Bahia: Refinaria privatizada provoca desabastecimento de Gás de Cozinha

Foto: Marcos Corrêa/PR

Bolsonaro torrou em média R$100 mil por motociata no cartão corporativo

Por Redação

23 de janeiro de 2023 : 09h19

Uma reportagem do Estadão mostra que as notas fiscais que comprovam os gastos de Jair Bolsonaro com cartão corporativo revelam que as motociatas custavam, em média R$ 100 mil, aos cofres públicos e tinha a participação de 300 militares.

Outros documentos classificados como reservados também mostram que as viagens de Bolsonaro custavam muito caro ao governo, principalmente nas motociatas que eram feitas como evento de campanha antecipada do ex-presidente.

Por exemplo, na motociata no Rio de Janeiro em maio de 2021, Bolsonaro torrou cerca de R$ 116 mil e ainda contou com a escolta de policiais militares, tropa de choque, socorristas e militares do próprio Exército. Para essa motociata, mais de 200 integrantes das Forças Armadas foram escalados.

Apesar dos gastos com militares no cartão corporativo, não constam os gastos de combustível das aeronaves, que acabaram sendo custeados pela Força Área Brasileira (FAB). Em fevereiro de 2021, Bolsonaro se hospedou em São Francisco do Sul (SC) e ficou com familiares e assessores no Forte Marechal Luz.

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8 comentários

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GENOCIDA PRESO

26 de janeiro de 2023 às 20h46

quero ver o ex-presidente fujão/cagão ir para a papuda ficar ao lado do daniel silveira

tic tac sua hora vai chegar

e ficará inelegível igual ao parça de cela

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Andrea

23 de janeiro de 2023 às 19h20

Não é verdade que os gastos do Bolsonaro foram menores que os gastos dos governos Lula ou Dilma. O primeiro gasto divulgado pela imprensa estava errado. O gasto verdadeiro obtido posteriormente no Portal de Transparência é de três vezes maior, de R$ 75 milhões, muito maiores que de qualquer outro governo anterior,

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Cézar

23 de janeiro de 2023 às 15h15

Mais uma atividade psra militar, além de pintar meio-fio, servir de batedor ou abre alas para candidato em capanga fora de época. Ou seja, militar no Brasil não passa de guarda municipal ou meganha, kkk

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Dr MacPhail

23 de janeiro de 2023 às 14h50

O Globo – 21/01/2023

“De acordo com a Secom, uma nova publicação sobre os registros de gastos será feita em breve pela Secretaria-Geral da Presidência da República (SGPR), uma vez que despesas com o cartão corporativo de Bolsonaro estão incompletos e não foram incluídas “na extração original”.

A quantia gasta pelo cartão corporativo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi disponibilizada no site da Secretaria-Geral da Presidência da República após a queda do sigilo destes dados, diante do fim de seu mandato. O pedido pela divulgação das informações foi feito pela agência Fiquem Sabendo.

No total, foram gastos no cartão corporativo R$ 27 milhões ao longo dos últimos quatro anos. Valores inferiores do que consta como dados informados pelo Portal da Transparência, que chegam a 75 milhões.”

Para entender por que razão tal informação, ainda parcial, foi ‘aparentemente’ divulgada pelo novo governo de forma a favorecer o ex-presidente, se então comparados apenas os valores totais gastos de cada um dos governos recentes, e não os detalhes:

Yahoo Notícias – 15 de janeiro de 2023

“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) destituiu toda a diretoria da EBC (Empresa Brasileira de Comunicação) na noite de sexta-feira (13) e nomeou a jornalista Kariane Costa para a presidência, de forma interina.

A troca no comando foi acelerada após a linha editorial adotada nos atos golpistas do último domingo (8), segundo auxiliares do chefe do Executivo. Os diretores eram ainda da gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A avaliação é a de que a estatal estava com uma postura distante da adotada pelos demais veículos de imprensa, com o objetivo de minimizar os atos.

Um integrante do governo citou, como exemplo, que as pessoas que depredaram a sede dos três Poderes eram chamadas de manifestantes, em vez de vândalos ou golpistas.

Outro afirmou que o temor era de que a cúpula indicada por Bolsonaro tivesse sido ainda mais radical na cobertura do ato golpista. Havia receio de que a empresa fosse utilizada para eventualmente propagar ideias antidemocráticas ou que houvesse uma espécie de sabotagem técnica, interrompendo transmissões da Presidência, por exemplo.

No dia seguinte ao ato golpista, o jornal da TV Brasil transmitiu a sessão do Congresso e colocou uma passagem do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o que foi interpretado por petistas como provocação.

Dessa forma, a Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência), sob a qual fica subordinada a EBC, decidiu iniciar a transição na EBC. Nos próximos 30 dias, a pasta deve iniciar um processo de reorganização da empresa e retirada de indicados de bolsonaristas em postos-chave.”

Pelo jeito, pós a transição e o êxtase da nomeação, Pimentão já meio que se ligou com a pronta ‘dica presidencial’ passando o rodo na EBC, e já meio que providenciou à prestação (em 30 dias!!!), a faxina de patriotas incrustrados e esquecidos na Secom, que provavelmente facilitaram a troiana informação parcial sobre os gastos do ex-presidente in Orlando, para confundir a massa, única rota à fuga que lhes resta após o ‘Waterloo dos Patriotários na Praça dos Três Poderes”, precedido pela “Revoada Fuga das Galinhas Depenadas para Orlando”.

Coisas do Brasil!

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carlos

23 de janeiro de 2023 às 13h44

Eu estou mais do que convicto, que esse genocídio miliciano foi presidente de firma premeditada prá sustentar a vaidade da família, e maltratar o povo brasileiro , judiar sustentar o ego da família acima de qualquer outra coisa.

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Natalia

23 de janeiro de 2023 às 12h01

O retorno economicos que estas motociatas deram foram muito maiores que o gasto.

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carlos

23 de janeiro de 2023 às 10h54

Como é difícil ser presidente no Brasil, abandona o povo a própria sorte, o outro vai lá mostrar o descalabro, e não toma medidas urgente como requer o caso, na próxima eleição se não houver solução acertada prá minorar os problemas do povo votaremos nulo e faremos campanha para o nulo votar.

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Paulo

23 de janeiro de 2023 às 10h28

É verdade que os gastos com cartões corporativos, nos Governos Lula/Dilma, foram superiores aos de Bolsonaro? Não que justifique gastar com motociatas para autopromoção…

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