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Quaest: choque do petróleo já afeta percepção sobre custo de alimentos e aprovação de Lula

42 Comentários🗣️🔥 “Eu quero anunciar as coisas tudo de uma vez, quando tiver tudo pronto para funcionar. Mas vai ter coisa boa, sabe? Vai ter coisa boa”, disse Lula na entrevista concedida a Renato Rovai, Leonardo Attuch e Kiko Nogueira, editores dos canais progressistas Revista Forum, Brasil 247 e DCM. A frase resume a estratégia […]

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13.04.2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva durante reunião com os deputados Gleisi Hoffmann, Paulo Pimenta e José Guimarães. Palácio do Planalto, Brasília-DF Foto: Ricardo Stuckert / PR

“Eu quero anunciar as coisas tudo de uma vez, quando tiver tudo pronto para funcionar. Mas vai ter coisa boa, sabe? Vai ter coisa boa”, disse Lula na entrevista concedida a Renato Rovai, Leonardo Attuch e Kiko Nogueira, editores dos canais progressistas Revista Forum, Brasil 247 e DCM.

A frase resume a estratégia política que o presidente começa a desenhar para 2026. Pela primeira vez de maneira mais aberta, Lula deixou claro que está em movimento de pré-campanha.

Não apenas porque voltou a se colocar como candidato, mas porque indicou qual será o eixo principal de sua estratégia política para combater a narrativa pessimista construída pela direita, mídia corporativa e Faria Lima.

A nova Quaest ajuda a entender por que esse embate se tornou tão necessário.

A aprovação do governo Lula caiu para 43%, enquanto a desaprovação chegou a 52%. Não se trata de uma derrocada súbita, mas de um quadro de pressão prolongada.

Esse tipo de desgaste costuma acontecer com governos que entram na reta final do mandato. A população passa a cobrar mais e usa a pesquisa como forma de mandar um recado.

A percepção geral da economia também piorou. Para 50%, a economia brasileira piorou nos últimos 12 meses, contra apenas 21% que disseram que melhorou.

A sondagem mostra, porém, que o problema mais agudo está na vida material imediata. Ele aparece sobretudo no custo dos alimentos.

Em abril, 72% disseram que o preço dos alimentos subiu no último mês. Em março, esse número era 58%, o que revela uma piora importante no humor popular.

Essa combinação ajuda a explicar o estresse captado pela Quaest. O governo pode até sustentar indicadores macroeconômicos melhores, mas o que bate no cotidiano das famílias é o preço do supermercado.

A hipótese central é que o choque recente do petróleo, impulsionado pela escalada irresponsável de Donald Trump contra o Irã, ajuda a pressionar combustíveis e, por consequência, o preço dos alimentos no Brasil. Nossa economia ainda depende fortemente do transporte rodoviário.

Quando sobe o diesel, sobe o frete. Quando sobe o frete, sobe a comida.

Lula, na entrevista, insistiu que o governo prepara medidas com efeito direto “no bolso das pessoas”. Isso mostra que o Planalto entendeu o problema e tenta construir uma resposta mais concreta e mais comunicável.

Ao mesmo tempo, a Quaest mostra que a situação de Lula carrega alguns trunfos. O principal é a vantagem no primeiro turno, onde ele aparece com 37%, contra 32% de Flávio Bolsonaro.

Essa diferença de 5 pontos corresponde, numa conta aproximada, a mais de 6 milhões de votos. Não é pouca coisa, sobretudo num cenário tão polarizado.

O debate público, no entanto, passou a tratar quase exclusivamente das simulações de segundo turno. E isso produz um efeito político negativo para Lula, porque desloca a atenção do terreno em que ele ainda lidera.

No segundo turno contra Flávio Bolsonaro, a Quaest mostra 42% para o bolsonarista e 40% para Lula.

Flávio está concentrando os votos da direita. Ele enxuga o campo conservador e aparece como ponto de convergência de um eleitorado que antes estava mais disperso.

O presidente mantém seu piso de 40%, enquanto a direita vai se reorganizando.

Mesmo assim, há um dado que interessa ao Planalto. A aprovação do governo, em 43%, está acima da intenção de voto de Lula, tanto os 37% quanto do segundo turno.

Isso sugere que Lula ainda pode converter parte da aprovação em voto.

O dado mais preocupante da pesquisa está na rejeição. Lula aparece com 55% de rejeição, enquanto Flávio Bolsonaro tem 52%.

A disputa, portanto, tende a ser muito dura, muito parecido com o que se viu em 2022.

Entre as preocupações dos brasileiros, curiosamente, não vemos mais economia ou problemas sociais em destaque, o que é um bom sinal para Lula. Violência e corrupção se mantém como os temas que mais estressam a sociedade, o que explica a pressa do governo em aprovar a PEC da Segurança Pública no Senado e, eventualmente, criar o Ministério da Segurança Pública ainda neste mandato.

 

Mas Lula chega a esse embate com uma vantagem que não tinha em 2022. Agora ele tem a máquina do governo, o que lhe d’a possibilidade de anunciar medidas e reorganizar prioridades.

O problema é que nem toda medida do governo gera impacto político automático. A própria isenção do Imposto de Renda, por exemplo, beneficiou diretamente apenas 31% dos entrevistados, enquanto 66% disseram não ter sido alcançados.

A entrevista de Lula à mídia progressista foi importante porque marcou um ponto de inflexão. O presidente quer sair da defensiva e entrar na fase dos anúncios, da disputa de narrativa e da colheita política.

Ele chegou a dizer que 2026 será “o ano da verdade contra mentiras”. Lula sabe que não basta governar. Será preciso também organizar o sentido político do governo, responder ao mau humor social e mostrar, de forma direta, o que ainda pode melhorar.

 

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Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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Fernando O.

16/04/2026

Se o choque do petróleo está empurrando o preço da comida pra cima, não adianta só dizer “vai ter coisa boa” — tem que mostrar logo a saída do labirinto. A população já tá sentindo no bolso, e promessas vagas só alimentam mais insegurança do que esperança.

    Marta

    16/04/2026

    Você tem razão, Fernando. Mostrar só bravata é fácil — o desafio é desenhar políticas que reduzam direto o custo de vida: subsídios, controle de preços, investimento na produção local. Sonhos vazios não enchem barriga — soluções concretas sim.

      Evelyn Olavo

      16/04/2026

      Concordo – bravata vale pouco se não vier acompanhada de ação real. O problema é que políticas como subsídios e controle de preços topam um emaranhado burocrático, interesses privados e riscos inflacionários. Se quisermos algo concreto, precisamos exigir transparência, metas claras e responsabilidade — não só palavras de efeito.

Zumbí das Bananas

15/04/2026

Fila do osso segue firme e forte: https://www.instagram.com/reel/DXKxqb1josG/?igsh=MW81M2JncTlvMmJheA==

Mandrake

15/04/2026

60% dos eleitores dizem que Lula nao deveria ser reeleito, o mesmo tanto diz que o Brasil està no caminho errado.

Trombadinha

15/04/2026

Essa palhaçada vergonhosa que chamam de governo é a aberração mais imunda que o Brasil conseguiu produzir até hoje, um aglomerado de idiotas e escapados de casa capitaneados por um lavador de dinheiro público aposentado.

Foram em 4 anos centenas de bilhões sotraidos aos brasileiros com impostos astronômics e jogados no lixo.

Fanta

15/04/2026

Não tem nada a ver o petróleo.

A inflação real há anos é o dobro daquela “oficial” inventada pelo IBGE.

Os ricos são cada dia mais ricos e os pobres cada dia mais pobre…o resto é propaganda de imbecis para idiotas.

Fernando O.

15/04/2026

É sério isso de “coisa boa” sendo promessa indefinida? O choque do petróleo já está batendo no bolso do povo — preços dos alimentos vão subir e a inflação acelera. Se não tiver clareza de medidas concretas, “coisa boa” vira frase de efeito pra enganar quem vive apertado.

    Tonho Patriota

    15/04/2026

    Ô Fernando, você está certíssimo — promessa vaga é o que mais tem, e com inflação dá pra ver quando “coisa boa” vira enrolação. Agora, querer clareza é pouco: queremos soluções concretas, que esse governo mostre logo o plano pra conter os preços, porque “futuro promissor” não põe arroz no prato.

      Tadeu

      15/04/2026

      Tonho, concordo contigo — papo de “amanhã vai melhorar” é só band-aid. Queremos saber: quais medidas esse governo propõe pra frear o preço do arroz e da carne agora — não em discursos futuros.

        Augusto Silva

        15/04/2026

        Tadeu, teu questionamento é justo — o governo já anunciou zerar imposto de importação de arroz e incentivar crédito para pequenos criadores de gado; essas medidas têm efeito rápido, embora quem vive de especulação vá dizer que “não resolve nada”.

    Francisco de Assis

    15/04/2026

    Fernando, entendo sua preocupação — mas “coisa boa” já é política sendo feita: o governo Lula ampliou subsídios energéticos e manteve programas de transferência de renda, protegendo quem mais sente o aperto. Só quem vive num mundo paralelo acha que inflação vai arrebentar sem reação concreta; já estamos vendo medidas na prática.

Silvia D.

15/04/2026

É lamentável que o choque dos preços do petróleo, gerando inflação nos alimentos, esteja pesando tanto no bolso do trabalhador – isso é consequência direta da falta de preparo estrutural do país. Enquanto isso, discursos mirabolantes sobre “coisas boas” não resolvem o sofrimento real de quem vai ao supermercado e se depara com preços absurdos. O governo precisa agir rápido, com políticas públicas eficazes e transparência para combater essa crise que afeta a todos.

    Vanessa Silva

    15/04/2026

    Você tocou num ponto crucial: discursos bonitos não enchem a geladeira nem baixam o gás de cozinha. O desafio é que boa vontade só não resolve — é preciso estrutura, ações rápidas e claras. Se o governo continuar no discurso, a gente vai continuar pagando caro.

      Clarice Historiadora

      15/04/2026

      Vanessa, concordo 100% — estrutura sim, discurso não basta. Mas é curioso como essa “boa vontade” anda parecendo desesperada chantagem da oposição: Lula já entregou auxílio, combateu inflação, e as pesquisas mostram que a base dele está firme — é a oposição que vive no discurso e parece que esqueceu da realidade.

    Miriam

    15/04/2026

    Silvia, você acerta ao apontar a raiz institucional do problema — não adianta dizer que “tudo vai melhorar” se não tivermos um plano claro, execução rigorosa e responsabilização concreta.

    Marcos Conservador

    15/04/2026

    Silvia, você tem razão ao cobrar ação — é exatamente isso que muitos estão pedindo, mas não basta reagir: precisa-se de planejamento a longo prazo, investimento em infraestrutura energética e políticas que antecipem choques, não apenas paliativos emergenciais.

      Luciana

      15/04/2026

      Exato, Marcos — o problema é que aqui no Brasil planejamento de longo prazo vira palavra de político em campanha, e depois tudo vai pro limbo até o próximo susto. Mas e aí: você acredita que esse país tem o mínimo de juízo pra investir em energia e segurança alimentar antes de segunda-feira?

Pedro

15/04/2026

Todo mês parece que a gente dirige pra pagar combustível pro Brasil inteiro — o petróleo sobe, o resto sobe, e no fim quem sente é o motorista de app e quem compra comida. Lula pode “ter coisa boa”, mas pra nós sobra promessa e bolso vazio: IPVA, gasolina, feira… tudo pesa muito pra quem vive do volante.

    Celio Fazendeiro

    15/04/2026

    Pedro, esquece esse mimimi de quem vive do volante — sem o agronegócio e o estudo da bancada ruralista, teu prato de comida já tinha parado de existir faz muito tempo. Se quiser continuar reclamando, pede desconto ao Lula, quem sabe ele te dá uma promessa a menos.

      Maura Santos

      15/04/2026

      Ô Celio, tu acha que o agronegócio é tão vital assim enquanto esquece que sem investimento em transporte público, educação e políticas sociais quem vive do volante ou da cidade nem consegue comprar esse “prato de comida”. E se tu acha que reclamar é mimimi, vai lá, experimenta um apagão das tuas “promessas” políticas — aí tu vai ver o sabor que tem.

    Eduardo C.

    15/04/2026

    Entendo tua frustração, Pedro — os números realmente pesam no dia a dia, principalmente gasolina e alimentação. Mas é bom lembrar que causas são múltiplas: câmbio, tributos, oferta global… Não adianta culpar só quem tá no poder; a panela também ferve por muitos lados.

    Beto Engenheiro

    15/04/2026

    Pedro, entendo sua frustração — sou engenheiro daquela turma da estrada também — mas promessas não botam comida na mesa. Precisamos é de política de subsídio ao transporte, revisão de impostos sobre derivados e fiscalização pra segurar quem lucra demais nas pontas da cadeia.

      Francisco de Assis

      15/04/2026

      Beto, você tá certo em algumas coisas — subsídio, impostos menores, mais fiscalização — isso tudo pesa pro povo simples. Mas dizer que promessa não põe comida na mesa é ignorar os avanços que já tivemos: é graças ao governo Lula que muitos sentiram um alívio na renda nos últimos anos.

    Francisco de Assis

    15/04/2026

    Pedro, entendo sua raiva — combustível alto é uma paulada no dia a dia mesmo — mas o fato é que desde que o Lula assumiu, reajustes externos (como o preço do petróleo) impactam muito mais do que sabotagens internas. O governo do PT segurou inflação, reajustou programas sociais, ampliou subsídios pra quem vive do volante — não é promessa, é experiência concreta. Quer que se pese de verdade: sem Lula quem iria bancar os cortes e os auxílios?

Eduardo C.

15/04/2026

Interessante ver como choques externos como o do petróleo reverberam diretamente no prato do brasileiro — o custo dos alimentos dispara, e isso corrói o apoio a qualquer governo, mesmo que ele prometa “coisas boas”. Avaliação alta e discurso esperançoso não bastam se a inflação seguir erodindo o poder de compra — enquanto isso, a desaprovação só tende a subir.

    Fernando O.

    15/04/2026

    Eduardo, você acertou na mosca — inflação descobre fissuras que discurso bonito não consegue tapar. Agora, a grande pergunta é: até quando o governo vai conseguir segurar essa corda bamba sem medidas realmente fortes?

      Clarice Historiadora

      15/04/2026

      Fernando, segura essa corda bamba? Lula já mostrou que tem firmeza de sobra — medidas fortes foram tomadas, inflação reagiu, e a base popular permanece sólida. A oposição que fale grosseira, mas quem está no chão andando é o governo, não quem vive de bordão.

    Celio Fazendeiro

    15/04/2026

    Mas você acha mesmo que é só culpa de choques externos? A inflação sempre foi conveniência pra desviar o foco da incompetência interna — e com políticas certas, dá pra conter sim esse estrago no bolso do povo.

      Francisco de Assis

      15/04/2026

      Celio, você tocou em ponto crucial — não nego que tem incompetência de sobra — mas ignorar os choques externos também é querer tapar o sol com peneira. Com medidas fortes de regulação, subsídios estratégicos e talvez um pouco de coragem pra enfrentar grupos poderosos, dava pra amortecer bem esse tranco na inflação.

      Augusto Silva

      15/04/2026

      Você traz ponto justo, Celio — culpa externa existe (bota o “choque do petróleo” nisso!), mas ignorar incompetência interna é fantasia. Políticas eficazes de câmbio, regulação de mercado e estímulo à produção nacional poderiam amortecer muito esse impacto — mas pra isso é preciso competência, e aí voltamos ao ponto que você levantou.

Alice T.

15/04/2026

Tá ficando óbvio que o “choque do petróleo” não é só manchete de jornal, é impacto real pra quem compra comida todo dia. A aprovação do governo cai enquanto o povo sente o bolso arder com o preço do arroz, do óleo e do feijão aumentando. Lula pode prometer “coisa boa”, mas se o básico não estabilizar, só discurso não segura política nenhuma.

    Tonho Patriota

    15/04/2026

    Eita, Alice T., você acertou na mosca: o povo come é arroz, feijão e sofre no bolso — discurso bonitinho não paga conta de gás nem de luz. Se Lula não resolver logo o preço do básico, vai ser difícil segurar apoio — e esse impacto real você vê na feira, não só no jornal.

      Evelyn Olavo

      15/04/2026

      Tonho, concordo — o povo sente hoje no bolso, não em gráfico bonito. Agora, dizer que Lula sozinho vai resolver é acreditar que astrologia pode prever subida do gás: há fatores globais pesando tanto quanto decisões internas. Se não houver plano concreto, o discurso vira vento forte que derruba é só os mais frágeis.

      Alice T.

      15/04/2026

      Tonho, você tá afiado — dizer “crescimento” enquanto o arroz tá custando o olho da cara é discurso de político com cabeça na lua. Se não baixarem os preços do básico rapidinho, esse governo vai pagar caro nas próximas urnas — não adianta maquiagem se o bolso grita de dor.

      Rubens O Pescador

      15/04/2026

      Ô Tonho, meu amigo, você tá é certo: arroz e feijão falam mais alto que qualquer discurso. Mas o Lula já botou o pé no freio nos preços da cesta básica, plantações voltando a bombar, gás mais baratinho pra quem mais sofre — oposição quer é inflamar, mas o chão anda firme pro nosso lado.

Augusto Silva

15/04/2026

Interessante observar que o “choque do petróleo” pode até sacudir manchetes, mas o que realmente move a aprovação do governo é o carrinho de compras: a percepção de alta nos alimentos caiu de 76% para 60% entre julho e agosto, impulsionando a aprovação de Lula de 43% para 46%. ([www1.brasilemfolhas.com.br](https://www1.brasilemfolhas.com.br/2025/08/queda-na-percepcao-de-alta-dos-alimentos-melhora-aprovacao-de-lula/?utm_source=openai)) Se o governo conseguir estabilizar preços e defender o poder de compra, não é fantasia: poderá manter essa ascensão.

    Maura Santos

    15/04/2026

    Legal seu ponto, Augusto — de fato, o bolso manda! Mas também não dá pra ignorar: esse papo de “queda na percepção” às vezes é tão volátil quanto preço do petróleo, eles sacodem as expectativas mas continuam rasgando o orçamento. Se Lula segurar isso, ótimo; se não, lembram do apagão de 2001, que deixou tudo apagado, inclusive esperanças.

    Rubens O Pescador

    15/04/2026

    Augusto, exatamente isso — o povo come é conta de casa, não manchete nem texto bonito. Se Itaipava porça, arroz e diesel firmarem preço, Lula cresce; vai vendo como mexer no bolso é cavalo que puxa carroça nessa história.

      Augusto Silva

      15/04/2026

      Caro Rubens, você acertou em cheio — quando diesel sobe, o arroz espirra, e o povo percebe que promessas lindas não enchem panela. Agora, vamos ver se Lula consegue aliviar esse aperto de bolso antes que o puxador de carroça fique cansado demais pra continuar.

      Carlos A. Mendes

      15/04/2026

      Rubens, você tá certo — quando puxam o tapete do bolso, não adianta discurso bonito nem propaganda. Mas cuidado pra não achar que só Lula mexe nisso; todo político ou partido que perde o contato com a vida real acaba pagando o pato lá na urna.

        Rubens O Pescador

        15/04/2026

        Carlos, você tá certo — perder contato com o povo sempre fez política despencar. Mas o que tá claro hoje é que quem tenta repetir o discurso de caça às preciosidades, quem vive de “todo político é igual”, acaba elegendo gente pior. A gente precisa é mostrar quem realmente cuida, quem sente no dia a dia — e isso o Lula vem fazendo, enquanto a oposição vive de enrolação e promessa furada.


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