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Ricupero analisa entrada do Brasil na OCDE

Por Redação

20 de março de 2019 : 17h37

O embaixador Rubens Ricupero dá seu parecer sobre a entrada do Brasil na OMC, que fará o Brasil perder uma série de vantagens que possuía junto aos organismos internacionais, sem ganhar praticamente nada em troca.

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13 comentários

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Nivaldo José Abrita

20 de março de 2019 às 20h42

Na diplomacia do ping pong, o grande chanceler Henry Kissinger retrucou às provocações do entrevistador afirmando:
” Paises não têm IDEOLOGIAS.
Paises têm INTERESSES!”
E notem que ele estava reatando relações diplomáticas com a China do Mao Tse Tung.
Alguém , por favor, conta isto pro pessoal que assumiu o Itamaty.

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Paulo

20 de março de 2019 às 19h45

Prefiro aguardar um pouco mais, mas as primeiras informações dão conta de que, realmente, as vantagens obtidas pelo Brasil são bem modestas, nesses primeiros contatos/acordos com o Governo Trump…por outro lado, a curto prazo não vejo ameaças vindas da China e da Rússia, reiterando o que disse o ex-Ministro, porém, a longo prazo há riscos para o Ocidente, sua cultura e “modus vivendi”, como um todo…

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    Nivaldo José Abrita

    20 de março de 2019 às 20h53

    Ideologia, Paulo?
    Pensa bem! Desconfia sempre.
    Ideologia hoje é lavagem cerebral pra arregimentar midiotas.
    Tanto na esquerda como na direita.
    OS TUBARÕES COLORIDOS
    O que os tubarões Urso, Dragão, Águia querem é levar nossos MINERAIS ESTRATÉGICOS em troca de dívidas impagáveis.
    NIOBIO
    GRAFENO
    PRÉ-SAL
    Alguma dúvida?

    Responder

      Paulo

      20 de março de 2019 às 21h11

      Defendo o pragmatismo nas relações comerciais, mas há situações em que você não pode continuar tomando cerveja na casa do cara que corteja sua casa, seu trabalho ou seu carro, Nivaldo (e talvez até a sua mulher). Sozinhos, pouco representamos, mas temos os minerais, a comida e o capital ecológico de que eles precisam. É preciso tourear sempre, se fortalecer, ter relações prioritárias com os amigos (sem desdenhar do dinheiro deles e dos nem tão amigos). Não apenas ideologia, porém, sim, também ideologia (que aqui não significa partidarismo político, mas uma concepção comum de mundo, de ideias, e uma história que compartilhe aspectos comuns). O que temos de comum com Rússia e China? Nada, eu digo! São Estados autocráticos que nunca conheceram a democracia ocidental (e nem a desejam)…

      Responder

        lucio

        21 de março de 2019 às 06h48

        paulo,
        1|) porqué, eua e brasil conhecem a democracia?
        2) brasil é ocidental aonde?
        3) russia é 10 vezes mais ocidental que brasil
        4) china NUNCA influenciou a cultura de outros paises, ele só querem comerciar livremente

        Responder

          Paulo

          21 de março de 2019 às 10h41

          O Brasil é ocidental geográfica, política e culturalmente, pois as nossas instituições políticas e culturais mais relevantes (inclusive o carnaval) têm origem em ideias que se criaram e desenvolveram sob o que se convencionou chamar de mundo ocidental, com tradições herdadas do mundo greco-romano antigo e perpetuadas na Europa e na sua “área de expansão”, decorrente do colonialismo dos séculos XV e XVI…

          lucio

          21 de março de 2019 às 11h53

          paulo,
          provavelmente vc pertence a classe media branca do sul e nao ve a realidade do 90% dos brasileiros.
          as festas de final do inverno (carnaval) sao originarias de todo o emisferio norte, nao só dos grego-romanos.
          a exuberancia sexual brasileiras, o fato que quase ninguem casa de verdade, o fato que quase tudo mundo separa, fazer 5 filhos com 5 parceiros diferentes, a inexistencia da virgindade prematrimonial, a tolerancia com as minorias sexuais, os churrascos da laje, as festas todo final de semana, a musica em cada canto nas ruas… tudo isto tem NADA de ocidental e muito de afro-indio.
          vai dar un passeio em genebra para ver se se parece com o rio o recife.
          um noruegues medio considera vcs, projeitos de branquelos do sul, como africanos.

          Paulo

          21 de março de 2019 às 12h15

          O hemisfério norte também é ocidental, Lúcio, e tributário da Batalha das Termópilas! Quanto ao que você citou no campo dos costumes brasucas, boa parte é recente (bem recente), e, mesmo assim, não se estende a todos os brasileiros (a maioria, inclusive, conforme várias pesquisas, não curte carnaval, eu no meio, rs). Quanto aos “branquelos do Sul”, por que o preconceito? Tá parecendo o Darcy Ribeiro.

        Nelson

        21 de março de 2019 às 09h50

        Acerca da tão decantada “democracia ocidental”:

        “Los gobernantes yanquis fueron modelo de democracia a fines del siglo XVIII y principios del XIX porque su pensamiento era más avanzado que el de la vieja Europa infestada de monarquía y continuidad hereditaria. Fue el país más avanzado –como fue el cristianismo en sus inicios- cuando apenas estaba en proceso de construcción. Pero después de su expansión agresiva territorial y la primera guerra (1914-19), sobre todo de la segunda (1939-45), se transformó en el país imperialista por excelencia. Después de arrojar sus dos bombas atómicas asesinas en 1945 sobre dos ciudades japonesas con el fin de demostrar su poderío, los gobiernos yanquis se transformaron en imperialistas y, al mismo tiempo, en el enemigo principal de todos los pueblos del mundo. El justo odio contra ellos ha crecido por sus invasiones asesinas, su racismo, la represión contra las protestas y por la venta de armas que realiza en todo el mundo.

        O artigo “EEUU campeón de invasiones, del racismo, la represión y la venta de armas
        ¿Por qué lo llaman democracia?”, de Pedro Echeverría V., está disponível em http://www.rebelion.org/noticia.php?id=140457

        Responder

        Nelson

        21 de março de 2019 às 09h56

        Mais um artigo que mostra o que é a “democracia ocidental”:

        “EEUU prohibió hace ya algunas semanas la publicación de dos estudios científicos acerca de las mutaciones del virus de la gripe aviar –tremendamente letal, pero de muy baja posibilidad de contagio a humanos- aduciendo que la información de los estudios podría caer en manos “criminales” y convertirse en una peligrosa arma de “bioterrorismo”. Estos estudios muestran que tras cinco mutaciones, el virus H5N1 (variante de la gripe aviar) puede contagiarse entre mamíferos, uniendo a su alta capacidad letal el inquietante riesgo de la alta tasa de contagio a humanos y entre humanos.
        Ocurre que ya en el pasado –década de 1940- EEUU intervino toda la información acerca de la física del átomo, para evitar que cayera en manos “criminales”. Pero los hechos del pasado permiten entender lo que esta nueva intervención del “gigante enloquecido” puede depararnos: la única acción criminal a gran escala llevada a cabo con la tecnología del átomo fue protagonizada por EEUU contra la población civil de dos ciudades japonesas.”

        “Y aquí estamos, con un Gobierno USA que ha rebasado todos los límites de infrahumanidad precedentes –según estimaciones muy prudentes del periodista independiente de origen australiano John Pilger, EEUU es responsable desde el final de la II Guerra Mundial del asesinato y exterminio de más de cincuenta millones de seres humanos en el Planeta- advirtiendo al mundo del riesgo de bioterrorismo ligado a la publicación de una información de la comunidad científica, que este Gigante enloquecido se reserva para sí.”

        O artigo “El gigante enloquecido y el monopolio de la muerte a gran escala”, de Juan José García, está disponível em http://www.rebelion.org/noticia.php?id=144066.

        Responder

          Paulo

          21 de março de 2019 às 10h27

          Se o seu país perdesse uma Guerra pra esses dois países, a quem você escolheria se render? Aos EUA, ou à Rússia? A história ensina…

          Nelson

          21 de março de 2019 às 23h18

          Como é que é, meu chapa? Você quer dizer que temos que escolher entre a canga e o buçal?

          Não, amigo. O Brasil é um país que é quase um continente. Portanto, tem que seguir seu caminho, um caminho próprio, sem virar as costas mas também sem se postar subservientemente a qualquer outro país. Não, amigo. Não devemos admitir nos tornarmos mera colônia de quem quer que seja.

          De outra parte, se “A história ensina…”, então vamos a ela. Sugiro que tu dês uma olhada no excelente documentário do jornalista australiano, John Pilger, A PRÓXIMA GUERRA NA CHINA. Mais uma mostra do quão respeitadora dos direitos alheios é a “democracia ocidental”.

          Com legendas em português, o documentário de Pilger está disponível em https://www.youtube.com/watch?v=8TsRALFt8Wg.

          Paulo

          21 de março de 2019 às 23h28

          Nélson, não abro links, desculpe-me! Mas, ao mesmo tempo, permita-me: onde eu disse que o Brasil deveria ser subserviente a quem quer que seja? Eu quero nosso país rico, próspero, desenvolvido. E, a escolha que lhe propus foi um caso limítrofe, para você refletir. E você não respondeu…


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