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PGR defende “processo legal justo”, e um judiciário com “isenção e imparcialidade”

Por Redação

13 de agosto de 2019 : 12h52

“O Brasil quer e precisa de um Ministério Público com coragem para enfrentar a corrupção”, diz Raquel Dodge

CNJ — “O Brasil quer e precisa de um Ministério Público com coragem para enfrentar a corrupção, este vício humano que corrói recursos públicos, maltrata o devido processo legal, é capaz de destruir projetos de vida e interferir na realização do direito à saúde, à moradia, à educação, que é capaz de degradar o meio ambiente, impedir que terras indígenas sejam demarcadas e estimular a destruição de bens, culturas e até da vida desses povos”. A afirmação é da presidente do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e procuradora-geral da República, Raquel Dodge, durante a abertura da 11ª Sessão Ordinária de 2019 do CNMP, a primeira deste segundo semestre.

Dodge destacou que “a grandeza do Ministério Público, e a grandeza dos que o dirigem, está na coragem e lealdade com que abraçam sua missão, na fidelidade que se alicerça na Constituição, e dá vida às promessas e esperanças nela contidas”. Para Raquel Dodge, “a justiça resulta de um devido processo legal justo. Com garantia de efetiva participação ao Judiciário e zelo pelo dever de isenção, imparcialidade, independência dos magistrados, que são, sempre, a garantia das garantias constitucionais”.

De acordo com a presidente do CNMP, “a independência do Ministério Público está assegurada na Constituição e nas leis. Mas precisa ser vivida nos atos e nas palavras de cada membro da instituição, sabendo que o que faz ou deixa de fazer é capaz de refletir sobre todos e todas. Essa é uma dimensão pouco percebida do princípio da unidade”.

Raquel Dodge salientou que nesta segunda-feira, 12 de agosto, comunicou a prorrogação a Força-Tarefa Lava Jato, “uma das mais importantes frentes de atuação do Ministério Público Federal. A atuação de um ofício ministerial perante vara federal em Curitiba, que se constitui em um dos casos mais importantes no combate à corrupção de verbas públicas. E por ser tão grande exigiu da instituição, da Procuradoria-Geral da República, exigiu de vários colegas, oriundos de várias unidades do MPF, solidariedade e disposição para constituição de uma força-tarefa em que o procurador natural fosse auxiliado por alguns pares, vários servidores e outros auxiliares, com reforço administrativo e financeiro capaz de permitir que a missão constitucional fosse adequadamente desempenhada. O apoio da PGR é expressão concreta que alia pensamento e ação, intenção e gesto. O combate à corrupção é dever constitucional”, concluiu Dodge.

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16 comentários

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Mônica Leme

17 de agosto de 2019 às 23h27

Raquel Dose toma umas biritinhas de dia e de noite.
Deveria começar sua limpeza e organização pelo MPF de Curitiba que e um órgão medonho de tanta ilegalidade que comete.

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Apolinário José Pereira

14 de agosto de 2019 às 20h52

Essa senhora Dodge não tem moral pra dizer nada, fica encobrindo os bandidos da Vasajato a mando do espião americano seu esposo. Ela juntamente com toda a cúpula do ministério público federal de Brasília e Curitiba já deveriam serem presos e fuzilados, juntos com o poder judiciario. Prisão nesses pilantras.

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Admar

13 de agosto de 2019 às 23h05

A cara da nossa Justissa Apodrecida!!!

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Marcio

13 de agosto de 2019 às 19h59

Mereçe novo mandato.

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Paulo

13 de agosto de 2019 às 18h08

A Lava-Jato será lembrada na história ou como um marco gigantesco na debelação da corrupção sistêmica, no Brasil; ou como uma tentativa frustrada, boicotada pela velha política (incluindo os que se dizem da nova). O jogo está sendo jogado, e o resultado não está, absolutamente, garantido. A desorientação moral precoce do Governo Bolsonaro pode cumprir um papel decisivo e negativo nesse processo. A tentativa de livrar o dileto filho do COAF e a de nomear outro filho para um cargo de grande importância, sem que esteja minimamente preparado para o mister, atropelando a ética, o bom senso e a honra (quando não, a lei), são demonstrações claras disso…

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    Marcio

    14 de agosto de 2019 às 11h24

    O embaixador nos EUA è um figurino inutil, como qualquer outro

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    Alexandre Neres

    14 de agosto de 2019 às 13h41

    Tudo isso com a conivência do juiz ladrão que você defende. E o Robin, ou pato branco, ou DD, fez vistas grossas quanto aos crimes do 01. Não foi nem ao Fantástico para não ter que responder sobre o assunto. Enquanto isso, o marreco de Maringá livrou a mulher do Cunha por não saber que seu cartão de crédito fosse pago com dinheiro sujo e não quis apreender o celular do maldito Cunha. Um tratamento totalmente diferente do dispensado em outros casos afins. É esta a impoluta força-tarefa que você advoga? Ora Paulo, faça-me o favor, você e a LJ vão posar de moralistas em outro lugar ou no raio que os parta.

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      Paulo

      14 de agosto de 2019 às 19h47

      Se se provar algo contra Moro, eu o condenarei com veemência. E assim em relação a qualquer um. Eu me sinto à vontade pra isso. E você, Alexandre, sente-se à vontade para condenar o Mensalão e o Petrolão? Agora, que a Lava-Jato é um marco, atualmente (não sei se sobreviverá incólume, como afirmei), ninguém pode ter dúvidas…

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Alan C

13 de agosto de 2019 às 18h06

Mais uma que merece uma bala no meio da testa.

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    Lib.

    14 de agosto de 2019 às 09h23

    fascista

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      Alan C

      14 de agosto de 2019 às 10h30

      Vindo de animais como vcs é um elogio, muito obrigado!

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Era dos Boçais

13 de agosto de 2019 às 17h19

acho certo. Afinal, para combater vagabundo precisa ser, no mínimo, vagabundo e meio. Para pegar corrupto só que for bilhões de vezes mais corrupto, pois sem conhecimento de causa não pega nenhum e o mais importante; punir inocente é o que mais faz justiça dado que , os culpados vendo isso vão temer e parar de fazer sacagens

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Virginia Paes

13 de agosto de 2019 às 15h44

E ? Diga aí, Raquel Dodge, o que vem depois desse discurso ? Vai continuar conivente com os crimes cometidos pelo Moro, Deltan e cia ??? Vai continuar dando conivente com as prisões ilegais e politicas de Lula e Vaccari dentre outros ???? Diga aí !!!!

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Netho

13 de agosto de 2019 às 15h02

O Ministério Público só teve um Procurador Geral à altura da Carta de 88.
Foi Cláudio Lemos Fonteles.
O primeiro procurador nomeado por Lista Tríplice em 2003.

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Marcos Videira

13 de agosto de 2019 às 14h44

Raquel Dodge é uma ordinária.
Prorrogar a Farsa Jato é ser conivente com todos os crimes praticados e hoje PROVADOS.
O MP está dominado por criminosos bem remunerados

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Alexandre Neres

13 de agosto de 2019 às 13h46

Quaquaraquaquá. Faça-me rir. Bem fez o Sepulveda Pertence quando se deu conta do que houve com a instituição à qual foi um dos principais nomes a dar a formatação constitucional atual: meu Deus, criei um monstro. Essa senhora engavetou o ano inteiro os processos da Wal do Açaí e da filha do Queiroz pra ver se era reconduzida. Não será, aí saiu de cima dos processos. Fico pensando se fosse alguém indicado pelo PT que cometesse tamanha desfaçatez. O favorito ao cargo faz qualquer negócio para ser procurador-geral, pode ser marxista ou fascista dependendo da situação, roda a baiana se for o caso. Triste fim de uma instituição na qual depositávamos uma enorme confiança no período pós-ditadura. Destaca-se por ser formada por um bando de concurseiros sem escrúpulos loucos por dinheiro.

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