Ciro na OAB

Alguns comentários sobre Tábata Amaral

Por Miguel do Rosário

14 de julho de 2019 : 22h29

Como muitos, estou bastante constrangido e perplexo com a decisão de Tábata Amaral de votar em favor da reforma da Previdência, não apenas pelo voto em si,  mas sobretudo pela falta de transparência da candidata, que passou os últimos meses divulgando freneticamente nas redes sociais que, apesar de defender que houvesse uma reforma da Previdência, não apoiava aquela proposta por Bolsonaro.

Entendo que ela, assim como outros deputados de oposição (foram 19 em favor da reforma!), compreenderam que o substitutivo de Samuel Moreira não era tão negativo como o texto original (ou que seria um “mal necessário”). Mesmo assim, houve total ausência de diálogo, o que, para mim, é frontalmente contrário ao que a parlamentar vendia à opinião pública. Por que em nenhum de seus debates e lives ela não foi mais transparente e franca em relação à decisão que tomaria?

Tábata cometeu, além disso, um erro grave, ao manter todos num suspense extremamente desagradável em relação a seu voto, que se converteu em frustração, decepção, e, por fim, gerando o mais terrível e doloroso sentimento da política, o sentimento de traição.

No entanto, não vou entrar na onda de linchamento moral da deputada. Não acho também que seu voto chancele todas as fake news que foram e são inventadas contra ela.

Nem me arrependo de tê-la defendido. A Tábata em que eu acreditei e que eu defendi era uma Tábata trabalhista e comprometida com as causas populares. Se não é esta Tábata que aí está, tenho certeza de que ela estará em outro lugar, com outro nome.

Meu constrangimento, aliás, é justamente por isso: a sua defesa me deu trabalho!

O nível dos ataques que ela sofreu foi baixo e, ao mesmo tempo, sofisticado, e o mínimo que esperávamos em troca era transparência, diálogo, compromisso!

Jamais fui um comentarista isento da cena política. Tenho lido por aí algumas observações que reputo um pouco cínicas, de que não se deve “esperar nada de ninguém”. Não é por aí. A política implica, necessariamente, na construção de confiança, que obviamente traz sempre um risco. É muito fácil não se comprometer com ninguém. Ser um “isentão”.  Mas aí a política simplesmente deixaria de existir. Para haver política, e para que a política seja transformadora, é preciso, como ensinava Danton, audácia, audácia e mais audácia, o que vale tanto para o representante político como para o representado. É preciso confiar, acreditar, mesmo sabendo que o risco de decepção é sempre tão alto.

Por que a deputada Tábata Amaral votou em favor de uma reforma da Previdência ainda tão cruel para com categorias fundamentais de trabalhadores, como, por exemplo, com as enfermeiras?

Por que não votou em favor de um destaque do PSOL relativo ao BPC?

Por outro lado, acho que não é o momento para o campo progressista inventar mais inimigos do que aqueles que ele já tem. Lembrando outro autor, o nosso querido Raul:

É sempre mais fácil achar que a culpa é do outro
Evita o aperto de mão de um possível aliado,
Convence as paredes do quarto, e dorme tranqüilo
Sabendo no fundo do peito que não era nada daquilo

Muita gente apoiou o impeachment de Dilma Rousseff, por exemplo, depois se arrependeu, e voltou a ser aliado, como o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, cuja vice é a presidente do PCdoB, Luciana Santos. Não foi correto perdoá-lo?

Nos últimos quinze anos, convivemos com uma política de alianças tão complicada que seria hipócrita agora fingirmos, junto ao povo, que somos tão vestais assim. Muitas dessas alianças podem ter sido exageradas, ou erradas mesmo, mas a solução agora é nos fecharmos numa panelinha dos puros? Tudo bem se aliar com Renan Calheiros nas eleições, subir ao palco de Agripino Maia, fechar acordo para eleger Rodrigo Maia para a presidência da Câmara, e tratar Tábata Amaral como inimiga? É oito ou oitenta?

Se for o caso de expulsar Tábata Amaral do PDT,  então que seja. Não vejo nenhum problema fundamental nisso. O Ciro não mudou várias vezes de partido?

Mas daí a torná-la inimiga mortal? Isso iria de encontro a tudo que viemos defendendo, desde que passamos a digerir a vitória de Bolsonaro e a meditar sobre a única estratégia de superação deste quadro, que é sair do isolamento e costurar acordos com forças políticas diferentes, mas que também não se identificam com o governo. O centro, os liberais, a direita “esclarecida”, os não-fascistas.

E Tábata Amaral é, claramente, contrária a tudo que representa Jair Bolsonaro. Se ela é liberal, ou mesmo neoliberal, e não uma trabalhista (e não sei, sinceramente, se é este o caso), é um tipo de liberalismo com o qual teremos de aprender a conviver também, de maneira respeitosa, e conquistar para nosso lado, tomando cuidado, naturalmente, para que não tenha hegemonia.

Um pensador alemão já dizia que todas as filosofias políticas poderiam ser divididas em dois grandes grupos: de um lado, estariam aquelas que pressupõem a fé na natureza boa da alma humana, as filosofias da escola de Rousseau; de outro, as que pensam o contrário, que nascemos maus, e, portanto, que precisamos sempre de uma autoridade para nos controlar, da escola de Hobbes.

Eu estou entre os primeiros: recuso-me terminantemente a me tornar uma pessoa que demoniza outro ser humano. Continuarei acreditando, sempre, no potencial revolucionário da liberdade, da inteligência, e da persuasão política.

O mesmo pensador dizia que o conceito do político poderia ser resumido, grosseiramente, na mais dramática e violenta das dialéticas, a saber, o dicotomia entre amigo x inimigo, assim como a arte seria a expressão da dicotomia belo X feio, e a moral, bom e mau.

Eu me recuso a aceitar este conceito, apesar de entender o quanto ele é poderoso e realista, ou antes, me recuso a aceitá-lo justamente por entender isso. Ele me parece demasiado perigoso, demasiado brutal.

Não quero pensar a política como uma oposição vulgar entre  amigo e inimigo, e sim como uma disputa de ideias através da qual podemos convencer qualquer um, e enfatizo o qualquer um, a mudar de opinião e, com isso, construir consensos minimamente civilizados. Claro que os extremos dificultam muito o diálogo, razão pela qual é tão complicado a conversa com um “fascista”. Mas não é o caso, evidentemente, de Tábata Amaral. Ela não é uma “fascista”. No máximo, é uma neoliberal dissimulada e desleal. No mínimo, um agente político desajeitado, ingênuo e arrogante.

Sou crítico dessa denúncia do “fascismo”, que acho às vezes um tanto oportunista e exagerada, mas se existe mesmo a emergência de um fascismo no país, então seria um erro político terrível, perante o povo, perante o interesse nacional, amarrarmos o campo progressista a posturas radicalizadas, mesmo que seja um radicalismo do bem, ou seja, um radicalismo popular e revolucionário. Se existe, de fato, um risco fascista, então é preciso costurar acordos também com os liberais, parceiros históricos da esquerda na luta contra o autoritarismo.

Naturalmente, aqui se trata de uma questão mais sutil e por isso mesmo muito mais complexa, do que a luta contra o fascismo, e que tem a ver com a consolidação de padrões mínimos de transparência e lealdade, valores essenciais para a própria existência da ação política. Essa é, a meu ver, a razão principal da “crise” envolvendo a deputada Tábata Amaral e outros parlamentares dissidentes.

Como fui um dos blogueiros que mais defendeu a deputada, o mínimo que posso fazer, diante da situação, é ouvir. Ouvir a opinião da militância trabalhista, de Ciro Gomes, dos dirigentes do PDT, da militância de outros partidos, dos intelectuais independentes, da própria Tábata, e só então me posicionar, da maneira mais equilibrada e justa possível, com foco na redução da crise, pensando no Brasil, no povo brasileiro, e, sobretudo, sem jamais esquecer a situação política dramática em que nos encontramos. Não importa o que pensem de mim, não importa a minha “reputação”. Temos 14 milhões de desempregados, um governo autoritário, violento, de extrema direita, e me parece que seria irresponsabilidade empurrarmos mais uma porção de aliados importantes para “o lado de lá”, tratando-os como inimigos.

Dito isso, reproduzo abaixo o artigo da deputada divulgado hoje na Folha. Vamos escutá-la, porque essas são virtudes fundamentais que defendemos: democracia e justiça.

Vamos deixá-la se defender, e aí então façamos o nosso julgamento. Se tiver que ser um julgamento severo, implacável, que seja, desde que seja justo para ela, inteligente para nós, útil para o povo. O que não podemos perder de vista é o objetivo maior: derrotar o adversário, o baronato egoísta, o sistema financeiro que vampiriza o povo, a brutalidade estatal. Se considerarmos que Tábata, realmente, é aliada deles, dos brutos, dos barões, dos vampiros do povo, então não há motivo, de fato, para nenhuma solidariedade ou compaixão. Mas não podemos esquecer que não há saída fora da política, e que a política requer um diálogo aberto, democrático, não-sectário, com o povo e com os extratos médios, de maneira a nos tornarmos mais plurais e mais fortes, e que esse é o único caminho seguro para emancipar a sociedade nacional.

***

A ousadia de ir além das amarras ideológicas

Muitos partidos já não representam de fato a sociedade, mas somente alguns de seus nichos

Por Tábata Amaral

14.jul.2019 às 15h17

Faço aqui, no espaço quinzenal que tenho nesta Folha, uma provocação que julgo saudável para a política e para os partidos, com o único intuito de contribuir para um debate que temos postergado, mas que a sociedade há muito demanda. É uma reflexão necessária diante do impacto provocado pelos oito deputados do PDT, dentre os quais me incluo, que votaram “sim” à reforma da Previdência, e os 11 do PSB, contrariando a orientação partidária. Não estamos falando de dois ou três parlamentares, mas de praticamente um terço das bancadas de duas relevantes siglas que ocupam posição mais ao centro no espectro da esquerda. A expressividade dessa dissidência acendeu ao menos a luz amarela nas estruturas?

Sabemos que a extrema esquerda não admite flexibilidade alguma de posicionamento, pois está enclausurada em suas amarras. No entanto, uma parcela da centro-esquerda quer dialogar com o contexto e a sociedade e caminha para se modernizar. Nisso nos fiamos, nós que temos convicções sociais fortes, olhamos para o futuro do Brasil e enfrentamos o desafio urgente de termos crescimento sustentável, condição para a consolidação da justiça social.

Muitos partidos já não representam de fato a sociedade, mas somente alguns de seus nichos. Embora tenham em seus quadros um número cada vez maior de deputados com visão modernizante, as siglas ainda ostentam estruturas antigas de comando, e na maioria faz falta mais democracia interna. Muitas vezes, consensos sobre pautas complexas não são construídos de baixo para cima, e cartilhas antigas se sobrepõem aos estudos e evidências. Quando algum membro decide tomar uma decisão que considere responsável e fiel ao que acredita ser importante para o país, há perseguição política. Ofensas, ataques à honra e outras tentativas de ferir a imagem tomam lugar do diálogo. Exatamente o que vivo agora.

A boa política não pode ser dogmática. Discordâncias são normais no cotidiano e o ajuste e as acomodações das diferentes visões vão se dando em questões menores, com as bancadas muitas vezes sendo liberadas para as votações. O que foge completamente a esse processo e demonstra o grau do conflito instalado é quando a “rebeldia”, como está sendo interpretado o voto de opinião, atinge um terço de bancadas expressivas. Encaro esse debate como de fato a única tentativa da centro-esquerda de se renovar, mas os partidos estão virando as costas para essa realidade. É mais fácil lidar no plano da insubordinação. A construção de novas mentalidades não é processo fácil e exige coragem.

No fundo, são dois os temas que se sobrepõem nesse momento. A lógica de funcionamento dos partidos políticos no presidencialismo e o processo de renovação da política brasileira. A combinação de presidencialismo e federalismo, como ocorre no país, favorece as chamadas “indisciplinas partidárias”. Busca-se reforçar o poder da liderança partidária punindo dissidentes pela máxima de que os partidos não podem passar sinais de fraqueza. Será preciso uma reforma muito profunda do nosso sistema político para produzir os incentivos necessários para “disciplinar” as siglas. Enquanto existir o presidencialismo, o multipartidarismo e a federação, as lideranças partidárias precisarão ouvir e negociar com suas bases, dissidentes ou não.

A ampla renovação política que está em curso e da qual faço parte agrava o quadro de conflitos internos dos partidos. É racional que as lideranças recorram a argumentos de ocasião para justificá-los. Mais racional contudo é pensarmos no Brasil.

Tabata Amaral

Cientista política, astrofísica e deputada federal pelo PDT-SP. Formada em Harvard, criou o Mapa educação e é cofundadora do Movimento Acredito.

Artigo publicado originalmente na Folha

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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72 comentários

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15 de julho de 2019 às 15h17

Não perderei meu tempo lendo sobre o porque da sacanagem brutal com a população do país. Até porque o Fernando Brito do Tijolaço já se deu ao trabalho de ler de forma competente a “obra” e o Luis Miguel Felipe no GGN fez uma leitura das estratégias de formação dessas “lideranças de proveta”, às quais temos que ficar atentos. No mais, termino com um “tá vendo eu avisei” e com o sensato conselho que intitula o artigo de Luiz Miguel: “Não precisamos mais falar sobre Tábata”.

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Fabris Ville

15 de julho de 2019 às 13h30

” No entanto, não vou entrar na onda de linchamento moral da deputada. Não acho também que seu voto chancele todas as fake news que foram e são inventadas contra ela.”
Então morre abraçado com ela. Ela errou e além de errar disse em artigo na folha que ela não precisa se preocupar com emprego e sim o povo. Disse que arruma emprego na hora que quiser em qualquer empresa, MAS e os 13 milhões de desempregados ela da emprego para algum deles ???? A frase e de um egoísmo ímpar e orgulho abissal.
Todo mundo conhece político que só teve um mandato e nunca mais conseguiu voltar.
Essa garota pode ter estudado em Harvard, mas vê-se claramente que ela não e inteligente pela decisão que tomou. O fato de ter estudado em Harvard, MIT, USP, FGV, não e garantia que a pessoa seja inteligente mesmo.
Ela tá no olho do furacão com grande exposição na mídia. Todo mundo vai lembrar do voto dela daqui 4 anos.
Ela e uma pilantra que usou a esquerda e os votos do povo humilde e agora faz essa burrada sem igual.
A Bruna Furlan e bem mais honesta que ela pq sempre militou no PSDB, nunca usou a esquerda para enganar o povo e o eleitor. Sempre foi autentica. A Tábata enganou, ludibriou, etc.
O curral eleitoral dela e a periferia não e o morumbi ou Alphaville.

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    Gianna Carvalho

    15 de julho de 2019 às 20h06

    Apoiado

    Responder

      Gianna Carvalho

      15 de julho de 2019 às 20h08

      Estou dizendo apoiado para o fabris ville e não para essa defesa esdrúxula do repórter ou conentarista

      Responder

    Jorge Luis

    16 de julho de 2019 às 23h18

    Não confunda crítica a postura política com linchamento… O que ela fez vai repercutir negativamente no futuro da classe trabalhadora. Ela fez o jogo do capitalismo em crise, do capitalismo rentista, financeiro, sem tocar nas questões como devedores da previdência, criação de novos empregos… muito verde politicamente e usa o partido para fazer outro tipo de política contrária à ideologia trabalhista. Ou seja, se rende aos interesse ultraliberais do capitalismo em detrimento da classe trabalhadora que vai trabalhar até perto de morrer, quando a aposentadoria deveria ser um seguro de vida para ela curtir o ócio da vida que lhe resta.

    Responder

nelson

15 de julho de 2019 às 13h20

Tabata ameba parasitária da direita mais perigosa a sangue suga verme que destrói os mais humildes e nessecitados. Nada mais muito perversa.

Responder

Francisco

15 de julho de 2019 às 12h52

Tabata de novo, ainda fora do Novo, sei não, Redação?

Dar milho pra bode (cabra, se assim desejarem interessados), ainda mais conhecido(a)…

Assim não dá!
Assim não pode!
Diria o ‘vagante cadáver político’ de Higienópolis.

Responder

PJ

15 de julho de 2019 às 12h48

Reproduzo o email que enviei à deputada para que ela possa esclarecer seu voto. Sugiro que todos que não entendemos o seu voto lhe envie um email para que ela pessoalmente se explique melhor.

Olá prezada deputada Tábata Amaral.

Como graduado em administração pública pela EAESP-FGV SP, gostei muito dos seus questionamentos ao ministro da educação.
Você mostrou que sabe elaborar um business plan, que tem conteúdo e mostrou-se audaciosa. Gostei muito!
Todavia, gostaria de fazer-lhe as mesmas questões, desta vez sobre a reforma da previdência, uma vez que seu voto me intrigou muito.
Seguem as perguntas:
1-“Cadê os projetos?” (onde está o texto detalhado da reforma, com o impacto previsto da reforma, tanto para o orçamento público quanto para os contribuintes?)
2-“Cadê as metas?” (quanto será economizado por ano, quais as metas serão atingidas com esta economia, para onde irá o dinheiro economizado no curto, médio e longo prazos).
3- “Quem são os responsáveis?” (Quem será o responsável por gerir esta economia e para onde irá o montante poupado)?
4- “Isso daqui não é planejamento estratégico, isso e uma lista de desejos. Eu quero saber onde que eu encontro esses projetos?” (Acredito que esta economia de um trilhão seja uma lista de desejos, onde estão os cálculos? Onde eu encontro os detalhamentos?)
5- ” Quando cada um começa a ser implementado? (Quando cada categoria começará a sofrer as consequências da reforma? Quando começará a implementação da nova previdência para os militares, PMs, delegados, juízes e servidores do ministério público? E os professores? Como serão beneficiados com a nova previdência?)
6- “Quando serão entregues?” (Quando começaremos a sentir os efeitos positivos da nova previdência?)
7- Quais são os resultados (quando efetivamente sentiremos os efeitos da reforma e como o trabalhador brasileiro sentirá os benefícios.

Um abraço,

Responder

15 de julho de 2019 às 12h27

Olá, tenho dois comentários na fila de “moderação”. Será que estou sendo pouco moderado em cobrar de Tábata as mesmas perguntas que ela fez ao ex ministro da educação?

Responder

Rodolpho

15 de julho de 2019 às 11h35

Fiquei bem decepcionado com a postura da Tabata Amaral em todo esse processo. É possível que partidos como o PDT tenham uma estrutura muito rígida e precisem repensar a política em alguns pontos ? Eu até acho que é uma discussão válida, mas não pareceu que ela realmente tivesse essa preocupação, ela “jogou para a galera” durante o voto e as declarações em video e ignorou completamente toda a estrutura partidária existente, como se fosse algo irrelevante. Na verdade a impressão que ficou é que o partido dela é o “Acredito” e não o PDT.

Apesar de tudo, essa demonização em cima dela é muito ruim. Esse forma de basear qualquer discussão política no ódio e na ofensa, que é comum na extrema direita, está prejudicando muito a esquerda e acabando com o espaço das críticas válidas. A Tabata não é o Bolsonaro ou o Dória, está claro que ela não é de esquerda ou trabalhista, mas a exemplo da Marina Silva, há espaço para diálogo, ela merece críticas pela postura e atitudes, mas transformá-la em “inimiga” é a pior escolha em um momento como esse.

Responder

NeoTupi

15 de julho de 2019 às 11h34

Político sempre tem que ser cobrado, sim, e mais ainda quando vota contra a representação de seu eleitorado. E isso não é demonizar, é a necessária cobrança da traição ao voto popular. Foi assim com Cristovam Buarque, com Marta Suplicy, com Cesar Maia (que mudou de lado contra Brizola), com Roberto Freire.
O artigo dela é negação da democracia do início ao fim, o mesmo discurso anti-política da Globo, do Lucinao Huck, do Bolsonaro e que já foi usado pelo Collor em 1989. Por isso tem sim componentes de fascismo. O que ela defende não é representar os anseios da maioria do povo, ela defende um despotismo da elite econômica.
Começa no subtítulo “Muitos partidos já não representam de fato a sociedade, mas somente alguns de seus nichos”. Ora só partidos únicos (em governos fascistas ou em ditaduras do proletárias) avocam para si representar toda a sociedade. O que ela estudou em ciência política? Partidos em democracias plurais é justamente para representar os diferentes segmentos da sociedade. Óbvio que partidos, se não tem maioria no Congresso, precisam negociar alianças, para produzir pactos, mas negocia-se do lado da mesa do seu eleitor: se um partido é trabalhista, ele negocia com a pauta dos trabalhadores e não do mercado financeiro. Ela sentou no lado da mesa do mercado.
Ela reclama do PDT não “ouvir as bases”, como se as bases fossem só ela, o Luciano Huck, o Lemman. E pior, é claro que ela pôde falar o quis nas reuniões partidárias, portanto ser ouvida. Se ela não teve capacidade de convencer, se foi voto vencido, não acata o resultado? E o PDT ouviu suas bases de natureza trabalhista, ela é quem não ouviu seu próprio eleitorado.
O que ela está defendendo como “modernidade” é que os partidos sejam fisiológicos, ou seja abriguem toda e qualquer corrente de pensamento político dentro dele, mesmo que diametralmente opostas.
Depois vem o blá-blá-blá de “modernidade”, quando não há nada mais antigo no Brasil do que políticas concentradoras de renda, patrimonialistas que se apropriam do estado e das políticas públicas para auferirem lucros. Nada mais antigo do que políticos como ela que vota com o lobby de financiadores do poder econômico para fazer ricos ficarem mais ricos, contra o interesse da esmagadora maioria do povo.
Termina com uma variante do slogam do Bolsonaro “Brasil acima de tudo” ao dizer “Mais racional contudo é pensarmos no Brasil”. Ora o Brasil que o Lemman, o Luciano Huck, os donos do Itaú e o Rodrigo Maia pensam é muito diferente do Brasil de quem pensa em quem ganha 2 salários mínimos para baixo, que está desempregado ou subempregado, que vê o patrimônio público e as riquezas nacionais mal distribuídas e drenadas para para pouquíssimos bolsos.

Responder

Luiz

15 de julho de 2019 às 11h13

Precisamos ter consciência de que as pessoas são o que são. Não existe mágica. Você pega uma menina pobre e cheia de sonhos. Financia seus estudos, faz investimentos pesados nessa pessoa e depois a leva para o campo política, devidamente financiada. Vocês acham que essa moça seria fiel a quem? à ideologia? à princípios? ao passado pobre? vamos ser realistas. Ela gostou do cheiro do dinheiro e vai falar aquilo que foi regiamente paga para falar. Tábata é mais um exemplo do jogo sujo do capital e da elite. Usa uma pobre para realizar mais pobreza. Estamos vendo isso aos montes por ai. Vejam o caso do Holiday em SP. Um negro que odeia negros. Ou aquele deputado negro (Hélio Bolsonaro – adorou o sobrenome do racista) que aparece em todas as fotos do Bozo, mesmo sabendo que o sujeito é um racista de carteirinha. Portanto, se a você, não foi ensinado princípios no berço, não os aprenderá em vida. Tábata é um exemplo acabado disso. Ela não enganou ninguém, está apenas defendendo o dela, mesmo que usando a esquerda para isso. Não tem qualquer compromisso com o povo a que elegeu e sabe disso. Não será reeleita, mas enquanto estiver deputada com o penhorado ao Lenan e seus “parceiros”, votará de acordo com o dono do mandato. Não esperem outra coisa.

Responder

    Marcio

    15 de julho de 2019 às 11h15

    Tà sò ganhando pontos apòs a votaçào.

    Responder

    Marcus Padilha

    15 de julho de 2019 às 15h01

    Resumindo: é uma nova Marina Silva!

    Responder

Andre Luiz RRR

15 de julho de 2019 às 11h06

https://www.youtube.com/watch?v=QEqqYoFN6VM

Responder

Marcio

15 de julho de 2019 às 10h56

A esquerdalha nojenta de podre era acostumada a comprar os votos com dinheiro vivo de empresa, pertrobras, ecc… ou cargos para deputados, deve ser por isso acharama estranho o voto da Tabata.

A historia repleta de crimes imundos mudou e pelo menos nos proximos 3 anos e meio nào irào ganhar nenhuma votaçao importante no parlamento.

No money no party !!

Responder

    frederico costa barros

    15 de julho de 2019 às 11h58

    Márcio você como toda extrema direita é um completo imbecil com argumentos estúpidos e vazios característicos de pessoas desprovida de argumento ou capacidade cognitiva para tal. Resumindo um completo idiota!!!!

    Responder

      Marcio

      15 de julho de 2019 às 12h03

      Nào,

      sào fatos, nada mais do que isso.

      OBS: extrema vaca è sua mae.

      Responder

        Marcio

        15 de julho de 2019 às 12h11

        Eu sou a bosta da vaca da tua mae! Pior, um milicianozinho ladrao corrupto de merda!

        Responder

        Marcio

        15 de julho de 2019 às 12h12

        Eu sou a bosta da vaca da tua mae! Pior, sou um milicianozinho de merda, corrupto e ladrao.

        Responder

Alan C

15 de julho de 2019 às 10h47

Me parece que a deputada quer mudar a regra no meio do jogo, pelo menos é o que deixou transparecer no texto dela, que mais parece uma justificativa, mesmo que tenha saído meio sem sentido.
Se ela pensava algo diferente, pq não disse antes? Pq não alertou a direção do partido? Ou alertou e a questão foi tratada internamente?? Não sei…

Sem nenhum sentimento de traição ou vingança, afinal, politica é assim. penso que não haja mais espaço pra deputada no PDT. Se ela ficar, vai ser muito estranho, seria como ter um tucano, um “democrata”, um Novo dentro de um partido progressista. Como falar, numa simples reunião partidária, de pautas progressistas na presença de alguém que votou a favor dessa coisa da previdência??

O exemplo é Ciro Gomes, quando não concordava com alguma coisa num partido que esteve, saiu, simples assim, não desobedeceu ninguém, não quis mudar nada, saiu…. Tabata deve fazer a mesma coisa e procurar o PSL, os tucanos, o MDB, o DEM ou qualquer outra porcaria liberal anti-povo, lá suas ideias serão aceitas.

Responder

Claudio Freire

15 de julho de 2019 às 10h43

Concordo, Miguel, com sua posição em relação ao caso dela.
Ao ler a matéria por ela publicada na Folha, achei realmente que o mais grave no posicionamento dela foi não ter sido honesta antes do dia da votação. Realmente, ela não adiantou que votaria a favor da reforma antes. Seria mais honesto se colocar com transparência para debater abertamente a questão.
Vamos ver como o caso evolui.

Responder

Fabio

15 de julho de 2019 às 10h42

Outro ponto usado por ela como exemplo de “diminuição de desigualdade” é a oposição tempo de contribuição versus idade mínima. Alega que a ATC perpetua a diferença entre ricos e pobres. Ocorre que a extinção da ATC só adia a desigualdade, não a elimina. A idade média de aposentadoria pelo ATC é em torno de 56 anos para homens. Caso seja estipulada idade mínima de 65 anos eles teriam que, em média, trabalhar mais 9 anos. Ocorre que o tempo mínimo de contribuição é de 35 anos, que somados aos 9 daria 44 anos de contribuição. E o que diz a nova previdência? Que além dos 20 anos o valor da aposentadoria aumenta 2% por ano adicional. Ou seja, eles passariam a receber 108% do salário base, ao passo que o trabalhador mais pobre receberia 60%. Considerando que o salário base dos mais abastados é maior, a desigualdade é imensa. Em resumo, mais uma medida que contradiz o discurso da referida deputada.

Responder

Luiz Felipe T. P.

15 de julho de 2019 às 10h29

Eu, grande admirador de sua escrita, Miguel, devo dizer: Este é, muito provavelmente, o pior texto seu que já li!! Chama Tábata daquilo com o que você próprio se desnudou: “Um agente político desajeitado, ingênuo e arrogante”.
Mais luz em seus próximos textos!!!

Responder

Admar

15 de julho de 2019 às 10h25

Tabata=Rolando Lero de saias!🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣

Responder

Paulo José

15 de julho de 2019 às 10h24

Tábata pode ser um quadro que respeitamos e respeitaremos, se não houver traição.
Todavia, acredito que ela esteja no partido errado. A direita no Brasil precisa de bons quadros também. O PSDB de FHC e Bresser Pereira virou o de João Dória.
A esquerda precisa conversar com a direita novamente.
E Tábata, com essa agenda, pode ser ser qq coisa, menos esquerda.
Então, por uma esquerda mais coerente e representativa dos trabalhadores e por uma política com mais diálogo, acredito que o melhor que ela faça é sair do PDT e procurar abrigo em outra legenda.

Responder

Bruno Lima

15 de julho de 2019 às 10h19

Acredito que Tabata foi uma armadilha de Lemann direcionado à Ciro Gomes. Ciro já falou em algumas entrevistas que gosta de estudar física teórica. Tabata, foi estudar economia nos EUA, mas acabou pagando algumas matérias da grade de astrofísica. O fato ajudou na aproximação entre ela e Ciro que ao saber da formação da moça tratou de mudar de assunto de política para multiversos. Isso no primeiro encontro entre os dois. Não foi a toa que ela, que tem visivelmente perfil para estar no partido Novo, se filiou ao PDT.

Responder

Luiz Felipe

15 de julho de 2019 às 10h18

Como assim, “…nos fecharmos numa
panelinha de puros”???
A maioria da esquerda defende o Lula Livre, mesmo tendo a certeza de que Lula cometeu todos os crimes dos quais é acusado e muitos mais…
E querem se dizer puros???
COMO ASSIM????

Responder

15 de julho de 2019 às 10h13

Reproduzo as perguntas que Tabata fez ao ex ministro para que ela as utilize para falar da previdência:

“Cadê os projetos? Cadê as metas? Quem são os responsáveis? Isso daqui não é planejamento estratégico, isso e uma lista de desejos (economizar 1 trilhão). Eu quero saber onde que eu encontro esses projetos (os cálculos da tal economia)? Quando cada um começa a ser implementado (quando estaremos aptos a aposentar como aposentamos hoje)? Quando serão entregues ? Quais são os resultados esperados?”
Acrescento mais duas perguntas:
1- Para onde irá todo o dinheiro que o trabalhador trabalhou e que antes iria para a sua aposentadoria?
2- Por que Tabata não se pronunciou anteriormente favorável à reforma e o fez somente na véspera da votação?

Responder

15 de julho de 2019 às 10h02

Para não ser injusto com Tabata, gostaria que ela respondesse às perguntas que ela mesma fez ao antigo ministro da educação, mas gostaria que ela abordasse a questão da previdência:
“Cadê os projetos? Cadê as metas? Quem são os responsáveis? Isso daqui não é planejamento estratégico, isso e uma lista de desejos (economizar 1 trilhao). Eu quero saber onde que eu encontro esses projetos (ou cálculos)? Quando cada um começa a ser implementado? Quando serão entregues? Quais são os resultados esperados (para os professores, alunos e trabalhadores da educação que ela diz representar)?”
Além destas questões objetivas, gostaria de saber o porquê dela não dizer isso explicitamente ao partido e somente se posicionar a favor da “reforma” no dia da votação.
Abs e um doce para quem tiver as respostas.

Responder

Francisco Pontes

15 de julho de 2019 às 09h53

“A ampla renovação política que está em curso e da qual faço parte”
Quer dizer que a Tatibitábata faz parte da virada fascista, também conhecida como “renovação política”?
“Sabemos que a extrema esquerda não admite flexibilidade alguma de posicionamento, pois está enclausurada em suas amarras”
Quer dizer que o PDT é de extrema esquerda? Faz sentido! Para quem se alinha com a extrema direita, todos os partidos de direita são considerados de esquerda – e os de centro-esquerda ou esquerda são vistos como de extrema esquerda.

Responder

leandro oliveira

15 de julho de 2019 às 09h34

Como réplica a uma resposta enviesada:
A extrema direita faz tudo pelos seus chefes … basta um estalar de dedo e a mesma estaria convicta de que gosta de chupar o véío (mijado inclusive) …

Responder

Alexandre Neres

15 de julho de 2019 às 09h17

Sou contra demonizar a Tábata. Nesses casos, acho um pouco ingênuo esperar que candidatos patrocinados por determinado tipo de entidade tenham livre arbítrio, o jogo é bruto. Dava para ler nas entrelinhas certas inclinações para o neoliberalismo. Vou comentar alguns trechos do texto dela:

“No entanto, uma parcela da centro-esquerda quer dialogar com o contexto e a sociedade e caminha para se modernizar.” Aqui ela se trai, deixa claro o que pra ela é um caminho modernizante. Pra outros, é tão velho quanto a serra.

“A boa política não pode ser dogmática. Discordâncias são normais no cotidiano e o ajuste e as acomodações das diferentes visões vão se dando em questões menores, com as bancadas muitas vezes sendo liberadas para as votações. O que foge completamente a esse processo e demonstra o grau do conflito instalado é quando a “rebeldia”, como está sendo interpretado o voto de opinião, atinge um terço de bancadas expressivas. Encaro esse debate como de fato a única tentativa da centro-esquerda de se renovar, mas os partidos estão virando as costas para essa realidade. É mais fácil lidar no plano da insubordinação. A construção de novas mentalidades não é processo fácil e exige coragem.” Sem dúvida, discordâncias são normais, e também as diferentes visões em questões menores. O problema é quando se dão nas questões maiores, do que não se pode abrir mão por pundonor. Para um partido sedizente trabalhista, não se pode transigir com medidas que prejudicam sobremaneira o trabalhador, de uma reforma imposta de cima para baixo, cujos bodes foram retirados da sala. Se a tentativa de renovar da centro-esquerda for esta, o melhor é enfrentar esta triste realidade e evitar a construção de novas mentalidades que mostram que ainda somos os mesmos e vivemos como nossos avós. O novo é velho.

Por fim, mas não menos importante, acho injusto o partido perder deputados que votam contra as diretrizes mais claras do que o partido representa sob um discurso aparentemente modernoso.

Responder

Ricardo

15 de julho de 2019 às 09h16

A ja manjada histeria petista…esta fazendo de tudo pra eleger moro presidente 2022 e tabata prefeita em 2020.
De quebra vao fazer dalagnol virar futuro procurador geral da republica!!
No 247 ja tem uma bateria de “colunistas especializados” detonando a moca pra deleite dos seus seletivos e nao censurados comentaristas!!

Responder

    Marcio

    15 de julho de 2019 às 11h02

    Prefeito de uma megalopoli como SP quem nunca administrou nem um canil ?

    Responder

      Marcus Padilha

      15 de julho de 2019 às 15h12

      Se o Dória foi eleito para “governar” essa bagaça chamada Sampa, qualquer um consegue.

      Responder

Victor Lima

15 de julho de 2019 às 08h52

Quanto ao governador de Pernambuco, continua o mesmo traidor dos trabalhadores, uma vez que apoia a reforma da previdência, levando a reboque os pseudo comunistas do Brasil. Alianças circunstanciais pois o S do PSB é tão neoliberal quanto o da sigla Tucana. Políticos “tecnicistas” a serviço da ideologia neoliberal…é a despolitização em seu estado mais sublime.

Responder

Adevir

15 de julho de 2019 às 08h33

Indo além da Tábata simplesmente, pra mim a melhor análise do resultado dessa votação de reforma da previdência, foi a de Demétrio Magnolli, em sua coluna no último sábado, na Folha.
Segundo ele, a “âncora do lulismo prende a esquerda ao passado”. Sem sombra de dúvidas. E todos esses que não seguiram a indicação de seus partidos de votarem contra, simplesmente resolveram se desvencilhar das amarras do lulismo e seguir adiante. O resto preferiu continuar se afogando no lulismo e no velho estilo PT de ser oposição.

Responder

    Batista

    15 de julho de 2019 às 12h28

    Indo além de Tabata, a de vir uma luz que alumie-o nas coisas da política, a de vir o que lhe ajude a enxergar além de Tabata, Magnoli & Antipetismo, a de vir, se Deus quiser, e há de querer, pois tu merece bem mais ao menos pela ‘inocência’, né não?

    Responder

Fabio

15 de julho de 2019 às 08h02

A base do argumento dela é que a atual Previdência perpetua desigualdades, algo que é consenso à esquerda e à direita. A divergência está na classificação do que é privilégio e o que é direito. Alegar que a regra atual do abono salarial é um desses privilégios é cruel. A media salarial do brasileiro está na casa dos R$ 2300,00, acima portanto de dois salários mínimos, que hoje somaria R$ 1996,00. Ora, é intelectualmente desonesto chamar de privilegiado alguém que recebe abaixo da média. Portanto, apoiar essa alteração contradiz o discurso de combater a desigualdade e os privilégios. O argumento de que parte dos possíveis beneficiados não sacam o abono não serve de justificativa, pois se não sacam, não há ônus para as contas públicas, logo não há economia para o governo em sua extinção. Ao contrário, para aqueles que efetivamente usam o benefício há um decréscimo na renda, ou seja, empobrecem. Essa aparente miopia desmonta o discurso arrogante que a deputada adotou ao ser questionada sobre suas posições a respeito da Reforma e desmonta não as amarras ideológicas, mas o pedestal acadêmico que ela faz questão de invocar ao citar Harvard. Talvez na astrofísica haja explicações para seu posicionamento contraditório, ou talvez as suas amarras sejam outras.

Responder

Marcio

15 de julho de 2019 às 07h36

A moça deu uma lição na esquerdalha velha de podre, nos zumbis ideológicos, no animal Ciro Gomes, ecc…mas até agora poucos entenderam…fiquem expertos pois a consequência natural é a extinção.

Responder

Marcio

15 de julho de 2019 às 07h32

Eu a indicaria para a Embaixada nos Estados Unidos.

Responder

    Alan C

    15 de julho de 2019 às 10h50

    Chegou tarde! Já houve nepotismo, o representante do brazilzinho será o fritador de hamburger kkkkkkkk

    Responder

      Marcio

      15 de julho de 2019 às 10h58

      …?

      Responder

        frederico costa barros

        15 de julho de 2019 às 12h00

        Como já disse um completo idiota que não consegue entender quando está sendo sacaneado por total incapacidade de raciocínio. Idiota ele estava se referindo ao fato do 00(o tenente) ter indicado o filho zera alguma coisa para embaixada americana e por ser ele chapeiro. Entendeu ou precisa desenhar?!?!?!

        Responder

          Marcio

          15 de julho de 2019 às 12h06

          Vocè mal sabe quando tà com fomeo ou sede e jà quer desenhar…?

Lucas

15 de julho de 2019 às 05h07

Falou muito e disse bastante merda, passando pra uma traidora, que sinceramente traiu a sim mesmo, Ela traiu seu partido (o oficial), seus eleitores (que em sua maioria é de esquerda) e seu mentor (Ciro Gomes). Liberal de cu é rola!

Responder

AlexB

15 de julho de 2019 às 02h24

Não quero dar uma de mais esperto que você, Miguel, que é uma analista político de fato com experiência e conhecimento profundo sobre o assunto, mas tenho de dizer que me espanto com a indignação de tantos(inclusive sua) com o voto dela na reforma da previdência: você realmente acreditava que financiada/controlada por quem é, faria diferente? E mais: chamar os opositores de ‘extrema-esquerda e falar de´nova política'(desde o collor, pelo menos, sabemos de que estirpe essa gente que se diz ‘nova’ realmente é!)… acabou, não dá mais para escrever uma vírgula a favor dessa criatura.

Responder

Paulo

15 de julho de 2019 às 00h00

Não acho que a Tábata seja uma desonesta intelectual. Ao contrário, ela está sendo honesta consigo mesma, talvez, pela 1ª vez – e isto não representa uma crítica ou um elogio, apenas uma constatação. Se isso faz parte de um plano político maior, ainda não sabemos. Mas o tempo dirá, seguramente…apenas acho que o PDT não é o melhor abrigo pra ela. O PSDB é a cara dela, atualmente. Mas, como parece ser um Partido que já viveu seus melhores dias, ela provavelmente tem medo de embarcar…

Responder

Jorge Luis

14 de julho de 2019 às 23h48

Primeiramente, Tabata teve formação sociológica americana, nos USA, berço do capitalismo moderno que explora o mundo para dar uma boa condição de vida a seu povo. O problema de Tabata é que ela não conhece a dialética histórica, dialética materialista e cai num relativismo político que atenua fatos e dialogismo inútil que o capitalismo não respeita. Ela não tem uma visão classista da sociedade capitalista e não entende os meandros das manobras políticas para impor uma pauta burguesa capitalista aos trabalhadores. Em vez de fazer uma crítica mais radical do processo, ela se prende a críticas pontuais, de partes da Reforma da Previdência. Ainda imatura politicamente, ainda vive da teoria dos livros americanos, da sociologia anglo-saxônica e americana que se imbuiu. No Brasil não existe extrema-esquerda mais desde a redemocratização quando as guerrilhas urbana e rural acabaram. Existe uma novidade que é a extrema direita na representação do Bolsonaro. A nossa esquerda é muito socialdemocrata, mais socialdemocrata do que o PSDB. O PT foi um partido tão tolerante com a direita que quebrou a cara. Confiou demais nesse pacto burguês e olha o que aconteceu. Como diz o Lindemberg, a luta institucional democrática tem limites de avanço, pois é preciso conscientizar as massas, criar uma massa crítica ao capitalismo selvagem e explorador, que usa o Estado como comitê político de seus negócios como disse Marx no Manifesto Comunista. Tabata precisa ler um pouco da literatura de esquerda para entender as manobras políticas da burguesia mundial e local. Ela tá muito na visão pueril de que diálogo é a chave da paz mundial. Como a ONU fracassou várias vezes nisso. Quantas vezes os USA desobedeceram a ONU invadindo países, criando guerras localizadas e de que adiantou o diálogo com outras nações em que algumas delas até apoiaram a invasão americana ao Iraque?

Responder

    martha Aulete

    15 de julho de 2019 às 00h16

    E a dialética petista, hein? Frasezinhas?

    “Muito engana-me, que eu compro”

    Nós todos apreciamos consumir alguma coisa, com certa constância. Então isso poderia ser bom.
    Eis:
    Vive o PT© de clichês publicitários bem elaborados por marqueteiros.
    Nada espontâneo.
    Mas apenas um frio slogan (tal qual “Danoninho© Vale por Um Bifinho”/Ou: “Fiat® Touro: Brutalmente Lindo”). Não tem nada a ver com um projeto de Nação.
    Eis aqui a superficialidade do PETISMO:

    0.“Coração Valente©”
    1.“Pátria Educadora™” [Buá; Buá; Buá].
    2.“Haddad agora é verde-amarelo®” [rsrsrs].
    3.“A Copa das Copas ®”
    4.“Fica Querida©”
    5.“Impeachment Sem Crime é Golpe™” [lol lol lol]
    6. “Pronatec©, transformando a Vida de Milhões de brasileiros ™”[kkk].
    7.“Foi Golpe™”
    8.“Fora Temer©”
    9.“Ocupa Tudo®”
    10.“Lula Livre®”
    11.“®eleição sem Lula é fraude” [kuá!, kuá!, kuá!].
    12.“O Brasil Feliz de Novo ™”
    13.“Lula é Haddad Haddad é Lula®” [kkkk]
    14.“Ele não®”.
    15.“Controle social da mídia” (hi! hi! hi!): desejo do petismo.
    16.“LUZ PARA TODOS™” (KKKKK).
    17. (…e agora…):
    “Ninguém Solta a Mão de Ninguém ©”

    18.
    “SKOL®: a Cerveja que desce RedondO”. [Nesse estilo. Desse tipo]

    PT© é vigarista e é Ersatz.

    PT Vive de ótimos e CALCULADOS mitos publicitários.
    É o tal de: “me engana que eu compro”.
    Produtos disfarçados, embalagens mascaradas e rótulos mentirosos. PT!

    Saúde! Alta-Cultura! Segurança! Educação!

    Responder

      15 de julho de 2019 às 10h05

      Só você está falando de PT. O assunto aqui é previdência, aposentadoria ou a dela. è trabalhar mais 5 ou 10 anos para que os bancos fiquem com mais orçamento público.
      Deixe de ser tonta! foco no texto.

      Responder

        NeoTupi

        15 de julho de 2019 às 10h32

        Precisa desenhar para ele entender: se a reforma obriga um tabalhador a trabalhar mais 10 anos, confiscou 120 meses de aposentadoria que ele receberia. Para onde vai o dinheiro? Para os bancos, drenado na forma de “pagamento de juros da dívida”, aquela que paga, paga, paga e nunca diminui.
        Se com a reforma pagará 40% no valor de aposentadorias e pensões, confiscará 40% da aposentaria e pensão de quem cair nesta situação. O dinheiro irá para os mesmos bolsos já citados acima.

        Responder

          Adevir

          15 de julho de 2019 às 11h09

          Se a reforma não sair não vai ter grana pra pagar nem o aposentado nem a dívida. O que fazer? Dar calote na dívida?? Mas aí como o governo arcará com as demais despesas públicas, dado que a arrecadação natural com impostos é insuficiente (deficit fiscal), e ninguém mais lhe emprestará dinheiro através dos títulos públicos, visto ser o governo um caloteiro?? Aumentar impostos?? Quem ainda aceitará pagar mais impostos?? É assim q começa a venezuelização: o ricos dão no pé e os pobres que ficam pra trás que se explodam….

          NeoTupi

          15 de julho de 2019 às 11h53

          Advir, aí é que está a questão. Se o mercado exige reforma da previdência para continuar rolando a dívida, um governo de estadista deveria negociar TAMBÉM com o mercado, e dizer: ok, eu faço a reforma de 1 trilhão em 10 anos, mas dentro do pacote os bancos refinanciam outro trilhão da dívida pública com prazo alongado e juros menores, para equilibrar não só o superávit primário, mas também o superávit nominal (gasto com juros) num pacote só.
          Em tempo: um governo estadista faria reforma da previdência de 1 trilhão diferente desta, atingindo mais os salários mais altos e aumentando a alíquota de contribuição progressivamente de quem ganha mais, inclusive sobre o faturamento das empresas lucrativas (e não apenas sobre a folha de pagamento). Mexeria menos com quem ganha até 2 salários mínimos, até para não desaquecer a economia.
          Em tempo 2: Há outras fontes de receitas que podem ser exploradas: a riqueza do pré-sal está sendo tirada da povo e entregue para petroleiras estrangeiras. A lei Kandir só deveria isentar exportações de produtos que não fiquem competitivos se cobrar o imposto. Dividendos precisam ser tributados. Grandes fortunas também. Isso sim seria justo, pois mexeria mais com privilégios.

          Adevir

          15 de julho de 2019 às 13h37

          O problema é o gasto, meu caro NeoTupi, a despesa. Receita não se aumenta ao bel-prazer. Já o gasto sempre é mais fácil de cortar.
          Falar em renegociar com os bancos é ignorar completamente a natureza dessa dívida. EU sou credor do governo federal, pois eu tenho títulos públicos do governo. E assim é com milhares de poupadores que aplicam no Tesouro Direto. E há tbm fundos de investimentos, que aplicam grana de terceiros em títulos públicos. Claro que há bancos tbm. Vários. Mas é completamente diferente de qdo um cidadão vai num banco financiar algo, tipo um carro por exemplo.
          Falar em reduzir juros, alongar prazos, a primeira coisa que eu faço, e q tds farão, é sacar o que é meu e ir embora procurar outro investimento. Aí como ficará o governo com suas contas a pagar?? Mesma coisa com essa história de taxar fortunas, aumentar impostos. Comece a fazer isso e a primeira cosia q quem puder fazer fará será levar td a grana q tiver para fora do país. Novamente, como ficam as contas a pagar de um governo sem grana?? É a venezuelização da coisa….

        NeoTupi

        15 de julho de 2019 às 19h50

        Caro Advir, imposto sobre herança:
        França: 60%
        Japão: 55%
        Suíça e Alemanha: 50%
        EUA e UK: 40%
        Chile (o modelo para o Guedes): 25%
        Brasil: 4% na média e 8% no máximo.
        Convenhamos que aumentar até 25% não estimula fuga de fortunas. Além disso não tem como levar jazidas minerais para fora, concessões de pedágios, de ferrovias, ônibus e aéreas, de telecomunicações e energia consumida no país, de infraestrutura em geral, de redes varejistas, da produção de agronegócios, e mesmo de determinadas indústrias, principalmente se o país tiver uma política industrial.

        Eu também tenho aplicações de renda fixa e se os juros forem menores eu e a torcida do Flamengo vamos continuar tendo, se não houver outro investimento seguro com taxas maiores. Como a taxa do CDI dos bancos sempre tem como referência a taxa básica de juros dos títulos públicos, se eles caem, a taxa de praticamente todos os outros investimentos de renda fixa caem também. Não haverá grande fuga de capitais, simplesmente porque não tem para onde correr. Somente capitais estrangeiros poderiam sair se achassem a taxa menos atrativa do que investir em outros países. Mas disse que um governo estadista renegociaria cerca de R$ 1 tri da dívida (poderia ser mais ou menos diante de estudos, em contrapartida ao 1 tri da previdencia) e não a dívida toda, justamente prevendo as peculiaridades da origem de cada capital. Após estas medidas, a tendência seria o investidor estrangeiro exigir um prêmio menor (juros menor) justamente com a melhoria das contas públicas sobre o resto das despesas primárias e financeiras reduzidas (redução do risco Brasil).

        A tesouraria dos Bancos investe parte de sua carteira em títulos públicos não é porque pagam melhor, é porque não tem clientela suficiente capaz de contrair tudo em empréstimos com spreads mais altos. Se todas as disponibilidades do banco pudessem ser emprestadas a juros de 3% a 15% ao mês com risco baixo de calote, porque aplicaria parte do dinheiro em títulos públicos que pagam menos de 1% ao mês? De novo, os bancos não tem para onde correr com parte do dinheiro excedente que não conseguem emprestar à clientela com capacidade de pagar, e os títulos públicos estão entre as aplicações mais seguras. Portanto um governo de estadista poderia sim negociar com o sistema financeiro pactos em torno da dívida junto com o pacote da previdência, assim como negociar honestamente com trabalhadores pactos que exigissem algum sacrifício, mas sabendo que daria retorno mais adiante para os próprios trabalhadores.

        Responder

      frederico costa barros

      15 de julho de 2019 às 12h06

      Você é prima ou tem algum parentesco com o Carluxo???? Ou é mesmo um dom da extrema direita ter sempre esse discurso sobre o PT quando o assunto tratado é outro???? Ou talvez seja a incapacidade intelectual porque primeiro você e os Bolsonaros deveriam aprender a escrever a ter um mínimo de raciocínio lógico, mas como disse o seu lider…”fiz um breve retrospecto do FUTURO do brasil(em minúscula porque depois desta vcs assassinaram a Nação). É de uma burrice sem limites!!!!!!!

      Responder

      Jorge Luis

      15 de julho de 2019 às 18h00

      Não entendi sua questão…de ataque idiota. Todo partido tem suas frases de efeito, sua propaganda ideológica, a publicidade de suas ideias, seus slogans… acho que vc nem entendeu o que escrevi e muito menos sabe o que é dialética… comece pela dialética aristotélica até chegar a marxista… que é a lógica das contradições.

      Responder

      Jorge Luis

      15 de julho de 2019 às 22h22

      Acho que the intercept vazou a farsa da lava jato.

      Responder

    Jorge Luis

    15 de julho de 2019 às 18h38

    Não se resolve problema fiscal com Reforma da Previdência, destruindo a seguridade social, o Estado Social. Problema fiscal se resolve com reforma tributária, projeto de desenvolvimento e geração de empregos com o fomento do Estado. A Seguridade Social não tem déficit, e a previdência social só tem déficit na zona rural, e é superavitária na zona urbana. Ora, com o desemprego deste, causado pelo golpe que ampliou o processo recessivo, além de uma reforma trabalhista que prometeu gerar 6 milhões de empregos o que não gerou, mas criou o emprego precário, não dá para solver o problema deficitário a previdência quando o governo pega 30% desta arrecadação para usar em outros lugares. Tem que cobrar os 500 bilhões aos devedores: bancos, empresários, times de futebol etc. Há economistas que dizem que os militares têm mais déficit… por que não tiraram a regalia de filha de militar ser pensionista de Pai? Por que não atingiu o judiciário e policiais federais? Ora, ora, isso é maquiagem para beneficiar o mercado financeiro, impor uma previdência privada para quem não puder se aposentar integralmente com 40 anos e ainda tem que pagar pedágios. O capitalismo é perverso e sua crise não permite que leis trabalhistas e direitos trabalhistas atrapalhem seu processo de acumulação de mais valor.

    Responder

Francisco

14 de julho de 2019 às 23h35

A ‘Redação’, lá pelas tantas, pergunta:
“(…) Por que em nenhum de seus debates e lives ela não foi mais transparente e franca em relação à decisão que tomaria?

Lá no site do ‘Acredito’ a resposta:
“As candidaturas do Acredito (sic) irão se comprometer publicamente com uma carta de posicionamentos e práticas que elas pretendem conduzir, caso eleitas. Se, durante o mandato, as ações da/o candidata/o eleita/o destoarem do que foi combinado com o Movimento Acredito, esta pessoa perderá todo o apoio e os vínculos com o Movimento”, ou seja o ‘Lupi’ e o ‘Ciro’ do Acredito mandariam-na procurar outra turma, talvez a do ‘desacredito’ ou melhor, fechariam o acesso às ‘torneira$’ do movimento.

Responder

Francisco

14 de julho de 2019 às 23h20

Em relação a moçoila em questão, o PDT foi usado como hospedeiro pela turma da bufunfa, para ajudar elegerem um maior número de deputados do projeto, que o Novo partido enrustido dos banqueiros, em substituição ao PSDB, tinha condições de eleger diretamente. Simples assim.

Agora resta descer a mala e seguir viagem.

Responder

JOÃO BATISTA

14 de julho de 2019 às 23h19

Confesso minha surpresa e decepção com essa emergente, neo-coxinha, que elegeu-se graças ao PDT e partidos coligados, já que, individualmente, não teve votos suficientes.
A grana do Acredito não a elegeria, como não elegeu, mas, mercenária, sua fidelidade foi a quem é dono de sua consciência e de seu voto.

Responder

    Alexandre Neres

    15 de julho de 2019 às 09h01

    Que curioso. Há poucos dias critiquei a Tábata pelo seu discurso de combate à corrupção ser lavajateiro, respaldando as sandices do Moro. Disse também que ela tergiversou na entrevista com o Miguel sobre a Previdência, que queria ver o voto dela. Quase fui linchado por você. Quem te viu, quem te vê.

    Responder

Marcos Videira

14 de julho de 2019 às 23h18

MIGUEL – para sua reflexão, o meu entendimento:
Há uma sabedoria milenar que nos ensina que não podemos servir a dois senhores ao mesmo tempo.
Entre o “Acredito” e o PDT, a Tábata escolheu o primeiro.(Felipe Rigone do PSB fez o mesmo)
Está tudo certo, porque ela tem direito de escolher LIVREMENTE a qual grupo pertencer.
No entanto, está faltando uma ação decorrente dessa decisão: pedir a desfiliação do PDT e continuar militando no “Acredito”.
Será que Tábata agirá com dignidade ? Ou vai continuar atuando contra o PDT dentro do PDT ?

Responder

Altino Claudio de Sales Junior

14 de julho de 2019 às 23h02

É interessante como essa menina toma posse da retórica direitista ao chamar de extrema esquerda que defende os interesses dos trabalhadores do povo mais pobre! Abrir mão de direitos do povo mais pobre é ser extrema esquerda! Dá para se imaginar a cabecinha dessa criatura! Ela deveria estar no PSDB.

Responder

Altino Claudio de Sales Junior

14 de julho de 2019 às 22h58

O Cafezinho que defendeu a Tábata, agora ta com o c… na mão da merda que fez?! Será? Essa menina é uma militante infiltrada. Ela deveria estar no PSDB ou outro partido da direita. E aí ela vem com essa retórica estilo partido Novo de “Nova Política” igualzinho ao Bozo!

Responder

    Redação

    14 de julho de 2019 às 23h07

    Leia o artigo. Não tenho medo nenhum, como o artigo deixa bem claro. Nem me arrependo de nada. Faço a crítica a ela com toda a altivez e nobreza possíveis, e ainda assim continuo defendendo-a de fake news e violências:

    Trecho: “No entanto, não vou entrar na onda de linchamento moral da deputada. Não acho também que seu voto chancele todas as fake news que foram e são inventadas contra ela.

    Nem me arrependo de tê-la defendido. A Tábata em que eu acreditei e que eu defendi era uma Tábata trabalhista e comprometida com as causas populares. Se não é esta Tábata que aí está, tenho certeza de que ela estará em outro lugar, com outro nome.”

    Responder

Wilton Santos

14 de julho de 2019 às 22h57

Era previsível a postura que a Tábata Amaral iria tomar. Ela é leal aos financiadores de sua candidatura e os que viabilizaram seus estudos em Harvard. Paulo Lehmann, Luciano Huck e Nissan Guinaze estão satisfeitos com a decisão tomada pela candidata que eles financiaram. Nunca se esqueça de que quem contrata a banda escolhe a música!

Responder

Garibaldi

14 de julho de 2019 às 22h47

Essa menina foi traíra, e este artigo mais parece uma confissão de que realmente participa do partido clandestino que Ciro diagnosticou. Me enganei com ela, essa é a verdade. Deu um nó em si mesma, vamos ver como será seu desempenho em favor da Educação se estiver no Novo ou psdb do Doria. Ou vai trair esta causa também? Acho que sua carreira acabou de acabar.

Responder

    Redação

    14 de julho de 2019 às 22h52

    Obrigado pelo comentário, Garibaldi. Confesso que que nem parei para analisar o artigo da Tábata. Vou ler com calma agora.

    Responder

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