Comentários sobre: Brasil continua asfixiado pelo pagamento de juros da dívida https://www.ocafezinho.com/2021/01/20/ifi-governo-gastou-r-313-bilhoes-com-juros-da-divida-publica-nos-ultimos-12-meses/ Portal de noticias e análises sobre política brasileira, geopolítica, economia, tecnologia, sempre numa perspectiva democrática, progressista, anti-imperialista e multipolar! Fri, 22 Jan 2021 20:45:33 +0000 hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 Por: Paulo https://www.ocafezinho.com/2021/01/20/ifi-governo-gastou-r-313-bilhoes-com-juros-da-divida-publica-nos-ultimos-12-meses/#comment-665078 https://www.ocafezinho.com/?p=119539#comment-665078 Isso abaixo é perfeito pra vcs, seus esdrúxulos.

“Mesmo depois de tantos anos, há ainda um entendimento precário, para dizer o mínimo, das consequências dos desequilíbrios fiscais, isto é, o excesso de gastos sobre receitas, em particular como podem se tornar um problema incontornável para o país.”
https://www.infomoney.com.br/colunistas/alexandre-schwartsman/imunidade-de-rebanho/

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Por: José https://www.ocafezinho.com/2021/01/20/ifi-governo-gastou-r-313-bilhoes-com-juros-da-divida-publica-nos-ultimos-12-meses/#comment-664928 https://www.ocafezinho.com/?p=119539#comment-664928 Em resposta a Nelson.

Pra mim tem sido muito bom. E eu não sou dos 5% não, pode acreditar.

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Por: Nelson https://www.ocafezinho.com/2021/01/20/ifi-governo-gastou-r-313-bilhoes-com-juros-da-divida-publica-nos-ultimos-12-meses/#comment-664852 https://www.ocafezinho.com/?p=119539#comment-664852 Lá em 1994, quando vi todo o entusiasmo com o Plano Real que advinha da mídia hegemônica e de seus comentaristas, do duo FMI/Banco Mundial e dos países ricos, comecei a desconfiar de que não seria boa coisa para a esmagadora maioria, uns 95% do povo brasileiro.

O tempo só se encarregou de demonstrar que eu não estava delirando em minhas desconfianças.

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Por: Nelson https://www.ocafezinho.com/2021/01/20/ifi-governo-gastou-r-313-bilhoes-com-juros-da-divida-publica-nos-ultimos-12-meses/#comment-664851 https://www.ocafezinho.com/?p=119539#comment-664851 Em resposta a Netho.

Concordo. Para mim, o Plano Real foi o pior plano econômico já impingido à nação. Trocamos inflação alta por taxa de juros altíssima e por uma carga tributária também bem mais alta, além da obrigação, absurda, de privatizarmos nosso patrimônio mais e mais e de destruirmos os direitos sociais dos trabalhadores e do povo como um todo

Essa destruição dos direito sociais significa o desmantelamento de algo que seria essencial para darmos o necessário salto na direção de um estágio superior de desenvolvimento, a seguridade social, que ainda não estava plenamente consolidada.

Se nos fosse imposta para garantir mais recursos públicos para investimentos na infraestrutura do país, poderíamos aceitar. Mas, não foi para isso. A carga tributária mais alta nos foi imposta para que o governo federal pudesse compensar os gastos maiores com a rolagem da dívida e o pagamento de seus juros a um pequeno grupo de rentistas.

A mídia hegemônica e seus comentaristas e uma enorme parcela de economistas e administradores desconhecem isso? De forma alguma. São todos sabedores. Porém, “11 em cada 10” desses especialistas procuram engabelar o povo ao invés de exporem as coisas como elas realmente são.

Assim, ouso dizer que estão todos mancomunados no crime inominável que vem sendo cometido contra o futuro do país e de seu povo há mais de 26 anos.

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Por: Batista https://www.ocafezinho.com/2021/01/20/ifi-governo-gastou-r-313-bilhoes-com-juros-da-divida-publica-nos-ultimos-12-meses/#comment-664838 https://www.ocafezinho.com/?p=119539#comment-664838 Vcs são incrivelmente burros. Esqueçam o Lara Resende. Aprendam com quem entende do assunto. https://www.youtube.com/watch?v=S5gF4KhsNVw
O juro que o governo paga não é uma escolha dele, mas uma consequência de outra escolhas dele. Ele até tenta impor a sua taxia Selic, mas o mercado não é obrigado a aceitá-la.
Como vcs querem que o endividamento diminua se vcs mesmos propõem aumento de gasto público?? Fim do teto de gastos?? Governo só destrava economia deixando de atrapalhá-la. Para isso precisa diminuir seu gasto. O que vcs propõem é exatamente o contrário do que precisa ser feito!

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Por: Abimael Aguera Camargo Alvarez https://www.ocafezinho.com/2021/01/20/ifi-governo-gastou-r-313-bilhoes-com-juros-da-divida-publica-nos-ultimos-12-meses/#comment-664822 https://www.ocafezinho.com/?p=119539#comment-664822 Então, qual a mágica. Muda tudo no meio do jogo, troca a roda com o carro andando, declara moratória da dívida?
Acho interessante tantos números apresentados para um palpite sem nenhuma fundamentação de como fazer.
Chama o presidente de sociopata, mas não demonstra solução real.
Moratória igual a Argentina? Pense em microeconomia, pare de pagar seu aluguel e suas contas e veja se ainda vai ter casa, carro, comida e crédito.
É cada um apresentando a solução que até me dei o trabalho de escrever o comentário.

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Por: Netho https://www.ocafezinho.com/2021/01/20/ifi-governo-gastou-r-313-bilhoes-com-juros-da-divida-publica-nos-ultimos-12-meses/#comment-664667 https://www.ocafezinho.com/?p=119539#comment-664667 Fiz esses cálculos com os dados dos anos 90, antes e após o Plano Real, para comprovar que o Plano Real havia simplesmente trocado o “IMPOSTO INFLACIONÁRIO” pelo “IMPOSTO USURÁRIO”. Vale dizer, no linguajar do mercado, um “trade off” de INFLAÇÃO por ENDIVIDAMENTO.
Portanto, o que se viu foi a substituição da ESPIRAL INFLACIONÁRIA pelo DÍVIDA ESPIRALADA.
Lara Rezende, propositalmente, começa a contar a série da relação DÍVIDA/PIB a partir de 2002. Não por acaso, como tendo sido um dos 3 economistas do Plano Real (Pérsio Arida, Lara Rezende e Edmar Bacha), claramente procura ocultar a série do pós-Real.
Para quem quiser confirmar, basta realizar a mesma série a partir de janeiro de 1992 até dezembro de 2002 e constatar as provas materiais da fundamentação retromencionada.
ANTES do Plano Real, a relação dívida/PIB não chegava a 3(três) por cento (3%).
DEPOIS do Plano Real chegou a 13(treze) por cento (13%) em 1999 e foi a 15% na crise da Rússia.
Vale dizer que o próprio Lara Rezende sempre soube que o Plano Real tão somente seria sustentável mercê do encilhamento da dívida pública com pagamentos crescentes de encargos financeiros da União, por conta o crescimento do estoque da dívida sobre a qual os juros, mesmo quando diminuídos, incidiriam consumindo recursos orçamentários cada vez maiores.
Atualmente, cerca de mais de 47% da arrecadação tributária é reciclada em amortização e pagamentos dos encargos financeiros da dívida pública mobiliária da União.
ANTES do Plano Real, não se comprometia sequer 20% da arrecadação tributária.
Não por acaso a CARGA TRIBUTÁRIA foi elevada em dez (10) pontos percentuais, passando de 24% do PIB ANTES do Plano Real, para os atuais 34% do PIB.
Vale dizer: não só o imposto “inflacionário” antes do Real foi substituído pelo imposto “tributário”, como o imposto “tributário” foi maior que o próprio imposto “inflacionário”, como também a inflação nunca deixou de estar presente e ainda implicou um espólio maldito: a explosão da dívida pública.
Sem atacar metade do estoque da dívida mediante a REESTRUTURAÇÃO NEGOCIADA tanto de prazos quanto dos juros de curto, médio e longo prazos, não há saída possível da BANCARROTA EXTRA-OFICIAL em que o país já chafurda desde as depressões econômicas contratadas na gestão de Joaquim Levi no início do segundo governo desastrado de Dilma Roussef.
O quadro atual é ainda pior que o vigente nos anos de 2015/2016 quando o PIB foi negativo durante o biênio na cada dos -3%.

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