Diálogo Petroleiro - O Cafezinho https://www.ocafezinho.com/dialogo-petroleiro/ Portal de noticias e análises sobre política brasileira, geopolítica, economia, tecnologia, sempre numa perspectiva democrática, progressista, anti-imperialista e multipolar! Wed, 07 Jan 2026 17:01:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://controle.ocafezinho.com/wp-content/uploads/2015/10/cropped-Logo_Cafezinho_tmb-32x32.png Diálogo Petroleiro - O Cafezinho https://www.ocafezinho.com/dialogo-petroleiro/ 32 32 Rússia protesta contra assalto de petroleiro pelos EUA e acusa violação do direito marítimo internacional https://www.ocafezinho.com/2026/01/07/russia-protesta-contra-assalto-de-petroleiro-pelos-eua-e-acusa-violacao-do-direito-maritimo-internacional/ https://www.ocafezinho.com/2026/01/07/russia-protesta-contra-assalto-de-petroleiro-pelos-eua-e-acusa-violacao-do-direito-maritimo-internacional/#respond Wed, 07 Jan 2026 17:01:22 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=224212 A apreensão do petroleiro Marinera por forças navais dos Estados Unidos abriu um novo foco de tensão diplomática entre Washington e Moscou. O governo russo apresentou um protesto formal e afirmou ter perdido contato com a embarcação após a abordagem realizada por militares norte-americanos em águas internacionais, no Atlântico Norte.

Em comunicado divulgado nesta quarta-feira (7) e citado pela agência Reuters, o Ministério dos Transportes da Rússia declarou que a ação viola normas do direito internacional marítimo. Segundo o órgão, “de acordo com a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar de 1982, a liberdade de navegação aplica-se em alto mar, e nenhum Estado tem o direito de usar a força contra embarcações devidamente registradas nas jurisdições de outros Estados”. A nota acrescenta que o contato com o navio-tanque foi interrompido logo após a intervenção das forças dos Estados Unidos.

O Marinera era anteriormente conhecido como Bella 1 e, conforme relatos da imprensa norte-americana, teria sido rebatizado e passado a operar sob bandeira russa após mudar de rota para evitar uma tentativa de interceptação no Caribe. O Comando Europeu dos Estados Unidos anunciou oficialmente a apreensão, informando que a operação ocorreu com base em um mandado emitido por um tribunal federal norte-americano, após monitoramento conduzido pela Guarda Costeira dos EUA.

Segundo a Fox News, a abordagem ocorreu em uma área marítima entre as Ilhas Britânicas e a Islândia. Em publicação na rede X, o EUCOM afirmou que o Departamento de Justiça e o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos conduziram a operação por supostas violações às sanções impostas por Washington, relacionadas ao transporte de petróleo associado à Venezuela e ao Irã.

Governo russo reage e fala em escalada de tensão

A reação de Moscou foi imediata. Autoridades russas classificaram a apreensão como desproporcional e questionaram a legalidade do uso da força em alto-mar. Para o governo russo, o fato de a embarcação estar registrada sob bandeira nacional garantiria proteção pelas regras internacionais de navegação, o que tornaria a ação norte-americana incompatível com o direito do mar.

Fontes diplomáticas ouvidas pela Reuters avaliam que o episódio tende a aprofundar as tensões entre Rússia e Estados Unidos, especialmente em um contexto de atritos crescentes após a intensificação das medidas de Washington contra o setor energético venezuelano e seus parceiros comerciais.

EUA reforçam bloqueio ao petróleo venezuelano

Após a apreensão, o secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou que o bloqueio ao petróleo venezuelano permanece em vigor em escala global. Em publicação nas redes sociais, ele escreveu que “o bloqueio ao petróleo venezuelano sancionado e ilícito permanece em pleno vigor — em qualquer parte do mundo”.

Em outra declaração, Hegseth afirmou que os Estados Unidos “continuam a aplicar o bloqueio contra todos os navios da frota clandestina que transportam ilegalmente petróleo venezuelano para financiar atividades ilícitas”. Segundo ele, apenas o comércio de energia considerado “legítimo e legal”, conforme os critérios definidos por Washington, será autorizado.

Nova apreensão no Caribe amplia ofensiva naval

A operação no Atlântico Norte não foi um caso isolado. Ainda nesta quarta-feira, o Comando Sul dos Estados Unidos informou a apreensão de um petroleiro sem nacionalidade no mar do Caribe. Em comunicado divulgado na rede X, o órgão afirmou que, “em uma ação realizada antes do amanhecer, o Departamento de Guerra, em coordenação com o Departamento de Segurança Interna, apreendeu sem incidentes um petroleiro motorizado da chamada frota obscura, sem nacionalidade e sob sanções”.

A embarcação, identificada como M/T Sophia, está sendo escoltada para território norte-americano. Segundo autoridades dos EUA, o navio estaria envolvido em operações de transporte de petróleo em violação às sanções internacionais.

Impacto sobre exportações venezuelanas

As medidas adotadas por Washington têm impacto direto sobre o setor energético da Venezuela. De acordo com a Reuters, as exportações de petróleo do país estão atualmente paralisadas após o bloqueio imposto pelo presidente Donald Trump a petroleiros sancionados. Capitães de portos venezuelanos relataram à agência que não receberam pedidos de autorização para a saída de navios que já estavam carregados.

O endurecimento do bloqueio ocorre em meio a uma ofensiva mais ampla do governo dos Estados Unidos contra a infraestrutura energética venezuelana e rotas de escoamento do petróleo do país, considerada estratégica por Washington no contexto das sanções.

Contexto político amplia repercussão

O episódio acontece poucos dias após uma operação norte-americana de grande escala na Venezuela, que resultou na detenção do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, posteriormente levados para Nova York para responder a acusações criminais anunciadas pelo governo dos Estados Unidos. Caracas e aliados classificam a ação como ilegal, enquanto Washington sustenta que se trata de aplicação da lei e de sanções vigentes.

Especialistas em relações internacionais avaliam que a apreensão do Marinera amplia o risco de incidentes diplomáticos e militares, ao envolver diretamente embarcações de países que mantêm alianças estratégicas com a Venezuela. Até o momento, os Estados Unidos não informaram o destino final do petroleiro apreendido nem se haverá confisco formal de eventual carga. Moscou, por sua vez, afirmou que seguirá acompanhando o caso e avaliando respostas no campo diplomático.

]]>
https://www.ocafezinho.com/2026/01/07/russia-protesta-contra-assalto-de-petroleiro-pelos-eua-e-acusa-violacao-do-direito-maritimo-internacional/feed/ 0
Petrobras: Brasil pode perder autossuficiência e voltar a importar petróleo em 2030 https://www.ocafezinho.com/2025/06/17/petrobras-brasil-pode-perder-autossuficiencia-e-voltar-a-importar-petroleo-em-2030/ https://www.ocafezinho.com/2025/06/17/petrobras-brasil-pode-perder-autossuficiencia-e-voltar-a-importar-petroleo-em-2030/#respond Wed, 18 Jun 2025 00:01:25 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=210973 A diretora de Assuntos Corporativos da Petrobras, Clarice Coppetti, afirmou nesta terça-feira, 17, que o Brasil poderá precisar recorrer à importação de petróleo a partir da próxima década caso não amplie os investimentos em novas áreas de exploração.

A declaração foi feita durante o evento “Diálogos para a Construção da Estratégia Brasil 2025-2050”, promovido pelo Ministério do Planejamento e Orçamento na sede do BNDES, no Rio de Janeiro.

Segundo Coppetti, a atual autossuficiência energética brasileira depende da exploração contínua e da abertura de novas fronteiras petrolíferas. “Se o Brasil não incorporar novas reservas, terá, a partir da década de 2030, de importar petróleo”, afirmou.

Durante sua participação, a executiva destacou que o país possui reservas do pré-sal consideradas relevantes, especialmente em águas profundas, área em que a Petrobras concentra parte significativa de sua operação.

“Essas reservas em águas profundas, sem dúvida nenhuma, são ativo extraordinário e que diferencia também a Petrobras”, declarou.

A estatal, segundo ela, detém um volume expressivo de reservas e conhecimento técnico reconhecido globalmente. “A nossa expertise em exploração de petróleo em águas profundas é uma expertise buscada por todas as grandes empresas petroleiras do mundo”, disse.

A declaração ocorre em um contexto de debate sobre o papel do setor de óleo e gás no futuro da matriz energética brasileira. A executiva reforçou que investir em novas áreas de exploração não compromete os compromissos da empresa com uma transição energética justa.

“Precisamos investir em novas fronteiras exploratórias e novos poços. Isso não significa de forma alguma que a gente vai retroceder na nossa meta de ser uma empresa com foco de transição energética justa”, afirmou.

Coppetti também comentou que o petróleo produzido pela Petrobras tem menor emissão de carbono quando comparado ao de outros grandes produtores internacionais.

“Nosso óleo é um dos mais descarbonizados frente aos grandes países produtores de petróleo”, declarou.

Ainda assim, ela alertou que, sem novas descobertas, a produção interna pode se tornar insuficiente, o que levaria o país a importar petróleo de fornecedores com menores padrões ambientais.

Na visão da diretora, a produção de petróleo no Brasil precisa ser mantida em níveis que assegurem o equilíbrio da balança comercial, a segurança energética e o cumprimento das metas ambientais estabelecidas pelo governo federal. Ela argumentou que depender de petróleo importado afetaria negativamente esses três pilares.

O alerta reforça a estratégia da Petrobras de manter sua presença no setor de exploração, mesmo com os avanços em energias renováveis. Segundo Coppetti, a estatal vem ampliando seus investimentos em tecnologias de baixo carbono e em fontes alternativas, mas a produção de petróleo seguirá como elemento-chave da matriz energética brasileira nas próximas décadas.

A diretora não informou quais áreas estão sendo consideradas como potenciais novas fronteiras, mas indicou que a expansão das atividades será necessária para garantir o suprimento interno de petróleo e reduzir riscos futuros.

A empresa já possui plano estratégico com metas de produção até 2028, com foco na exploração de ativos em águas profundas e ultraprofundas, especialmente no pré-sal.

A discussão sobre importação de petróleo e risco à autossuficiência energética surge em meio a críticas de setores ambientalistas sobre a ampliação da exploração petrolífera. Em resposta, representantes da indústria destacam a necessidade de garantir a oferta interna enquanto se implementam políticas de transição energética.

Clarice Coppetti defendeu que a transição energética da Petrobras deve ocorrer de forma gradual, com base em dados técnicos, inovação e viabilidade econômica. “Não se trata de abandonar a produção de petróleo, mas de conduzir um processo seguro de transformação do modelo energético nacional”, pontuou.

Durante o evento promovido pelo Ministério do Planejamento, a diretora reforçou que decisões sobre a expansão da produção precisam considerar os objetivos ambientais assumidos internacionalmente. Segundo ela, a produção nacional, por apresentar menor intensidade de carbono, é mais compatível com essas metas do que a dependência de petróleo importado.

Com isso, a Petrobras reafirma seu papel estratégico na condução da política energética brasileira. A companhia busca equilibrar a produção de petróleo no Brasil com a adoção de medidas voltadas à sustentabilidade, como parte de um planejamento de longo prazo voltado para 2050.

O posicionamento apresentado por Coppetti indica que a Petrobras continuará a atuar de forma ativa na defesa de sua participação na matriz energética nacional. A empresa considera essencial manter o aproveitamento das reservas do pré-sal, ampliar a exploração em novas áreas, e evitar que o Brasil volte a depender da importação de petróleo nos próximos anos.

A proposta de equilíbrio entre segurança energética, metas ambientais e soberania nacional permanece no centro da estratégia da empresa. O debate sobre o futuro da produção de petróleo no Brasil deverá se intensificar com a evolução do cenário internacional de energia e com os compromissos ambientais assumidos pelo país.

]]>
https://www.ocafezinho.com/2025/06/17/petrobras-brasil-pode-perder-autossuficiencia-e-voltar-a-importar-petroleo-em-2030/feed/ 0
FUP: Decisão de reabertura da Fafen-PR representa volta da Petrobrás ao setor de fertilizantes https://www.ocafezinho.com/2024/04/18/fup-decisao-de-reabertura-da-fafen-pr-representa-volta-da-petrobras-ao-setor-de-fertilizantes/ https://www.ocafezinho.com/2024/04/18/fup-decisao-de-reabertura-da-fafen-pr-representa-volta-da-petrobras-ao-setor-de-fertilizantes/#respond Thu, 18 Apr 2024 13:02:13 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=181004 A Federação Única dos Petroleiros disse nesta quinta-feira, 18, que a decisão da Petrobrás de aprovar o início da reativação da fábrica de fertilizantes Araucária Nitrogenados S/A – ANSA, no Paraná, é “importante marco para a volta da empresa ao setor e vai ao encontro da luta da categoria petroleira e petroquímica em defesa da reabertura da Fafen-PR”, fechada desde 2020.

Vale ressaltar que a retomada da Petrobrás na produção nacional de fertilizantes faz parte do programa de governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A medida foi anunciada pela Petrobrás na noite desta quarta-feira, 17, após longa reunião de diretoria.

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) também declarou que continuará acompanhando o processo para a reabertura integral da fábrica paranaense o “mais rápido possível”, e vai participar das negociações para a “recontratação dos empregados demitidos”.

Com a paralisação da Fafen- PR, cerca de mil empregados perderam seus postos de trabalho, sendo 400 empregados diretos e 600 indiretos.

A entidade explica que o processo de retomada das operações da planta industrial exige a recontratação dos empregados demitidos, mão de obra especializada, necessária para acompanhar as intervenções prévias para o início de obras, como editais e minutas de contratos de serviços de fornecimento e manutenção de materiais.

Audiências no Tribunal Superior do Trabalho (TST) para tratar dos termos da contratação dos trabalhadores da Fafen-PR estão em curso, com a participação do coordenador-geral da FUP, Deyvid Bacelar.

“Pretendemos concluir na próxima semana uma proposta de acordo em relação aos salários e direitos dos trabalhadores, para que sejam contratados e recontratados em tempo hábil e as atividades dessas pessoas importantes para  a adequação da Fafen-PR sejam iniciadas antes do limite de tempo por conta das eleições de 2024, conforme determina a lei”, afirma Bacelar.

A Fafen-PR, que operava desde 1982, entrou no plano de desinvestimento da Petrobrás em 2019, no governo Bolsonaro.

A unidade era responsável pela produção de 30% do mercado brasileiro de ureia e amônia e de 65% do Agente Redutor Líquido Automotivo (ARLA 32), aditivo para veículos de grande porte que atua na redução de emissões atmosféricas.

Ou seja, a “hibernação” da Fafen-PR fez com que o país deixasse de produzir por dia 2 mil toneladas de ureia e 1.300 toneladas de amônia, utilizados na fabricação de fertilizantes.

A reabertura da fábrica está incluída no plano estratégico 2024-2028 da Petrobrás e no Plano Nacional de Fertilizantes. O Brasil é atualmente o quarto maior consumidor de fertilizantes do mundo e importa 85% do que utiliza.

Segundo estimativa da FUP, a reabertura da Fafen-PR, a retomada das Fafens Bahia e Sergipe e a conclusão das obras da Fafen-MS podem reduzir para 35% as importações do insumo agrícola.

]]>
https://www.ocafezinho.com/2024/04/18/fup-decisao-de-reabertura-da-fafen-pr-representa-volta-da-petrobras-ao-setor-de-fertilizantes/feed/ 0
Terceirização tucana foi grande culpada pelos assassinatos da P-36 https://www.ocafezinho.com/2017/04/10/terceirizacao-tucana-foi-grande-culpada-pelos-assassinatos-da-p-36/ https://www.ocafezinho.com/2017/04/10/terceirizacao-tucana-foi-grande-culpada-pelos-assassinatos-da-p-36/#comments Mon, 10 Apr 2017 14:29:11 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=69797 18 Comentários 🔥]]> Por Tadeu Porto*, no Diálogo Petroleiro

Romero Jucá, aquele mesmo que foi convidado para uma tal de suruba, era do PSDB-RR quando relatou no senado, há quase 20 anos, um projeto que regularizava a terceirização irrestrita.

Se no PMDB em 2016 o senador queria porque queria estancar a sangria da Lava-Jato com um Golpe de Estado, em 2002 o político quis ampliar a sangria dos trabalhadores (literalmente, pois é sabido que as mortes aumentam e muito comparando trabalhadores primários e terceiros) e acabou não tendo sucesso, provavelmente graças ao fim de feira que se tornou o final do segundo mandato FHC que conseguiu quebrar o país três vezes e pagar o preço de ser rejeitado nas urnas quatro vezes seguidas (voltou pela porta dos fundos com um Golpe que, de novo, quebrou o país).

Mas naquela época onde o Brasil tinha a campanha Natal sem Fome, o debate sobre a terceirização também foi acalorada, principalmente depois de um dos maiores acidentes da história da indústria petroleira nacional, o afundamento da P-36 no fatídico 15 de março de 2001. Isto porque, em diversas análises sobre o ocorrido, a terceirização irresponsável que FHC, Parente e cia foi apontada como uma das grandes culpadas pelo sinistro que matou 11 petroleiros.

Ambientalistas daquele tempo, por exemplo, criticaram diretamente as terceirizações promovidas pelo governo tucano, que enxugou o quadro de funcionários sem a devida reposição. Sem falar, também, nos petroleiros, aqueles que vivem efetivamente o dia a dia de trabalho nas instalações Petrobrás, que fizeram greve de 24 horas contra esse tipo de prática.

O Ministério Público, inclusive, somou-se as vozes contra os males da terceirização e abriu investigações contra a empresa. Já no âmbito parlamentar, a Alerj apontou a terceirização como a principal culpada do acidente e um estudo na câmara federal argumentou que “com aumento progressivo aumento de atividades terceirizadas… a deficiência de realizações de manutenções preventivas e programadas tornou-se significativa na P-36”.

Foi muito claro, naquele tempo, que a terceirização tucana foi a grande vilã num dos maiores escândalos da Petrobrás. Muitas pessoas pensam que os R$6,2 bilhões (U$ 1,68 bilhões), que não representam a realidade pois são números superestimados foi o maior escândalo de corrupção do país. Todavia, vale salientar que 2 anos de produção da P-36 – que afundou pela sanha entreguista de FHC – superariam fácil esse valor, sem contar no que a Petrobrás perdeu com danos a sua imagem e nas onze mortes que aconteceram na tragédia.

Essa mesma terceirização, que agora volta com o Golpe com ares triunfais, prometendo diminuir o desemprego no país, quando, na verdade, é mais uma agenda imposta pela elite econômica através de suas marionetes no legislativo.

 

Tadeu Porto é colunista do Cafezinho e diretor do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense. Sigam-o no Face! :)

]]>
https://www.ocafezinho.com/2017/04/10/terceirizacao-tucana-foi-grande-culpada-pelos-assassinatos-da-p-36/feed/ 18