Fundador do Instituto Ideia vê chance de Lula vencer no 1° turno

Moro diz que Bolsonaro e Lula têm medo dele

Por Redação

11 de janeiro de 2022 : 17h56

Nesta terça-feira, 11, o ex-juiz e pré-candidato a presidência, Sérgio Moro, afirmou que o ex-presidente Lula e Jair Bolsonaro “têm medo” de sua postulação ao Planalto.

“Essa história de que prestei serviço para Odebrecht é totalmente mentirosa. Bolsonaro e Lula ficam disseminando mentiras porque têm medo da minha pré-candidatura”.

A declaração foi feita durante entrevista ao Mário Kertész, na rádio Metrópole de Salvador. O ex-juiz também responsabilizou Bolsonaro pela volta de Lula ao jogo eleitoral.

“A gente sabe que esse governo desmantelou o combate à corrupção, a gente sabe que esse governo quer entregar o poder ao Lula de novo. Ele [Bolsonaro] é o principal responsável pelo Lula ter voltado porque esse governo é um fracasso”.

Assista a entrevista completa!

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8 comentários

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Antonio Picolli Filho

14 de janeiro de 2022 às 13h32

Só sei dizer que Moro colocou na prisão vários políticos que roubaram a nação e desconheço algum político que Lula ou Bolsonaro puniram, somente apoiaram o vandalismo e a corrupção motivos que no Brasil morrem e são assaltados cidadãos trabalhadores e bandidos são absolvidos por juízes indicados por eles.

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Marcus Padilha

12 de janeiro de 2022 às 13h22

Hahahahahahhhaaah.

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Anderson

12 de janeiro de 2022 às 00h28

O Moro sendo Moro. Não tem coragem de responder perguntas cruciais, como a coercitiva do Lula e o vazamento ilegal do grampo da Dilma. Jurou que antes do PT não existia corrupção na Petrobras, nem no país. Se coloca como palatino da seriedade e se esquece da operação BANESTADO, cujos envolvidos pelo desvio de bilhões de reais eram do PSDB, partido que nem foi citado por ele quando elencou os envolvidos na LavaJato. Falta conteúdo, falta seriedade, falta cintura política. Sem futuro!

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Paulo

11 de janeiro de 2022 às 22h48

Certinho, certinho, esse “tal” de Moro…Os extremos o temem, porque ele representa o equilíbrio (gostemos ou não)…E seguem as narrativas, tendentes a instituir a dúvida no âmago do eleitor brasileiro, para se prevalecer dela …Como nos falta educação política…

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Fanta

11 de janeiro de 2022 às 20h22

Moro se tornou um Kim Katarolinhas Sênior.

Que fim de carreira triste…

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EdsonLuíz.

11 de janeiro de 2022 às 19h45

Esses candidatos falam cada uma!

Estou falando de Moro e do que ele fala aí em cima, mas estou falando do que falam os outros candidatos também, Ciro, Lula, bolsonaro, Dória…

Todo um país para ser construído e eles falando essas coisas. Há mesmo uma nação para ser construída; que uma nação, nem isso ao menos nós temos.

O Brasil já passa de 500 anos. E o que é o Brasil? Temos esse nome, mas não sabemos direito o que nos arde por dentro e que nos faz nacionais, patriotas, cidadãos!

Eu não sei direito o que é o Brasil! Você sabe? Para você o Brasil é um país? É uma nação? Temos um povo? Temos um Estado Nacional?

Mesmo as identidades, as mais antigas e as mais modernas, quando se apresentam para serem discutidas, se querem calar! E quando pensamos que há setores, forças políticas, com interesse saudável em discutir essas identidades e reconhecê-las, para que ganhem institucionalidade e possam ser articuladas na forma de um povo, nos enganamos: a força “progressista” que simula interesse não está exatamente interessada em reconhecer, permitir autonomia, emancipação e inclusão dessas identidades e suas culturas, mas em usá-las para seus projetos e interesses particulares, instrumentalizando seus objetivos e seus líderes, capturando sua força e capitalizando suas conquistas. E pior é que os líderes desses movimentos identitários, que deveriam visar a constituição desses movimentos como instituições de toda a sociedade, em sua grande maioria aceitam ser cooptados para servirem a interesses políticos e ideológicos de grupos particulares, perdendo a necessária articulação com a sociedade em geral e estreitando a possibilidade de serem adotados e assimilados como movimentos legítimos e necessários de toda a sociedade. Pelo contrário: aceitando ser instrumentalizadis por algumas forças, passam a sofrer a oposição das demais, tornando vulnerável os movimentos e suas conquistas.

Como tratamos o exercício da política como guerra de posição, que é tudo o que política não é, talvez nós não consigamos nunca nos articular e nos reconbecer como uma sociedade, no seu pluralismo e identidade, e assim, nunca consigamos fazer desse lugar um país!

Ou você acha que a isso que temos nós podemos chamar de país?

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    Anderson

    11 de janeiro de 2022 às 23h49

    Acuma?

    Responder

Willy

11 de janeiro de 2022 às 19h19

O que aconteceu com o Moro…? Ta completamente perdido, a politica nao é claramente coisa pra ele.

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