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Edinho reconhece ‘risco’ Flávio e defende mudança na estratégia do PT

O presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, defendeu a intensificação do enfrentamento político ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e cobrou maior mobilização da militância petista. A declaração foi feita durante reunião da corrente Construindo Um Novo Brasil (CNB), ala majoritária da legenda, conforme informou a Folha de S.Paulo. O encontro ocorreu após a […]

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O presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, defendeu a intensificação do enfrentamento político ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e cobrou maior mobilização da militância petista. A declaração foi feita durante reunião da corrente Construindo Um Novo Brasil (CNB), ala majoritária da legenda, conforme informou a Folha de S.Paulo.

O encontro ocorreu após a divulgação de levantamento da AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, que apontou empate entre Flávio Bolsonaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um eventual segundo turno presidencial.

Discurso e mudança de postura

Segundo relatos de bastidores citados pela reportagem, a direção do partido avalia que houve crescimento consistente do nome de Flávio Bolsonaro nas pesquisas, o que motivou uma mudança de estratégia. Durante a reunião, Edinho adotou tom mais direto contra o senador e afirmou que o partido precisa apresentar de forma clara ao eleitorado o perfil político do adversário.

“Flávio é essência do pensamento fascista ultraconservador brasileiro. Se não falarmos isso ao povo brasileiro, ele será o candidato palatável”, declarou o dirigente aos presentes.

Edinho também defendeu reforço na atuação digital e maior organização da base partidária para enfrentar o avanço do senador nas sondagens eleitorais.

Justiça social e disputa narrativa

De acordo com a Folha, o presidente do PT afirmou que a legenda adotará a bandeira da justiça social como eixo central da campanha. Ele associou Flávio Bolsonaro a interesses do mercado financeiro e a setores contrários ao fim da escala 6×1 de trabalho.

Sem citar diretamente o caso envolvendo o Banco Master, Edinho declarou que o escândalo “não foi construído no governo Lula”, em referência a críticas recentes feitas pela oposição.

Mobilização da militância

Ao encerrar sua fala, o dirigente ressaltou a importância da militância no enfrentamento político e na disputa nas redes sociais. “Eles têm uma estrutura profissionalizada, mas nenhum robô debate mais que um militante. Vamos ganhar essas eleições na política”, afirmou.

A reunião sinaliza uma estratégia de confronto mais direto do PT diante do crescimento de adversários nas pesquisas, com foco em mobilização de base e disputa de narrativa no ambiente digital e eleitoral.

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