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Com o aval de Guedes, governo pretende privatizar Correios, Eletrobras e mais 13 estatais

Por Gabriel Barbosa

04 de agosto de 2020 : 17h15

Nesta terça feira, 4, o Governo Federal lançou uma lista de 15 empresas públicas que estão em fase de desestatização. 

São elas: ABGF, CBTU, Ceagesp, Ceasaminas, Ceitec, Codesa, Codesp, Correios, Dataprev, Eletrobras, Emgea, Nuclep, Serpro, Telebrás e Trensurb.

Os planos de privatização dessas empresas ganhou força na equipe econômica após a crise causada pelo novo coronavírus.

Para ter êxito na empreitada, o governo precisa ter aprovação da maioria no Congresso para a venda dessas empresas.

Além dos 15 ativos, o Planalto também possui outras 20 estatais que podem ser possíveis de privatização, dentre elas a Embrapa, Infraero e a Codevasf.

Contudo, a equipe econômica tirou da lista de desestatização outras 11 empresas: Amazul, Basa, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, BNDES, Caixa, Casa da Moeda, CPRM, Emgepron, INB e Petrobras.

Gabriel Barbosa

Jornalista com passagens pelo Grupo de Comunicação O POVO (Ceará), RedeTV! e Band News FM.

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15 comentários

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RICARDO A.C. MIRANDA

12 de agosto de 2020 às 11h13

TEM QUE PRIVATIZAR TUDO,NÃO PODEMOS DAR CHANCES Á ESQUERDISTAS INFILTRADOS,SEMPRE TRAMANDO FORMAS E MODOS DE ROUBAR,DESVIAR,COMO FIZERAM O GOVERNO DO pt,OU É fake????

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Paulo

08 de agosto de 2020 às 12h38

“Contudo, a equipe econômica tirou da lista de desestatização outras 11 empresas: Amazul, Basa, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, BNDES, Caixa, Casa da Moeda, CPRM, Emgepron, INB e Petrobras.” Não dá para entender: Qual a função estratégica para o Pais do Banco da Amazônia (BASA) e o Banco do Nordeste (se estes possuem alguma função social/econômica desenvolvimentista em suas regiões de atuação, estas podem ser assumidas pela CAIXA). As demais estas sim possuem funções estratégicas para o País.

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Hood Robin

07 de agosto de 2020 às 21h39

A população não vai ganhar nada com isso. Vai ter serviço ruim e caro. Com é a telefonia. O transporte público, a energia elétrica. Tudo privado e de péssima qualidade. O objetivo destas privatizações é deixar Paulo Guedes mais rico, está óbvio que ele está trabalhando para seu próprio banco BTG e os fundos de pensão americanos. O brasileiro idiota não vê isso.

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Bruno Taletti

05 de agosto de 2020 às 20h21

Sobre as outras empresas eu não tenho muito embasamento para falar, mas a respeito do correios é de extrema importância a privatização!! é necessário acabar com esse monopólio dos correios. Com a privatização surgirão novas empresas concorrentes e consequentemente serviços melhores e com mais opções. Chega deste serviço porco prestado por eles

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    Marcelo

    05 de agosto de 2020 às 22h44

    Correios só tem monopólio de cartas e telegrama vc recebe cartas ainda ? Os serviços de encomendadas são concorrências não existe monopólio.
    Duvido qual empresa vai entregar em todo o Brasil ainda mais em cidades pequenas que não dão lucro .
    Esse e o mal do brasileiro só pensa em si mesmo .

    Responder

    Nelson

    06 de agosto de 2020 às 00h43

    É melhor você não ficar tão entusiasmado, meu caro. Essa história – “para boi dormir”, como dizia, apropriadamente, o meu pai -, de maior competição que garante serviços melhores a preços menores, que só as privatizações nos oportunizariam, ficou só na promessa, na propaganda. Não há uma privatização sequer que tenha entregado ao povo brasileiro o que tanto foi prometido.

    Ainda nesta semana, um colega me falava da enorme diferença, para maior, entre os preços cobrados pelas empresas privadas de entregas, que já existem, estão aí, é só pesquisar, e os praticados pela estatal Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.

    Tudo dentro da normalidade, pois a questão tem a ver com a prioridade de uma empresa privada e a finalidade de uma empresa pública;/estatal.

    A prioridade da empresa privada – não raro a única – é a extração de lucros para o seu dono e/ou acionistas. Estou a demonizar a empresa privada? De modo algum. Estou apenas descrevendo a coisa como ela é. Se vivemos em um mundo capitalista, é natural que essa seja a prioridade da empresa privada. Depois de satisfeita esta, o dono da empresa privada – ou os acionistas dela – vai pensar, se possível, em atender a uma outra prioridade.

    Já a finalidade da empresa pública/estatal é atender da melhor maneira possível ao povo. Povo que é seu legítmo dono. Então, esta empresa vai procurar oferecer ao povo produtos e serviços de boa qualidade a preço justo.

    Ao fazermos essa constatação e levarmos em conta todas as variáveis que envolvem a privatização, não será difícil concluirmos que não há como uma empresa privada entregar um serviço no mesmo nível que uma pública/estatal, ou seja, com qualidade e a preço justo. Antes que te sobressaltes, leia bem o que eu disse: é preciso que levemos em conta todas as variáveis envolvidas.

    Além disso, meu caro, eu te digo que para micro, pequenas e médias empresas – e até mesmo para algumas grandes – a privatização dos correios, como já aconteceu, por exemplo, com a da telefonia e da energia elétrica, não trará benefício algum. Pelo contrário resultará em aumento dos custos de manutenção das empresas. Por qual motivo?

    Simples. Devido ao que afirmei acima: a prioridade da empresa privada, que é a obtenção de lucro. E, dentro da lógica atual, a empresa privada [*] que vier a assumir os Correios – espero que isto não aconteça – vai querer amealhar lucros sempre maiores a cada período que se passar. Para isso, terá que, obrigatoriamente, aumentar seguidamente as tarifas.

    E este frequente aumentar das tarifas vai levar prejuízos para o povo em geral, trabalhadores e também a micro, pequenos e médios empresários, por conta aumento em seus custos. Então, é muito melhor para a esmagadora maioria da população, e para o país, enfim, que os Correios permaneçam como empresa estatal.

    * Detalhe. A confirmar-se essa ruinosa privatização, certamente não seria uma micro, pequena ou média que poria suas mãos nos Correios, mas, uma grande corporação, aumentando assim o já imenso poder que o grande setor privado tem de impor políticas por sobre a vontade e os interesses de 200 milhões de brasileiros.

    Responder

O Demolidor

05 de agosto de 2020 às 00h18

Percebam nos comentários o nível da quinta coluna…..os “privatizadores da esquerda”.

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yoshiro nalata

04 de agosto de 2020 às 23h24

O “novo” Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), que migrou para a Casa Civil e agora tem a economista Martha Seillier como secretária especial, recebeu do presidente Jair Bolsonaro uma missão: acelerar parcerias com o setor privado, não ficar só nas concessões e reforçar sua carteira com a privatização de estatais.

No caso dos Correios, uma das nove companhias incluídas na lista de desestatizações, a encomenda do governo ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é que os estudos sobre uma eventual privatização fiquem prontos em seis meses. “Ninguém aqui tem fetiche por vender ou fechar os Correios”, afirmou Martha ao Valor .

Ela explicou que o objetivo de um novo comitê interministerial, a ser criado por decreto nos próximos dias, é fazer um raio-X dos Correios ao conselho de ministros do PPI para a escolha de uma das alternativas: venda de participação na holding, mas mantendo o controle acionáriocom a União; privatização total, o que exigiria uma lei ordinária ou mudança constitucional devido à quebra do monopólio postal; ou cisão da empresa para a busca de sócios privados em atividades específicas, como encomendas expressas.
fonte: ppi programa de parceria de investimentos

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    Nelson

    06 de agosto de 2020 às 00h56

    Volto a invocar o meu saudoso pai para escrever mais uma réplica.

    Esse tal de PPI difere em muito pouco das altamente ruinosas PPPs implementadas pelos governos do PT. Em ambos os casos, o Estado – leia-se o povo em geral, pois os recursos públicos a nós todos pertencem -, como dizia meu pai, “entra com a maminha, a picanha e o filé” e o empresário privado, grande, é óbvio, “entra com o par de beiço e a dentadura”.

    Ou seja, benesses e mais benesses, “cortesia com o chapéu alheio”, bancadas com o dinheiro de todo o povo. Com incentivos dessa ordem, até eu, que pouco ou nada entendo de administração de uma empresa, me tornaria um empresário de sucesso.

    Com os incentivos e isenções eu conseguiria pagar os salários de dois ou três doutores em administração para que eles tocassem a empresa para mim. O meu trabalho seria apenas posar para as revistas semanais como um empresário de visão.

    Responder

yoshiro nalata

04 de agosto de 2020 às 23h09

UMA BAITA FAKENEWS NÃO TEM LISTA NENHUMA! QUEREM FICAR BEM INFORMADOS SOBRE OS PROCESSOS DE PRIVATIZAÇÃO ACESSEM O SITE ABAIXO:

Programa de Parcerias de Investimentos
http://www.ppi.gov.br

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Amauri

04 de agosto de 2020 às 20h35

Tinha q privatizar tudo! BB e Petrobras inclusive. Não pode sobrar nenhuma!

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    Paulo

    04 de agosto de 2020 às 22h59

    Por quê?

    Responder

Felipe

04 de agosto de 2020 às 18h38

Sou acionista Telebras e venho em respeito a transparência jornalista / ouvinte (cidadão) solicitar o link / fonte dessa lista

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Gabriel

04 de agosto de 2020 às 18h31

Gabriel Barbosa…
Onde está a fonte dessa informação?
Link da lista?

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chichano goncalvez

04 de agosto de 2020 às 17h18

E ai voces funcionarios publico que votaram nesse psicopata, genocida, nazifascista, quer vender tudo, depois coloca o dinheiro da corrupção nos estados unidos, como fez o Pinochet, e nós e voces ficamos seguros no pincel.

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