Chefe do Parlamento Iraniano afirma que agressão israelense fracassou em seus objetivos

Ilustração editorial sobre Chefe do Parlamento iraniano afirma que agressão israelense fracassou em seus objetivos. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

O presidente do Parlamento da República Islâmica do Irã, Mohammad Baqer Qalibaf, afirmou que a agressão militar israelense contra o país não logrou alcançar nenhum de seus objetivos estratégicos.

Qalibaf explicou que a ação buscava enfraquecer a capacidade defensiva iraniana e abater o moral nacional. O resultado, segundo ele, foi exatamente o oposto do pretendido.

Conforme detalhou o portal Actualidad RT, o parlamentar destacou que a unidade interna saiu fortalecida. O avanço tecnológico nacional em setores como defesa e energia demonstrou a resiliência do Irã diante das pressões externas.

Qalibaf ressaltou que o episódio comprovou a determinação do país em manter sua autonomia. Ele enfatizou que a resposta dada pelo Irã foi proporcional e esteve plenamente amparada no direito à autodefesa previsto na Carta das Nações Unidas.

O chefe do Parlamento advertiu que o país não se deixará intimidar por ações militares de qualquer potência estrangeira. A República Islâmica enfrenta sanções econômicas rigorosas e ameaças diretas promovidas pelos Estados Unidos e por Israel ao longo dos últimos anos.

Essas medidas visam limitar o desenvolvimento tecnológico e a soberania política de Teerã em âmbito regional. Qalibaf observou que as agressões externas apenas reforçaram a coesão da sociedade iraniana em torno de seu governo e de suas forças armadas.

O parlamentar considerou que o fracasso da operação evidencia a ineficácia das políticas de intimidação contra o Irã. Ele defendeu a continuidade dos investimentos em ciência, tecnologia e produção interna de equipamentos de defesa.

Essa estratégia, segundo Qalibaf, representa a resposta mais eficaz às tentativas de isolamento impostas por sanções e bloqueios internacionais. O Irã manifesta disposição para eventual diálogo apenas em condições de igualdade e respeito mútuo entre as partes.

Com informações de ACTUALIDAD.


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