Fenae - O Cafezinho https://www.ocafezinho.com/fenae/ Portal de noticias e análises sobre política brasileira, geopolítica, economia, tecnologia, sempre numa perspectiva democrática, progressista, anti-imperialista e multipolar! Fri, 11 Oct 2024 19:11:21 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://controle.ocafezinho.com/wp-content/uploads/2015/10/cropped-Logo_Cafezinho_tmb-32x32.png Fenae - O Cafezinho https://www.ocafezinho.com/fenae/ 32 32 Fenae participa de debate na Câmara que discutiu o fechamento de agências da Caixa https://www.ocafezinho.com/2024/10/11/fenae-participa-de-debate-na-camara-que-discutiu-o-fechamento-de-agencias-da-caixa/ https://www.ocafezinho.com/2024/10/11/fenae-participa-de-debate-na-camara-que-discutiu-o-fechamento-de-agencias-da-caixa/#respond Fri, 11 Oct 2024 19:10:03 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=194706 Realizado na Câmara dos Deputados, na tarde desta quinta-feira (10/10), o debate reuniu representantes do banco público e de diversas categorias de trabalhadores que prestam serviços em agências bancárias

“Quando se fecha uma agência bancária da Caixa, toda a estrutura da sociedade é afetada.” A afirmação foi feita por Sergio Takemoto, presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), durante uma audiência pública que discutiu “o fechamento de agências da Caixa Econômica Federal e seu impacto no mundo do trabalho”. Proposta pela deputada Erika Kokay (PT/DF), o debate, realizado na Câmara dos Deputados, na tarde desta terça-feira (10/10), reuniu representantes do banco público e de diversas categorias de trabalhadores que prestam serviços em agências bancárias.

Em sua fala, Takemoto destacou que o fechamento de uma agência bancária afeta toda a estrutura ao redor. Ele também defendeu a importância de a Caixa preparar suas estruturas com antecedência para evitar o caos observado nas primeiras unidades que foram encerradas, principalmente para os empregados, sejam bancários ou outras categorias que atuam no banco público. “Por que não realizar um estudo prévio de qualidade? Por que não ouvir as comunidades antes de tomar decisões tão drásticas como o fechamento de agências?”, questionou Takemoto.

Segundo ele, das 120 agências fechadas, mais de 80% estavam localizadas no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Paraná, regiões de grande interesse para o sistema financeiro. “O fechamento de uma agência precisa ser bem discutido e planejado, pois o impacto é enorme. Não afeta apenas os clientes e beneficiários dos programas sociais, mas toda a comunidade ao redor das agências da Caixa Econômica”, reforçou Takemoto. “Para fechar uma agência, é fundamental realizar um amplo diálogo com a comunidade. Não deve ser uma decisão tomada em um gabinete, distante da realidade local”, concluiu.

Proponente do debate, a deputada Erika Kokay destacou que a Caixa é o banco responsável pela articulação das políticas sociais, e sua presença é fundamental em todas as regiões do país. “O fechamento de uma agência não é apenas a perda de um espaço de operações bancárias, mas também de um ponto de articulação e execução de programas sociais essenciais”, destacou.

A parlamentar destacou o papel essencial da Fenae na discussão para evitar o fechamento de agências da Caixa, principalmente para evitar prejuízos para os empregados e empregadas da instituição. “Nosso objetivo é garantir condições legais de trabalho, como a manutenção dos direitos dos trabalhadores terceirizados, a segurança das instalações e, acima de tudo, assegurar que nenhum posto de trabalho seja perdido. O fechamento de uma agência da Caixa afeta não só os empregados diretos, mas também todos aqueles que asseguram o bom funcionamento do banco”, rebatizou a parlamentar.

Eliana Brasil, representante Contraf-CUT, enfatizou a necessidade da união e a mobilização de todos para evitar que mais agências tenham os seus serviços encerados. A exemplo disso, ela relatou a experiencia em São Paulo quando a mobilização de todos evitou o fechamento de uma unidade. “Recentemente, durante as negociações da nossa data-base, tivemos o caso de uma agência muito importante na cidade de São Paulo, localizada na Praça do Forró. A própria população do entorno dessa agência organizou um abaixo-assinado e veio nos entregar, destacando a importância dela para a comunidade”, contou. “Sabemos da importância que uma agência da Caixa tem, especialmente para atender a população mais carente, e o impacto que seu fechamento teria não só para os clientes, mas para toda a economia local”, destacou.

Segundo ela, apesar da transformação digital ser necessário e positivo para a modernização do banco público, o fechamento de agências físicas e sua transformação em digitais afeta especialmente os terceirizados, que não têm as mesmas garantias de emprego que os trabalhadores concursados”. “Por isso, fazemos um apelo à direção da Caixa: olhem com mais atenção para os trabalhadores terceirizados. Eles são nossos colegas e também precisam de respostas claras e garantias sobre seus futuros. Quando uma agência vai fechar, é preciso ser franco com todos, bancários e terceirizados, para que não fiquem sem informação ou segurança sobre seus empregos”, enfatizou.

Encaminhamento

A Superintendente Nacional de Estratégia de Clientes da Caixa, Fernanda Martins, se comprometeu em uma mesa com as várias entidades que representam os trabalhadores terceirizados, como vigilantes, trabalhadores da limpeza da copa, trabalhadores, telefonistas para discutir a necessidade de termos asseguradas as condições legais de trabalho.

A discussão também contou com a participação de representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio e Serviços (CONTRACS); da Confederação Nacional dos Trabalhadores Vigilantes e Prestadores de Serviços (CNTV), do Sindicato dos Empregados no Comércio do Distrito Federal (SINDICOM – DF); do Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio, Conservação, Trabalho Temporário, Prestação de Serviço Terceirizáveis no Distrito Federal (SINDISERVIÇOS/DF); do Sindicato dos Bancários de Brasília (SEEB/DF) e do Sindicato dos Vigilantes do Distrito Federal (SINDESV/DF).

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Fenae avalia insuficiência para suprir déficit de empregados no novo concurso da Caixa https://www.ocafezinho.com/2024/01/16/fenae-avalia-insuficiencia-para-suprir-deficit-de-empregados-no-novo-concurso-da-caixa/ https://www.ocafezinho.com/2024/01/16/fenae-avalia-insuficiencia-para-suprir-deficit-de-empregados-no-novo-concurso-da-caixa/#respond Tue, 16 Jan 2024 19:19:12 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=173264 Concurso vai abrir quatro mil vagas, mas Programa de Demissão Voluntária (PDV) e pode ter adesão de mais de três mil pessoas

A Caixa anunciou a realização de novo concurso público em 2024, com lançamento do edital previsto para fevereiro.

Ao todo serão quatro mil vagas para nível médio, incluindo cadastro de reserva. Deste número, metade será destinada à área de tecnologia da informação. As vagas são para o cargo de Técnico Bancário Novo (TBN) e a remuneração inicial é de R$ 3.762,00.

O banco informou que também está previsto concurso para nível superior, com 28 vagas para médicos do trabalho e 22 para engenheiros de segurança de trabalho. Haverá cadastro de reserva para as áreas. Para estes cargos, a remuneração inicial de R$ 11.186,00 e R$ 14.915,00, respectivamente.

Para o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemoto, a realização do concurso é mais que bem-vinda, no entanto, avalia que o número de vagas é insuficiente para a demanda de empregados.

“Reconhecemos o empenho [da Caixa] na realização do concurso, mas o número de vagas não é capaz de suprir a necessidade do banco.

O incremento na área de tecnologia realmente é urgente para modernizar e melhorar os sistemas, mas as agências necessitam de mais empregados para atender melhor a população e diminuir a sobrecarga de trabalho”, afirmou.

De acordo com o balanço do banco, a Caixa encerrou o 3º trimestre de 2023 com 87.053 empregados, com redução de 168 postos de trabalho em doze meses (incremento de 580 postos no trimestre).

Quanto ao número de clientes, o banco registrou aumento de 1,4 milhão em um ano. Houve redução de uma agência, 5 postos de atendimentos, 259 correspondentes Caixa Aqui e de 61 lotéricos em relação ao mesmo período de 2022.

Pesa também sobre a avaliação de Takemoto a previsão de um novo Programa de Demissão Voluntária (PDV), que pode contar com até 3.200 adesões. “Dessa maneira o concurso será pouco eficiente para resolver a deficiência de empregados e vai apenas substituir as vagas deixadas no PDV”, avaliou.

A informação sobre o PDV foi anunciada em evento interno com empregados da Caixa.

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Fenae marca presença no ato “Democracia Inabalada” https://www.ocafezinho.com/2024/01/09/fenae-marca-presenca-no-ato-democracia-inabalada/ https://www.ocafezinho.com/2024/01/09/fenae-marca-presenca-no-ato-democracia-inabalada/#respond Tue, 09 Jan 2024 14:43:47 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=172604 O presidente Sergio Takemoto participou da cerimônia promovida pelos Três Poderes que celebrou a resistência democrática contra ataques golpistas, promovidos há um ano

Atuar na defesa do Estado Democrático de Direito, articulada com a mobilização pelo fortalecimento das instituições republicanas, é uma das premissas que norteiam o trabalho da Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa).

Com base neste princípio, o presidente Sergio Takemoto foi um dos convidados do ato “Democracia Inabalada”, realizado nesta segunda-feira (8), no Congresso Nacional.

Ao lado do presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco, e do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luis Roberto Barroso, o presidente Lula destacou a importância histórica do ato.

“Hoje, dia 8 de janeiro, marca um ano que a resiliência da democracia brasileira foi severamente testada. Terroristas quebraram janelas, destruíram objetos históricos e obras de arte, enquanto transmitiam seus atos pela internet. Não há democracia sem liberdade. Mas que ninguém confunda liberdade com permissão para atentar contra a democracia. Liberdade não é o direito de pregar a instalação de um regime autoritário e o assassinato de adversários. As mentiras, a desinformação e os discursos de ódio foram o combustível para o 8 de janeiro”, reforçou o presidente Lula.

O evento foi promovido pelos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) e marcou um ano que a democracia brasileira sofria uma tentativa de golpe, com ataques na capital federal.

“Guiados pelo ódio e pela desinformação, terroristas invadiram o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal e o Palácio do Planalto. Eles não aceitaram o resultado das urnas e desrespeitaram a vontade popular por meio do voto. Ao estar presente nesse ato, a Fenae reforça que defender o Brasil é defender a democracia”, destacou Takemoto.

O ato, que contou com a presença de cerca de 500 convidados, festejou a resistência democrática no dia 8 de janeiro de 2022 e, ao mesmo tempo, lembrou das ações terroristas cometidas por bolsonaristas, responsáveis pela invasão do Congresso, do STF e do Palácio do Planalto.

A cerimônia também marcou a devolução de itens depredados no dia dos ataques terroristas, como uma tapeçaria de Burle Marx, de 1973, que foi devidamente restaurada. Segundo o Palácio do Planalto, um laboratório foi montado no Alvorada especialmente para garantir a recuperação de obras do patrimônio público danificadas no dia fatídico.

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Fenae: Caixa continua forte no crédito imobiliário https://www.ocafezinho.com/2023/12/13/fenae-caixa-continua-forte-no-credito-imobiliario/ https://www.ocafezinho.com/2023/12/13/fenae-caixa-continua-forte-no-credito-imobiliario/#respond Wed, 13 Dec 2023 08:34:00 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=170357 Em 12 meses, banco atingiu recorde histórico no setor, com aumento de 14,6%. Dados são confirmados mesmo quando mercado de capitais supera poupança no financiamento imobiliário

Dados recentes da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) mostram que o mercado de capitais superou a poupança como fonte de recursos para financiamento habitacional.

Mesmo assim, a Caixa continua forte. Em setembro deste ano, o banco atingiu recorde histórico no saldo do crédito imobiliário (R$ 707,9 bilhões), com aumento de 14,6% em 12 meses. No mesmo período, as demais instituições financeiras tiveram crescimento de apenas 1,7%.

Um dos principais fatores que ajudam a entender os motivos que levaram à superação da poupança pelo mercado de capitais como funding (fonte de recursos utilizados pelos bancos), para o financiamento imobiliário, é o fato de que ainda se vive um ciclo de elevada taxa básica de juros.

Com isso, é possível obter rendimentos superiores aos da poupança a partir de outros meios, como é o caso de recursos disponibilizados no mercado de capitais – a exemplo das letras de crédito imobiliário (LCI) e das letras imobiliárias garantidas (LIG). Essa mudança encarece a captação dos recursos para os bancos.

Neste cenário de encarecimento do funding, de recuperação gradual da economia e de elevadas taxas de juros e de endividamento da população, a tendência, entre os bancos regidos pela lógica do mercado, é de transferir seus recursos para investimentos mais seguros e rentáveis. Tal tendência foi observada nos 12 meses que antecederam setembro de 2023. Afinal, excetuando a Caixa, houve crescimento de apenas 1,4% do saldo de crédito imobiliário, diante de uma taxa de inflação (medida pelo IPCA) de 5,2%.

Para o mesmo contexto desafiador, a Caixa apresentou considerável incremento na carteira de crédito imobiliário e chegou a seu maior patamar histórico. Com isso, foi possível observar sua capacidade de contribuir para uma política econômica anticíclica – clássico papel exercido pelos bancos públicos.

Essa forma de atuação acontece, entre outras coisas, para evitar que a baixa dinamicidade da economia se agrave e gere recessão econômica. No caso tratado aqui, auxiliou na manutenção da atividade do mercado imobiliário. Isso pode ser atestado pelo fato de o crédito habitacional da Caixa ter contribuído para a geração de cerca de 1 milhão de empregos nos nove primeiros meses de 2023 (dados do banco).

Ao cumprir sua função de ativadora da economia, a Caixa ajudou também a atenuar o histórico problema habitacional brasileiro, já que o crédito do banco foi utilizado para a produção de cerca de 257,4 mil unidades habitacionais. Fator fundamental para isso foi a retomada do Minha Casa Minha Vida, em especial o faixa 1.

O programa, que é operacionalizado pela Caixa, registrou, no terceiro trimestre de 2023, a contratação de R$ 32,5 bilhões com recursos do FGTS. A mudança no valor da renda familiar para o faixa 1 e a redução da taxa de juros contribuíram para o aumento nas contratações de crédito habitacional.

“Todos esses recordes históricos possibilitam à Caixa ampliar a sua atuação no desenvolvimento do país e na oferta de emprego e renda. Os bons números do maior banco público da América Latina refletem a dedicada atuação dos empregados do banco, que têm feito um ótimo trabalho para atender a população e contribuir para uma forma justa de desenvolvimento econômico e social”, comentou o presidente da Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa), Sergio Takemoto.

Poupança na Caixa

Na Caixa, o estoque da poupança também tem diminuído. Entre setembro de 2022 (R$ 353,4 bilhões) e setembro de 2023 (R$ 352,4 bilhões), houve redução de 0,3%. Mesmo havendo queda no banco público, ela está em ritmo menor que no resto do sistema financeiro.

Exemplo disso é que a participação de mercado da Caixa no saldo da poupança cresceu 2,6% em um ano e continua sendo a principal instituição neste aspecto. Isso é algo que contribui para o cumprimento do papel social do banco, já que, a poupança oferece às pessoas, sobretudo as de renda mais baixa, uma possibilidade para guardar seu dinheiro de forma acessível e segura.

A poupança funciona como uma fonte de recursos de menor custo, consequentemente, os empréstimos imobiliários que a utilizam podem ofertar taxas mais acessíveis. Com a mudança para a utilização de formas de captação mais caras, a tendência é a elevação das taxas de juros do financiamento habitacional.

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#ProntoFalei 2023 da Fenae acontece nesta quarta-feira https://www.ocafezinho.com/2023/06/14/prontofalei-2023-da-fenae-acontece-nesta-quarta-feira/ https://www.ocafezinho.com/2023/06/14/prontofalei-2023-da-fenae-acontece-nesta-quarta-feira/#respond Wed, 14 Jun 2023 16:13:23 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=157284 Democracia será o tema central do bate-papo. O evento será realizado em São Paulo, mas também contará com transmitido ao vivo pelo canal da Federação no Youtube

Já está tudo pronto para o #ProntoFalei 2023 da Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa). O evento será realizado nesta quarta-feira (14), a partir das 19h, no Teatro Oficina, em São Paulo (SP). Para quem não puder comparecer no local do evento, o bate-papo também será transmitido ao vivo pelo canal da Fenae no YouTube.

O #ProntoFalei está na terceira edição e, desta vez, a Fenae vai promover um debate com tema central “Democracia”. Serão discutidos também assuntos sobre transformação social, inteligência artificial, ChatGPT, trabalho, carreira, combate ao assédio e muito mais.

E, para abrilhantar e reforçar a importância dos temas apresentados, o bate-papo contará com renomados participantes. Atila Iamarino, doutor em microbiologia e divulgador científico, falará sobre tecnologia e inovação; Scarlett Rodrigues, especialista em direitos humanos, focará na questão do combate ao assédio; Amanda Oliveira, empreendedora social, irá reforçar a importância da democracia como meio de transformação social. Vladimir Safatle, professor, filósofo, músico e psicanalista, também vai abordar o tema central do debate, com foco no desenvolvimento humano e social.

A apresentação ficará por conta de Livia La Gatto, atriz e roteirista. Ela produz vídeos para a internet com foco em temas profundos e polêmicos com leveza e sagacidade com o intuito de “furar a bolha” e fazer a sociedade repensar comportamentos retrógrados em relação aos direitos humanos, conforme define a própria atriz.

Saiba mais

As temáticas do bate-papo serão: “Democracia e transformação social” e “Democracia e trabalho: da Inteligência artificial ao combate ao assédio”. Os participantes poderão interagir com os palestrantes. Para quem irá acompanhará pelo YouTube, também será possível enviar perguntas, tirar dúvidas e sugestões.

O #ProntoFalei é promovido pela Fenae em parceira com as Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Apcefs). A primeira edição aconteceu em 2019, em Brasília. As conversas foram conduzidas pelo apresentador Serginho Grossman e teve a presença de vários convidados para falar dos temas atuais no mundo do trabalho, navegando em experiência coletiva, tecnologia, inovação e educação.

Em sua última edição, em 2022, o bate-papo foi on-line e conduzido pela diretora de Políticas Sociais da Fenae, Rachel Weber, contando com a participação dos convidados Alexandra Gurgel e Felipe Anghinoni.

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Câmara realiza sessão solene em homenagem aos 52 anos da Fenae https://www.ocafezinho.com/2023/06/01/camara-realiza-sessao-solene-em-homenagem-aos-52-anos-da-fenae/ https://www.ocafezinho.com/2023/06/01/camara-realiza-sessao-solene-em-homenagem-aos-52-anos-da-fenae/#respond Thu, 01 Jun 2023 19:37:43 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=156264 A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) será homenageada, nesta sexta-feira (2), pela Câmara dos Deputados, durante sessão solene no Plenário Ulysses Guimarães. A homenagem, pelos 52 anos de criação da entidade, foi requerida pela deputada Erika Kokay (PT/DF), bancária da Caixa, e está marcada para as 10h.

A Fenae foi fundada no dia 29 de maio de 1971, surgindo como uma pequena associação, mas que depois amadureceu na forma de uma entidade combativa, forte e representativa. “Essa homenagem culminará não só com os 52 anos da Fenae, mas com a nossa luta em defesa da Caixa e de seus empregados. A atuação da Fenae tem sido marcada, ainda, pelo compromisso com a redução das desigualdades sociais no país”, destaca o presidente da Fenae, Sergio Takemoto.

Além do presidente da entidade, estarão presentes na mesa do evento a deputada Erika Kokay; o vice-presidente da Caixa, representando a presidenta Rita Serrano, Sérgio Mendonça; o presidente da Fundação dos Economiários Federais (Funcef), Ricardo Pontes; o secretário para Assuntos Jurídicos da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Valeir Ertle; a diretora executiva da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT (Contraf-CUT), Eliana Brasil; e o presidente da Associação do Pessoal da Caixa Econômica Federal do Distrito Federal e presidente do Conselho Deliberativo Nacional da Fenae, José Herculano do Nascimento.  

Histórico de luta

A Fenae foi criada em 29 de maio de 1971, durante o 6º Congresso Nacional das Associações Estaduais, com base no propósito de servir ao bem-estar dos empregados da Caixa e em defesa do banco público e social. O cenário de existência da Federação, na verdade, sempre foi marcado por lutas, protestos e mobilizações pelo país afora.

Em mais de cinco décadas, a Fenae esteve por trás de muitas conquistas importantes dos trabalhadores, como a jornada das 6 horas, reintegração dos demitidos no governo Collor, Funcef, direitos obtidos na mesa unificada de negociações da Campanha Nacional dos Bancários, Saúde Caixa, PLR e PLR Social, entre muitas outras.

A Federação, além de atuar em prol do bem-estar dos funcionários do banco com a disponibilidade de esportes e cultura, faz parcerias importantes com os movimentos sociais, especialmente, em defesa da casa própria. Com isso, a entidade, é sem dúvida, a maior referência do movimento nacional associativo dos empregados da Caixa, atuando em conjunto com as Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Apcefs)

Atualmente, entre as suas diversas ações, destacam-se projetos como os Jogos da Fenae, o concurso cultural Talentos Fenae Apcef, a plataforma EAD Rede do Conhecimento, Inspira Fenae (evento de troca de experiências profissionais e pessoais), Movimento Solidário (programa de responsabilidade social), #ProntoFalei (evento idealizado para os empregados mais jovens do banco) e o apoio as programações sociais e de lazer nas Apcefs.

SERVIÇO

Sessão solene em homenagem aos 52 anos da Fenae

Data: 02/06/2023

Local: Plenário Ulysses Guimarães da Câmara dos Deputados

Horário: 10h

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Presidente de associação de funcionários da Caixa responde a artigo do Globo https://www.ocafezinho.com/2018/07/10/funcionarios-da-caixa-respondem-a-artigo-do-globo-que-pede-privatizacao/ https://www.ocafezinho.com/2018/07/10/funcionarios-da-caixa-respondem-a-artigo-do-globo-que-pede-privatizacao/#comments Tue, 10 Jul 2018 14:27:46 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=87166 3 Comentários 🔥]]> Representante dos funcionários da Caixa, Jair Pedro Ferreira, presidente da Fenae, respondeu a artigo publicado no Globo, que pede a privatização do banco.

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Artigo: “Fiel à lei, fiel ao país”

09/07/18 10:14

Por Jair Pedro Ferreira

Do ponto de vista do interesse estratégico nacional, a liminar do Supremo Tribunal Federal (STF), que proíbe venda de ações de empresas públicas sem autorização do Legislativo, é um daqueles momentos chaves da história do país, que vive, desde 2015, praticamente em um estado de exceção. Sob o manto da responsabilidade fiscal, o que se tem feito com o patrimônio público é completamente irresponsável com os destinos do Brasil e do seu povo.

A importante vitória no STF foi obtida por meio de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) ajuizada pela Fenae – Federação Nacional das Associações de Pessoal da Caixa Econômica Federal e pela Contraf/CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, questionando pontos da Lei 13.303/2016, que trata do estatuto das empresas públicas. Mesmo provisória, uma decisão como essa nos faz ter esperanças de novos tempos.

No Brasil, as empresas públicas cumprem papel essencial no desenvolvimento econômico e social. No caso específico da Caixa, é praticamente impossível encontrar um cidadão que não tenha alguma relação com o banco, seja por causa do FGTS, do PIS, da casa própria, da poupança, das operações de penhor, dos programas sociais. Isso só é possível porque a Caixa é 100% pública, característica da qual os brasileiros não podem e não vão abrir mão.

Em sua decisão, o ministro Ricardo Lewandowski citou uma tendência de desestatizações que podem causar prejuízos irreparáveis ao país. E é justamente o que trabalhadores e entidades representativas, a exemplo da Fenae, têm denunciado. Há, sim, grandes riscos ao que é de todos, ao que é público. As mudanças que sobressaltam o país representam uma verdadeira cultura do atraso, atingindo conquistas nascidas de grandes lutas.

O debate sobre a importância das empresas, dos bens e dos serviços públicos precisa ser intensificado. Mais do que isso, é preciso entusiasmar os jovens, capacitar militantes, levar a discussão para os locais de trabalho e para dentro de casa, incentivar a formação de lideranças locais, apoiar os movimentos sociais, se engajar em mobilizações. Só assim será possível barrar projetos que representam retrocessos e perda de direitos.

Um Brasil soberano, com todos, por todos, para todos, só se faz com a articulação virtuosa entre políticas públicas, investimento público e empresas públicas. Caixa, Petrobras, Eletrobras, BNDES, Banco do Brasil, Embrapa e tantos outras são parte da solução para os problemas do país. Por isso, nunca cansaremos de dizer que defender as empresas públicas é defender o Brasil, porque, se é público, é para todos.

* Jair Pedro Ferreira é presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae)

Confira o artigo no site do jornal O Globo.

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Ações em defesa das empresas públicas na Câmara https://www.ocafezinho.com/2018/05/03/acoes-em-defesa-das-empresas-publicas-na-camara/ https://www.ocafezinho.com/2018/05/03/acoes-em-defesa-das-empresas-publicas-na-camara/#respond Thu, 03 May 2018 13:57:33 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=85340 Na próxima terça-feira (08/05), na Câmara Federal, em Brasília, entidades que integram o Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas, parlamentares, sindicalistas e movimentos sociais se unirão em ações contra as privatizações.

Em um seminário, destacarão a importância do que é público para a sociedade e do quanto as ameaças privatistas e tentativas de desmonte empreendidas pelo governo golpista de Michel Temer e seus aliados têm interferido negativamente na vida da população e dos trabalhadores destas empresas. “As empresas públicas investiram R$ 56 bilhões em saneamento, energia elétrica e moradia.

O Estado não pode abrir mão de setores estratégicos para o desenvolvimento do País”, afirma Rita Serrano, coordenadora do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas e representante dos empregados no Conselho de Administração da Caixa.

Após as apresentações e debates, as entidades do Comitê realizarão um ato político com a participação de parlamentares, sindicalistas e movimentos sociais.

Por fim, o evento promoverá o lançamento do livro “Se é público, é para todos”, organizado pelo sociólogo Emir Sader, com a participação do economista Fernando Nogueira, de Rita Serrano e João Moraes – os dois últimos, autores de capítulos sobre a Caixa e Petrobras, respectivamente.

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