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Empresas atingidas pela Lava Jato deixaram de faturar quase R$ 600 bi

Por Redação

06 de julho de 2021 : 17h17

Para além do discurso falacioso de combater a corrupção atropelando todos os preceitos jurídicos e gerando nulidades, a Operação Lava Jato também foi responsável pela quebra iminente de empresas e consequentemente na destruição de dezenas de milhares de empregos.

O Poder360 fez um levantamento minucioso sobre o faturamento das empresas atingidas no período de seis anos, entre 2014 e 2020, quando a força tarefa ainda estava em plena atividade.

De acordo com o levantamento, a empreiteira Odebrecht lidera o ranking das empresas que viram derreter o seu faturamento em estonteantes R$272 bilhões. Em seguida, a Petrobras com prejuízo de R$148 bilhões.

Vale lembrar que atualmente, o ex-juiz Sérgio Moro trabalha para a Consultoria Alvarez & Marsal que administra a massa falida da Odebrecht. Ao todo, as 12 empresas que foram alvos da Lava Jato perderam R$563 bilhões até 2020.

Fonte: Poder360

Também foi levantado as baixas dos trabalhadores dessas empresas e cerca de 206,6 mil deixaram seus postos de trabalho devido a Lava Jato.

“A conta refere-se ao máximo de empregados que havia antes da operação Lava Jato e ao que as empresas passaram a ter, de acordo com o registro mais recente. Não foram consideradas eventuais variações ao longo do período, para mais ou para menos”, ressalta o levantamento.

Fonte: Poder360

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10 comentários

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lucaslegal2021

07 de julho de 2021 às 13h15

É… Se as empresas quebraram, imagina os funcionários delas e os empregados ao longo das cadeias produtivas. As empreiteiras dos EUA agradecem. Teria sido possível isolar os sócios das empresas, dando-lhes as punições cabíveis, continuando, de modo viável, com as atividades empresariais lícitas e descartando os prováveis lados fraudulentos das organizações. Mas o objetivo da tal República de Curitiba era fazer outro tipo de esquema…

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lucaslegal2021

07 de julho de 2021 às 13h14

É… Se as empresas quebraram, imagina os funcionários delas e os empregados ao longo das cadeias produtivas. As empreiteiras dos EUA agradecem. PS. Teria sido punível isolar sócios das empresas, continuando, de modo viável, com as atividades e descartando os prováveis lados fraudulentos. Mas o objetivo da tal República de Curitiba era fazer outro tipo de esquema…

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Luiz

07 de julho de 2021 às 10h09

Dada a inspiração globalista, palavra que não me inspira, mera trivialidade estruturalista, frente à definição de “mercado”, números são números, E, no caso, os “dados” são mais perfeitos. Por exemplo, Cuba é um pe

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    Luiz Cláudio

    07 de julho de 2021 às 17h15

    Meu comentário apareceu truncado por erro próprio de digitação. Mas dizia, eu, que Cuba é um pequeno “mercado” e prosseguiria no sentido de minorar os efeitos das trocas sobre a distribuição dos bens. Coisa um pouco fora da tecnocracia financeira.

    Responder

Paulo

06 de julho de 2021 às 19h30

Elas deixaram de faturar e certamente outras adentraram o mercado e faturaram tanto ou mais, com a vantagem de não desviarem recursos públicos (ou desviarem menos, o que não comemoro) e contribuírem com seus impostos tanto por tanto, igualmente…Argumento falacioso…Isso tudo se prende à tentativa de demonizar a Lava-Jato e Moro, especialmente…No fim, a história não absolverá Lula nem o PT…Venham com a narrativa que vierem, pois o desvio de recursos públicos para o partido foi idealizado lá atrás, em Santo André, e jamais abandonado desde então, como estratégia política…

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Baiano

06 de julho de 2021 às 19h27

e vcs estão preocupados com isso??? eu não.

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EdsonLuiz.

06 de julho de 2021 às 19h14

Quantos empregos deixaram de ser criados pelas práticas danosas destas empresas corruptas e corruptoras?

Quanto de investimento a Petrobras deixou de fazer para usar os recursos em benefício dessas empreiteiras corruptas? Quantos empregos deixaram de ser criados por isso?

Quantas empresas saudáveis demitiram seus funcionários e fecharam as portas por serem descartadas de forma fraudulenta repetidamente das concorrência até definharem?

Tenham dó do nosso paìs! Não protejam a fraude e a corrupção!
bolsonaro não tem! Você pode ter?

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EdsonLuiz.

06 de julho de 2021 às 17h56

Combater corrupção não atrapalha a economia. O que atrapalha a economia é as empresas terem a corrupçào como modelo de negócios.

Se uma empresa é retirada do mercado por ser corrupta ou corruptora, outra empresa ocupa seu espaço no mercado.

O qus acontece em uma cesta de frutas quando nào é retirada a fruta que está podre? As outras frutas apodrecem!

Então: é para retirar da cesta as frutas podres? Ou é para deixar as frutas podres na cesta?

É para combater a corrupção e deixar o mercado livre de vírus empresarial? Ou é para deixar a corrupção virar epidemia no meio empresarial

É para combater os políticos corruptos? Ou é para deixá-los agir livremente e dizendo que não sabiam de nafa?

O que o mercado ganha com a impunidade de corruptos e corruptores?

O que o Estado arrecada mais com a impunidade de corruptos e corruptores?

Qual o benefício para o povo em deixar impune a corrupção de políticos e empresários.

Então, se aparecerem as empresas envolvidas na corrupção dos bolsonaros é para deixá-las impunes?

Se punir as empresas corruptas ligadas a bolsonaro o Brasil vai perder receitas e empregos?

E mesmo que fosse perder, seria para deixá-las no mercado corrompendo e sendo corrompidas, em prejuízo das empresas saudáveis?

E aí:

É ” Abaixo a Odebrecht” ?
Ou ” Viva a Odebrecht! Viva a corrupção”?

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Galinzé

06 de julho de 2021 às 17h42

Ganhar triplex, reformas de sítios e mais… em troca de favores é proibido.

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Kleiton

06 de julho de 2021 às 17h41

Empresa envolvidas em corrupção promovida pelo PT e Comparsas…

Quanto dinheiro público sumiu antes da lava jato em 50 anos de Brásil e quanto teria sumido sem a lava jato até hoje ?

A lava jato foi um marco e dificilmente a corrupção voltará naquele patamar.

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