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Professor da UFRJ analisa desmonte do Estado nacional

Por Redação

18 de julho de 2019 : 09h01

No Canal Livre:

Economista: “Bolsonaro não é causa da crise, é infecção oportunista”

O professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Eduardo Pinto analisou o desmonte do Estado nacional promovido pelo governo de Jair Bolsonaro e a paralisia da ala militar, historicamente comprometida com o conhecimento científico, que participa da gestão do Palácio do Planalto.

Ouça a entrevista de Eduardo Pinto:

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2 comentários

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gusfoca

18 de julho de 2019 às 21h22

Resumindo, o país aumenta seu grau de dependência em relação a economias estrangeiras e serve de complemento às mesmas.
De entrevista com o prof. Michael Hudson: “Quando se tem uma teoria econômica disfuncional que é destrutiva em vez de construtiva, isso nunca é um acidente. É sempre resultado de economia-lixo [junk economics] e economia de denpendência sendo patrocinada. Falei com pessoas do Tesouro Norte-Americano e perguntei por que eles todos [os países sujeitos a tais teorias] acabam por seguir os Estados Unidos. Oficiais do Tesouro me disseram: “Nós simplesmente os compramos. Eles o fazem por dinheiro.” Então você não precisa matá-los. Tudo o que você precisa é encontrar pessoas corruptas e oportunistas o suficiente para verem onde está o dinheiro, e você as compra.” Ou ainda:
“A pobreza mundial é vista como solução, não como problema. O Banco Mundial vê a pobreza como força-de-trabalho de baixo custo, criando uma vantagem competitiva para países que produzem bens de modo intensivo em trabalho (…) pobreza para eles é solução (…) que significa maiores lucros para companhias compradas pelos Estados Unidos, Britrânicos e investidores Europeus. Então, pobreza é parte da luta de classes: lucros versus pobreza.”

https://www.counterpunch.org/2019/07/05/the-imf-and-world-bank-partners-in-backwardness/

Entrevista importante para entender por outro ângulo o que é a Lava-Jato, sem certas ilusões (“ah, mas ela também prende corruptos…”, como se isso não fosse só para mostrar, mesmo; i.e., nunca foi o objetivo). É uma célula estrangeira no país, ponto.
Serve para repensar também a radicalidade das ações futuras… se, afinal, trata-se não de democracia mas, antes, de soberania, independência… então… onde estão os limites para se atuar, exclusivamente, dentro da legalidade e da institucionalidade, quando as instituições se colocam como obstáculo INTRANSPONÍVEL ao exercício daquela mesma soberania…? Alguém esperando 2022…?

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Cartes

18 de julho de 2019 às 09h04

O Estado nacional precisa mesmo ser “desmontado”, pois cresceu demais. Não há sociedade que consiga carregar isso tudo nas costas.

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