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Em entrevista ao Roda Viva, Maia fala sobre reformas, impeachment e a sucessão na Câmara

Por Redação

04 de agosto de 2020 : 14h45

Na noite desta segunda-feira, 3, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), concedeu entrevista ao Roda Viva e falou sobre as principais questões envolvendo as reformas tributária e administrativa, o possível impeachment de Jair Bolsonaro e a sucessão na Câmara dos Deputados.

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5 comentários

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Patrice L

05 de agosto de 2020 às 00h41

Como em português não deu pra entender, talvez o Ciro explique melhor em francês como o Maia é bom e o Lula, ruim

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Alexandre Neres

04 de agosto de 2020 às 21h10

Rodrigo Maia, vulgo Botafogo, mostra nessa entrevista porque estamos nessa draga. Não passa de um utilitarista, que defende com unhas e dentes a pauta neoliberal.

Teve a pachorra de dizer que mantém sua convicção e não se arrepende de ter apoiado o impeachment da Dilma, em que não foi comprovado crime de responsabilidade, mas não vê elementos para levar adiante o impeachment de Bolsonaro, quando há crimes de sobra.

Meu ponto aqui não é levar a cabo o impeachment. Defender o impedimento de Bolsonaro neste momento é ser tão irresponsável quanto ele. Precisamos de deixar de ser uma república bananeira e parar de querer tirar presidente como se fosse uma coisa banal, em total desrespeito à soberania popular. Devido à gravidade que representa, tal instrumento só pode ser utilizado em situações extremas. Infelizmente, fizemos por merecer passar por esse calvário que esse desgoverno representa.

Todavia, isso não limpa a barra do Botafogo. Não tem como querer brigar com fatos e evidências. Se quisermos sair do impasse no qual nos metemos, não há como querer justificar o injustificável, tampouco fingir não ver as consequências desastrosas dos próprios atos. Mais do que a extrema-direita, a maior responsável pela situação deplorável em que nos encontramos é a centro-direita, que não tem o menor compromisso com a democracia e com as regras do jogo previamente estabelecidas, sobretudo se for para manter intactos seus privilégios.

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    Paulo

    04 de agosto de 2020 às 23h05

    Alexandre, o Botafogo é um sujeito investigado sob suspeita de caixa 2 e tem raiva ancestral da Lava-Jato e de Moro. Por isso não propõe o impeachment, porque poderia ser arriscado…Mas proporá a inelegibilidade de Moro. Quer apostar?

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      Alexandre Neres

      06 de agosto de 2020 às 00h17

      Çei, Paulo

      ‘Moro certamente será candidato forte nas eleições de 2022’, diz Maia

      Do UOL, em São Paulo

      05/08/2020 09h21
      Atualizada em 05/08/2020 10h21
      O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro será um nome forte para as eleições de 2022, caso decida disputar a Presidência da República.

      “Moro, se for candidato, e acho que ele está começando a se preparar para isso, certamente será um candidato forte nas eleições de 2022”, declarou Maia em entrevista à rádio Banda B, de Curitiba, na manhã de hoje.

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      A declaração do presidente da Câmara vem em um momento em que tramita na Casa um projeto que prevê quarentena de seis anos para que juízes possam se candidatar a cargos públicos. Atualmente, esse período é de apenas seis meses.

      Maia e o presidente do STF (Superior Tribunal Federal), Dias Toffoli, chegam a defender publicamente uma quarentena ainda maior, de oito anos.

      Apesar da discussão no Congresso, Maia afirma que que a quarentena não tem o objetivo de tirar Moro de uma eventual disputa presidencial.

      “Acho que ele tem toda a legitimidade, todo direito de ser candidato a presidente e não pode uma lei tirar dele esse direito. Uma coisa é quarentena para quem está em uma função do Estado, mas outra coisa é uma quarentena para quem já saiu, quer dizer, eu não quero disputar com o Moro então eu tiro o Moro do jogo”, afirmou.

      Outros nomes
      Na entrevista, Maia citou outros nomes que, segundo ele, também podem entrar fortes na disputa presidencial em 2022. Entre eles estão Ciro Gomes (PDT), o ex- ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e o apresentador Luciano Huck.

      “Acho que tem muitos nomes que estão nesse campo aqui, mas que precisam entender que precisa sair um nome único daqui para que a gente tenha chance de disputar uma eleição contra o presidente Bolsonaro e contra o PT, que são as duas principais forças da política brasileira hoje”, disse.

      Responder

Fábio maia

04 de agosto de 2020 às 19h27

Libera a moderação!!! Já sei Não quer deixar o aliado melindrado

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