O ministro André Mendonça pediu vista dos autos e suspendeu o julgamento que discutia a condenação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por difamação contra a deputada Tabata Amaral (PSB-SP). O placar estava em quatro votos a zero pela condenação no momento em que o processo foi paralisado no plenário virtual do STF.
O ministro Alexandre de Moraes atuou como relator e votou pela condenação de Eduardo Bolsonaro. Os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e a ministra Cármen Lúcia acompanharam integralmente o voto do relator.
A queixa-crime apresentada por Tabata Amaral teve origem em publicação feita em 2021. Eduardo Bolsonaro questionou o objetivo de projeto de lei que previa a distribuição gratuita de absorventes íntimos.
O deputado sugeriu que a proposta beneficiaria uma empresa fabricante de produtos de higiene. Moraes entendeu que a declaração configurou crime contra a honra da parlamentar.
A pena sugerida pelo relator é de um ano de detenção em regime inicial aberto, além do pagamento de multa. Moraes considerou que a veiculação por redes sociais potencializa o dano causado à imagem de Tabata Amaral.
Segundo o Diário do Centro do Mundo, o pedido de vista segue trâmite normal no STF. Mendonça poderá reter o processo por até noventa dias antes de devolvê-lo para continuidade da votação.
O julgamento será retomado a partir do placar de quatro a zero assim que o ministro devolver o processo. O regimento interno do STF define os prazos para pedidos de vista em julgamentos virtuais.
O caso envolve declarações feitas por agente público em plataforma digital. A Corte examina a aplicação da legislação penal a conteúdos publicados nas redes sociais por parlamentares.
Tabata Amaral defendeu sua imagem por meio da ação judicial protocolada. Eduardo Bolsonaro ainda não teve condenação confirmada em razão da suspensão do julgamento.
Leia também: STF conclui julgamento que torna Eduardo Bolsonaro réu
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Augusto Silva
23/04/2026
Ah, o velho truque do “pedido de vista” — a hibernação favorita de quem não quer decidir nada agora. Impressionante como certos ministros parecem ter um cronômetro interno calibrado para proteger o bolsonarismo. Enquanto isso, o Brasil segue esperando que o STF funcione como tribunal, não como abrigo de conveniências.
Francisco de Assis
23/04/2026
Rapaz, é impressionante como esses ministros indicados pelo capitão ainda tentam segurar a barra dos bolsonaristas. Mendonça tá aí travando o jogo pra proteger o filhote do mito. Mas a verdade aparece, cedo ou tarde. O Brasil tá voltando a ter rumo soberano, e essa turma vai ficando pra trás, alienada da cabeça.
Zé Trovãozinho
23/04/2026
Mais uma vez o STF mostrando que manda e desmanda no país. Agora é ministro travando julgamento pra proteger político, enquanto o povo segue pagando a conta. Isso aqui virou a Cuba do Norte mesmo!
Maura Santos
23/04/2026
Zé, Cuba do Norte foi quando o governo deles apagou o país inteiro com um apagão histórico e ainda quis culpar o vento. STF travar julgamento é ruim, mas pior é travar o Brasil por incompetência e fake news, né?
Jeferson da Silva
23/04/2026
Mais uma vez o filho do mito se escora na lentidão da Justiça pra escapar das consequências. Enquanto isso, trabalhador que atrasa uma conta é cobrado no dia seguinte. Esse pessoal fala de meritocracia, mas vive de privilégio e vista grossa.
Karina Libertária
23/04/2026
Ah pronto, mais uma vez o STF querendo lacrar em cima do Eduardo! O cara só falou o que pensa, e agora tudo é “difamação”? Enquanto isso, o povo que vive de bolsa e reclama do país continua sendo protegido. Aqui em Miami a gente trabalha e investe, não fica chorando por político.
Tadeu
23/04/2026
Essas brigas políticas no STF já viraram novela. Enquanto isso, o que realmente impacta a gente — inflação, juros, dólar — continua sem solução. Essa pauta aí não muda nada no bolso de ninguém.
Tonho Patriota
23/04/2026
FAZ O L AÍ, COMUNISTA! O EDUARDO TÁ CERTO, STF TUDO VENDIDO!
Mariana Ambiental
23/04/2026
Tonho, faz o L de Leitura antes, né? STF vendido é o discurso pronto de quem não entende que difamação não é opinião, é crime.
Pedro
23/04/2026
Enquanto eles ficam travando julgamento lá em cima, a gente aqui embaixo trava é pra pagar a gasolina e o IPVA. Parece que sempre tem tempo pra empurrar decisão política, mas pra resolver o que pesa no bolso do trabalhador, nada anda.
Zizi
23/04/2026
Ah, meus queridos, o que vemos mais uma vez é o retrato fiel da complacência com os meninos mal-educados que acham que podem dizer o que quiserem e sair impunes. O caso de Eduardo Bolsonaro é emblemático: o filho do ex-presidente, acostumado ao palanque do ódio e da mentira, agora se vê diante da Justiça por difamar uma colega parlamentar. E o que acontece? O julgamento é travado por um pedido de vista, aquele velho expediente que serve mais para adiar do que para refletir. É o tempo sendo usado como escudo para proteger a impunidade.
Eu, que vi tanta coisa ao longo das décadas, sei bem como essas manobras funcionam. Quando é pobre, preto ou trabalhador, a Justiça corre. Quando é rico, poderoso ou filho de presidente, tudo se arrasta. Mendonça, indicado por Bolsonaro ao STF, parece mais preocupado em agradar quem o nomeou do que em zelar pelo respeito às instituições. Não é a primeira vez que ele age assim, e temo que não será a última. É a velha história do capacho travestido de ministro.
Mas o que mais me preocupa é o sinal que isso envia à sociedade. Se um deputado pode difamar uma mulher pública, uma colega de profissão, e ainda contar com o beneplácito de parte do Judiciário, o que sobra para o cidadão comum? A democracia se sustenta no respeito, e não na grosseria. Tabata Amaral, concordem ou não com suas posições, merece respeito. E a Justiça tem a obrigação de garantir isso.
Por isso, insisto: não podemos normalizar o abuso de poder nem o uso do cargo para atacar adversários. O Brasil precisa de serenidade, de diálogo e de amor ao povo — não de meninos mimados que confundem liberdade de expressão com licença para ofender. Justiça tardia é injustiça. E quem tem compromisso com a verdade e com o país não aceita que o Supremo vire palco de protelação política.
Rubens O Pescador
23/04/2026
Esse Eduardo vive de espalhar mentira e arrumar confusão, mas quando é pra responder, corre pro tapetão. No tempo do Lula o povo falava de emprego e churrasco no fim de semana, não de deputado mimado brigando no STF. Hoje é isso aí: muito blá-blá-blá e pouca comida na mesa.
Marcos Conservador
23/04/2026
Mais um ministro tentando posar de imparcial enquanto protege os seus. Essa turma do STF adora travar processo quando é aliado do mesmo espectro ideológico. Aposto que se fosse alguém da esquerda, o julgamento já teria acabado faz tempo. Justiça seletiva é o nome disso.
Alice T.
23/04/2026
Engraçado, Marcos, porque quando o STF decide contra alguém da esquerda, vocês aplaudem e chamam de “justiça sendo feita”. A seletividade parece mudar de lado conforme o réu, né?