Indicadores sociais do governo Lula mostram que políticas públicas focadas no povo revertem crises e reconstroem esperança
Ao encerrar 2025, o Brasil apresenta uma realidade transformada. Dados oficiais revelam avanços concretos em áreas fundamentais para a dignidade humana. Este cenário não é obra do acaso, mas resultado de escolhas políticas que colocam as pessoas no centro das decisões. Portanto, analisar essas conquistas é compreender como um projeto de nação se constrói a partir do fortalecimento dos direitos sociais.
Primeiramente, o mercado de trabalho apresenta sinais robustos de recuperação. O desemprego atingiu apenas 5,2% no trimestre até novembro, segundo a Pnad Contínua do IBGE. Este é o menor índice já registrado na série histórica. Além disso, o país conta agora com 103,2 milhões de pessoas ocupadas, um recorde absoluto.
Paralelamente, os dados do Caged confirmam uma criação vigorosa de empregos formais. Desde janeiro de 2023, foram gerados 5 milhões de novas vagas com carteira assinada. Consequentemente, milhões de famílias recuperaram direitos trabalhistas essenciais, como previdência, férias e 13º salário. Este quadro contrasta fortemente com o ápice da crise pandêmica, quando mais de 14,8 milhões de brasileiros estavam desempregados.
Essa mudança reflete, claramente, uma opção de política econômica. O governo priorizou o consumo interno e o investimento público, em vez de seguir a volatilidade do mercado financeiro. Eventualmente, críticos tentam minimizar esses avanços. No entanto, os fatos demonstram que a geração de empregos formais devolve estabilidade e movimenta a economia de base.
Saúde pública fortalece acesso e previne doenças
Emprego digno, contudo, exige uma rede de proteção social. Por isso, o Sistema Único de Saúde (SUS) recebeu atenções estratégicas. Um marco importante foi a renovação da parceria com a Rede Sarah Kubitschek, centro de excelência em reabilitação. Esta ação garante atendimento de alta complexidade para a população.
Simultaneamente, o programa Agora Tem Especialistas facilitou o acesso a tratamentos complexos. Dessa forma, o poder público reduz filas e reafirma a saúde como direito universal. Adicionalmente, o governo estendeu a vacinação contra o HPV para jovens de 15 a 19 anos até 2026. Esta medida de prevenção salva vidas futuras e alivia o sistema público.
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A dignidade, igualmente, tem endereço. O programa Minha Casa, Minha Vida retomou seu papel de reduzir desigualdades urbanas. Recentemente, famílias de Sooretama (ES) e Engenheiro Navarro (MG) receberam as chaves de seus lares. Desse modo, o Estado oferece mais que um teto; ele devolve perspectiva e raízes.
Enquanto isso, a segurança pública avança com inovação. O aplicativo Celular Seguro, por exemplo, ampliou suas funcionalidades. A ferramenta permite o bloqueio remoto de aparelhos roubados. Assim, a tecnologia desestimula furtos e oferece proteção prática e direta aos cidadãos.
Em um contexto de ataques à memória, o Ministério da Cultura reconheceu a obra do violonista Sebastião Tapajós como Manifestação da Cultura Nacional. Este gesto valoriza a diversidade e a identidade brasileira. Portanto, ele afirma que o desenvolvimento econômico deve andar junto com a preservação da alma coletiva.
Ao mesmo tempo, a rede de proteção social permanece ativa. O calendário de pagamentos do Bolsa Família para janeiro já está definido, com liberações a partir do dia 19. Dessa forma, fica claro que crescimento econômico e justiça social se reforçam mutuamente.
Em resumo, o Brasil de 2025 demonstra que outro caminho é possível. A combinação de responsabilidade fiscal, geração de emprego formal e garantia de direitos básicos está reconstruindo o cotidiano das famílias. Naturalmente, desafios persistem e a vigilância popular é sempre necessária. Contudo, os resultados já devolvem a milhões de brasileiros algo fundamental: a esperança de um futuro digno, construído com políticas públicas sérias e comprometidas com o povo.


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