018!

    PT NUNCA MAIS!

    Responder

O' Belt

31 de outubro de 2018 às 11h59

Miguel,

Em um trecho do artigo você pergunta “Porque pensam assim?” a respeito do ódio ao PT.Estou pasmo que a sua resposta não mencione a construção da mdia corporativa no sentido de demonização do PT desde 2005. O que é isso, Miguel? Será que você não vê o papel dessa ação articulada e de longo prazo? Você se esqueceu do pano de fundo do JN com canos de esgoto e dinheiro jorrando toda a vez que se falava de ações da Lava Jato contra o PT e o Lula? Você não considera essa campanha como um fator determinante para a cultura de ódio na política hoje tão bem aceita? Ou esse “esquecimento” é a sua adesâo “light” ao anti petismo´?. Só falta agora você divulgar a última entrevista do Ciro e justificar a maneira pela qual ele se referiu ao Leonardo Boff.

Responder

Alexandre Neres

31 de outubro de 2018 às 11h23

Primeiramente, quero afirmar que concordo em gênero, número e grau com as críticas do Mano Brown ao PT.

Por sua vez, fica difícil defender a tese de que Ciro agiu certo do começo ao fim. Em um momento crucial por que passou o país, sua omissão fica difícil de ser justificada. Implorou votos ao Centrão, mas foi incapaz de declarar voto em Haddad ao voltar ao país no sentido de combater o neofascismo. Exemplo já existia: o saudoso Leonel Brizola já tinha aberto a picada ao declarar e despejar votos no sapo barbudo em 1989. Collor perto de Bolsonaro era como um conto de fadas e mesmo assim Brizola se despiu de sua vaidade. Pensou grande, pensou no Brasil. Faltou grandeza política a Ciro. O que significam mágoas, cálculos, rixas, 2022, ante o risco Bolsonaro? Na Folha hoje, Ciro ainda se deu ao luxo de soltar sua metralhadora giratória: “Pega um bosta como esse Leonardo Boff”. “Não quero participar dessa aglutinação de esquerda. Isso sempre foi sinônimo oportunista de hegemonia petista. Quero fundar um novo campo,…”. “Não acho que tenha havido nenhuma ameaça à liberdade de imprensa até aqui”.

Vou elencar alguns comentários de grandes cidadãos que se posicionaram sobre Ciro, alguns eleitores dele:
“Foda-se q a campanha do pt foi escrota, também acho. votei no ciro, caralho. mas acho esse ‘apoio singelo lá da europa’ covarde. o emcimadomurismo da marina lhe deu a irrelevância do eymael (sem o jingle). de ciro, esperava menos cálculo e mais porrada. lacerda também tava de olho nas eleições de 68, coitado”. Gregorio Duvivier, artista, humorista, colunista etc.
“O Ciro já tinha dado pistas de seu projeto meramente individual, sem compromisso nenhum com a vida nacional”. Francis Hime, compositor
“Quer dizer que o projeto do país do Ciro Gomes é deixar o caos prevalecer pra chegar em 2022 dizendo que avisou? Corre o risco de acabar como Marina Silva. Isso se tiver eleição em 2022”. Laura Carvalho, economista
“A reação da maioria dos candidatos derrotados no primeiro turno é mais uma mostra da fragilidade da democracia brasileira. Ciro Gomes, Marina Silva e Geraldo Alckmin envergonharam a si mesmos e traíram a confiança dos seus eleitores. Apoiar o único projeto democrático do segundo turno deveria ser imperativo ético, não opção.” Eliane Brum, jornalista, escritora
“E o Ciro, rodando a Europa? Estará magoado? Quem sabe um terapeuta? Uma xícara de chá, para iniciar a dança da aproximação para as eleições de 2022, que provavelmente nunca chegarão?” Nuno Ramos, artista plástico, escritor
“A hora da crítica não era no segundo turno. Nesse sentido eu divirjo muito do Ciro. Acho que o Ciro saiu grande do primeiro turno e pequeno no segundo”. Marcelo Freixo, deputado
“Covarde”. Marcelo Rubens Paiva, escritor, colunista

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Bel

31 de outubro de 2018 às 11h23

Sugiro um post comentando sobre o desabafo do rapper Kanye West, que só agora percebeu que foi usado por Donalld Trump e se diz traído. Será que os coxinhas terão coragem de fazer essa autocrítica no futuro?
Tem mais: entrevista veiculada na imprensa ¨Capitalismo esclarecido¨ cita o populismo do presidente eleito pela maioria de brasileiros supostamente esclarecidos, fala na aproximação do Brasil com os EUA, conforme diz o próprio entrevistado, Steve Bannon. A certa altura da entrevista, ele diz:¨…além disso, há muitos brasileiros vivendo no exterior, trabalhando em empresas ou no mercado financeiro, que são assessores ou apoiadores de Bolsonaro.¨ Ficou a dúvida se esses brasileiros estariam trabalhando de graça para apoiar Bolsonaro ou foram ¨aliciados¨. Alguém imagina que brasileiros que vão para o exterior para ganhar dinheiro, passem a fazer assistencialismo político para candidato?
Resta saber de que lado está a imprensa brasileira que não questiona esse tipo de aliciamento do entrevistado. Nem perguntou se esses brasileiros que fazem o trabalho por trás são remunerados. Passa pano e fica tudo por isso mesmo.Trabalham no exterior e apoiaram o candidato da extrema-direita de graça para os EUA? Se trabalham como assessores, devem estar ganhando algo, não? Será por isso que fizeram tão rápido a Reforma Trabalhista? Se fossem petistas, o assunto estaria repercutindo aos quatro ventos. Já estariam falando em rede terrorista e blá, blá, blá. Pobre, Brasil!

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Nelsonz

31 de outubro de 2018 às 10h50

De tudo isto q está no posto esqueceu se de dizer q há anos se bate no PT. Aliás ele nasceu apanhando. Partidos sao instituições e elas sobrevivem as pessoas. Comentaristas analisem partidos como se analisam pessoas. Então fica assim, o PT erra sempre e os outros acertam em tudo! Achar q as pessoas não se tornarem mais nazistas também e um erro . Elas não tomaram decisão rácional. Tenho experiência própria disto. Recebi mensagens prontas de amigos. Eles não escreviam mais. Eram tirinhas e mensagens pré fabricadas. Quando eu postava o q Bolsonaro ele mesmo falou ou falava, a resposta ou era o silêncio ou mais tirinha pré fabricada. Não podemos isentar o eleitor de sua responsabilidade ou irresponsabilidade. Antes do pleito tínhamos pesquisas e depois fatos. Se o eleitor identifica o PT com corrupção o q fazer? A corrupção acabou? Um governo pode governar com uma bandeira somente? Acho q o abandono q o estado deixou a maioria das pessoas, as fizeram achar que não precisam do estado. Eleição e uma espécie de rompimento do tecido social controlado. Agora 55 milhões de votos valem mais q 45 milhões de votos! Mas os 45 milhões deixaram de existir? Eles estão entre os 55 milhões. São seus pais, filhos, irmãos e amigos. Eleições se perdem e se ganham. Isentar Ciro e uma desonedtidade intelectual sem tamanho. Podemos perder lutando, mas nunca se omitindo. Aprendi na vida q so erra quem faz, quem nao faz não erra. O PT acertou em lutar. Quem não concorde q monte um partido e dispute eleições e ganhe ou perca, mas faça alguma coisa, erre e acerte e assim se vai tocando a vida. Mas não se melhora nada na vida chamando adversários de bosta e de viado, como faz Ciro. Ele e o q sempre foi, um arrogante personalista q daqui pra diante vai se bolsonarianar!

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Iv Ra

31 de outubro de 2018 às 10h49

Eu te digo que, as investidas da mídia de esquerda, saturando, iludindo, ou demasiamente glorificando o PT, foi responsável por parte de Votos Brancos/nulos vindo diretamente de eleitores que se consideram progressistas. Este discurso acadêmico, essa arrogância intelectual somado a pauta centralizada em grupos identitários deixaram o partido quase em um universo paralelo, longe do alcance da grande massa eleitoral.
Levar livros para urna eleitoral, como identificação partidária?! Pelo amor de Deus, é realmente excluir os menos favorecidos, que nem sequer tenha um livro em casa, ou no mínimo achar que a população é feita de pessoas ligada a DCE de universidades. É muito arrogante, é muito excludente, é muito soberbo,é muito deslocado da realidade de milhões de brasileiro, é muito nobreza europeia em 1808. Seria mais sincero que todos levassem ferramentas de trabalho, ou marmitas as urnas, isso sim seria dialogar com o Brasil Real.

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    CAR-POA

    31 de outubro de 2018 às 13h44

    O povo do nordeste votou em peso no Haddad.Seguindo o “conceito ” do rapeiro,isso se deve a que lá não tem pobres,não tem periferia,todo o mundo é intelectualizado,com educação superior,em fim a “nata” do povo mora no Nordeste portanto entenden todo essa mensagem “elitista” e pouco popular dos pts.
    Os caras votaram no Haddad por uma questão simples,lembrança dos bons tempos dos pts,aplicaram a lógica.
    Qual seria aexplicação para os “perifericos” (a maioria do nordeste) ter feito a escolha certa???? e os perifericos do sudeste não terem capacidade nem de aplicar a lógica,????mais uma vez ,”os coitadinhos”
    A pensar,gênios.

    Responder

JOSE RAIMUNDO PEIXOTO PEREIRA

31 de outubro de 2018 às 10h24

“ouviremos”? desistiu do Ciro neném? Lindão se candidato hein? aglutinador ao extremo

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Justiceiro

31 de outubro de 2018 às 10h19

Miguel, reproduza a entrevista de Ciro Gomes à Folha. Você deve estar orgulhoso.

Eu, que não sou mais cirista(votei em 2002 nele), gostei, imagine os ciristas daqui?

Ciro Gomes foi preciso: desmoralizou Lula, Gleisi e toda a petralhada que o humilhou.

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ari

31 de outubro de 2018 às 10h13

Qualquer pessoa minimamente familiarizado com a história sabe que é preciso um minimo de distância para analisar fatos recentes, mais ainda quando esses fatos são objeto de tantas paixões. Infelizmente é o que vejo aqui, com defensores do Ciro insatisfeitos com sua derrota, culpando o PT de um monte de bobagem, esquecendo-se que talvez esta tenha sido a eleição mais fraudada e mais sórdida de nossa história, com total omissão do TSE, e mesmo assim o PT fazendo um belo papel. Obviamente não se pode culpar o Ciro pela derrota do Haddad, embora ele tenha se comportado como um adolescente com birra não percebendo a gravidade do momento e a importância do seu apoio, inclusive para ele mesmo. Particularmente eu o comparava a Horácio de Mattos, coronel que imperou na Chapada Diamantina no início do século passado. Não comparo mais, o Horácio era muito superior a esse cearense inclusive tendo um respeito imenso pelos vencidos

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Adecio

31 de outubro de 2018 às 09h58

PT nunca mais! Lula traidor, ladrão e mesquinho! Lula preso pela eternidade!

Responder

Ricardo

31 de outubro de 2018 às 09h32

O erro está em nāo admitir a culpa como fez Palloci. Dizer que Lula foi julgado ilegalmente e punido arbiteariamente é chover no molhado. A resposta foi dada nas urnas.

Responder

Paulo

31 de outubro de 2018 às 08h34

Não reconhecer que a opção lula foi um tiro no pé é patético. Se mais de 50%da população crê que a prisão do cara é justa, como ele esperava se eleger? E o PT ainda teve apoio explícito da Folha no segundo turno, coisa inédita, mas, mesmo assim, acham que se o Ciro tivesse aceitado a fraude deles, teriam alguma chance! Vou falar: certo foi o Ciro, que foi pra Paris e deixou a batata na mão dos manés…o jogo já estava decidido.

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Avelino

31 de outubro de 2018 às 07h21

O golpe conseguiu mais um passo, “elegeu” Bolso, para fechar com chave de outro, Lula terá que ser assassinado.
Enquanto se discute os “enes” motivos, Resistência sempre.

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    degas

    31 de outubro de 2018 às 09h08

    Por que assassiná-lo? Deixe-o cumprir suas penas para vermos os idiotas que o idolatram fingindo que não o conhecem a cada nova eleição.

    Responder

    Adecii

    31 de outubro de 2018 às 10h01

    Lula vai apodrecer na cadeira pra que aprenda a nao trair o povo! O PT elegeu bolsonaro e lula vera sua historia e do seu partido ir pra vala da história! Lula ladrão, traidor mesquinho… PT nunca mais!!!!!

    Responder

Diego Cardoso

31 de outubro de 2018 às 07h20

Vou compartilhar com vcs algo que vinha pensando. Sou psicólogo e vim refletindo sobre o sofrimento de algumas pessoas que dizem ter votado no Ciro e se decepcionaram. Me refiro apenas as pessoas que se decepcionaram com sinceridade, e não às canalhas que só querem desqualifica-lo. Refleti sobre o sofrimento dessas pessoas buscando compreende-las e, em seguida, busquei compreender a dimensão ética e política da ação do Ciro. Existem dois julgamentos possíveis à ação do Ciro. O primeiro é o julgamento moral e o segundo é o julgamento político. Os antifascistas dizem: o Ciro nos abandonou. Os antipetistas dizem: se ele manifestasse votos no haddad, nunca mais votaria nele. Nessa segunda hipótese o Ciro jamais poderia vencer um candidato de direita ou ultra direita em uma próxima eleição. O julgamento moral do momento é que o Ciro errou, pois ainda que não houvesse possibilidade de virada (a lógica nos diz que não tinha), ele tinha o dever moral de não abandonar os antifascistas que votaram nele. É lógico que os antifascistas queriam se sentir contemplados e não abandonados. Mas os antipetistas poderiam também ter se sentido abandonados se o Ciro adotasse uma postura de que seu voto contra o Haddad não era seu direito. Quanto aos votos antifascistas sabíamos que todos já haviam sido transferidos integralmente e por si só. Ainda mais depois depois do “ele não” duas horas depois do fechamento das urnas no primeiro turno e apoio à democracia após sua volta da europa. Quanto aos votos antipetistas, nada que o Ciro fizesse poderia demover esses votos, pois esses preferem o capeta ao PT, e foi isso que vimos acontecer. O que os antifascistas agora sentem é o sentimento de abandono, e estou vendo muita gente que não entendeu ainda decepcionada. Mas o verdadeiro abandono seria o Ciro não construir uma via possível para derrotar o fascismo ou um candidato como o Dória ou outra porcaria parecida em disputa posterior. Isso sim seria o verdadeiro abandono e entrega de seus eleitores antifascistas ao fascismo. Dessa forma, muitos entendem que o Ciro foi falho moralmente, pois ainda não entenderam. Politicamente nem tanto. Mas a grande questão é que o Ciro foi moral e politicamente intocável, pois se não tivesse tomado postura política que nos abrisse uma via de vitória no campo progressista, não se descolando do antipetismo, esse sim seria o verdadeiro abandono.

Responder

    marco

    31 de outubro de 2018 às 14h12

    Perfeito seu comentário, o resultado da eleição mostrou que o a campanha da Mídia técnica alimentada pelos governos progressistas tornou o Partido do Trabalhadores radiátivo.
    Por isso,a meu juizo não desejando cometer suicídio, Ciro declarou seu voto na democracia e declinou de fazer campanha com a galera do “nem com reza brava.
    Acho que Ciro finalmente percebeu que “de onde nada se espera, nada virá realmente”.

    Responder

Erismar

31 de outubro de 2018 às 05h40

As palavras de Mano Brown realmente são pontos-chave para retomada da caminhada. Assim, como é importante fugir das lutas com jargões bem elaborados e pouco sedimentados na sociedade, continuar lutando nas redes sociais é continuar uma guerra no campo de batalha do inimigo.
Também é um erro analisar os limites da esquerda a partir da necessidade de superação da experiência petista, tão raso, quanto inacreditável.
Há sim um ante petismo, e ele é mais forte e presente em setores da centroesquerda, que quer o caminho mais curto para herdar o espólio petistas, que como o primeiro turno mostrou é superior a 20% dos eleitores. Neste caso, vai um alerta, o PT é uma experiência histórica e quem pretende supera-lo, por acreditar que chegou ao limite, é preciso propor uma nova experiência histórica e aguardar pacientemente o resultado. Outro pecado da análise é isolar o Brasil do mundo, primeiro não enxergando que vivemos uma onda conservadora e segundo, negligenciando que nesta onda a subjugação do Brasil por forças internacionais é parte do plano para avanço sobre a América Latina.

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José

31 de outubro de 2018 às 02h42

Pra mim o PT perdeu essa eleição por causa dos erros da Dilma. Brasileiro tem uma memória ótima pra recordar de crises econômicas. Todo mundo lembra direitinho das lambanças da Dilma quando chamou o Joaquim Levy. Aí o pessoal não pegou fé no Haddad. “Como vou ter certeza que ele não vai cometer os erros da Dilma?” Até mesmo em lugares pobres da cidade de São Paulo o PT perdeu. Mas vai ser bom pro pessoal aprender na pele o que é um governo de direita com viés liberal na economia. Se não aprenderam nada com a turma do FHC, vão aprender com o Bolsonaro que essa história de estado reduzido só é boa para ricos que não usam o SUS.

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Tom

31 de outubro de 2018 às 00h45

Miguel, poderias fazer um post falando do Diálogo Interamericano, sobre o que é, seus objetivos, membros e patrocinadores? Creio que não há ninguém melhor do que vc para trazer informações sobre essa entidade. Infelizmente, as que chegam ao público brasileiro são incompletas, distorcidas ou são mantidas quase que num absoluto sigilo.

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GuilhermeScalzilli

31 de outubro de 2018 às 00h41

A postura de Ciro Gomes foi indefensável sob qualquer prisma. Estivéssemos numa disputa “normal” já soaria imaturidade, no mínimo porque até há pouco Ciro defendia a inocência de Lula. Mas numa disputa com o fascismo não há calo pisado ou ego ferido que justifique. Ciro perdeu, nessa, o último laivo de respeito que sua postura combativa (apesar de Kátia Abreu) mais ou menos possuía. A declaração de (não) voto de Ciro, isentona, carrancuda e vingativinha, também derruba a pose de estadista que seus militantes vivem elogiando. Em nenhum país do mundo, nas circunstâncias brasileiras atuais, um candidato progressista fica em terceiro lugar e desaparece durante toda a fase crucial da disputa. Coisa feia em política, a (não) traição prejudicará os planos hegemônicos de Ciro, levando-o consumar de vez sua marinização, que, convenhamos, não começou agora. Eu sugeriria a seus adeptos mais afoitos que ajudassem a pensar alternativas de esquerda, isso sim urgente e necessário..

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Guilherme scalzilli.

31 de outubro de 2018 às 00h40

A postura de Ciro Gomes foi indefensável sob qualquer prisma. Estivéssemos numa disputa “normal” já soaria imaturidade, no mínimo porque até há pouco Ciro defendia a inocência de Lula. Mas numa disputa com o fascismo não há calo pisado ou ego ferido que justifique. Ciro perdeu, nessa, o último laivo de respeito que sua postura combativa (apesar de Kátia Abreu) mais ou menos possuía. A declaração de (não) voto de Ciro, isentona, carrancuda e vingativinha, também derruba a pose de estadista que seus militantes vivem elogiando. Em nenhum país do mundo, nas circunstâncias brasileiras atuais, um candidato progressista fica em terceiro lugar e desaparece durante toda a fase crucial da disputa. Coisa feia em política, a (não) traição prejudicará os planos hegemônicos de Ciro, levando-o consumar de vez sua marinização, que, convenhamos, não começou agora. Eu sugeriria a seus adeptos mais afoitos que ajudassem a pensar alternativas de esquerda, isso sim urgente e necessário.

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degas

31 de outubro de 2018 às 00h35

Acho que a coisa vai ficar pior para o PT. Como ficou claro nos últimos tempos e o artigo admite, o petista é exceção entre quem tem mais instrução e informação. O PT se garante eleitoralmente graças às pessoas analfabetas ou com baixíssima instrução, principalmente entre os beneficiados pelo Bolsa Escola, cujo nome o Lula mudou para Família e passou a chamar de seu.

Quase 25% da população (e do eleitorado) recebe o benefício e, segundo pesquisas antigas, um pouco menos de 80% dessas pessoas (20% do total!) votava “em Lula ou em quem ele mandar”. O índice deve ter baixado, mas ainda deve ser altíssimo.

E o problema (para o PT) é que o Bolsonaro não é um tucano bonzinho ou o Temer, mas alguém que parece disposto a atacar esse público de modo populista, roubando do Lula o que este roubou do FHC. Se conquistar boa parte dele, o PT desaba nas próximas eleições.

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    Almir Bispo

    31 de outubro de 2018 às 13h59

    Mas como o Bolsonaro é um agente direitista pro mercado,dificilmente ele vai favorecer o povo “analfabeto” (ironia) e desta forma,alem destes,grande parte da classe média vai de PT nas proximas eleições.Na verdade,possivelmente estamos num periodo pre -revolucionario (de esquerda)

    Responder

      degas

      31 de outubro de 2018 às 18h44

      Ah, claro, e um “agente direitista” não pode ser populista como um de esquerda e, por exemplo, aumentar o Bolsa Família como nunca antes para trazer esses votos para o seu lado.

      Quanto ao pessoal mais esclarecido acabar não gostando do Bolsonaro, claro que isso é possível. Mas imaginar que essa gente cairia nos braços do PT é fantasiar demais.

      Responder

Oscar de Barros Sousa

31 de outubro de 2018 às 00h20

Resultado da eleição presidencial no primeiro entre os candidatos da esquerda: Haddad: 29,28% Ciro: 12,47% Boulos: 0,58% Aqui não são as pesquisas de opinião analisadas pelo Miguel do Rosário. Aqui, é a voz do eleitor brasileiro. Daquele povo que não estava hipinotizado pela campanha da direita contra o PT (na verdade contra a esquerda) 29% acharam o Haddad melhor que o Ciro. Haddad teve mais que o dobro das intenções de voto do Ciro. E ainda me vem alguém falar do Ciro que tentou de todas as formas nadar nas ondas da esquerda. Sinceramente tem esquerda fazendo o jogo da direita.
Quem dá e tira a hegemonia a algum grupo político é o voto. Ciro e ciristas tentaram ser hegemonicos no grito e com os argumentos da ditreita. Aí não dá!

Responder

    Adecio

    31 de outubro de 2018 às 19h06

    Acabou ôôôôô… A – ca – bou…

    PT NUNCA MAIS!

    Responder

claudio

30 de outubro de 2018 às 21h48

Galera acabou! A estratégia do PT foi, foda-se o Brasil! Não conseguimos segurar reforma trabalhista, entrega da Embraer e da Petrobrás com o bosta do temer FDP. Lula foi preso e não fomos pra rua.Vamos nos mobilizar agora? Nossa esperança era Ciro Gomes, que virou o capeta depois da derrota do Haddad, Mas o PT podia abrir mão da cabeça de chapa? Colocar Haddad, que perdeu no primeiro turno em Sãp Paulo foi uma idéia inteligente?. Nada contra Hadad, mas foi escalado pra peder.

Responder

    CezarR

    30 de outubro de 2018 às 21h52

    Cláudio, temos que persistir com esse discurso. Não dá mais para passar o pano no PT depois do que eles aprontaram. Entregaram a eleição mais ganha da esquerda na história do país, a troco de hegemonismo.

    Responder

claudio rodrigues

30 de outubro de 2018 às 20h00

Eu votei no Ciro no primeiro turno. Achei que ele fosse um cabra macho, um cara decente, um homem de brio, um arretado! Eis que (no momento mais importante do país nos últimos 50 anos), o rapaz foge para Paris, para descansar. (quanto escárnio, não?) Depois volta no último minuto e tergiversa, e escorrega, e engana e arquiteta.
Sinto-me profundamente ofendido por ter votado nesse cabra. Tenho asco de quem votou nele e ainda o defende; gente sem brio, sem caráter e sem noção de cidadania e patriotismo. Assim como ele! ( ninguém fica indignado? cada a vergonha na cara desse povo?

Responder

    claudio

    30 de outubro de 2018 às 21h51

    Problema todo foi a ida de ciro pra Paris. Se ele tivesse ficado no Brasil a história seria diferente? Acorda estamos pagando pela arrogância e fome de poder do PT.

    Responder

    Oblivion

    30 de outubro de 2018 às 21h55

    Cara, a cúpula do PT insistiu em uma campanha inócua (eleição sem Lula é fraude) por um longo período, fez o PSB não apoiar o ciro, mesmo que para isso o tempo de tv do PSB fosse pro beleléu, colocou um dos melhores caras da nova política brasileira (Haddad) pra disputar o voto progressista com o Ciro, que teve ao lado do PT nos momentos mais difíceis, aqueles mesmos momentos que Renan, P Camara, lobao, etc iam pro outro lado rapidinho e muito petista simplesmente desaparecia… e mesmo assim tu achas que o Ciro deveria andar de bracinhos dados com a Gleise e com o Rui Falcão pedindo voto pro partido que mais uma vez traiu sua confiança e ainda por cima ajudou na campanha de um monte de golpistas. E ainda fez mais, nos momentos decisivos ainda tirava onda, como por exemplo dizer que o Ciro não sairia em uma cabeça de chapa pdt-pt nem com reza braba… Poisé Gleise (ou devo dizer Gleise Lula?) o nomento era aquele e o tempo não volta, vocês fizeram a pior m que poderiam ter feito e o povo brasileiro que vai sofrer por isso, vocês estarao com seus cargos legislativos né. Mas voltando meu amigo, talvez valha a pena ler um pouco sobre esses momentos que falei e então refletir quem agiu de forma egoísta, ingênua e arrogante o tempo todo. Acho que o Ciro foi muito altruísta todo esse tempo, acho que eu já tinha mandado esses burocratas hipócritas pra pqp na primeira puxada de tapete traiçoeira. Miguel infelizmente não vou nunca mais aturar petista fanático falando m, a aberração que tomou conta do país é graças a eles, me desculpe.

    Responder

    Tamosai

    31 de outubro de 2018 às 05h49

    Como eu mencionei aqui antes, o Ciro não tem perfil agregador. É uma espécie de Marina, com testosterona e boas ideias, mas é super individualista. É ele, ele e mais ele. Não consegue fazer composições e isso é fundamental numa democracia. Quando o circo estava pegando fogo, o que ele faz? Vai para Paris descansar…
    Acredito que o Haddad vai se firmar como uma liderança importante nessa fase triste que estamos passando e que deve permanecer por um bom tempo.
    O que estamos vendo agora não é resultado da campanha política dos últimos meses. É resultado de anos e anos de guerra híbrida, lawfare e sabotagem por parte da mídia, judiciário, arapongas e “forças ocultas” (locais e estrangeiros) e parte dos militares. Finalmente conseguiram colocar um preposto no poder para poder colocar a política econômica capitalista selvagem que queriam. A meta era fazer isso através do P$DB, mas “deu ruim”. Essa “elite” ter que engolir um energúmeno na presidência.

    Responder

      Oblivion

      31 de outubro de 2018 às 19h44

      Tamosai, se o Ciro é tão individualista por que ele abriu mão do governo do Ceará e apoiou o PT para suceder o grupo político dele? Pra mim, não há motivos pra não acreditar que em uma chapa ciro-haddad o Haddad seria o sucessor natural. Mas agora esquece meu caro, tamos na m total e graças a esse partideco egoísta e com um microprojeto de poder pelo poder, o povo que se exploda. Fala pra gleise lula que não sairemos da m nesse fim de mundo nos próximos anos, nem com muita reza braba.

      Responder

    Batista Neto

    31 de outubro de 2018 às 08h23

    Tanto se cobra pela a tão propalada exigência da auto crítica do maior e único partido que só faz enfrentar críticas e denúncias, que chega a hora que que poderia caber uma auto crítica de quem tanto falou em Ciro e agora deveria justificar o repensar sobre o tanto que falou. O tema deve ser o seguinte. Fugir para Paris e sair atirando na loja de cristais, é postura que se espera de um Estadista?

    https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/373722/Ciro-diz-que-o-PT-elegeu-Bolsonaro-e-chama-Leonardo-Boff-de-'bosta‘.htm

    Parece muito claro que esse tipo de discurso pode até convencer e entusiasmar grande parte dos ciristas de ocasião que por aqui andam e andaram. Porém, por outro lado, essa postura não resiste a uma análise, mesmo que expedita, séria. É pura imaturidade e amadorismo dignos do Bolsonaro.

    Responder

Sijo Somiko

30 de outubro de 2018 às 19h59

Se vocês acessarem o site do G1 do dia 07/09/2018, e assistirem a entrevista do Fernando Haddad aos entrevistadores Merval, Miriam Leitão, Gabeira, Camarotti e outros que não me lembro agora, verão a Miriam lançar o mantra da campanha da esquerda rancorosa: os erros do PT, a necessidade de reconhecê-los, a promessa de não repeti-los e a arrogância. Ou seja, de imediato, a esquerda rancorosa ouviu a sua líder e mandou fazer as bandeiras. Depois, o mantra seria repetido no Jornal Nacional e em muitas outras esferas, inclusive aqui no Cafezinho. O Miguel está inundado de razão quando diz dos erros no PT na Comunicação. O que mais? Dizer que a Dilma foi boicotada por uma quadrilha enorme e organizada no Congresso não é correto? Como respondeu Haddad na mesma entrevista? Pautas bombas! Até cumprimento compulsório de emendas de deputados os caras aprovaram….
Pois bem. Quero resumir que perdemos as eleições por um antipetismo de dois lados: um, da direita bastante esperado e previsível, e desta vez bastante inteligente pelas mídias e whats app, embora com viés ilegal; o outro, da esquerda rancorosa liderada por Miriam Leitão: os erros do PT, os erros do PT, os erros do PT. Hoje somente que vi alguém falar de um suposto erro aqui pelo Miguel: apoiar Lula preso. Embora discutível, alguém apontou um. Quem mais apontou algum? E os acertos? Onde ficaram? O Miguel, por exemplo, tem um artigo antigo que desce o pau no Haddad porque ele foi à Dilma, quando um era prefeito e outra presidenta, para pedir dinheiro para a Prefeitura de São Paulo ao invés de destinar tanto dinheiro só para as Olimpíadas do Rio. Miguel disse que Haddad era pequeno, que era bairrista, etc… Por parte do Miguel era esse o rancor? Por parte da Marina a gente sabe, por parte da Marta, do Ciro, do FHC, do Serra (que já foi chamado de esquerda moderna…). Se a esquerda rancorosa fosse grandiosa e altiva, colocaria isso de lado e discutiria isso depois de derrotado o fascismo. Mas não: a mágoa, o rancor e o desejo de enterrar o PT foram maiores que seus pretensos princípios democráticos. Agora o cenário é esse: ganhou o fascismo, temos que acolher o resultado das urnas e reunir a esquerda. E já que o PT perdeu feio, não a partir dele e sim de nós. Beira a mesquinharia, perdoem-me o termo. Mas vejam: com apoios fortes, explícitos de alguns líderes da esquerda rancorosa, ganharíamos a eleição: Ciro traria cera de 3 a 4 pontos; Marina, cerca de 0,5; FHC e Serra cerca de 2 pontos… Isso pra falar de gente graúda. Imaginem a esquerda rancorosa mais pra baixo, como esse Cafezinho, o PH e muitos, muitos outros. A Igreja Católica afundada no pecado da omissão, por exemplo. E por aí vai…..Seria uma lavada….

Responder

Reginaldo Gomes

30 de outubro de 2018 às 19h30

IBGE –
86,8% do povo brasileiro é cristão!!!!!
86,8% do povo brasileiro crê em Deus e em Jesus Cristo!!!!!

Conclusão

A derrota do PT se deu, fundamentalmente, por causa de uma rejeição extremamente alta entre as classes instruídas QUE CREEM EM DEUS E JESUS CRISTO, aquelas que fazem barulho, que participam das redes sociais.

A missão dos intelectuais, a partir de agora, é usar a criatividade para reconstruir as pontes entre o ideário progressista e os segmentos instruídos QUE CREEM EM DEUS E JESUS CRISTO . Para isso, a esquerda precisará sair do pedestal moral que montou para si mesma, assumir os incontáveis erros políticos que cometeu ao longo dos últimos anos, e dialogar educadamente com a maioria da população que rejeita o PT.
É óbvio que os 57 milhões de eleitores QUE CREEM EM DEUS E JESUS CRISTO que votaram em Bolsonaro não são fascistas. São eleitores que, por uma razão ou outra, preferiram o deputado à volta do PT ao poder.!!!!!
Deus e cristianismo são políticas de estado!!!!
Para a honra e a glória do Senhor Jesus Cristo!!
Glória a Deus!!

Responder

    Nostradamus ( banquinho & bacia )

    30 de outubro de 2018 às 22h29

    … ” a derrota do PT “, dita com o pescoço esticado como se fosse uma ostra afrodisíaca degustada com bom tempero… O PT perde uma batalha mas a guerra não está terminada. Só que o que você diz é verdade só na aparência, na casca. Cristão mesmo esse pessoal não é. É fundamentalista, é pentecostal da prosperidade e outros bichos misturados. Inclusive uns católicos com baixa cultura religiosa comedores de hóstia feitos vaquinha de presépio diante do senhor feudal o pároco. Olha… nada mais fácil do que perder a perspectiva histórica das coisas especialmente nesta afobação de querer que os outros façam exame de consciência, forçados, manietados, presos, difamados, perseguidos e injustiçados. O Brasil nunca se arrumará em débito com o Lula! Tanto mais não o seja seu espectro pende sobre nós como uma conta a acertarmos conosco próprios. Saibamos disso ou não.

    Responder

    Terencio Fagundes

    31 de outubro de 2018 às 04h22

    Meu caro, vê se cresce: Deus não existe e Jesus está morto. Ah, e Papai Noel também não existe. Amiguinho invisível é coisa de criança pequena.

    Responder

Nostradamus ( banquinho & bacia )

30 de outubro de 2018 às 19h09

Lula Livre !!!
Lula Livre !!!
Lula Livre !!!
A ditadura está nas ruas! chega de abobrinhas!

Responder

    Brasileiro da Silva

    30 de outubro de 2018 às 22h43

    Faqui 12 anos se não “ganhar” mais 10 mo próximo processo.

    Responder

      Brasileiro da Silva

      30 de outubro de 2018 às 22h44

      *Daqui
      *No

      Responder

Tamosai

30 de outubro de 2018 às 17h56

Discordo da defesa do Ciro. Acho que ele errou feio no 2. turno. Deu uma de criança mimada, que se não fizerem como ela quer, sai batendo os pés. Ele não agrega. No futebol seria aquele que não passa a bola. Ele é um craque, mas de que adianta um craque que não joga para a equipe?

Responder

    André

    31 de outubro de 2018 às 14h22

    [11:50, 31/10/2018] 🌹:
    [11:51, 31/10/2018] 🌹: Ciro Gomes agiu errado no segundo turno? Ciro Gomes não colocou a democracia em primeiro lugar? Vejamos:

    Onde estava Ciro em 98 e 2002? Apoiando Lula contra FHC e SERRA. Onde estava Ciro no Mensalão? Chegando cedo e articulando, enfrentando os golpistas e impedindo uma trama para derrubar Lula. Foi de Ciro a jogada de mestre que imobilizou a oposição (convenceu o governo a pedir a própria CPI incluindo investigação irrestrita no tempo). Quando o PMDB passou a colocar a faca no pescoço do PT o que fez Ciro Gomes? No auge de Lula, saiu do governo, avisou e escreveu dos riscos. Lula cedeu a Dirceu de que era preciso pragmatismo.

    Assim mesmo, Lula dizia a todos que Ciro seria o seu sucessor. Não escondia de ninguém. Daí Ciro vai ao PSB, constrói sua candidatura a presidente, deixa tudo pronto e o que é que o PT faz? Estimula Eduardo Campos a ser o sucessor de Lula. Como consequência, o PSB impede a candidatura de Ciro e no final das contas é convencido por Lula a apoiar quem? DILMA, honrada, mas sem experiência alguma. E o que foi que “omisso” do Ciro Gomes fez ? Em nome da democracia, apoiou Dilma, mas avisou que não se devia colocar Temer na linha de sucessão.

    Era o desbocado que não sabia conciliar. O desbocado que chamava Eduardo Cunha de ladrão quando ninguém sequer o conhecia. O desbocado que acumulava contra si, processos por combater Eunício Oliveira, Jucá, Serra, entre tantos outros picaretas. Não era confiável, diziam os petistas.

    Aí veio 2014 e Ciro, o “traidor”, avisa que estariam elegendo o “picareta-mor” para presidência da Câmara. Um tal de Eduardo Cunha. O PT inclusive preferiu Cunha ao seu irmão CID Gomes, aquele outro “desbocado” que disse “vão perder feio”, mas que, como ministro de Dilma, chamou Cunha e mais 300 deputados de achacadores dentro do Plenário da Câmara. Advinha quem foi demitido?

    Advinha quem avisou em alto e bom som que se Dilma não tomasse uma atitude drástica seria derrubada? Isso com mais de 2 anos de antecedência? Advinha quem não foi ouvido, pois, afinal, não era de confiança?

    Mesmo depois de tanto avisar o que aconteceria, enquanto muitos ditos defensores da democracia só bajulavam, advinha quem começou a rodar o país denunciando o golpe enquanto muitos petistas de alta plumagem se calavam com medo ou rabo preso na lava jato? Um tal de Ciro Gomes.

    Enquanto Ciro dizia que era Golpe, Haddad (contra quem nada tenho) dizia que “golpe” era uma palavra muito forte. Era melhor “ruptura institucional”. Quem não se lembra disso? Enquanto agora, muitos petistas apareceram no final do segundo turno pra tirar foto em nome da suposta defesa da democracia e ainda reclamando da ausência de Ciro, o Ceará do Gomes foi o único Estado a dar 2/3 dos votos contra o golpe e o único do país onde Bolsonaro não venceu em um município sequer. Omissão?

    Alguém se recorda o que foi que o PT, aquele que está “sempre ao lado da democracia” fez logo em seguida ao golpe? Votou e apoiou a eleição dos golpistas Eunício Oliveira para o Senado (aquele que persegue Ciro em dezenas de processos) e Rodrigo Maia para a Câmara. Quem é traidor da democracia? É o Ciro Gomes mesmo?

    Pois bem. Veio o processo de Lula e enquanto poucos tinham coragem, Ciro partiu em sua defesa, ameaçou receber “Moro na bala” (muitos não entenderam a expressão) e ainda se dispôs a levar Lula para uma embaixada, enquanto a burocracia do PT queria torná-lo um mártir para lhes ajudar na reeleição para o congresso e manutenção do gordo fundo partidário. Ciro avisou que estaria tudo armado e que Lula não seria candidato. Não foi ouvido. Lula foi preso.

    Ciro passa então a dialogar com todos os partidos. Roda o Brasil denunciando o golpe, a ilegalidade da prisão de Lula e demonstrando que seu nome era o único capaz de enfrentar e vencer Bolsonaro. Enquanto isso, o PT disseca o PDT de Ciro. Implode a candidatura de Marília Arraes em nome de que? Do apoio do PSB? Não. Em nome da neutralidade do PSB, evitando o apoio certo fechado com Ciro. Mas reparem bem: o “traidor” é Ciro, não esqueçam! Dai vem Jaques Wagner, Olívio Dutra, Flávio Dino, entre tantas outras lideranças de esquerda e dizem: “Ciro é o melhor caminho para vencermos o fascismo.” Não, mas o que importava era manter a campanha: “Lula livre”, “eleição sem Lula é Golpe”, pois só assim o PT não precisaria gastar seu dinheiro do fundo partidário no 1° turno na majoritária e cumprir seu grande objetivo nessa campanha: Fazer a maior bancada e manter o maior fundo partidário.

    Bingo! Por isso você não viu a militância petista nas ruas no 1° turno. Eles estavam envolvidos nas campanhas pra Federal e Senador, afinal, bastava a ilusão de que Lula poderia ser candidato para que a gratidão do povo mais humilde colocasse qualquer substituto no segundo turno.

    Assim, o PT silencia e não ataca Bolsonaro no 1° turno, pois se a queda acontecesse logo, pra quem migraram os votos do Bolsonaro? Ciro, aquele que não passaria nem com reza brava no PT. Mesmo todas as pesquisas indicando vitória de Ciro no segundo turno contra todos, inclusive com mais de 10 pontos diante de Bolsonaro, mesmo o PT sabendo que perderia o segundo turno, fez muitos eleitores fiéis acreditarem no contrário, inclusive estimulando nos bastidores, ataques a Ciro, que inclusive reagiu muito tarde. Enquanto isso, o vice de Bolsonaro, Mourão, anuncia “O PT é o nosso adversário ideal no 2º turno”.

    O PT teve 31 milhões de votos no primeiro, Ciro 13 e Alckimin 4 milhões. O PT sabia que mesmo que Ciro convencesse todos seus eleitores e mais os de Alckimin, ainda assim não passaria Bolsonaro, que teve 49 milhões de votos. Era matemático. O PT sabia que o anti-petismo seria um grande problema, a ponto de praticamente esconder Lula no segundo turno. Até o mais inocente analista político tinha ciência de que Haddad não ganharia, mas o PT, ciente da derrota, ainda precisava concluir seu plano: Comprometer Ciro com sua estratégia irresponsável. Anulá-lo como porta voz de uma oposição a Bolsonaro, capaz de ser ouvida não apenas no campo progressista mas pelos 41 milhões de abstenções, votos nulos e brancos que viriam, sem falar nos futuros insatisfeitos com o governo Bolsonaro. Jogou a emoção das pessoas no meio de uma eleição para cobrar de Ciro uma posição que somente consumaria o Plano do PT, que nunca foi o de derrotar Bolsonaro, mas manter-se com hegemonia na derrota.

    Acusam o Ciro que ele pensou em si próprio. Ciro não foi passear. Foi tratar da próstata fora do país. Acusam-no de que ele não pensou na democracia, mas pergunto: quem mesmo deixou de pensar na democracia, quando adotou uma estratégia irresponsável (de derrota certa) e colocou Bolsonaro na presidência? Quem destruiu uma aliança de um aliado histórico sabendo que ele seria eleito presidente evitando o desastre de colocar a extrema direita no poder ? Quem está mentindo nesse momento para que as pessoas acreditem que a presença de Ciro faria alguma diferença, quando está provado que não?

    Quem traiu quem? Quem traiu o povo brasileiro? Dou um doce pra quem adivinhar.

    Responder

Tamosai

30 de outubro de 2018 às 17h40

Eu acrescentaria que a luta foi muito desigual com a mídia toda contra o PT.
Isso se refletiu no judiciário, e por sua vez foi reverberado de volta pela mídia. Essa demonização explica a rejeição, que um energúmeno como o Coiso não tinha. Erros houve, mas o PT foi mais demonizado e perseguido pelos seus acertos. Continuo achando que houve uma guerra híbrida.
Concordo que só com o discurso intelectual as forças progressistas vão só acumular derrotas. O discurso deve contemplar toda a população e falar também a língua dos mais pobres. Utilizando também as mídias sociais, já que a mídia hegemônica vai continuar a sabotar as forças progressistas.

Responder

    André

    31 de outubro de 2018 às 14h24

    [11:50, 31/10/2018] 🌹:
    [11:51, 31/10/2018] 🌹: Ciro Gomes agiu errado no segundo turno? Ciro Gomes não colocou a democracia em primeiro lugar? Vejamos:

    Onde estava Ciro em 98 e 2002? Apoiando Lula contra FHC e SERRA. Onde estava Ciro no Mensalão? Chegando cedo e articulando, enfrentando os golpistas e impedindo uma trama para derrubar Lula. Foi de Ciro a jogada de mestre que imobilizou a oposição (convenceu o governo a pedir a própria CPI incluindo investigação irrestrita no tempo). Quando o PMDB passou a colocar a faca no pescoço do PT o que fez Ciro Gomes? No auge de Lula, saiu do governo, avisou e escreveu dos riscos. Lula cedeu a Dirceu de que era preciso pragmatismo.

    Assim mesmo, Lula dizia a todos que Ciro seria o seu sucessor. Não escondia de ninguém. Daí Ciro vai ao PSB, constrói sua candidatura a presidente, deixa tudo pronto e o que é que o PT faz? Estimula Eduardo Campos a ser o sucessor de Lula. Como consequência, o PSB impede a candidatura de Ciro e no final das contas é convencido por Lula a apoiar quem? DILMA, honrada, mas sem experiência alguma. E o que foi que “omisso” do Ciro Gomes fez ? Em nome da democracia, apoiou Dilma, mas avisou que não se devia colocar Temer na linha de sucessão.

    Era o desbocado que não sabia conciliar. O desbocado que chamava Eduardo Cunha de ladrão quando ninguém sequer o conhecia. O desbocado que acumulava contra si, processos por combater Eunício Oliveira, Jucá, Serra, entre tantos outros picaretas. Não era confiável, diziam os petistas.

    Aí veio 2014 e Ciro, o “traidor”, avisa que estariam elegendo o “picareta-mor” para presidência da Câmara. Um tal de Eduardo Cunha. O PT inclusive preferiu Cunha ao seu irmão CID Gomes, aquele outro “desbocado” que disse “vão perder feio”, mas que, como ministro de Dilma, chamou Cunha e mais 300 deputados de achacadores dentro do Plenário da Câmara. Advinha quem foi demitido?

    Advinha quem avisou em alto e bom som que se Dilma não tomasse uma atitude drástica seria derrubada? Isso com mais de 2 anos de antecedência? Advinha quem não foi ouvido, pois, afinal, não era de confiança?

    Mesmo depois de tanto avisar o que aconteceria, enquanto muitos ditos defensores da democracia só bajulavam, advinha quem começou a rodar o país denunciando o golpe enquanto muitos petistas de alta plumagem se calavam com medo ou rabo preso na lava jato? Um tal de Ciro Gomes.

    Enquanto Ciro dizia que era Golpe, Haddad (contra quem nada tenho) dizia que “golpe” era uma palavra muito forte. Era melhor “ruptura institucional”. Quem não se lembra disso? Enquanto agora, muitos petistas apareceram no final do segundo turno pra tirar foto em nome da suposta defesa da democracia e ainda reclamando da ausência de Ciro, o Ceará do Gomes foi o único Estado a dar 2/3 dos votos contra o golpe e o único do país onde Bolsonaro não venceu em um município sequer. Omissão?

    Alguém se recorda o que foi que o PT, aquele que está “sempre ao lado da democracia” fez logo em seguida ao golpe? Votou e apoiou a eleição dos golpistas Eunício Oliveira para o Senado (aquele que persegue Ciro em dezenas de processos) e Rodrigo Maia para a Câmara. Quem é traidor da democracia? É o Ciro Gomes mesmo?

    Pois bem. Veio o processo de Lula e enquanto poucos tinham coragem, Ciro partiu em sua defesa, ameaçou receber “Moro na bala” (muitos não entenderam a expressão) e ainda se dispôs a levar Lula para uma embaixada, enquanto a burocracia do PT queria torná-lo um mártir para lhes ajudar na reeleição para o congresso e manutenção do gordo fundo partidário. Ciro avisou que estaria tudo armado e que Lula não seria candidato. Não foi ouvido. Lula foi preso.

    Ciro passa então a dialogar com todos os partidos. Roda o Brasil denunciando o golpe, a ilegalidade da prisão de Lula e demonstrando que seu nome era o único capaz de enfrentar e vencer Bolsonaro. Enquanto isso, o PT disseca o PDT de Ciro. Implode a candidatura de Marília Arraes em nome de que? Do apoio do PSB? Não. Em nome da neutralidade do PSB, evitando o apoio certo fechado com Ciro. Mas reparem bem: o “traidor” é Ciro, não esqueçam! Dai vem Jaques Wagner, Olívio Dutra, Flávio Dino, entre tantas outras lideranças de esquerda e dizem: “Ciro é o melhor caminho para vencermos o fascismo.” Não, mas o que importava era manter a campanha: “Lula livre”, “eleição sem Lula é Golpe”, pois só assim o PT não precisaria gastar seu dinheiro do fundo partidário no 1° turno na majoritária e cumprir seu grande objetivo nessa campanha: Fazer a maior bancada e manter o maior fundo partidário.

    Bingo! Por isso você não viu a militância petista nas ruas no 1° turno. Eles estavam envolvidos nas campanhas pra Federal e Senador, afinal, bastava a ilusão de que Lula poderia ser candidato para que a gratidão do povo mais humilde colocasse qualquer substituto no segundo turno.

    Assim, o PT silencia e não ataca Bolsonaro no 1° turno, pois se a queda acontecesse logo, pra quem migraram os votos do Bolsonaro? Ciro, aquele que não passaria nem com reza brava no PT. Mesmo todas as pesquisas indicando vitória de Ciro no segundo turno contra todos, inclusive com mais de 10 pontos diante de Bolsonaro, mesmo o PT sabendo que perderia o segundo turno, fez muitos eleitores fiéis acreditarem no contrário, inclusive estimulando nos bastidores, ataques a Ciro, que inclusive reagiu muito tarde. Enquanto isso, o vice de Bolsonaro, Mourão, anuncia “O PT é o nosso adversário ideal no 2º turno”.

    O PT teve 31 milhões de votos no primeiro, Ciro 13 e Alckimin 4 milhões. O PT sabia que mesmo que Ciro convencesse todos seus eleitores e mais os de Alckimin, ainda assim não passaria Bolsonaro, que teve 49 milhões de votos. Era matemático. O PT sabia que o anti-petismo seria um grande problema, a ponto de praticamente esconder Lula no segundo turno. Até o mais inocente analista político tinha ciência de que Haddad não ganharia, mas o PT, ciente da derrota, ainda precisava concluir seu plano: Comprometer Ciro com sua estratégia irresponsável. Anulá-lo como porta voz de uma oposição a Bolsonaro, capaz de ser ouvida não apenas no campo progressista mas pelos 41 milhões de abstenções, votos nulos e brancos que viriam, sem falar nos futuros insatisfeitos com o governo Bolsonaro. Jogou a emoção das pessoas no meio de uma eleição para cobrar de Ciro uma posição que somente consumaria o Plano do PT, que nunca foi o de derrotar Bolsonaro, mas manter-se com hegemonia na derrota.

    Acusam o Ciro que ele pensou em si próprio. Ciro não foi passear. Foi tratar da próstata fora do país. Acusam-no de que ele não pensou na democracia, mas pergunto: quem mesmo deixou de pensar na democracia, quando adotou uma estratégia irresponsável (de derrota certa) e colocou Bolsonaro na presidência? Quem destruiu uma aliança de um aliado histórico sabendo que ele seria eleito presidente evitando o desastre de colocar a extrema direita no poder ? Quem está mentindo nesse momento para que as pessoas acreditem que a presença de Ciro faria alguma diferença, quando está provado que não?

    Responder

      Oblivion

      02 de novembro de 2018 às 00h51

      Caro André, ótimo texto. Coloca muitos pingos nos ”is” e deixa nu esses burocratas desgraçados, que assim como o as instituições tomadas por fanfarrões e a grande mídia composta por viboras gananciosas, transformou o Brasil em um circo patético. Independente se o Ciro foi realizar tratamento médico ou nao, depois de tudo o que aconteceu (e que relatasse muito bem) acho que ele jamais deveria se abraçar a figurinhas do tipo de gleise, rui falcao, e outros burocratas do Pt. Entretanto, acredito que pessoas como Leonardo Boff ainda não se permitiram enchergar o acontecido e apenas se focam na injustiça da prisão do lula, que o Ciro na entrevista com a tucanhede e mais outros coadjuvantes explicou a eles de forma irretocavel, mesmo com toda essa trairagem petista. Por isso não concordei com a resposta ao Boff, porém não li o texto dele. Assim como ele, muitas pessoas de boa fé estão se deixando levar por um argumento cínico de que o PDT e Ciro teriam alguma culpa na aberração que temos nesse fim de mundo agora… Miguel do Rosário, teu blog fez e faz um serviço imenso pro país, afinal é antes de tudo progressista.

      Responder

claudio rodrigues

30 de outubro de 2018 às 16h12

Mano Brown, Miguel do Rosário, Ciro e outros desse naipe mais atrapalharam do que ajudaram. Ficar fazendo crítica no palanque aos 44 do segundo tempo! tenha paciência. Os neo coxinhas querendo ser independentes.

Responder

    JULIO FELIPE MONTEIRO DE BEM

    30 de outubro de 2018 às 20h56

    Não adianta. Os PTminions fanáticos do presidiário de Tática Genial, são a cópia perfeita dos bolsominions.

    Responder

Ultra Mario

30 de outubro de 2018 às 16h11

Concordo com a maioria do texto.

Mas me pergunto como uma pessoa que vota em Bolsonaro merece respeito.

Acabamos de ver uma escola indígena ser incendiada. 3 pessoas morreram em ataques por Bolsonaristas. 30 bolsonaristas tentam invadir uma universidade pra “expulsar os commies”.

“Ah, mas não é todos que pensam e fazem essas coisas”… como assim, então só vão condenar isso quando acontecer com eles próprios?

O eleitor do Bolsonaro é fascista sim. Sabiam muito bem pelo que o Bolsonaro pregava e ainda assim votaram nele.

Responder

    Ricardo

    30 de outubro de 2018 às 17h35

    Mas me pergunto como uma pessoa que vota em Haddad merece respeito.

    Haddad , o professor, fez uma administração tão boa em São Paulo que não conseguiu , sequer , ir para o segundo turno quando tentou a reeleição;
    Durante treze anos o partido de Haddad roubou o Brasil de tudo quanto é jeito;
    Haddad, com Dilma, sempre foi um simples poste , um pau mandado , como Dilma, de Lula;
    Durante treze anos o partido de Haddad dividiu com aliados o roubo dos cofres públicos;
    Os lobotomizados seguidores do Petê são contumazes invasores e destruidores de propriedade produtivas ;
    “Ah, mas não são todos os lobotomizados seguidores da seita petista que pensam e fazem essas coisas”… como assim, então só vão condenar isso quando acontecer com eles próprios?

    O eleitor de Haddad é burro sim. Eles adoram prestar saudações a corruptos.

    É gente, dessa vez não adiantou apoio de artistinha maconheiro alienado. O povão , que já votou em Lula e Dilma, preferiu Bolsonaro. Respeitem as urnas, caros lobotomizados petistas !

    Responder

      Francisco

      30 de outubro de 2018 às 19h20

      Muito bom, mas muito bom mesmo, cara!
      Agora já pode pegar sua cenourinha e descansar os músculos.

      PS: O Cafezinho já teve momentos piores, melhores.
      Será que vieram para ficar?

      Responder

        Francisco

        30 de outubro de 2018 às 19h24

        Em ‘momentos piores’, leia-se, ‘comentários piores’.

        Responder

Alan Cepile

30 de outubro de 2018 às 16h11

Ele falou para a militância do PT, e pra ser sincero não estou muito aí pra esse partido, porém, o que ele disse serve para todo o campo progressista, ficamos mais uma vez dentro de nossas bolhas enquanto o lado de lá lutava com TODAS as armas que dispunha e quando percebemos a diferença já estava grande demais.

Responder

Romulo Macedo

30 de outubro de 2018 às 15h53

Acrescentando que em nenhum momento precisamos abrir mão de nossas pautas, o principal é trocar a abordagem destas e respeitar as prioridades do povo. Um abraço ao Blog.

Responder

Maria Victoria

30 de outubro de 2018 às 15h22

Acho que o comentário dele ajudou a enterrar o vira voto. Fora todos as manobras já conhecidas, muitas, alertadas por vocês, inclusive.

Responder

    Miguel do Rosário

    30 de outubro de 2018 às 15h28

    Claro que não, Maria Victoria. O “vira voto” foi marginal e só deve ter ocorrido em setores sociais muito restritos e nas grandes cidades, e mesmo assim serviu apenas para reduzir a margem da derrota. O resultado do segundo turno foi um complemento lógico do primeiro turno. Mano Brown agiu certo. Ao contrário, talvez tenha ajudado a conseguir mais votos para o PT do que o comentário de Gleisi Hoffmann na véspera da eleição.

    Responder

      JC

      30 de outubro de 2018 às 16h03

      Assino embaixo, Miguel. Embora devamos reconhecer a covardia das fake news, tivemos que contar com apoio de artistas e gente que, embora tenha tido decência pra se posicionar do lado certo, não fazem coro à maioria de nossas bandeiras quando aparece qualquer almofadinha com discurso lavajateiro.

      Sempre enfatizei que a esquerda brasileira tem que voltar não só pra periferia, mas para o trabalhismo. Vargas, Jango e Lula. E hoje não temos mais essa bandeira. A igualdade social é um tema vago e, contra a direita populista, suscetível a discurso paranoico, como a caça ao comunismo invisível.

      Precisamos nos reconciliar primeiramente com o chão de fábrica, os autônomos que não tem seguridade social e o trabalhador rural e pequeno produtor. A pauta da justiça social vem por consequência da pauta trabalhista porque a pauta trabalhista é a melhor maneira de despertamos o que o brasileiro mais precisa: consciência de classe

      Responder

        Renato

        30 de outubro de 2018 às 21h37

        “Embora devamos reconhecer a covardia das fake news”. Só agora você passou a achar que as fake news são covardia ou também achava isso quando Petê começou a ser valer delas para desconstruir adversários ?

        Responder

          JC

          31 de outubro de 2018 às 17h30

          Obrigado por ter se dado o trabalho de ler meu comentário. Que bom que te despertei esse sentimento de indignação. Que bom também que a sua resposta fala do PT negativamente. Mostra que você não enxerga mais nada além disso.
          No futuro nós nos encontramos aqui pra falar como é perder tudo que tem mesmo tendo alcançado a vitória. Abraços (heteros, claro)

          Responder

        CezarR

        30 de outubro de 2018 às 21h56

        Hoje as pautas de esquerda são confundidas com pautas identitárias. Haverá tempo para essas pautas, mas a situação requer a volta do trabalhismo e nacionalismo de esquerda.

        Responder

          JC

          31 de outubro de 2018 às 08h05

          Exato. Temos que reconquistar o povo pelo bolso. Sem pessimismo, Salnorabo é Temer 2…

          Responder

      André

      31 de outubro de 2018 às 14h17

      Gostei do seu texto Miguel! É esse meu pensamento sobre tudo isso!
      Qual errou ou não errou, agora isso não importa mais.Não acho que Ciro foi traidor, ele disse ELE NÃO! Então como só tinha 2 candidatos no 2° turno.Não precisa mais dizer mais nada!
      Agora temos que nos unir e não cometer os mesmo erros do passado.
      Vamos em frente que é para lá que se anda..!!

      Responder

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