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Queda do desemprego expõe nova estratégia do Governo Lula

A expansão do emprego formal garante direitos, estimula o consumo local e ajuda a reconstruir a confiança das famílias após anos de instabilidade O ano de 2026 começa com um cenário raro na história recente do Brasil: o desemprego caiu para o menor patamar já registrado — 5,2% — segundo a Pesquisa Nacional por Amostra […]

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Brasil fecha 2025 com emprego, saúde e habitação como pilares da dignidade social
Mercado de trabalho registra recorde histórico de ocupação e carteira assinada
A expansão do emprego formal garante direitos, estimula o consumo local e ajuda a reconstruir a confiança das famílias após anos de instabilidade

O ano de 2026 começa com um cenário raro na história recente do Brasil: o desemprego caiu para o menor patamar já registrado — 5,2% — segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do IBGE, referente ao trimestre encerrado em novembro. Esse índice não é apenas uma estatística técnica; representa a volta da estabilidade nas mesas de milhões de famílias, com mais comida no prato e menos angústia no fim do mês.

Além disso, o país atingiu a marca impressionante de 103,2 milhões de pessoas ocupadas, o maior volume desde o início da série histórica em 2012. Paralelamente, os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) confirmam a criação de 5 milhões de novas vagas formais desde janeiro de 2023. Ou seja, não são apenas empregos, mas oportunidades com carteira assinada, garantindo direitos previdenciários, férias remuneradas e 13º salário.

Esse cenário contrasta drasticamente com o ápice da pandemia, em 2021, quando o país superava os 14,8 milhões de desempregados. A mudança não ocorreu por acaso: ela reflete uma opção política clara de priorizar o consumo interno e o investimento público em vez de subordinar a economia às volatilidades do mercado financeiro. “Eventualmente, críticos do papel do Estado tentam minimizar esses avanços, porém os fatos falam por si”, observa o texto oficial.

Leia também: Desemprego cai a 5,2%! Mercado de trabalho reage e sinaliza virada social

Saúde pública avança com renovação de parcerias e ampliação da imunização

Emprego digno, no entanto, precisa vir acompanhado de proteção. Nesse sentido, o governo federal deu passos decisivos na consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) como pilar do bem-estar coletivo. Uma das medidas mais relevantes foi a renovação do acordo entre o Ministério da Saúde e a Rede Sarah Kubitschek, referência nacional em reabilitação física e ortopedia.

Por meio do programa Agora Tem Especialistas, a população passa a ter acesso direto a tratamentos de alta complexidade, reduzindo filas e garantindo atendimento humanizado. A iniciativa reforça a ideia de que a saúde deve ser tratada como um direito universal, e não como um privilégio de quem pode pagar por planos privados.

Adicionalmente, o governo estendeu até o primeiro semestre de 2026 a campanha de vacinação contra o HPV para jovens de 15 a 19 anos. A medida visa prevenir cânceres como o de colo de útero, considerados evitáveis com imunização precoce. Investir em saúde preventiva não só salva vidas, mas também alivia a pressão sobre os serviços públicos a longo prazo.

Habitação e segurança reforçam a reconstrução do cotidiano das famílias

A dignidade também começa em casa — literalmente. Nessa semana, o Programa Minha Casa, Minha Vida entregou novas chaves a famílias em Sooretama (ES) e Engenheiro Navarro (MG), retomando seu papel histórico como instrumento de justiça social e redução das desigualdades urbanas. Ao garantir moradia segura, o Estado devolve às pessoas não apenas um teto, mas também perspectiva de futuro.

Enquanto isso, a segurança pública ganha contornos digitais com a ampliação das funcionalidades do aplicativo Celular Seguro. A ferramenta, já usada por milhões de brasileiros, permite o bloqueio imediato de aparelhos roubados, dificultando a revenda ilegal e desestimulando furtos. Assim, o governo utiliza a tecnologia para oferecer proteção prática e direta, integrando inovação e cidadania.

Em um tempo marcado por tentativas de apagar memórias, o reconhecimento da obra do violonista paraense Sebastião Tapajós como Manifestação da Cultura Nacional ganha simbolismo profundo. A decisão do Ministério da Cultura não apenas homenageia um artista, mas reafirma o compromisso com a diversidade e a identidade brasileira.

Valorizar a cultura popular, os saberes regionais e as expressões artísticas é, acima de tudo, respeitar quem constrói a nação cotidianamente. Esse gesto reforça que o desenvolvimento econômico precisa caminhar junto com a preservação da alma coletiva.

Mesmo com os indicadores econômicos em alta, o governo manteve sua rede de proteção aos mais vulneráveis. O calendário do Bolsa Família para janeiro já está definido, com pagamentos escalonados a partir do dia 19. Isso demonstra que crescimento econômico e justiça social não são opostos, mas faces complementares de um mesmo projeto.

Em resumo, o Brasil de 2025 mostra que é possível combinar responsabilidade fiscal, expansão do emprego e respeito à dignidade humana. O caminho ainda exige vigilância e participação popular, mas os resultados concretos já devolvem o que muitos tinham perdido nos últimos anos: esperança.

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