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Eleições 2020: Em São Paulo, Boulos só terá o apoio do PT se “tiver mais votos que nós”, diz Luiz Marinho

Por Gabriel Barbosa

25 de julho de 2020 : 09h47

A viabilidade da chapa Boulos-Erundina (PSOL) têm preocupado a cúpula do PT. Dentro do partido, petistas defendem o apoio a chapa pessolista. Porém, a executiva municipal e nacional querem viabilizar e fortalecer a candidatura de Jilmar Tatto. Internamente, existe um temor que Tatto não tenha competitividade na disputa.

Em evento realizado nesta sexta-feira (24), figuras como Marilena Chauí, Jesse de Souza e o ex-governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, afirmaram que o correto seria o PT apoiar Boulos na capital paulista. Candidatos a vereador pelo partido já adiantaram que podem subir no palanque com o PSOL caso Jilmar Tatto não tenha força na disputa.

Apesar do racha interno, o presidente do PT em São Paulo, Luiz Marinho, reforçou o apoio do partido a Jilmar Tatto, destacou uma suposta “união” do partido, falou que existem “desgarrados” e mandou uma mensagem linha direta para Boulos.

“Se por acaso o senhor Boulos, o PSOL quiser o nosso apoio, é muito simples: tenha mais votos que nós que terá o nosso apoio no segundo turno. Mas nós é que estaremos no segundo turno. Eu nunca vi, eu desconheço que rabo balance o cachorro. Não será dessa vez na capital de São Paulo.”, disparou.

Gabriel Barbosa

Jornalista com passagens pelo Grupo de Comunicação O POVO (Ceará), RedeTV! e Band News FM. Pós-graduando em Comunicação e Marketing Político.

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13 comentários

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Luiz Eduardo

27 de julho de 2020 às 20h54

A prepotência Ptista será desastrosa ao partido. Sou Pdtista e apesar de achar o PSB o partido mais fisiológico da esquerda, e olha que temos muito também, prefiro a união REDE, PDT, PSB e PV do que ficar contando com essa “frente ampla”.

Em BH o PDT já abriu mão, contudo os demais partidos ainda continuam com seus pré-candidatos. Áurea do PSOL é o nome, mas o PT insiste no Nilmario. Grande quadro, mas num fará 5% dos votos. O pior, argumentam que o fato de ser mãe, não pode ser candidata. Vexame!!!! Baixaria!! ??

A minha primeira opção não é o apoio ao Kalil apesar da gratidão que temos a ele. Vale lembrar que ele apoiou Ciro em BH enquanto não tínhamos nenhum vereador na câmara. O que será em 2022 não saberemos, mas é provável que continuemos com ele.

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Sergio da Silva

27 de julho de 2020 às 14h23

Isso é PT, acima de tudo e de todos, parabéns Luiz Marinho o senhor só reforça o anti petismo.

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Felipe Toledo

27 de julho de 2020 às 12h58

Dando bola fora novamente em não apoiar diretamente o Boulos. Com certa prepotência que leva outros tombos e até maiores que já levaram.

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Leandra maria barbosa

26 de julho de 2020 às 20h57

Muito bem, o PT deve lançar seus próprios candidatos, é o segundo maior partido do Mundo, mas eu gostaria que fosse o Eduardo Suplicy

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Alberto Jorge Santos Buarque

26 de julho de 2020 às 14h28

Certissimo!
Quer o apoio do PT, Papo? Leve uma proposta séria a mesa.
Não por causa do Boulos, mas pela forma que pretendem rifar o maior Partido Político do Brasil.

A democracia não pode está submetida a tais critérios e práticas. Da mesma forma que o PT não pode interferir nas escolhas do PSol, o PSol não pode interferir nas escolhas do PT

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Francisco

26 de julho de 2020 às 14h22

Interessante a ‘matemática política’ e o desconhecimento que se tem do PT, o único partido de massas e mais de 40 anos, em nossa história, que a classe dominante tenta destruir (sabe-se lá por que, não é mesmo?) em todo esse tempo, sem conseguir, e agora ‘esses’ mui amigos, feitos linha auxiliar dessa inimiga comum, ‘gente de bem e pais de família’, tentam ‘ajuda-los’ na rancorosa tarefa.

Jilmar Tatto venceu democraticamente as prévias partidárias para decidir quem seria o candidato do PT a prefeitura de São Paulo, derrotando Padilha, minha opção, por pouquíssimos votos.

Jilmar Tatto tem hoje, nas pesquisas que importam, maior percentual de votos que Boulos, mesmo não sendo midiaticamente tão conhecido quanto Boulos (que admiro e tenho certeza, protagonista em futuro breve), mas sendo um candidato com maior penetração nas franjas da periferia de São Paulo e com enorme espaço para crescer, à medida que for dado conhecimento do que já fez, participando dos governos Martha e Haddad.

Mas o PT, perseguido pelo que faz de bom para o povo, segundo ‘esses’, precisa fazer auto-critica, se penitenciar, ceder na hegemonia por ter-se tornado forte em direção ao objetivo comum, ‘aprender’ com Nelson e dizer, ‘Perdoa-me por me traíres’, por me criminalizares, por tentar me destruíres, por tentar me varreres do mapa político, por me odiares por lhe atrapalhares em manter o hereditário Brasil da Casa Grande & Senzala, o Brasil do Patrimonialismo & Desigualdade, em pleno século XXI.

Ao invés de considerar, se há condição de apenas juntas as candidaturas de esquerda chegarem ao segundo turno, discuti-la dentro do contexto Brasil, como um todo, democraticamente, proativamente e sem “Perdoa-me por me traíres”.

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Golden Shower

26 de julho de 2020 às 11h26

Esperar humildade do PT é algo impossível.

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Fábio maia

26 de julho de 2020 às 10h21

O cenário de 22 se houver será completamente diferente.
As cúpulas sabem disso. Para superar s barreira precisam lançar candidaturas majoritárias isoladas.
A sobrevivência da burocracia depende disso.

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Rogério

26 de julho de 2020 às 09h04

Engraçado, todo mundo xinga o PT mas quando vem a eleição todos querem o apoio do partido.

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Celso

25 de julho de 2020 às 20h20

Sempre votei no PT, e continuarei votando, mas a forma como o Luiz Marinho não foi feliz

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Marco Vitis

25 de julho de 2020 às 20h11

Se tiver mais votos do que o PT ?
Ora, então já tá assegurado o apoio !!!

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RODRIGO BONILLO

25 de julho de 2020 às 15h54

Parabéns Sr Luiz Marinho.

Vai perder de novo.

Não aprendem né ? Quanta arrogância numa hora dessas. Apoiar o PSOL em SP é uma luta pela chance real das esquerdas terem outra chance.

Acoooooooorda gente bitolada e fanática !

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Milton Murilo

25 de julho de 2020 às 12h23

O PT deveria analisar mais seriamente o quadro político. Tem agora uma grande rejeição que poderia ser contornada pelo apoio a outros candidatos, no caso Boulos/Erundina. Marinho e seu ditado, extemporâneo, está mais para frasista do que político. Pensar em 2022 é bom.

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