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Margem equatorial pode ser a maior reserva de petróleo do Brasil

Uma área extensa ao longo da costa brasileira, conhecida como Margem Equatorial, está sob os holofotes como potencial sede das maiores reservas de petróleo e gás do Brasil. Estendendo-se por mais de 2,2 mil quilômetros, do Amapá ao Rio Grande do Norte, a região apresenta características similares às grandes reservas encontradas no Suriname e na […]

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Uma área extensa ao longo da costa brasileira, conhecida como Margem Equatorial, está sob os holofotes como potencial sede das maiores reservas de petróleo e gás do Brasil.

Estendendo-se por mais de 2,2 mil quilômetros, do Amapá ao Rio Grande do Norte, a região apresenta características similares às grandes reservas encontradas no Suriname e na Guiana, nações que vivenciaram um significativo crescimento econômico, conforme reportado pela Agência Sputnik.

A Petrobras, que enfrentou a recusa do Ibama para a licença ambiental em 2023, defende a segurança dos procedimentos propostos.

A empresa argumenta que os riscos ambientais são minimizados pela distância da costa e pela expertise em exploração em águas profundas.

A perfuração do poço Pitu Oeste, a 53 quilômetros da costa na bacia Potiguar, marca um passo importante, com previsão de três a cinco meses para confirmar a presença de petróleo.

Localizada em profundidades superiores a 2,8 mil metros, a Margem Equatorial percorre cinco estados brasileiros.

Especialistas estimam que as bacias da região contenham mais de 30 bilhões de barris de petróleo, uma reserva potencial para além de 2050.

Apesar das perspectivas animadoras para a segurança energética, a preocupação ambiental permanece.

Ambientalistas alertam para a vulnerabilidade do ecossistema local e a proximidade com a foz do rio Amazonas.

A falta de estudos ambientais detalhados na área, especialmente perto da Foz do Amazonas, é uma preocupação crescente.

A Petrobras ressalta a relevância estratégica da Margem Equatorial para a economia das regiões Norte e Nordeste, enfatizando os benefícios como criação de empregos e desenvolvimento de cadeias de fornecedores.

Contudo, as emissões de carbono decorrentes da exploração levantam questões sobre o impacto nas mudanças climáticas.

A Margem Equatorial é vista como uma nova fronteira petrolífera no Brasil, prometendo avanços econômicos e sociais significativos.

Enquanto a Petrobras planeja investir US$ 3,1 bilhões até 2028, a discussão sobre sustentabilidade e alternativas energéticas ecoa, moldando o futuro dessa descoberta.

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